Data: 15.07.2005 - Fonte: Gazeta Mercantil
É preciso reinventar o modelo de assistência à saúde. Por vezes me coloco na condição do consumidor, que ano após ano vive a mesma novela, cujos capítulos são tão eletrizantes quanto a elucidação do assassinato de Odete Reutman... a polêmica dos reajustes dos planos de saúde.
São tantos índices: pós-lei, anteriores à lei, adaptação, migração, adequação, TAC (Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta).
O consumidor se vê bombardeado por inúmeras informações, liminar pra cá, suspende o TAC, é inconstitucional o reajuste, cai liminar.
Já há algum tempo a inocência do consumidor deu lugar à indignação e à busca de seus direitos. Mas quais direitos? Não seria o contrário? Acredito não estar longe o dia de vermos as ações serem impetradas pelas operadoras de saúde, as quais definitivamente se verão em condições de insolvência financeira frente os índices autorizados pela Agência (ANS).
Fico me perguntando se o setor suportará o mesmo índice para todas as empresas, ação esta que coloca na mesma `panela` seguradoras com mais de um milhão de usuários e aquelas com menos de cem mil vidas, medicinas de grupo e cooperativas médicas da mesma forma.
Como consumidor, acredito ser o índice de reajuste autorizado para cada empresa um grande indicativo de sua saúde financeira ? sem nenhum trocadilho.
Afinal, me sentiria mais confortável tendo uma empresa que precisasse efetivamente de um reajuste de um dígito do que aquela que, por questão de sobrevivência, fosse autorizada a praticar vinte por cento, por exemplo. Entendo que a adequação do cliente aos preços praticados, então, se daria como uma prática natural de mercado.
Talvez o consumidor, como eu, ainda não tenha se dado conta de que não existe mais a oferta do produto seguro de saúde para o mercado de planos ditos individuais/familiares.
Exatamente, você que hoje se encontra empregado gozando do benefício seguro saúde oferecido por sua corporação, irá se deparar estarrecido quando de sua aposentadoria ou demissão, já que o produto similar não se encontra disponível no mercado para contratação de pessoa física. Foi extinto!
De um modo geral, as carteiras de seguro saúde individual estão minguando nas seguradoras. `Não temos mais interesse nesse mercado`, ouvi outro dia em conversa com um alto executivo de uma delas. Pudera, os reajustes concedidos aos planos de saúde, incluindo-se a modalidade seguro, são estabelecidos pela Agência (ANS) e trata-se de um mesmo índice para todo o mercado, já há anos. Não posso crer que o resultado operacional de todas as operadoras de saúde seja o mesmo, tampouco que a relação de despesas versus receitas, chamada de sinistralidade, nos planos individuais seja a mesma. Como pode então o reajuste seguir tal critério?
Temo sim por operadoras sufocadas, cujos reajustes não sejam suficientes, especialmente aquelas cuja carteira se constitua eminentemente de planos individuais ? as quais sobreviverão por mais um exercício com 11,75% de reajuste. Pergunto-me se a aplicação do índice apurado de cada uma delas não traduziria ao mercado maior transparência; afinal, nem todas apresentam balanço e o consumidor necessita de indicadores para balizar esta relação de consumo ? que particularmente gosto de chamar de relação de confiança: escolher a empresa na qual depositarei anos de contribuições para ser atendido quando a saúde estiver debilitada. É muito mais do que comprar um bem ou serviço ou verificar se cláusulas estão sendo cumprido. É muito mais.
Não vejo a novela caminhando para os capítulos finais, muito menos vejo um mercado se estabilizando, aliás, o que não falta é choradeira. Todos reclamam sob sua ótica: operadoras, prestadores, médicos e clientes, especialmente os clientes. Afinal, isto é democracia.
É ter o direito de falar, questionar, reivindicar, apurar, reajustar, se negar a pagar, ver que não tem alternativa, voltar e pagar; mas o que precisamos mesmo é reinventar. Reinventar um novo modelo de assistência à saúde.
15 de julho de 2005
11 de julho de 2005
Ranking de reclamações da ANS
Data: 11.07.2005 - Fonte: ANS
Grupo Saúde ABC é o campeão de reclamações na Agência Nacional de Saúde (ANS). Os dados de maio indicam que a empresa lidera entre as operadoras com mais de 50 mil clientes. Na seqüência vêm a Rio Med Assistência Médica, a Cooperativa de Usuários de Serviços e Sistemas de Saúde (Coopus), a Unimed São Gonçalo e a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Nordeste.
A situação da Saúde ABC nos rankings da ANS não é das mais confortáveis. Desde o começo do ano a empresa aparece sempre entre as mais reclamadas. Em janeiro e fevereiro ocupou a liderança. Em março e abril ficou no segundo lugar e, em maio, voltou a liderar a lista negra. O quadro é ainda pior se considerados os números da São Camilo Assistência Médica (10º no ranking de maio), que também pertence ao grupo.
PROBLEMAS
As dificuldades enfrentadas pela Saúde ABC não param no campo das reclamações. No ano passado, a empresa registrou prejuízo contábil de R$ 9,5 milhões. Mesmo assim foi autorizada a comprar a carteira de clientes da Interclínicas, liquidada extrajudicialmente. Por parte dos consumidores, a maior parte das reclamações refere-se ao fim do convênio com importantes hospitais e laboratórios que antes faziam parte da rede credenciada pela Interclínicas como o Albert Einstein e o Fleury. Recentemente, por falta de pagamento, hospitais como o Sírio Libanês, Hospital do Coração e Incor pararam de atender clientes da Saúde São Paulo (novo nome da Interclínicas).
Grupo Saúde ABC é o campeão de reclamações na Agência Nacional de Saúde (ANS). Os dados de maio indicam que a empresa lidera entre as operadoras com mais de 50 mil clientes. Na seqüência vêm a Rio Med Assistência Médica, a Cooperativa de Usuários de Serviços e Sistemas de Saúde (Coopus), a Unimed São Gonçalo e a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Nordeste.
A situação da Saúde ABC nos rankings da ANS não é das mais confortáveis. Desde o começo do ano a empresa aparece sempre entre as mais reclamadas. Em janeiro e fevereiro ocupou a liderança. Em março e abril ficou no segundo lugar e, em maio, voltou a liderar a lista negra. O quadro é ainda pior se considerados os números da São Camilo Assistência Médica (10º no ranking de maio), que também pertence ao grupo.
PROBLEMAS
As dificuldades enfrentadas pela Saúde ABC não param no campo das reclamações. No ano passado, a empresa registrou prejuízo contábil de R$ 9,5 milhões. Mesmo assim foi autorizada a comprar a carteira de clientes da Interclínicas, liquidada extrajudicialmente. Por parte dos consumidores, a maior parte das reclamações refere-se ao fim do convênio com importantes hospitais e laboratórios que antes faziam parte da rede credenciada pela Interclínicas como o Albert Einstein e o Fleury. Recentemente, por falta de pagamento, hospitais como o Sírio Libanês, Hospital do Coração e Incor pararam de atender clientes da Saúde São Paulo (novo nome da Interclínicas).
6 de julho de 2005
Opção pelo regime tributário pode ser feita até dezembro
Data: 05.07.2005 - Fonte: Gazeta Mercantil
Os participantes de planos de previdência complementar vão ter até 30 de dezembro para optar pelo regime tributário que querem adotar para suas aplicações, conforme a Medida Provisória 255, publicada ontem, no Diário Oficial da União. A MP foi resultado de um árduo esforço dos representantes do setor junto ao governo, que conseguiram incluir na medida, inclusive, um prazo maior de opção também quem faz planos novos.
Pela lei 11.053, que criou o novo regime tributário, quem fizesse um plano a partir de janeiro deste ano teria que escolher no ato o regime tributário. Na MP 255, foi incluído um artigo que dá para quem fizer um novo plano de pensão um mês para decidir. O presidente da Anapp, Osvaldo do Nascimento, considera a medida extremamente positiva. "Com a iniciativa, o governo não somente atende os apelos do setor mas também prestigia mais de 13 milhões de cidadãos brasileiros que participam destes fundos". disse.
Os participantes de planos de previdência complementar vão ter até 30 de dezembro para optar pelo regime tributário que querem adotar para suas aplicações, conforme a Medida Provisória 255, publicada ontem, no Diário Oficial da União. A MP foi resultado de um árduo esforço dos representantes do setor junto ao governo, que conseguiram incluir na medida, inclusive, um prazo maior de opção também quem faz planos novos.
Pela lei 11.053, que criou o novo regime tributário, quem fizesse um plano a partir de janeiro deste ano teria que escolher no ato o regime tributário. Na MP 255, foi incluído um artigo que dá para quem fizer um novo plano de pensão um mês para decidir. O presidente da Anapp, Osvaldo do Nascimento, considera a medida extremamente positiva. "Com a iniciativa, o governo não somente atende os apelos do setor mas também prestigia mais de 13 milhões de cidadãos brasileiros que participam destes fundos". disse.
3 de julho de 2005
Se você acha o seu seguro caro, veja como ele é calculado
Fonte: AUTOSHOW
Você acha o preço do seguro do seu veículo caro? O site AutoShow foi conferir de perto como as seguradoras chegam ao valor do seguro. Uma das maneiras é através do índice de reparabilidade e danabilidade dos veículos, quanto maior o índice, mais caro é o seguro. Para calcular esse número mágico, as seguradoras contam com o auxílio do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o primeiro centro de pesquisa em reparação a América Latina. Pela primeira vez, o Cesvi abriu seus estudos para a imprensa e mostrou como este sério trabalho que favorece o consumidor é feito.
Apesar do índice de reparabilidade e danabilidade só ser divulgado para as montadoras e seguradoras, o consumidor é favorecido indiretamente. As montadoras utilizam os dados para aperfeiçoar seus equipamentos e tentar chegar na equação ideal de custo benefício para o consumidor no caso de estrago de peças. Já as seguradoras usam os dados como uma das ferramentas de cálculo do prêmio do seguro.
Os estudos de reparabilidade de danabilidade começam com as medições de cada modelo. Após devidadamente estudado, o veículo vai para o crash test de reparabilidade. Segundo as normas da RCAR (Research Concil for Automobile Repair), o veículo deve colidir a 15 km/h (velocidade média das colisões que ocorrem em grandes cidades) a 45% off set na parte frontal esquerda em uma barreira indeformável de 32 toneladas. Já na traseira, o impacto é 40% off set em uma barreira móvel de 1 tonelada.
Após colidir, o veículo vai para a oficina modelo do Cesvi onde são vistoriados os seguintes itens: as peças que devem ser substituídas, o tempo e o custo envolvido nessas substituições, as peças que devem ser reparadas, o tempo e custo envolvido no reparo, o custo dos materiais e insumos de pintura utilizados. Com todos esses dados definidos, através de uma fórmula, chega-se no IR, índice de reparabilidade. Através desse índice, é possível traçar uma comparação entre concorrentes e veículos antecessores.
Apesar dos consumidores ainda não terem acesso a esse índice diretamente, eles são beneficiados indiretamente já que é no Cesvi que as montadoras tentam conseguir o melhor custo beneficio em manutenção e reparabilidade, item que sempre causa preocupação para o consumidor. Como esse índice também é uma das variáveis do preço do seguro, carro que tem maior índice de reparabilidade, conseqüentemente tem preço do seguro mais alto. O objetivo do Cesvi é divulgar esses números para o consumidor de uma forma simples. Como ocorre nos outros países, eles deverão desenvolver um ranking que demonstrará qual veiculo é mais ?caro de manutenção? e qual é mais barato. Uma informação que afeta a decisão de compra e portanto deve mexer na tabela de preços.
Ao analisar os estudos de reparabilidade feitos há sete anos pelo Cesvi é possível ver a evolução das carrocerias. Os modelos atuais, por exemplo, estão sendo construídos de forma que no caso de uma colisão, os danos sejam os menores possíveis. É possível conquistar isso através de equipamentos que foram desenvolvidos como os absorvedores de impacto (são feitos de isopor e ficam na parta interna do para-choque, sua substituição é simples, barata e impede que outras peças sejam danificadas), crash boxes (peças que absorvem a energia do impacto para poupar as longarinas) , front end (é usado no lugar no painel dianteiro, não tem função estrutural e é fixado por parafusos, o que permite fácil troca).
Para se ter uma idéia do que isso significa na prática, basta comparar os testes de reparabilidade entre os modelos Brava e Stilo, ambos da mesma marca, da mesma categoria. No teste, o Brava teve que substituir 25 peças após o impacto enquanto o Stilo substituiu apenas 10. Além disso, para substituir as peças do Stilo, o consumidor gasta 80% menos do que o Brava e a mão de obra também é 63% mais barata. Claro que esses dados se referem apenas a reparabilidade e não se pode afirmar nada em termos de segurança já que é apenas uma demonstração da evolução de uma carroceria da década de 90 para uma carroceria do ano 2000.
O intuito do Cesvi é divulgar ainda este ano uma lista dos veículos com menor índice de reparabilidade. Com isto, haverá uma verdadeira mudança na postura do consumidor. Afinal de contas, todos querem comprar um veículo com baixo custo de manutenção. Ao ter esses dados na mão, o consumidor passa ser o árbitro da negociação forçando as montadoras a melhorarem as soluções de manutenção e baixando conseqüentemente o preço do seguro. Segundo os técnicos do Cesvi, atingir um índice de reparabilidade baixo pode significar em um abatimento de até 40% no preço do seguro.
Você acha o preço do seguro do seu veículo caro? O site AutoShow foi conferir de perto como as seguradoras chegam ao valor do seguro. Uma das maneiras é através do índice de reparabilidade e danabilidade dos veículos, quanto maior o índice, mais caro é o seguro. Para calcular esse número mágico, as seguradoras contam com o auxílio do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o primeiro centro de pesquisa em reparação a América Latina. Pela primeira vez, o Cesvi abriu seus estudos para a imprensa e mostrou como este sério trabalho que favorece o consumidor é feito.
Apesar do índice de reparabilidade e danabilidade só ser divulgado para as montadoras e seguradoras, o consumidor é favorecido indiretamente. As montadoras utilizam os dados para aperfeiçoar seus equipamentos e tentar chegar na equação ideal de custo benefício para o consumidor no caso de estrago de peças. Já as seguradoras usam os dados como uma das ferramentas de cálculo do prêmio do seguro.
Os estudos de reparabilidade de danabilidade começam com as medições de cada modelo. Após devidadamente estudado, o veículo vai para o crash test de reparabilidade. Segundo as normas da RCAR (Research Concil for Automobile Repair), o veículo deve colidir a 15 km/h (velocidade média das colisões que ocorrem em grandes cidades) a 45% off set na parte frontal esquerda em uma barreira indeformável de 32 toneladas. Já na traseira, o impacto é 40% off set em uma barreira móvel de 1 tonelada.
Após colidir, o veículo vai para a oficina modelo do Cesvi onde são vistoriados os seguintes itens: as peças que devem ser substituídas, o tempo e o custo envolvido nessas substituições, as peças que devem ser reparadas, o tempo e custo envolvido no reparo, o custo dos materiais e insumos de pintura utilizados. Com todos esses dados definidos, através de uma fórmula, chega-se no IR, índice de reparabilidade. Através desse índice, é possível traçar uma comparação entre concorrentes e veículos antecessores.
Apesar dos consumidores ainda não terem acesso a esse índice diretamente, eles são beneficiados indiretamente já que é no Cesvi que as montadoras tentam conseguir o melhor custo beneficio em manutenção e reparabilidade, item que sempre causa preocupação para o consumidor. Como esse índice também é uma das variáveis do preço do seguro, carro que tem maior índice de reparabilidade, conseqüentemente tem preço do seguro mais alto. O objetivo do Cesvi é divulgar esses números para o consumidor de uma forma simples. Como ocorre nos outros países, eles deverão desenvolver um ranking que demonstrará qual veiculo é mais ?caro de manutenção? e qual é mais barato. Uma informação que afeta a decisão de compra e portanto deve mexer na tabela de preços.
Ao analisar os estudos de reparabilidade feitos há sete anos pelo Cesvi é possível ver a evolução das carrocerias. Os modelos atuais, por exemplo, estão sendo construídos de forma que no caso de uma colisão, os danos sejam os menores possíveis. É possível conquistar isso através de equipamentos que foram desenvolvidos como os absorvedores de impacto (são feitos de isopor e ficam na parta interna do para-choque, sua substituição é simples, barata e impede que outras peças sejam danificadas), crash boxes (peças que absorvem a energia do impacto para poupar as longarinas) , front end (é usado no lugar no painel dianteiro, não tem função estrutural e é fixado por parafusos, o que permite fácil troca).
Para se ter uma idéia do que isso significa na prática, basta comparar os testes de reparabilidade entre os modelos Brava e Stilo, ambos da mesma marca, da mesma categoria. No teste, o Brava teve que substituir 25 peças após o impacto enquanto o Stilo substituiu apenas 10. Além disso, para substituir as peças do Stilo, o consumidor gasta 80% menos do que o Brava e a mão de obra também é 63% mais barata. Claro que esses dados se referem apenas a reparabilidade e não se pode afirmar nada em termos de segurança já que é apenas uma demonstração da evolução de uma carroceria da década de 90 para uma carroceria do ano 2000.
O intuito do Cesvi é divulgar ainda este ano uma lista dos veículos com menor índice de reparabilidade. Com isto, haverá uma verdadeira mudança na postura do consumidor. Afinal de contas, todos querem comprar um veículo com baixo custo de manutenção. Ao ter esses dados na mão, o consumidor passa ser o árbitro da negociação forçando as montadoras a melhorarem as soluções de manutenção e baixando conseqüentemente o preço do seguro. Segundo os técnicos do Cesvi, atingir um índice de reparabilidade baixo pode significar em um abatimento de até 40% no preço do seguro.
21 de junho de 2005
Como fazer um BO pela Internet
Gabriel Rocha Gaspar
Quem já teve de se sentar em um banco de delegacia para aguardar um escrivão e um delegado para registrar uma ocorrência sabe a tensão que é. Mas com a Internet, o relato de um crime, de um desaparecimento ou da perda de documentos pode ser mais rápida e, certamente, menos traumática. O WNews mostra o caminho das pedras para você fazer um boletim de ocorrência online.
O primeiro passo é acessar o site da Polícia Civil ou da Secretaria de Segurança Pública de seu estado - os endereços variam de um estado para o outro, mas no fim desta matéria você encontra os links. Os estados que não estiverem na lista ainda não têm serviço para o registro online de ocorrências.
Procure o item Delegacia Virtual, Delegacia Interativa, Delegacia Eletrônica ou Boletim de Ocorrência. Caso as opções de tipo de registro estejam na página inicial, selecione-as de imediato. Caso contrário, clique no item e você será remetido a uma tela com as opções de tipos de ocorrência.
Um formulário se abrirá, requisitando dados do declarante e da ocorrência. No caso de furto ou perda, será preciso indicar o local da ocorrência, com ponto de referência, data, período aproximado e outros detalhes que o declarante considere necessários. No caso do desaparecimento de uma pessoa, quanto mais detalhes do desaparecido, maior a chance de encontrá-lo. Portanto, tente preencher todos os campos requeridos: idade aparente, marcas no corpo, vestimentas, objetos que portava, como ocorreu o sumiço etc.
Em até 30 minutos após a conclusão do preenchimento e envio do formulário, um policial entrará em contato com o declarante para confirmar os dados da ocorrência e iniciar os procedimentos necessários. Está feito o registro de ocorrência, sem complicações e perda de tempo.
Delegacias eletrônicas
Acre
Serviços disponíveis
Furto de Veículos
Furto/Perda de Documentos
Furto de Celulares
Desaparecimento
Violencia contra a Mulher
Denúncias Anônimas
Pessoas Desaparecidas
Procurados pela Polícia
Bahia
Serviços disponíveis
Furto/Perda de documentos
Ceará
Serviços disponíveis
Furto (Placas de Veículos, Celulares e Documentos)
Perda (Placas de Veículos, Celulares e Documentos)
Desaparecimento de Pessoa
Pará
Serviços disponíveis
Furto/Perda de celular
Furto/Perda de Documento
Pernambuco
Serviços disponíveis
Furto de celular/pager
Furto/perda de documentos
Furto/perda de objetos
Rio de Janeiro
Serviços disponíveis
Comunicação de ocorrência/Denúncia anônima
Denúncia de roubo ou furto de veículo
Solicitação de cópia de B.O.
Comunicacão de perda de documentos
Rio Grande do Sul
Serviços disponíveis
Furto/Perda de celular
Furto/Perda de documentos
São Paulo
Serviços disponíveis
Furto de Veículos
Furto/Perda de documentos
Desaparecimento de Pessoa
Encontro de Pessoa
Furto de Placas
Furto de Celulares
Santa Catarina
Serviços disponíveis
Perda de documentos
Perda de objetos
Furto de celular
Denúncia anônima
Quem já teve de se sentar em um banco de delegacia para aguardar um escrivão e um delegado para registrar uma ocorrência sabe a tensão que é. Mas com a Internet, o relato de um crime, de um desaparecimento ou da perda de documentos pode ser mais rápida e, certamente, menos traumática. O WNews mostra o caminho das pedras para você fazer um boletim de ocorrência online.
O primeiro passo é acessar o site da Polícia Civil ou da Secretaria de Segurança Pública de seu estado - os endereços variam de um estado para o outro, mas no fim desta matéria você encontra os links. Os estados que não estiverem na lista ainda não têm serviço para o registro online de ocorrências.
Procure o item Delegacia Virtual, Delegacia Interativa, Delegacia Eletrônica ou Boletim de Ocorrência. Caso as opções de tipo de registro estejam na página inicial, selecione-as de imediato. Caso contrário, clique no item e você será remetido a uma tela com as opções de tipos de ocorrência.
Um formulário se abrirá, requisitando dados do declarante e da ocorrência. No caso de furto ou perda, será preciso indicar o local da ocorrência, com ponto de referência, data, período aproximado e outros detalhes que o declarante considere necessários. No caso do desaparecimento de uma pessoa, quanto mais detalhes do desaparecido, maior a chance de encontrá-lo. Portanto, tente preencher todos os campos requeridos: idade aparente, marcas no corpo, vestimentas, objetos que portava, como ocorreu o sumiço etc.
Em até 30 minutos após a conclusão do preenchimento e envio do formulário, um policial entrará em contato com o declarante para confirmar os dados da ocorrência e iniciar os procedimentos necessários. Está feito o registro de ocorrência, sem complicações e perda de tempo.
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Como fazer um BO pela Internet
Gabriel Rocha Gaspar
Quem já teve de se sentar em um banco de delegacia para aguardar um escrivão e um delegado para registrar uma ocorrência sabe a tensão que é. Mas com a Internet, o relato de um crime, de um desaparecimento ou da perda de documentos pode ser mais rápida e, certamente, menos traumática. O WNews mostra o caminho das pedras para você fazer um boletim de ocorrência online.
O primeiro passo é acessar o site da Polícia Civil ou da Secretaria de Segurança Pública de seu estado - os endereços variam de um estado para o outro, mas no fim desta matéria você encontra os links. Os estados que não estiverem na lista ainda não têm serviço para o registro online de ocorrências.
Procure o item Delegacia Virtual, Delegacia Interativa, Delegacia Eletrônica ou Boletim de Ocorrência. Caso as opções de tipo de registro estejam na página inicial, selecione-as de imediato. Caso contrário, clique no item e você será remetido a uma tela com as opções de tipos de ocorrência.
Um formulário se abrirá, requisitando dados do declarante e da ocorrência. No caso de furto ou perda, será preciso indicar o local da ocorrência, com ponto de referência, data, período aproximado e outros detalhes que o declarante considere necessários. No caso do desaparecimento de uma pessoa, quanto mais detalhes do desaparecido, maior a chance de encontrá-lo. Portanto, tente preencher todos os campos requeridos: idade aparente, marcas no corpo, vestimentas, objetos que portava, como ocorreu o sumiço etc.
Em até 30 minutos após a conclusão do preenchimento e envio do formulário, um policial entrará em contato com o declarante para confirmar os dados da ocorrência e iniciar os procedimentos necessários. Está feito o registro de ocorrência, sem complicações e perda de tempo.
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Quem já teve de se sentar em um banco de delegacia para aguardar um escrivão e um delegado para registrar uma ocorrência sabe a tensão que é. Mas com a Internet, o relato de um crime, de um desaparecimento ou da perda de documentos pode ser mais rápida e, certamente, menos traumática. O WNews mostra o caminho das pedras para você fazer um boletim de ocorrência online.
O primeiro passo é acessar o site da Polícia Civil ou da Secretaria de Segurança Pública de seu estado - os endereços variam de um estado para o outro, mas no fim desta matéria você encontra os links. Os estados que não estiverem na lista ainda não têm serviço para o registro online de ocorrências.
Procure o item Delegacia Virtual, Delegacia Interativa, Delegacia Eletrônica ou Boletim de Ocorrência. Caso as opções de tipo de registro estejam na página inicial, selecione-as de imediato. Caso contrário, clique no item e você será remetido a uma tela com as opções de tipos de ocorrência.
Um formulário se abrirá, requisitando dados do declarante e da ocorrência. No caso de furto ou perda, será preciso indicar o local da ocorrência, com ponto de referência, data, período aproximado e outros detalhes que o declarante considere necessários. No caso do desaparecimento de uma pessoa, quanto mais detalhes do desaparecido, maior a chance de encontrá-lo. Portanto, tente preencher todos os campos requeridos: idade aparente, marcas no corpo, vestimentas, objetos que portava, como ocorreu o sumiço etc.
Em até 30 minutos após a conclusão do preenchimento e envio do formulário, um policial entrará em contato com o declarante para confirmar os dados da ocorrência e iniciar os procedimentos necessários. Está feito o registro de ocorrência, sem complicações e perda de tempo.
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Encontro de Pessoa
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Perda de objetos
Furto de celular
Denúncia anônima
2 de junho de 2005
Fraudes no seguro
Fonte: consultor jurídico
Cerca de 20% das indenizações pagas por ano a segurados brasileiros, estima-se, estão relacionadas a algum tipo de fraude. Isso quer dizer que os demais segurados devem pagar a mais até R$ 2,5 bilhões, anualmente, para cobrir o prejuízo. Na Itália esse número não ultrapassa a 3,5% dos sinistros e nos Estados Unidos não chega a 15% das indenizações.
Com seus contratos questionados, com freqüência, pelo Judiciário, o setor de seguros foi alvo, recentemente, de reportagens escandalosas que colocaram em cheque a boa-fé que deve lastrear esse mercado.
Estudo feito pela Academia Nacional de Seguros e Previdência detectou a curiosa distorção da mentalidade do segurado que considera que é “fácil ou muito fácil” fraudar o seguro e acha que apenas as seguradoras são atingidas, quando na verdade, os custos com as fraudes encarecem o preço das apólices e ergue os custos de controles exigidos das empresas. Ou seja, são repassados no preço do seguro.
Pelas estatísticas disponíveis, cerca de 70% das fraudes são cometidas nos seguros de automóveis. Dessas, 40% são cometidas pelos segurado, 25% pelos corretores e o restante dividido em partes quase iguais entre funcionários e prestadores de serviços. A maior parte, 78%, acontece na hora da indenização, 12% na hora da contratação.
Há dificuldades em comprovar todas essas fraudes. Segundo a consultoria KPMG, a impunidade, ineficiência dos sistemas de controle, enfraquecimento dos valores morais e sociais, e pressões econômicas favorecem as fraudes.
Uma das medidas universalmente consideradas efetivas no combate às fraudes em seguros é a criação de leis específicas tratando da questão das fraudes em seguros.
Cerca de 20% das indenizações pagas por ano a segurados brasileiros, estima-se, estão relacionadas a algum tipo de fraude. Isso quer dizer que os demais segurados devem pagar a mais até R$ 2,5 bilhões, anualmente, para cobrir o prejuízo. Na Itália esse número não ultrapassa a 3,5% dos sinistros e nos Estados Unidos não chega a 15% das indenizações.
Com seus contratos questionados, com freqüência, pelo Judiciário, o setor de seguros foi alvo, recentemente, de reportagens escandalosas que colocaram em cheque a boa-fé que deve lastrear esse mercado.
Estudo feito pela Academia Nacional de Seguros e Previdência detectou a curiosa distorção da mentalidade do segurado que considera que é “fácil ou muito fácil” fraudar o seguro e acha que apenas as seguradoras são atingidas, quando na verdade, os custos com as fraudes encarecem o preço das apólices e ergue os custos de controles exigidos das empresas. Ou seja, são repassados no preço do seguro.
Pelas estatísticas disponíveis, cerca de 70% das fraudes são cometidas nos seguros de automóveis. Dessas, 40% são cometidas pelos segurado, 25% pelos corretores e o restante dividido em partes quase iguais entre funcionários e prestadores de serviços. A maior parte, 78%, acontece na hora da indenização, 12% na hora da contratação.
Há dificuldades em comprovar todas essas fraudes. Segundo a consultoria KPMG, a impunidade, ineficiência dos sistemas de controle, enfraquecimento dos valores morais e sociais, e pressões econômicas favorecem as fraudes.
Uma das medidas universalmente consideradas efetivas no combate às fraudes em seguros é a criação de leis específicas tratando da questão das fraudes em seguros.
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