Fonte: DIÁRIO DE S.PAULO - Data: 07/12/2005
Maria Fernanda Blaser
Empresa derrubou na Justiça liminar que limitava o aumento dos planos antigos em 11,69%. Idec vai recorrer da decisão
A Golden Cross obteve uma vitória na Justiça. A empresa garantiu o aumento de 19,23% na mensalidade de 152.936 conveniados que assinaram contrato até 1998.
O desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, Djalma Gomes, decidiu que a operadora poderá reajustar o convênio com o índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
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6 de dezembro de 2005
Dicas para uma viagem segura
Fonte: Segs
Verão, época de férias . Neste período o movimento nas estradas brasileiras aumenta , e conseqüentemente, aumenta também o índice de acidentes rodoviários. Só no estado de São Paulo foram registrados 60 mil acidentes entre os meses de janeiro e outubro deste ano, com 1.940 vítimas fatais, um aumento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo dados do DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo), de janeiro a outubro de 2005 a Polícia Rodoviária registrou aproximadamente 40 mil apreensões de veículos por irregularidade de documentos, má conservação, ou falta de habilitação dos condutores, o que contribui para os elevados índices de acidentes nesta época do ano.
Em 2005, as seguradoras registraram um aumento de 18,2 % nas vendas de seguros Auto em relação ao ano passado, conforme dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Este índice comprova a preocupação da população quanto aos riscos de acidentes.
Para o diretor de produtos Automóveis da Liberty Seguros, Paulo Umeki, é muito importante que o motorista tome alguns cuidados relacionados ao veículo, além da disciplina ao volante, antes de viajar. "A prevenção de acidentes deve começar antes do condutor colocar o carro na estrada. Fazer um check-up, atualizar a documentação, entre outros cuidados, são essenciais para ter uma viagem tranqüila e mais segura", afirma Paulo.
Pensando nisso, decidiu relacionar dez dicas para uma viagem segura:
1)Para evitar surpresas desagradáveis durante a viagem, é necessário fazer um check-up no veículo antes de pegar a estrada, verificando os itens que requerem maior atenção:
a)Água: verificar o estado das mangueiras do radiador e o nível de água, inclusive no reservatório (isto deve ser feito em terreno plano, para evitar leituras equivocadas).
b)Óleo: utilizar a vareta para verificar se o nível de óleo do motor está dentro das especificações recomendadas. Se necessário, completar utilizando o produto indicado para o seu veículo. Lembrete: isto também deve ser feito em terreno plano.
c)Freios: o fluido de freios também deve ser checado, mediante observação do reservatório que fica dentro do compartimento do motor. Se houver necessidade de completar o nível, fazer utilizando somente os produtos recomendados pelo fabricante. Ligar o motor e pressionar o pedal do freio; se o pé afundar mais do que a metade do percurso normal, é sinal de que está na hora de fazer uma revisão no ajuste dos freios.
d)Luzes: entrar no veículo e pedir a alguém para verificar se todas as luzes de sinalização estão funcionando corretamente. Se necessário, providenciar a substituição das lâmpadas queimadas e fazer semestralmente uma regulagem do facho dos faróis. Mesmo nas grandes cidades, é comum que eles desregulem ao longo do tempo, em função da trepidação provocada pelo uso continuado em asfalto mal conservado.
e)Pneus: fazer a calibragem dos pneus de acordo com a carga que será levada (geralmente, quanto maior a carga do veículo, maior a calibragem). A calibragem recomendada para cada tipo de utilização consta do Manual do Veículo. Não deixar de calibrar também o estepe, verificando o estado de todos os pneus antes de pegar a estrada.
f)Limpadores de pára-brisa: as borrachas dos limpadores devem ser substituídas periodicamente, pois com o tempo tendem a se ressecar. É importante fazer um teste antes de viajar, e trocar as palhetas, se necessário. Isso fará uma enorme diferença em caso de chuva.
2)O uso do cinto de segurança é obrigatório também no banco traseiro além de ser mais seguro.
3)Em dias de chuva, procurar reduzir sua velocidade e nunca tentar frear o veículo quando estiver sobre poças d?água, pois ele poderá deslizar fazendo o motorista perder o controle da direção. Para parar o carro de repente, é importante pisar e soltar o freio rapidamente, assim as rodas não travarão.
4)Evitar dirigir atrás de caminhões ou veículos altos, que impedem a visão e procurar guardar uma distância segura (o suficiente para caber com folga um veículo inteiro entre os dois).
5)Se o percurso for muito longo, procurar fazer paradas a cada duas horas para um descanso médio de 10 a 15 minutos. Aproveitar este tempo para alongar braços e pernas, antes de retomar a viagem.
6)Fazer ultrapassagens somente quando for necessário e permitido, sempre pela esquerda, e anunciando previamente sua intenção por meio das luzes e setas.
7)Crianças até 10 anos devem ser transportadas no banco traseiro. Mesmo crianças de colo não devem ser carregadas no banco dianteiro; se necessário, o adulto deve passar para o banco traseiro para estar junto a elas. Utilize as cadeiras homologadas pelo Inmetro para transportar suas crianças de forma adequada e segura.
8)Manter no veículo as ferramentas consideradas obrigatórias pela legislação (macaco, chave de roda, triângulo e extintor de incêndio), e cheque as condições de uso de todas elas antes de partir.
9)Os documentos de porte obrigatório, segundo a Dersa-SP, são a carteira de habilitação do motorista (CNH) e documentação do veículo (CRLV), os quais costumam ser requisitados pelas autoridades rodoviárias numa eventual abordagem durante a viagem.
Na estrada, não parar diante de obstáculos ou tentativas de intimidação. Muitos ladrões tentam interceptar possíveis vítimas atirando pedras nos vidros ou colocando obstáculos na pista. Se o veículo for atingido, procurar continuar o percurso (desde que possível) e acionar as autoridades o mais rapidamente possível.
Verão, época de férias . Neste período o movimento nas estradas brasileiras aumenta , e conseqüentemente, aumenta também o índice de acidentes rodoviários. Só no estado de São Paulo foram registrados 60 mil acidentes entre os meses de janeiro e outubro deste ano, com 1.940 vítimas fatais, um aumento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo dados do DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo), de janeiro a outubro de 2005 a Polícia Rodoviária registrou aproximadamente 40 mil apreensões de veículos por irregularidade de documentos, má conservação, ou falta de habilitação dos condutores, o que contribui para os elevados índices de acidentes nesta época do ano.
Em 2005, as seguradoras registraram um aumento de 18,2 % nas vendas de seguros Auto em relação ao ano passado, conforme dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Este índice comprova a preocupação da população quanto aos riscos de acidentes.
Para o diretor de produtos Automóveis da Liberty Seguros, Paulo Umeki, é muito importante que o motorista tome alguns cuidados relacionados ao veículo, além da disciplina ao volante, antes de viajar. "A prevenção de acidentes deve começar antes do condutor colocar o carro na estrada. Fazer um check-up, atualizar a documentação, entre outros cuidados, são essenciais para ter uma viagem tranqüila e mais segura", afirma Paulo.
Pensando nisso, decidiu relacionar dez dicas para uma viagem segura:
1)Para evitar surpresas desagradáveis durante a viagem, é necessário fazer um check-up no veículo antes de pegar a estrada, verificando os itens que requerem maior atenção:
a)Água: verificar o estado das mangueiras do radiador e o nível de água, inclusive no reservatório (isto deve ser feito em terreno plano, para evitar leituras equivocadas).
b)Óleo: utilizar a vareta para verificar se o nível de óleo do motor está dentro das especificações recomendadas. Se necessário, completar utilizando o produto indicado para o seu veículo. Lembrete: isto também deve ser feito em terreno plano.
c)Freios: o fluido de freios também deve ser checado, mediante observação do reservatório que fica dentro do compartimento do motor. Se houver necessidade de completar o nível, fazer utilizando somente os produtos recomendados pelo fabricante. Ligar o motor e pressionar o pedal do freio; se o pé afundar mais do que a metade do percurso normal, é sinal de que está na hora de fazer uma revisão no ajuste dos freios.
d)Luzes: entrar no veículo e pedir a alguém para verificar se todas as luzes de sinalização estão funcionando corretamente. Se necessário, providenciar a substituição das lâmpadas queimadas e fazer semestralmente uma regulagem do facho dos faróis. Mesmo nas grandes cidades, é comum que eles desregulem ao longo do tempo, em função da trepidação provocada pelo uso continuado em asfalto mal conservado.
e)Pneus: fazer a calibragem dos pneus de acordo com a carga que será levada (geralmente, quanto maior a carga do veículo, maior a calibragem). A calibragem recomendada para cada tipo de utilização consta do Manual do Veículo. Não deixar de calibrar também o estepe, verificando o estado de todos os pneus antes de pegar a estrada.
f)Limpadores de pára-brisa: as borrachas dos limpadores devem ser substituídas periodicamente, pois com o tempo tendem a se ressecar. É importante fazer um teste antes de viajar, e trocar as palhetas, se necessário. Isso fará uma enorme diferença em caso de chuva.
2)O uso do cinto de segurança é obrigatório também no banco traseiro além de ser mais seguro.
3)Em dias de chuva, procurar reduzir sua velocidade e nunca tentar frear o veículo quando estiver sobre poças d?água, pois ele poderá deslizar fazendo o motorista perder o controle da direção. Para parar o carro de repente, é importante pisar e soltar o freio rapidamente, assim as rodas não travarão.
4)Evitar dirigir atrás de caminhões ou veículos altos, que impedem a visão e procurar guardar uma distância segura (o suficiente para caber com folga um veículo inteiro entre os dois).
5)Se o percurso for muito longo, procurar fazer paradas a cada duas horas para um descanso médio de 10 a 15 minutos. Aproveitar este tempo para alongar braços e pernas, antes de retomar a viagem.
6)Fazer ultrapassagens somente quando for necessário e permitido, sempre pela esquerda, e anunciando previamente sua intenção por meio das luzes e setas.
7)Crianças até 10 anos devem ser transportadas no banco traseiro. Mesmo crianças de colo não devem ser carregadas no banco dianteiro; se necessário, o adulto deve passar para o banco traseiro para estar junto a elas. Utilize as cadeiras homologadas pelo Inmetro para transportar suas crianças de forma adequada e segura.
8)Manter no veículo as ferramentas consideradas obrigatórias pela legislação (macaco, chave de roda, triângulo e extintor de incêndio), e cheque as condições de uso de todas elas antes de partir.
9)Os documentos de porte obrigatório, segundo a Dersa-SP, são a carteira de habilitação do motorista (CNH) e documentação do veículo (CRLV), os quais costumam ser requisitados pelas autoridades rodoviárias numa eventual abordagem durante a viagem.
Na estrada, não parar diante de obstáculos ou tentativas de intimidação. Muitos ladrões tentam interceptar possíveis vítimas atirando pedras nos vidros ou colocando obstáculos na pista. Se o veículo for atingido, procurar continuar o percurso (desde que possível) e acionar as autoridades o mais rapidamente possível.
2 de dezembro de 2005
Pesquisar é a receita para comprar seguro
Fonte: VALOR/SP - Data: 02/12/2005
Se você está pensando em contratar um seguro, seja ele de vida, do seu carro, da sua casa, é importante que a sua escolha não considere apenas os custos financeiros, já que é preciso avaliar outros aspectos, como a cobertura oferecida.
Parece óbvio, mas a primeira regra, ao se escolher um seguro, é saber exatamente o que você quer segurar.
Em geral, ao fazer um seguro, a maioria das pessoas pede cobertura para `tudo`, só que se esquece de que o conceito de tudo que você tem pode não ser o mesmo que o de seu corretor.
Por isso, se você está interessado em contratar um seguro certifique-se de que `tudo` está no papel para evitar surpresas desagradáveis no futuro.
Muitas vezes o corretor de seguro está tão preocupado em vender a apólice que propõe a exclusão de algumas coberturas, que talvez não sejam do seu interesse, pois a economia que você faz com a mensalidade não compensa os custos com que terá de arcar caso venha a precisar da cobertura em questão.
Compare os custos
Sempre que for contratar um seguro não deixe de pesquisar preços e benefícios de pelo menos três empresas, pois as diferenças de preço podem ser enormes.
Muitas seguradoras passaram a considerar o perfil de risco do segurado para determinar o custo do seguro há pouco tempo, e isso pode reduzir significativamente o custo da apólice.
Atualmente, as seguradoras estão cada vez mais atentas a todos os tipos de risco que podem aumentar a chance de haver uma ocorrência (por exemplo, a localização da residência ou se tem ou não garagem privativa).
Não se esqueça de se informar sobre os benefícios oferecidos. Algumas seguradoras oferecem seguro-desemprego junto com a venda de outro seguro, de forma que, se o segurado perder o emprego, os prêmios da outra apólice serão quitados e você não correrá o risco de ter o seu contrato cancelado.
Pequenas mudanças no perfil de risco do segurado podem fazer muita diferença com relação ao custo do serviço, pois o cálculo do valor é feito com base no risco que a seguradora corre de efetivamente ter que pagar a indenização, isto é no risco de sinistro.
Pacotes baratos
Apesar de ainda não serem muito comuns no Brasil, algumas empresas já trabalham com produtos em pacote, permitindo descontos bastante atrativos para o consumidor final.
Ao integrar de forma mais eficiente todas as informações sobre o cliente, a seguradora consegue reduzir o risco do pacote como um todo. E, à medida que o risco de sinistro diminui, menor será o custo para a seguradora e, conseqüentemente, o impacto no seu orçamento.[1]
Por último, vale a pena ressaltar a importância de verificar se a empresa está habilitada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar no mercado de seguros.
Já é possível consultar a situação financeira das seguradoras através do site da Susep. Outra possibilidade é consultar o Cadastro de Reclamações do Procon, verificando como a empresa se comporta no caso de reclamações.
Faça seus seguros na Luma Seguros online. Clique aqui.
Se você está pensando em contratar um seguro, seja ele de vida, do seu carro, da sua casa, é importante que a sua escolha não considere apenas os custos financeiros, já que é preciso avaliar outros aspectos, como a cobertura oferecida.
Parece óbvio, mas a primeira regra, ao se escolher um seguro, é saber exatamente o que você quer segurar.
Em geral, ao fazer um seguro, a maioria das pessoas pede cobertura para `tudo`, só que se esquece de que o conceito de tudo que você tem pode não ser o mesmo que o de seu corretor.
Por isso, se você está interessado em contratar um seguro certifique-se de que `tudo` está no papel para evitar surpresas desagradáveis no futuro.
Muitas vezes o corretor de seguro está tão preocupado em vender a apólice que propõe a exclusão de algumas coberturas, que talvez não sejam do seu interesse, pois a economia que você faz com a mensalidade não compensa os custos com que terá de arcar caso venha a precisar da cobertura em questão.
Compare os custos
Sempre que for contratar um seguro não deixe de pesquisar preços e benefícios de pelo menos três empresas, pois as diferenças de preço podem ser enormes.
Muitas seguradoras passaram a considerar o perfil de risco do segurado para determinar o custo do seguro há pouco tempo, e isso pode reduzir significativamente o custo da apólice.
Atualmente, as seguradoras estão cada vez mais atentas a todos os tipos de risco que podem aumentar a chance de haver uma ocorrência (por exemplo, a localização da residência ou se tem ou não garagem privativa).
Não se esqueça de se informar sobre os benefícios oferecidos. Algumas seguradoras oferecem seguro-desemprego junto com a venda de outro seguro, de forma que, se o segurado perder o emprego, os prêmios da outra apólice serão quitados e você não correrá o risco de ter o seu contrato cancelado.
Pequenas mudanças no perfil de risco do segurado podem fazer muita diferença com relação ao custo do serviço, pois o cálculo do valor é feito com base no risco que a seguradora corre de efetivamente ter que pagar a indenização, isto é no risco de sinistro.
Pacotes baratos
Apesar de ainda não serem muito comuns no Brasil, algumas empresas já trabalham com produtos em pacote, permitindo descontos bastante atrativos para o consumidor final.
Ao integrar de forma mais eficiente todas as informações sobre o cliente, a seguradora consegue reduzir o risco do pacote como um todo. E, à medida que o risco de sinistro diminui, menor será o custo para a seguradora e, conseqüentemente, o impacto no seu orçamento.[1]
Por último, vale a pena ressaltar a importância de verificar se a empresa está habilitada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar no mercado de seguros.
Já é possível consultar a situação financeira das seguradoras através do site da Susep. Outra possibilidade é consultar o Cadastro de Reclamações do Procon, verificando como a empresa se comporta no caso de reclamações.
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Dpvat fica 43,38% mais caro em 2006
Fonte: Portal Uai - Data: 02/12/2005
Os proprietários de veículos de passeio, táxis, carros de aluguel, caminhões e motocicletas devem prepara o bolso para o início de 2006. Resolução publicada na quinta-feira (1º/12) no Diário Oficial da União aumenta em 43,38% o Dpvat, seguro obrigatório recolhido para indenizar vítimas de acidentes de trânsito. O valor passa de de R$ 53,06 para R$ 76,08.
O valor da indenização também sofrerá reajuste, com índice menor. A partir do próximo ano o valor a ser pago passa para os casos de morte e invalidez receberão, no máximo, R$ 13.479, aumento de 30,8%. Já o teto a ser pago para as vítimas de ferimentos causados por acidentes de trânsito passa para R$ 2.695, reajuste de 34,7% em relação ao valor atual.
O aumento do valor da indenização foi usado como justificativa pela Superintendência de Seguros Privados, que administra o Dpvat, para o aumento anunciado.
A resolução alerta que “o Imposto sobre Operações Financeiras – IOF incidirá sobre os prêmios tarifários, na forma da legislação específica”. Ou seja, o IOF não está incluído no reajuste do Dpvat. O valor poderá ser calculado no site da Federação Nacional de Seguros Privados (http://www.fenaseg.gov.br) a partir da próxima semana.
Os proprietários de veículos de passeio, táxis, carros de aluguel, caminhões e motocicletas devem prepara o bolso para o início de 2006. Resolução publicada na quinta-feira (1º/12) no Diário Oficial da União aumenta em 43,38% o Dpvat, seguro obrigatório recolhido para indenizar vítimas de acidentes de trânsito. O valor passa de de R$ 53,06 para R$ 76,08.
O valor da indenização também sofrerá reajuste, com índice menor. A partir do próximo ano o valor a ser pago passa para os casos de morte e invalidez receberão, no máximo, R$ 13.479, aumento de 30,8%. Já o teto a ser pago para as vítimas de ferimentos causados por acidentes de trânsito passa para R$ 2.695, reajuste de 34,7% em relação ao valor atual.
O aumento do valor da indenização foi usado como justificativa pela Superintendência de Seguros Privados, que administra o Dpvat, para o aumento anunciado.
A resolução alerta que “o Imposto sobre Operações Financeiras – IOF incidirá sobre os prêmios tarifários, na forma da legislação específica”. Ou seja, o IOF não está incluído no reajuste do Dpvat. O valor poderá ser calculado no site da Federação Nacional de Seguros Privados (http://www.fenaseg.gov.br) a partir da próxima semana.
1 de dezembro de 2005
Novo benefício no seguro de motos
Fonte: Porto Press 257 - Novembro 2005
Os segurados de motos (*) agora têm 20% de desconto na assinatura anual da Revista Moto Adventure. A revista incentiva o mototurismo e traz dicas de roteiros históricos-culturais, gastronômicos e de aventura.
(*) Segurados da Porto Seguro Seguros.
Faça o seguro de sua moto (a partir de 150cc) na Luma Seguros. Clique aqui.
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(*) Segurados da Porto Seguro Seguros.
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Insegurança jurídica inibe apólice popular de carro
Fonte: GAZETA MERCANTIL/SP - Data: 01/12/2005
Seguradoras temem que coberturas mais restritas sejam questionadas na Justiça por clientes. O apetite das seguradoras pelo seguro popular de automóvel é nulo até agora.
Da semana passada, quando foram lançadas as regras básicas para os produtos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), até ontem, nenhuma companhia entrou com pedido de aprovação de produto.
No entanto, existe demanda para seguro de carro com mais de oito anos de uso. Segundo Leôncio de Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP), dos cerca de 30 milhões de veículos que circulam pelo Brasil, apenas 10 milhões, ou 30% possuem seguro. `Esse número pode duplicar com o seguro popular`, disse.
Segundo ele, o grande temor das seguradoras é o Judiciário. `Com certeza, muitos contratos vão parar nos órgãos de defesa do consumidor pela limitação da cobertura`, comentou.
Entre as desvantagens em relação ao produto tradicional estão o pagamento da indenização integral de roubo ou furto em 30 dias, acima da média de 20 dias dos produtos tradicionais, e que só será feito pagamento de sinistro integral, ou seja quando os danos atingirem 75% dos valores do prejuízo. A perda por colisão está excluída das coberturas da apólice.
Mesmo com esse temor, Arruda acredita que as novas regras apontam para um novo nicho de atuação aos corretores de seguros.
`O valor do seguro será menor, gerando comissões menores, podendo ser campo dos pequenos e médios corretores`.
O produto prevê custo de apólice menor, fixado em R$ 20, abaixo dos R$ 60 do seguro tradicional, mais 7% de IOF.
Faça seguro automóvel na Luma Seguros. Clique aqui.
Seguradoras temem que coberturas mais restritas sejam questionadas na Justiça por clientes. O apetite das seguradoras pelo seguro popular de automóvel é nulo até agora.
Da semana passada, quando foram lançadas as regras básicas para os produtos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), até ontem, nenhuma companhia entrou com pedido de aprovação de produto.
No entanto, existe demanda para seguro de carro com mais de oito anos de uso. Segundo Leôncio de Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP), dos cerca de 30 milhões de veículos que circulam pelo Brasil, apenas 10 milhões, ou 30% possuem seguro. `Esse número pode duplicar com o seguro popular`, disse.
Segundo ele, o grande temor das seguradoras é o Judiciário. `Com certeza, muitos contratos vão parar nos órgãos de defesa do consumidor pela limitação da cobertura`, comentou.
Entre as desvantagens em relação ao produto tradicional estão o pagamento da indenização integral de roubo ou furto em 30 dias, acima da média de 20 dias dos produtos tradicionais, e que só será feito pagamento de sinistro integral, ou seja quando os danos atingirem 75% dos valores do prejuízo. A perda por colisão está excluída das coberturas da apólice.
Mesmo com esse temor, Arruda acredita que as novas regras apontam para um novo nicho de atuação aos corretores de seguros.
`O valor do seguro será menor, gerando comissões menores, podendo ser campo dos pequenos e médios corretores`.
O produto prevê custo de apólice menor, fixado em R$ 20, abaixo dos R$ 60 do seguro tradicional, mais 7% de IOF.
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Brasileiros contratam mais seguros a cada ano que passa
Fonte: DCI/SP - Data: 01/12/2005
O brasileiro tem se preocupado mais em se proteger. Pelo menos é o que sugerem os dados referentes às vendas do setor de seguros no mês de setembro, divulgados pela Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg).
As vendas, segundo informou a Fenaseg, cresceram acima da inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).
As contas da Fenaseg são baseadas em números da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o faturamento do setor alcançou R$ 35,95 bilhões, no que representa um crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período em 2004.
No nono mês do ano, o faturamento total de R$ 4,148 bilhões ficou 6,2% abaixo do registrado em agosto, mas subiu 7,9% em relação a setembro de 2004.A expansão real da receita pelo critério de prêmios ganhos foi ainda mais expressiva. Até setembro, o faturamento do setor atingiu R$ 23,751 bilhões, o que representa uma expansão de 4,2%.
A receita no mês, porém, foi de R$ 2,792 bilhões, 1,9% menor do que a de agosto. Em comparação a setembro de 2004, contudo, registrou significativa elevação de 10,9%.A boa notícia fica por conta do fato de o crescimento da receita de prêmios ganhos situou-se acima da evolução dos sinistros retidos, que foi de 3,5%, com as indenizações chegando ao patamar de R$ 15,95 bilhões.Com isso, em setembro, a taxa de sinistralidade do setor caiu para 64,6%. Porém, a média dos nove primeiros meses do ano é mais alta: de 67,2%.
Vale notar que a taxa de sinistralidade mede o quanto foi pago em indenização para cada R$ 1 em prêmios recebidos. Assim, uma sinistralidade de 67,2% significa que para cada R$ 1 em prêmios arrecadados o setor teve de arcar com indenizações de R$ 0,672.[1]Na análise por segmento, o que se constata é que a sinistralidade foi mais elevada nas carteiras de crédito e de seguro obrigatório de veículos automotores (DPVAT): 82% e 74,1% respectivamente. No ramo de veículos, o indicador atingiu 68,9% em setembro e na carteira de vida, 53,7%.
Cote seus seguros na Luma Seguros. Clique aqui.
O brasileiro tem se preocupado mais em se proteger. Pelo menos é o que sugerem os dados referentes às vendas do setor de seguros no mês de setembro, divulgados pela Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg).
As vendas, segundo informou a Fenaseg, cresceram acima da inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).
As contas da Fenaseg são baseadas em números da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o faturamento do setor alcançou R$ 35,95 bilhões, no que representa um crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período em 2004.
No nono mês do ano, o faturamento total de R$ 4,148 bilhões ficou 6,2% abaixo do registrado em agosto, mas subiu 7,9% em relação a setembro de 2004.A expansão real da receita pelo critério de prêmios ganhos foi ainda mais expressiva. Até setembro, o faturamento do setor atingiu R$ 23,751 bilhões, o que representa uma expansão de 4,2%.
A receita no mês, porém, foi de R$ 2,792 bilhões, 1,9% menor do que a de agosto. Em comparação a setembro de 2004, contudo, registrou significativa elevação de 10,9%.A boa notícia fica por conta do fato de o crescimento da receita de prêmios ganhos situou-se acima da evolução dos sinistros retidos, que foi de 3,5%, com as indenizações chegando ao patamar de R$ 15,95 bilhões.Com isso, em setembro, a taxa de sinistralidade do setor caiu para 64,6%. Porém, a média dos nove primeiros meses do ano é mais alta: de 67,2%.
Vale notar que a taxa de sinistralidade mede o quanto foi pago em indenização para cada R$ 1 em prêmios recebidos. Assim, uma sinistralidade de 67,2% significa que para cada R$ 1 em prêmios arrecadados o setor teve de arcar com indenizações de R$ 0,672.[1]Na análise por segmento, o que se constata é que a sinistralidade foi mais elevada nas carteiras de crédito e de seguro obrigatório de veículos automotores (DPVAT): 82% e 74,1% respectivamente. No ramo de veículos, o indicador atingiu 68,9% em setembro e na carteira de vida, 53,7%.
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