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1 de junho de 2015

Google e Apple tentam fazer celular substituir cartão; conheça os sistemas

Fonte: Folha.uol.com.br - Data: 01/06/2015

Jason DeCrow/Disney/Associated Press
Loja da Disney em Nova York preparada para receber pagamentos por Apple Pay
Loja da Disney em Nova York preparada para receber pagamentos por Apple Pay

Em uma tentativa de substituir os cartões de crédito e débito, o Google apresentou um sistema de pagamentos que permitirá o uso de celulares com Android para pagamento de compras em 700 mil lojas nos EUA.
A ferramenta, que pode chegar em breve ao Brasil, foi apresentada no principal evento anual da empresa, realizado na semana passada, em San Francisco.
É a segunda incursão do Google nas finanças pessoais: o Wallet, que ameaçava pôr em xeque os negócios de outros intermediadores digitais, como o PayPal, nunca decolou. E iniciativas parecidas, como da Square, sofrem para se massificar.
Editoria de Arte/Folhapress
A história pode ser diferente agora, dada a força da empresa entre smartphones –em 2014, foram vendidos 1 bilhão de aparelhos com seu sistema operacional.
O Android Pay, como foi intitulada a tecnologia, usa a tecnologia NFC (para transmissão de dados entre aparelhos próximos), com a qual grande parte dos smartphones atuais vem equipada. O sistema também é usado no Apple Pay –análogo da rival que foi introduzido no mercado americano antes, no fim do ano passado.
Para fazer um pagamento, o usuário deve ter as informações do cartão cadastradas na conta do Google. Depois, é preciso aproximar o smartphone do sensor, localizado no caixa de um supermercado, por exemplo, e confirmar a compra –por meio de uma senha ou da leitura de impressão digital nos aparelhos compatíveis.
O executivo responsável pela coordenação do projeto na companhia, Prakash Hariramani, disse que o padrão não deve tardar para ser levado a outros países, incluindo o Brasil. Mas a implantação deve começar por Canadá e mercados na Europa ocidental, como o Reino Unido.
"Como a tecnologia de autenticação é um certificado internacional, logo que alguém começar a implementar isso no Brasil, todos também quererão tê-lo", disse.
No Brasil, as operadoras de pagamentos Cielo e Rede oferecem máquinas equipadas com a tecnologia NFC.
Segundo Luiz Henrique Didier, diretor de inovação da Cielo, o Brasil está pronto para a entrada das empresas de tecnologia no mercado: a maior parte das máquinas da empresa tem NFC (1,4 milhão do total de 2 milhões) e, em até dois anos, todas terão sido atualizadas.
"Com um cartão americano, várias pessoas já fizeram pagamento no Brasil por meio do Apple Pay", conta. "O vendedor está pronto. O que falta é a Apple e o Google falarem com os bancos."

NEGOCIAÇÃO
Para funcionar, os mecanismos dependem da participação das instituições emissoras dos cartões, já que são eles que, no fim das contas, autorizam o pagamento.
Bradesco e Itaú oferecem seus próprios sistemas de pagamento com o celular, por meio de aplicativos, mas em parceria com operadoras.
Nesse segmento, o Google tem como concorrente justamente a sua maior parceira: a Samsung, que está preparando o Samsung Pay para lançar ainda neste ano.
Uma das vantagens do sistema é que ele funciona também com máquinas de cartão convencionais.
Mas o mecanismo só opera inicialmente nos aparelhos "top" do fabricante –o mais barato, Galaxy S6, custa pelo menos R$ 3.299 no Brasil. O Android Pay estará disponível para celulares com sistema nas versões a partir da 4.4 (chamada KitKat).
Para o vice-presidente de pesquisa da empresa de pesquisa Gartner, Van Baker, há espaço para todos nos (há muito tempo) promissores pagamentos digitais. "Ainda é muito incipiente, então há excelente chance de o Google se tornar um fator [importante] nesse mercado."
Por outro lado, diz, nem todos quererão usar esses mecanismos só pela conveniência ou pela novidade. "O comportamento do consumidor não muda rapidamente, e é preciso haver uma boa razão para a mudança. Talvez os vazamentos [como o da rede Target, em que foram acessados dados de milhões de cartões] possam ser um motivador, ao que se tornam mais comuns."
O jornalista YURI GONZAGA viajou a convite do Google 


 AutoFacil Cardif

29 de maio de 2014

Seguros para smatphones e tablets. Vale a pena? Saiba tudo sobre o assunto

Fonte: PureBreak - Data 28/05/2014

O preço dos dispositivos móveis está cada vez mais alto e os seguros surgiram como uma solução pra você não perder o seu rico dinheirinho investido em caso de roubo ou furto. Afinal de contas, esperar por segurança no nosso querido país não tá valendo, né? Confira as dicas pra saber se é uma boa opção pra você contratar um seguro ou não.

Reflita se o aparelho é caro o suficiente ao ponto de você precisar do serviço de seguro. Lembre-se que será um contrato, e em grande parte dos casos, não é possível fazer o cancelamento no meio do caminho sem pagar uma multa.

O seguro costuma ser válido anualmente e pode ser contratato através da sua operadora de celular ou de forma independente, diretamente com uma seguradora. O valor costumar estar entre 10% e 20% do que consta na nota fiscal do aparelho. Em geral, é permitido pagar isso em até 12 parcelas. Em alguns contratos, para receber um novo aparelho, você ainda precisa pagar à seguradora uma taxa extra. Fique ligado nisso!

O seguro não cobre qualquer tipo de furto

Na maioria das vezes, a cobertura é apenas para furtos qualificados, que englobam algum tipo de arrombamento (do seu armário, da sua casa etc), ou roubos, que são classificados como perder o aparelho durante um assalto, mediante ameaça. Ou seja, se você foi pra micareta, levou o celular no bolso e um ladrão levou sem você perceber, já era. Isso não faz parte da cobertura do seguro.

Em todo caso, a melhor opção é sempre tomar cuidado para não ser assaltado! O seguro pode até te devolver um celular novo, mas não vai devolver sua integridade física caso você se machuque e nem vai evitar a dor de cabeça que é tirar segunda via de documentos e cartões.

 Seguro de iPhone e smartphone
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7 de janeiro de 2014

Google leva sistema Android a automóveis


O google anunciou nessa segunda-feira, 6, uma parceria com a Nvidia e as montadoras Audi, GM, Honda e Hyundai para levar a tecnologia Android aos automóveis. A junção das empresas criou a Open Automotive Alliance (OAA) – Aliança Automotiva Aberta, em tradução literal –, que tem a finalidade de “acelerar a inovação no setor automotivo”, segundo comunicado publicado no blog do Google.

O sistema, chamado My Link, permitirá acesso a aplicativos por meio de comandos de voz que não necessitem que o motorista olhe para o celular ou tire as mãos do volante. O Google ainda não informou quais aplicativos serão disponibilizados nos veículos.
Outra grande companhia de tecnologia investindo em sistemas para carros é a Apple. A empresa já anunciou que, este ano, a Siri, sua assistente de voz, estará integrada a seis modelos da Chevrolet: o Camaro, Cruze, Equinox, Malibu, SS e Volt. Ainda não há posicionamento sobre essa tecnologia no Brasil.


11 de julho de 2013

Seguro de smartphone e iPhone.

Para contratar o seguro para smartphone* do Porto Seguro Equipamentos Portáteis por meio do Venda Online, o segurado precisa utilizar o aplicativo gratuito SmartPorto ID para autenticação do aparelho. Para isso, basta fazer o download do APP e apresentar o código do SmartPorto ID ao efetivar a proposta do seguro.
O APP é capaz de registrar a marca e o modelo do smartphone, além do número do IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel), que é único e universal, sendo utilizado para a identificação desse tipo de aparelho.
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26 de abril de 2013

Venda global de smartphones supera pela primeira vez a de celulares simples


Fonte:uol - Data: 26/04/2013
A venda global de smartphones (telefones inteligentes) superou pela primeira a venda de celulares simples (ou "feature phones") no primeiro trimestre de 2013, segundo divulgou nesta quinta-feira (25) a consultoria IDC. Foram comercializados no período 216,2 milhões de smartphones, valor que corresponde a 51,6% dos telefones celulares vendidos durante o período (total de 418,6 milhões). 

VENDA GLOBAL DE CELULARES - 1º TRI

Smartphones216,2 milhões (51,6%)
Feature phones202,4 milhões (48,4%)
Total418,6 milhões
Samsung115 milhões no total
70,7 milhões de smartphones
Apple37,4 milhões de iPhones
Em comparação com o primeiro trimestre de 2012, as vendas do mercado subiram 4%. Se considerados apenas os smartphones, no entanto, esse crescimento foi de 41,6% no período de um ano. Em relação ao último trimestre de 2012 (227,8 milhões), a venda de telefones inteligentes caiu 5,1%.

O estudo não especifica quais os principais fabricantes de smartphones (sabe-se que a Samsung vem em primeiro lugar, seguida da Apple). No ranking geral, as empresas com maior participação de mercado são: Samsung (27,5% no primeiro trimestre), Nokia (14,8%), Apple (8,9%), LG (3,7%) e ZTE (3,2%). As demais ficam com 41,9%.

O analista Ramon Llamas, da IDC, destaca a presença cada vez mais forte de fabricantes chineses: "Há um ano, era comum ver Nokia, Blackberry [então Research in Motion] e HTC nas cinco primeiras posições. Enquanto essas empresas passam por várias transformações, os chineses fizeram progressos significativos na conquista de usuários com seus smartphones Android".
Entre os destaques do levantamento está o fato de a Samsung ter comercializado no primeiro trimestre mais smartphones do que a soma dos quatro principais concorrentes (70,7 milhões de unidades, contra 37,4 milhões da Apple). A fabricante do iPhone, por sua vez, apresentou crescimento de 6,6% no período de um ano (a última vez que a porcentagem subiu dois dígitos foi no terceiro trimestre de 2009, antes do lançamento do iPhone 4). Já a LG voltou para o ranking das cinco mais, após ficar dois trimestres de fora.
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10 de abril de 2013

BlackBerry Z10 chega ao Brasil em maio

Fonte: Meio e Mensagem - Data: 09/04/2013


Modelos da linha Z10 recolocam BlackBerry na disputa pelo mercado de smartphones

Modelos da linha Z10 recolocam BlackBerry na disputa pelo
mercado
 de smartphones 
- Crédito: Reprodução - site da BlackBerry

Nova geração de smartphones da BlackBerry chega em maio às lojas brasileiras na tentativa de recuperar o espaço perdido para Apple, entre outras marcas equipadas com o Android.


A BlackBerry é precursora do mercado de smartphones, mas nos últimos anos perdeu espaço para os desejados iPhones, da Apple, além de outras marcas, como a sul-coreana Samsung (linha Galaxy), cujos dispositivos operam com o Android, do Google (que também opera com a sua linha própria, os smartphones da linha Nexus). A tentativa de recuperar o terreno no Brasil começa no próximo mês de maio, quando a empresa canadense inicia as vendas da sua nova geração de equipamentos, os smartphones Z10.
Com tela sensível ao toque e compatível com a telefonia móvel de quarta geração (4G), os equipamentos foram lançados primeiro nos Estados Unidos. No Brasil, serão comercializados pelas principais operadoras - Vivo, TIM, Oi e Claro – começando pelas cidades-sede da Copa das Confederações, por exigência do governo.
Em entrevista para a Reuters, João Stricker, diretor-geral das operações brasileiras da BlackBerry, disse que há mais três aparelhos previstos para chegarem às lojas brasileiras também em 2013, o já anunciado Q10, que virá com teclado físico, além de outros dois dispositivos ainda mantidos em segredo. Os preços dos aparelhos também não foram revelados.
De acordo com estudos da consultoria Gartner, as vendas de smartphones cresceram 38,3% no quarto trimestre de 2012, ante uma queda de 19,3% obtida pelos modelos com recursos básicos de vídeo e acesso à internet. A perspectiva é que mais da metade (52%) do 1,9 bilhão de aparelhos vendidos em 2013 correspondam a modelos inteligentes, especialmente das marcas Apple e Samsung. Nokia, ZTE, Huawei, Windows Phone e Blackberry são os demais players que hoje disputam a preferência do consumidor.

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7 de fevereiro de 2013

Apple perde iPhone para Gradient

Fonte: Meio&Mensagem - Data: 06/02/2012 - Por:  JANAINA LANGSDORFF


Inpi recusa pedido de registro da Apple, que agora pode recorrer à Justiça ou tentar negociar um acordo com a empresa brasileira.

 Gradiente lançou o seu iPhone apenas um mês antes do prazo final determinado pelo Inpi para o uso da marca
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Gradiente lançou o seu iPhone apenas um mês antes do prazo final determinado pelo Inpi para o uso da marcaCrédito: Divulgação


O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) garantiu à Gradiente a exclusividade de uso do nome iPhone no Brasil, desbancando a gigante Apple, que vinha utilizando esta mesma nomenclatura para os seus smartphones desde 2007. A Gradiente já havia solicitado o registro da marca em 2000. A autorização do Inpi veio em 2008, mas a companhia de Eugênio Staub, que vem de uma sequência de tentativas para recuperar o seu prestígio no mercado, só resolveu lançar o seu iphone em dezembro de 2012, apenas um mês antes do prazo final determinado pelo Inpi para o uso da marca.

Registrado em 2006, o pedido da Apple só ganhou o veredicto final agora. A decisão do Inpi de negar o direito de uso do nome iPhone à empresa fundada pelo lendário Steve Jobs, morto em 2011, estava prevista para ser publicada na "Revista da Propriedade Intelectual", nesta terça-feira 5, mas, devido a problemas técnicos, só deve ser oficializada na próxima semana. “A Gradiente fez uso do seu direito. Mas a Apple ainda pode recorrer por meio de uma ação judicial junto ao próprio Inpi”, esclarece Sílvia Rodrigues, coordenadora geral de marcas do órgão. Para tentar reverter a situação, a Apple tem ainda a alternativa de negociar um acordo com a Gradiente, mesma estratégia já utilizada no México e nos Estados Unidos, também envolvendo o iPhone, e na China, com o iPad. Procuradas, tanto a Gradiente como a Apple não se manifestaram.

Assista, a seguir, ao vídeo que marcou o lançamento do iphone da Gradiente, em dezembro de 2012:

+
Vídeo conta a relação da Gradiente com a marca iphoneCrédito: Divulgação

5 de dezembro de 2011

iPhone 4S chega ao Brasil dia 16

Fonte: Proxxima - 02/12/2011

TIM e Oi confirmam data de lançamento do mais novo smartphone da Apple.

TIM e Claro anunciaram nesta sexta-feira, 2, que o iPhone 4S, da Apple, estará disponível a partir da meia-noite do dia 16 de dezembro. O preço não foi divulgado.

Apesar da Oi e Vivo ainda não terem se anunciado, a expectativa é que todas as operadoras façam um lançamento simultâneo. As duas operadoras já fazem cadastros de usuários interessados no aparelho.

Nos Estados Unidos o iPhone 4S custará US$ 199 na versão de 16 GB, US$ 299 na de 32 GB e US$ 399 na de 64 GB. Com o lançamento do novo smartphone da Apple, o iPhone 4 cai para US$ 99 e o iPhone 3GS será gratuito com contrato de dois anos.

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23 de novembro de 2011

Samsung tira sarro de fãs da Apple em novo vídeo do Galaxy S II

Fonte: Macworld/Reino Unido

Campanha mostra "fanáticos" em grandes filas na porta das lojas para a compra do iPhone 4S; e afirma que há uma opção melhor disponível

Um novo comercial do Galaxy S II, que tira sarro dos fãs da Apple e do iPhone, está causando uma avalanche de comentários em redes sociais. O vídeo, chamado de "Next Big Thing" (algo como o próximo grande lançamento) destaca as grandes filas que se formaram do lado de fora das lojas da Apple antes do lançamento do iPhone 4S


No anúncio, os consumidores são mostrados como fanáticos pelo smartphone da Apple, até que enxergam uma pessoa usando o Galaxy S II. Eles conversam com esse usuário, que destaca recursos como a tela maior do aparelho e conectividade 4G. Um dos fãs chega a dizer: “Eu nunca teria um Samsung. Eu sou criativo”.


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Alto executivo da HP usa notebook da Apple

Fonte: Reuters


Bola fora pros lados da HP. Ray Lane, chairman (presidente do conselho) da fabricante de computadores, cometeu uma grande gafe em uma reportagem recente publicada pela Reuters.

Ele simplesmente aparece em sua casa digitando no teclado de um notebook... da rival! Em vez de usar um HP, ele aparece com um MacBook Air. Detalhe: a Apple é uma das maiores rivais de sua empresa, e deve inclusive, roubar a liderança do mercado de computadores da HP até o ano que vem.


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21 de novembro de 2011

Samsung é líder em smartphones

Fonte: Proxxima - 16/11/2011

Pesquisa da Gartner mostra ainda que Android tem mais da metade do mercado.

Samsung se tornou a maior fabricante de smartphones do mundo no último trimestre, e a participação do sistema Android no mercado passou dos 50% pela primeira vez, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira, 15, pela consultoria Gartner sobre vendas de telefones para consumidores finais.
As vendas mundiais de smartphones alcançaram a casa dos 115 milhões no terceiro trimestre deste ano, aumento de 42% em relação ao mesmo período de 2010. No entanto, as vendas de smartphones diminuíram em comparação ao segundo trimestre de 2011, uma consequência da situação econômica no mundo e dos consumidores esperarem por novos modelos no mercado, incluindo o recém-lançado iPhone 4S.A Samsung tornou-se líder mundial após vender 24 milhões de smartphones no trimestre. O suporte da Samsung para o Android, e a disponibilidade de uma ampla variedade de smartphones de baixo custo rodando o sistema, ajudaram o Android a abocanhar 52,5% do mercado.No mercado mundial, a Nokia continua sendo a segunda maior fabricante de celulares e seu sistema Symbian ocupa o mesmo lugar no ranking dos OS móveis. Para conseguir essa marca, foram vendidos 19,5 milhões de smartphones Symbian, dando ao sistema 17% do mercado – os aparelhos com esse sistema ainda são populares na Europa Oriental, Oriente Médio e Ásia.O primeiro smartphone Windows Phone da Nokia, o Lumia 800, já está à venda na Alemanha e deve chegar a outros países europeus até o final do mês. A Microsoft registrou um novo ponto baixo durante o terceiro trimestre uma vez que seu sistema operacional mobile agora possui apenas 1,5% de participação no mercado de smartphones.Já a Apple vendeu cerca de 17 milhões de iPhones no terceiro trimestre. A queda pode ser explicada por muitos usuários terem esperado o lançamento do iPhone 4S, o que só aconteceu em outubro. Mas a Apple e o iOS continuam sendo, respectivamente, a terceira maior fabricante e sistema operacional mais popular do mercado.

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21 de outubro de 2011

Samsung supera Apple

Fonte: Proxxima - Data: 20/10/2011

Segundo o Wall Street Journal, fabricante coreana é líder em smartphones no mundo

A Samsung superou a Apple e se tornou o maior vendedor mundial de smartphones no terceiro trimestre de 2011, segundo informações publicadas nesta quinta-feira, 20, pelo Wall Street Journal.

De acordo com o jornal americano, a Samsung Electronics Co. produziu mais de 20 milhões de smartphones no último trimestre. A marca supera as antigas líderes Apple Inc. e Nokia Corp.

Segundo o jornal, a Samsung se beneficiou de um aumento da procura por smartphones de última geração, capazes de baixar e reproduzir filmes e jogos com gráficos e resoluções mais avançadas. O novo posto também tem claro reflexo na escolha pelo sistema mobile Android, da Google, em parte de sua linha de smartphones.

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19 de outubro de 2011

Tablets "Xing Lings": Vale a pena gastar dinheiro com eles?

Fonte: Olhar Digital

Basta um rápido passeio por sites da internet para perceber: eles estão entre nós. Os tablets "Xing Ling" chegaram. E eles têm algumas características em comum. Para começar, todos são controlados pelo Android, o sistema operacional do Google. Geralmente, a versão é a 2.2.

Outro ponto em comum é que esses tablets normalmente não oferecem conexão celular, apenas via wi-fi. Até existem modelos que navegam pelo 3G, mas são minoria. A outra característica em comum é o preço. Esqueça os R$1,5 mil, R$2 mil dos iPad, dos Galaxy ou dos Xoom. Aqui, os patamares são outros.

Jordão Santos, revendedor de produtos da China, afirma: "Nós temos aproximadamente 6 modelos, que variam de R$380 a R$750. São preços bem atrativos".

Como já deu para notar, o principal atrativo desses tablets é o preço. E aqui vale uma observação. Estamos usando o rótulo de Xing Ling, não para identificar produtos que tenham chegado ao país de forma ilegal, mas apenas para designar os inúmeros modelos que são fabricados na China – que aliás, é de onde vem também o iPad e seus concorrentes. A diferença é que esses aparelhos não têm grandes marcas por trás.

Jordão ainda explica que "o mais interessante é que eles procuram mais o design arrojado, um tablet com algum diferencial. A marca é menos importante, porque é tudo muito novo. Então procuram algo para carregar, para apresentar para os amigos, levar para uma casa de praia ou para usar no carro. O público procura mais preço do que qualidade".

Agora, o que todos querem saber é: vale a pena gastar por volta de R$250, R$400 em um tablet desses?

Responder a essa pergunta não é tarefa fácil. Para começar: não imagine que num aparelho desses você vá encontrar o mesmo nível de acabamento de um iPad. Nem a mesma qualidade de tela. A velocidade de resposta também não é a mesma – mas, é bem próxima quando você compara com o tablet da Samsung, por exemplo. O resumo é: não espere mágica. Evidentemente, esses aparelhos têm desempenho e mimos a menos que os das grandes marcas. Mas, a boa notícia é que eles não ficam tão atrás.

Do ponto de vista do uso, estamos falando do Android, numa de suas versões mais recentes. Ou seja, é a mesma versão que você encontra, por exemplo, no Galaxy, da Samsung. Então, os recursos do sistema operacional estão todos lá. A bateria tem uma boa autonomia. No nosso rápido exame, ela durou cerca de seis horas com um uso misto – ou seja, não ficamos assistindo a vídeos o tempo todo, mas navegamos pela Web e fizemos coisas comuns, como enviar e-mails, por exemplo.

Alguns desses modelos vêm com duas câmeras. O que nós testamos tinha apenas uma, frontal. A qualidade não era das piores: foi mais que suficiente para uma chamada pelo Skype. Não dá para usar para tirar fotos, mas uma câmera desse tipo não foi pensada para isso mesmo. A sensibilidade da tela touch screen ficou no nível do razoável – até acima do que esperávamos.

No mundo Xing Ling, tem formatos para todos os gostos. Tem aparelho com 10 polegadas, com 7 polegadas e até outros tamanhos fora do padrão. Agora, um dos problemas nesse mundo é sempre a garantia...

"Nós temos uma garantia de aproximadamente 3 meses, que é a garantia do fabricante. Mas nós estendemos um pouco para 6 meses, que é a média do mercado. Mas ninguém fica na mão, temos atendimento e produtos de qualidade", completa Jordão.

Estão aí alguns prós e contras quando o assunto são os tablets Xing Ling. E muita gente tem apostado nesses aparelhos mais econômicos – até para colocar na mão das crianças. Afinal, se quebrar, o prejuízo é menor...

Jordão ainda explica que muitos procuram os aparelhos para dar às crianças: "Nós temos procura por aqueles que têm a possibilidade para jogos. Existem os tablets com touchscreen, e as crianças gostam de apertar com os dedos, jogar, e que são rotacionais. Temos até os que estão sendo fabricados no Brasil".

Para resumir: os tablets Xing Ling podem não oferecer tudo que os de marcas famosas apresentam, mas também não são tão piores... é claro que sempre tem o problema da garantia. É uma questão de custo/benefício.


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18 de outubro de 2011

iPhone 4S bate novo recorde para Apple


Fonte: Proxxima

Aparelho atingiu quatro milhões de unidades vendidas em apenas três dias, diz Apple

A Apple anunciou que o iPhone 4S, que chegou às lojas no dia último dia 14, alcançou a marca de quatro milhões de unidades vendidas em apenas três dias.
Também foi divulgado que o iOS 5, nova versão do sistema operacional da empresa, atingiu 25 milhões de usuários em cinco dias e que o serviço na nuvem da empresa, o iClou d já conta com mais de 20 milhões de usuários.
Segundo o vice-presidente de marketing da Apple, Philip Schiller, o volume de vendas no período da nova versão é simplesmente mais que o dobro do obtido com o iPhone 4 e o maior já atingido por um celular da empresa.
O novo smartphone é parecido com o iPhone 4, mas com processador A5 dual-core (tecnologia também utilizada no iPad 2), câmera de 8 megapixels e compatível com redes GSM e CDMA.


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14 de outubro de 2011

Advogada da Samsung não consegue distinguir Galaxy Tab do iPad

Advogada da Samsung não consegue distinguir Galaxy Tab do iPad

Fonte: IDG Now!, com IDG News Service

No processo no qual a Apple acusa a rival de copiar seu tablet, representante da empresa coreana mostrou que também não enxerga a diferença.

Saia justa no processo no qual a Apple acusa a Samsung, nos Estados Unidos, de copiar o iPad, com a oferta da linha Galaxy Tab. Segundo a agência Reuters, durante audiência realizada ontem (13/10) a juíza Lucy Koh colocou um tablet em cada mão e perguntou à advogada da empresa sul-coreana se ela conseguiria dizer que empresa produziu cada um deles.

A resposta: “não a esta distância, meritíssimo”. Detalhe: ela estava a três metros... Então a juíza insistiu, perguntando se algum advogado da Samsung era capaz de diferenciar os produtos. Foi então que outro advogado da empresa deu a resposta certa.

O processo da Apple foi iniciado em abril, com a empresa da maçã acusando a rival de fazer “cópias descaradas” do iPhone e do iPad. A juíza responsável pelo caso já afirmou que os produtos da Samsung violam patentes da Apple, mas o processo iniciado ainda tem algumas questões a serem analisadas.

Apple e Samsung travam uma batalha feroz nos tribunais. No começo de setembro, a Samsung lançou o Galaxy Tab 7.7 durante a IFA, feira de eletrônicos realizada em Berlim, mas teve que retirar o equipamento do seu estande, por conta das disputas judiciais.

Na mesma época, a Apple disparou um golpe contra a Samsung no mercado asiático. A empresa entrou com uma ação também no Japão, pedindo a suspensão das vendas do Galaxy Tab.

Ontem (13/10), a Apple obteve mais uma vitória na Justiça da Austrália, que reconheceu a legitimidade de sua solicitação e proibiu a comercialização do Galaxy Tab 10.1 no país.

De acordo com a empresa da maçã, que iniciou o processo em julho, o Galaxy Tab 10.0 viola suas patentes e copia recursos do iPad. A Samsung tinha como plano oferecer o equipamento na Austrália em setembro, mas resolveu segurar o lançamento para esperar a decisão judicial.


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6 de outubro de 2011

Steve Jobs narrou comercial não veiculado

Fonte: Meio e Mensagem
Peça de 1997 da campanha Think Different com voz do visionário cofundador da Apple parece feita em sua própria homenagem.
 
Estes são os doidos. Os extravagantes. Os rebeldes. Os causadores de problemas. Os pinos redondos nos buracos quadrados”. Assim começa o texto de um dos comerciais de 1997 da campanha Think Different, da TBWA\Chiat\Day, capitaneada por Lee Clow para a Apple. Na versão que foi ao ar, a narração é do ator Richard Dreyfuss. Mas houve uma versão beta na qual o próprio Steve Jobs, morto nesta quarta-feira, 5, aos 56 anos, colocou sua voz.

O complemento do texto diz: “Eles não se ativeram às regras. E eles não respeitaram o status quo. Você pode citá-los, não concordar, glorificar ou dizer que são vilões. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudaram as coisas. Eles levaram a raça humana adiante. E embora alguns possam enxerga-los como os doidos, nós enxergamos gênios. Porque as pessoas que são suficientemente doidas para pensar que elas podem mudar o mundo, são aquelas que o mudam”.

O texto se refere a gente como Martin Luther King Jr. (foto), John Lennon e Albert Einstein, que aparecem no comercial. Mas claro que se refere também a gente como Steve Jobs.

Confira abaixo:  

 

28 de setembro de 2011

Aumento no consumo de Portáteis revela alta na procura de seguro

Fonte: CQCS - Camila Barreto - Data: 27.09.2011

A procura por coberturas que atendam aos consumidores de equipamentos eletrônicos aumentou o número de propostas emitidas do seguro de Equipamentos Portáteis, no primeiro semestre de 2011. A contabilização realizada pela Porto Seguro apontou um crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2010.

De acordo com o balanço, entre janeiro e junho, foram feitas mais de 10 mil solicitações, cerca de 25% a mais em relação às 8 mil propostas efetuadas nos seis primeiros meses de 2010.

Para o diretor de Ramos Elementares, Edson Frizzarim, o fenômeno da era tecnológica já está consolidado entre as pessoas. "Muitas pessoas utilizam esses equipamentos para as mais diversas finalidades, seja como ferramenta de trabalho ou lazer. A necessidade de garantir o investimento feito na compra desses aparelhos acompanha o desenvolvimento do mercado, o que justifica o maior interesse por esse tipo de apólice”, completa.

Entre as contratações mais solicitadas, os notebooks lideram como seguro mais procurado com cobertura básica, que inclui os prejuízos gerados pela ocorrência de roubo, furto qualificado (exceto quando o equipamento é deixado em veículos), incêndio e outros riscos.

Os segurados contam ainda com um serviço exclusivo, o "Descarte Certo" que realiza coleta e reciclagem de equipamentos eletrônicos, com comodidade. O serviço permite o descarte de equipamentos que não são mais utilizados, de forma correta, sem custo e sem agredir o meio ambiente.

Contratação

Para simular ou contratar o Seguro de Equipamentos Portáteis da Porto Seguro, é muito simples: basta o interessado preencher informações pessoais básicas (nome e tipo de pessoa física ou jurídica) e os principais dados do equipamento (modelo, data e valor da nota fiscal, além de informar se deseja incluir a cobertura adicional para danos elétricos.

"No caso de aparelhos importados, é preciso apresentar a Invoice (nota fiscal estrangeira). Só não são aceitos aparelhos em locação”, ressalta Frizzarim. Ele lembra ainda que o custo anual deste seguro costuma ficar em 15% do valor do equipamento e que a apólice possui aceitação em todo o território nacional.



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9 de setembro de 2011

Por que a Apple não vai naufragar sem Steve Jobs

Fonte: MacWordBrasil

Por Jaso Snell - Diretor Editorial da Macworld/EUA 25-08-2011- (Atualizado em 25 de agosto de 2011 às 11h53).

O executivo criou uma cultura de trabalho que vai continuar, ao contrário do que aconteceu em sua primeira passagem pela empresa

A grande falácia na história de Steve Jobs abandonando o cargo de principal executivo da Apple, que você encontrará em notícias espalhadas por toda a mídia é esta: em 1985, depois que Jobs deixou a Apple, a companhia entrou em um processo de queda que a levou à beira da falência. E a Apple de 2011 corre o risco de voltar a esse caminho.

Os argumentos históricos até são verdadeiros. Steve Jobs deixou a empresa na metade dos anos 1980, e os executivos que ficaram na liderança da empresa (Sculley, Spindler e Amelio) cuidaram para que a companhia quase fosse à falência pelos 12 anos seguintes. Mas a falha no enredo de “repetição da história” é que a Apple de hoje não tem nada a ver com a empresa de 1985.

Quando Jobs deixou a companhia pela primeira vez, eu estava terminando meu primeiro ano na escola secundária. Como resultado, eu não tenho muita experiência de bastidores sobre aquela era.

Mas oito anos depois, eu estava cobrindo a Apple. E pude presenciar a gestão de três CEOs que tomaram várias decisões péssimas que levaram a companhia para um caminho desastroso. Enquanto isso, Steve Jobs, construía uma interessante empresa de sistemas operacionais, mas que ninguém dava muita atenção.

A mágica aconteceu quando Jobs voltou para a Apple. Apesar de dizer que Gil Amelio quase acabou com a companhia, tenho que admitir que ele também tomou a decisão que salvou a empresa: ele comprou a Next e não apenas obteve a base do sistema operacional Mac OS X (e, eventualmente a do iOS), como também trouxe Jobs de volta.

Em 1997, Jobs guiou a Apple com poder absoluto, o tipo de poder que ele nunca teve durante sua primeira passagem pela companhia. Jobs era o cofundador, sim, e o tempo que passou trabalhando com o time que criou o Macintosh era a bagagem que o tornou uma lenda. Mas a Apple de 1985 não era “a empresa de Steve Jobs”.

A Apple de 1985 não era "a empresa de Steve Jobs"

Quando ele assumiu o cargo de CEO interino, mais de uma década depois, ele não cometeu o mesmo erro. Mais velho e experiente, e com o suporte total do conselho de diretores da Apple, Jobs reconstruiu a companhia de seu modo.

O iMac foi o primeiro e rápido sinal da mudança. E o lançamento do iPod e a decisão de abrir lojas da Apple foram muito importantes. A chegada do iPhone e do iPad consolidaram o que a Apple é hoje: a mais importante empresa de tecnologia do mundo.

A Apple de hoje é extremamente lucrativa, com dezenas de bilhões de dólares no cofre, quase 90% do mercado de tablets, rapidamente ampliando a sua fatia no mercado de smartphones em todo o mundo e a única empresa de computadores pessoais realmente lucrativa que sobrou. É assim que Jobs deixa a Apple: no topo e com fôlego para ir além.

Mas a coisa mais importante sobre o que Steve Jobs tem feito nos últimos 14 anos é simplesmente o fato de que tudo isso não se resume a Steve Jobs. Ele construiu uma empresa que é sua imagem. Os executivos são pessoas nas quais ele confia, pessoas que trabalharam com ele de forma extremamente próxima e que entendem sua filosofia.

E alguém pode ocupar o lugar de Steve Jobs? Claro que não. Ele é insubstituível, pelo menos por uma única pessoa. Há uma razão pela qual ele vai entrar para a história como um dos titãs do mundo dos negócios nos Estados Unidos: ele é um talento raro. Pessoas como ele não surgem com frequência.

Tim Cook, novo CEO da Apple: tarefa de fazer com que a empresa mantenha a cultura de trabalho de Jobs

Tim Cook, o novo CEO da Apple, não será Steve Jobs. Ele vai continuar tocando os negócios com competência, como sempre fez. E há outros membros da liderança da empresa que funcionarão como peças para montar esse quebra-cabeça.

Jobs basicamente escreveu o manual de como a Apple deve funcionar, mas os funcionários da Apple não ficam sentados esperando que ele diga o que deve ser feito.

Há o risco de que a Apple perca o fôlego sem o seu comandante. Não há garantias de que ela continue no ritmo atual, mesmo que Jobs continuasse no comando. É muito difícil ver uma companhia ter um sucesso tão espetacular por muito tempo. E não faltam exemplos de empresas que perderam o rumo depois que seu líder carismático deixou o comando, como a Disney.

Nada é definitivo na vida. Pode perguntar a Steve Jobs, que tem visto o incrível sucesso da Apple por anos enquanto tem que lutar contra seus lamentáveis problemas de saúde. Mas a Apple não está fadada a repetir os erros da primeira era “pós-Jobs”. Ela é muito mais forte e bem-sucedida, tem um time e uma cultura corporativa. E tem tido tempo para lidar com a ideia de que seu CEO não dura para sempre.

A indústria da tecnologia é dura e o caminho das mudanças segue um ritmo acelerado. Mas se há uma companhia que tem condições no momento de sobreviver e prosperar, mesmo sem Steve Jobs no comando, é a Apple. Cabe a Tim Cook fazer com que o manual seja seguido.




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