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19 de janeiro de 2016

As regiões com maior incidência de roubo e furto de veículos da Grande São Paulo

Fonte: Revista Apólice - Data: 19/01/2016

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Um levantamento realizado pelo Grupo Tracker entre os meses de maio e outubro de 2015 revela os bairros e cidades da Grande São Paulo com maior incidência de roubo e furto de automóveis, motos, caminhões e SUVs, além dos locais mais utilizados pelos criminosos para esconderijo ou desmanche dos veículos.
Para fazer a pesquisa, a empresa mapeou as ocorrências como “locais de roubo e furto” e “locais de recuperação”. Foram analisados 2296 operativos.
Automóveis
32,2% das ocorrências aconteceram na Grande São Paulo, sendo que as cidades de Santo André e São Bernardo do Campo lideram as estatísticas (com 25,8% e 20,2%, respectivamente). Na sequência aparecem Diadema (10,6%), Osasco (8,8%) e Guarulhos (8,6%).
A Zona Leste vem em seguida, com 28,9% dos operativos. São Mateus (20,2%), Mooca (13,9%), Itaquera (8,7%), Anália Franco (8,2%) e São Lucas (7,7%) são os bairros com maior número de casos.
Já a Zona Sul aparece em terceiro lugar, com 17,6% do total de eventos. Os bairros Saúde/Vila Mariana são os mais perigosos e juntos representam 21,3% das ocorrências. Em seguida aparecem Ipiranga (16,5%) e Jabaquara (16,1%).
O levantamento constatou ainda que a Zona Leste lidera quanto à recuperação dos carros roubados: 36,1% dos automóveis foram localizados pelo Grupo e recuperados pela Polícia Civil na região. São Mateus (37,8%), Guaianazes (11,9%) e Itaim Paulista (11,1%) completam a lista.
Outros 28,8% dos carros recuperados estavam na Grande São Paulo. Santo André lidera a estatística, com 28,1%; seguido de São Bernardo do Campo (15,3%) e Diadema (13,2%).
SUVs
A Zona Leste é o local onde mais são roubadas SUVs, segundo o levantamento, com 32,9%. Mais uma vez, São Mateus lidera com 19,4% do total de ocorrências. São Miguel Paulista (10,5%) e Itaquera (também com 10,5%) vêm em seguida.
A Grande São Paulo representa 32,1% do total de roubos e furtos de pick-ups. Santo André e São Bernardo do Campo aparecem como as mais perigosas, com 25,6% e 18,2%, respectivamente, do total de eventos.
As recuperações também são mais frequentes na Zona Leste (41,8% do total de sinais reportados dos rastreadores são na ZL), sendo que destes 34,9% são em São Mateus, 15,6% em Guaianazes e 12,8% em São Miguel Paulista. Outras 30,3% das recuperações acontecem na Grande São Paulo. 20,3% em São Bernardo do Campo e 17,7% em Santo André.
Motocicletas
No segmento motos, a maior incidência de roubo e furto de veículos foi na Grande São Paulo, com 33,9% do total. São Bernardo do Campo lidera com 27,6% e Santo André aparece com 22,4%.
A Zona Leste aparece em seguida, com 24,6% das ocorrências. Anália Franco tem 18,2% do total e São Mateus, 14,5%.
Já em relação às recuperações, Zona Leste e Grande São Paulo aparecem com 28,8% cada. Na ZL, a maioria das localizações foi em São Mateus (40,9%). Guaianazes vem em segundo lugar, com 15,9%. Na Grande São Paulo, o ABCD voltou a ser o principal esconderijo dos criminosos: São Bernardo do Campo (25%), Santo André (18,2%) e Diadema (15,9%).
Caminhões
Nos últimos seis meses, 35,6% dos roubos e furtos de veículos pesados aconteceram na Grande São Paulo, principalmente na cidade de Guarulhos (23,4%). São Bernardo do Campo vem na sequência, com 17%. Na Zona Leste, acontecem 31% dos eventos, 19,5% deles em São Mateus.
Já as localizações acontecem com mais frequência na Zona Leste (33,3%) e Grande São Paulo (com outros 33,3%). Um terço das recuperações na ZL são em São Mateus e outros 13,3% em São Miguel Paulista. Na Grande São Paulo, Guarulhos lidera com 30% e Osasco aparece em segundo lugar, com 10%.
Análise
Carlos Alberto Betancur, diretor Nacional de Operações do Grupo Tracker, afirma que os bairros da periferia, com grande quantidade de desmanches, facilitam a logística de desova e posterior comercialização em autopeças. Já em relação aos caminhões, há uma tendência de maiores roubos nas entradas e saídas das principais rodovias que circundam a Grande São Paulo, já que isso facilita o acionamento das quadrilhas especializadas em caminhões e cargas.
 Auto Facil Cardif

2 de outubro de 2015

A cada 2 minutos e meio, um carro é roubado no Brasil

Fonte: Veja.com - Data: 02/10/2015

Porto Alegre, Salvador e São Paulo são as capitais com maiores índices de roubos para cada 100.000 veículos

No ano passado, 213.472 carros foram roubados nas 27 capitais do país(Anadolu Agency/Getty Images)
Levantamentos estatísticos do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, tabulado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostram que Porto Alegre, Salvador e São Paulo são as capitais que apresentam os maiores índices de roubos de carros para cada 100.000 veículos. O estudo, baseado em dados fornecidos pelas secretarias de segurança dos Estados com base na Lei de Acesso à Informação, concluiu que, a cada 2 minutos e 30 segundos, um carro foi roubado ou furtado nas 27 capitais do país, em 2014, totalizando 213.472 casos.

A capital gaúcha teve a maior taxa do país no ano passado, com 6.938 roubos, um índice de 833,8 casos para cada 100.000 veículos. Essa taxa é 6,04% maior do que em 2013, quando Porto Alegre teve 808 ocorrências para cada 100.000 veículos, totalizando 6.488 roubos. Os números superam, em muito, a média nacional, que foi 476,4. Em relação aos furtos, as taxas gaúchas foram de 490,2 em 2014 e 487,1 no ano anterior.


 AutoFacil

19 de dezembro de 2014

Aumenta o índice de roubo de carros no país

 Fonte: Susep - Data: 19/12/2014
roubo-carroO roubo de veículos segurados em todo o país aumentou 7,1% no primeiro semestre de 2014 em comparação com o mesmo período de 2013, totalizando 79.257 veículos. Esse aumento leva em conta o crescimento de 3,3% da frota segurada. O maior índice de roubo em proporção à frota segurada foi verificado no estado de São Paulo, com 1,5%, no período. Já o Distrito Federal apresentou o maior aumento do índice de roubo, com 44,4%. As informações são provenientes das empresas seguradoras e foram consolidadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).
São Paulo apresentou no período um total de 42.788 veículos roubados para uma frota segurada de 2.790.634 unidades, em 2014. Brasília, no mesmo período, teve 1.898 veículos roubados para uma frota de 183.128 unidades. Em quatro regiões metropolitanas pesquisadas, São Paulo teve aumento de 16,5% do índice de roubo, com 29.798 veículos roubados; seguido do Rio de Janeiro, com 15,3%, com 7.891 veículos roubados; Belo Horizonte com apenas 3,2% e 4.109 veículos roubados; e Porto Alegre com queda de -1,3%, sendo roubados 3.416 veículos.
Os veículos com maior índice de roubo em todo o país, em proporção à frota similar, foram as motos da marca Honda até 450 cilindradas, com 5232 unidades roubadas, no primeiro semestre de 2014, para uma frota de 356.037 motos. O veículo mais roubado em valores absolutos, no mesmo período, foi o Gol, totalizando 7380 unidades. Esse resultado, no entanto, representou 0,5% em relação à frota de 1.516.747 modelos segurados no período.

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25 de setembro de 2014

Furto e roubo de veículos : Vilões do Preço

Fonte: Sincor-SP - Data: 24/09/2014


O furto representa 50% do custo do seguroO Estado de São Paulo iniciou o ano com alta nos índices de roubo e furto de veículos. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, no primeiro trimestre de 2014 foram registradas 58.431 ocorrências, que representam aumento de 15% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram computados 50.687 casos. Os indicativos colaboraram para que o furto e o roubo de veículos se tornassem os principais vilões do preço do Seguro de Automóvel em 2014.
O medo de fazer parte dessas estatísticas tem levado consumidores a procurar proteção para seu patrimônio. Em entrevista ao Jornal dos Corretores de Seguros (JCS), três corretoras de seguros declararam aumento na carteira de clientes do ramo de Automóvel, que chegou a uma variação média de 19%. “O mercado de Seguro de Auto no Brasil vem crescendo muito nesses últimos anos e a cultura do consumidor está mudando, mesmo que lentamente, quando comparado com os mercados europeu e americano”, opina Thiago Stoppa da Rocha, da Évora Corretora de Seguros.
Entretanto, o impacto da sinistralidade do ramo no preço dos produtos gera sentimento de decepção no segurado, que exige do corretor de seguros uma explicação das variáveis. “Os questionamentos são contínuos e o único argumento que nos resta para minimizar a ira dos nossos clientes é o crescente volume de roubos e furtos na região”, comenta Roberto José Korsakas, da RJ Korsakas Corretora de Seguros. Segundo ele, além do custo do seguro, outros serviços têm aborrecido o consumidor, como problemas com a assistência 24h e o valor das franquias, cujo crescimento onera o custo dos seguros.
Já para Marcos Antônio Cheganças, da Potência Corretora Seguros, outras situações têm atrapalhado a comercialização do Seguro de Auto, como a falta de produtos para a parcela da população que possui carros mais velhos e a pouca divulgação das vantagens e benefícios que o seguro oferece, além da estratégia de algumas companhias que, para conquistar fatias de mercado, ofertam produtos abaixo do valor real e, em contrapartida, entregam serviços de péssima qualidade.
A fim de valorizar o lado positivo do produto, Cheganças destaca as vantagens para o consumidor. Os serviços que podem ser evidenciados são: socorro mecânico para reparo do veículo no local, guincho para reboque até a oficina, auxílio em caso de falta de combustível, chaveiro, troca de pneus, entre outros.
“O cliente ainda pode ter o valor pago do seguro restituído com os pontos adquiridos em seu cartão de crédito e até a devolução do dinheiro através da utilização de uma série de serviços oferecidos pelas companhias que não estão relacionados diretamente com o veículo. Ao final de 12 meses, esses benefícios gratuitos somam valores consideráveis”, avalia Cheganças.
Corretor pode ajudar
Pela falta de orientação, muitos segurados não sabem como se prevenir contra roubos e furtos, e o corretor de seguros pode ajudar nesse processo. Colaborando para isso, a Escola Nacional de Seguros divulgou dicas que garantem mais segurança para o consumidor (veja algumas delas ao lado).Captura de Tela 2014-09-25 às 08.18.00
As orientações são importantes para que o segurado não deixe objetos expostos no interior do veículo, como equipamentos eletrônicos e bolsas, evite paradas em locais desconhecidos e ande sempre com os vidros fechados e as portas travadas.
Korsakas revela que já opera dessa maneira com seus clientes. “Prestamos apoio de acordo com o perfil de cada segurado com relação aos cuidados que devem tomar como: não deixar o veículo na rua e tampouco colocar os documentos do carro no porta-luvas ou no quebra-sol. Para as mulheres, alertamos que a bolsa fique sob o banco do motorista e nunca no assento do passageiro, pois é onde o ladrão vai procurá-la no caso de arrastão em congestionamentos”, indica.
Parcela do governo
Recentemente, foi sancionada a Lei Nº 12.977 que regula e disciplina a atividade de desmonte de peças de veículos automotores terrestres no Brasil. A expectativa é de que haja redução nos índices de sinistralidade, já que a nova norma vai dificultar o repasse das peças dos automóveis.


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13 de janeiro de 2014

Número de roubos de veículos em São Paulo é o maior em 12 anos

Fonte: Folha de S.Paulo - Data: 13/01/2014

O número de veículos roubados no Estado de São Paulo em novembro de 2013 foi o maior em 12 anos.
Foram 9.023 roubos (quando há ameaça ou uso de violência contra o proprietário). Antes disso, o maior número de casos foi registrado em março de 2001 (9.414)
As estatísticas oficiais revelam uma tendência de aumento do uso da violência pelos ladrões de carro. Agora, o número de roubos quase empata com o de furtos (quando não há violência): 9.905.
Em janeiro de 2008, por exemplo, de cada três veículos levados pelos criminosos no Estado, apenas um deles foi roubo. Foram 4.525 roubos contra 7.866 furtos.
De lá para cá, comparando com novembro passado, os furtos cresceram 25,9% contra 99,4% dos roubos.
Isso fez com que essa relação entre os crimes ficasse praticamente de um para um (um roubo para um furto).
Na capital, onde 4.550 veículos foram roubados em novembro, o cenário é o mesmo. O número de casos também é o maior em 12 anos.
Nos últimos três anos, segundo levantamento feito pela Folha, a região em que os roubos mais cresceram foi a da Casa Verde, na zona norte.
Os dados por distrito começaram a ser divulgados em 2011. Daquele ano até 2013, o número de casos disparou no distrito –subiu 663%.
No Portal do Morumbi, na zona oeste, segundo da lista, o crescimento foi de 417%.
As regiões da periferia foram as que registraram o maior número de casos no ano passado, até novembro.
Em São Mateus, zona leste, foram 1.906 ocorrências, seguida do Jardim Miriam, na zona sul, com 1.618 casos.
A empresária Roberta Lima Rueda passou por essa situação. Em uma rua movimentada do Tatuapé, na zona leste, foi abordada por dois criminosos armados.
Ela diz que os assaltantes estavam bem-vestidos e foram "educados". Não perderam a tranquilidade nem quando a filha dela, de dez anos, chamou a atenção deles.
"Sua mãe não lhe deu educação? Não ensinou que não pode roubar?", disse a menina, segundo a mãe.
"Neném, fica tranquila. A gente vai dar um passeio no carro da mamãe. Aí vamos ver se devolveremos ou não. Se a gente não devolver, depois ela compra outro", respondeu um deles, diz a mãe.
"Quando eu liguei para o 190, a polícia me informou que era o quinto chamado só naquela região. Eram 9h20."
VIOLÊNCIA
Desde 2001, mais de 1 milhão de veículos foram roubados no Estado. Somados aos furtos, os casos ultrapassam 2,4 milhões.
Um dos reflexos dessa mudança é o risco de mortes nos assaltos, os chamados latrocínios. Segundo o governo, cerca de 50% dos latrocínio ocorridos em São Paulo estão ligados a roubos de veículos.
Na capital, os casos de latrocínio subiram 55% de 2011 para 2013, considerando o período de janeiro a novembro de cada ano –e 83 para 129.
Para o especialista em segurança pública Guaracy Mingardi, a tendência é que os roubos de veículos ultrapassem os furtos em breve.
Ele atribui o aumento desse tipo de roubo à falta de especialização dos criminosos. "O roubo é mais fácil porque exige menos habilidade [que o furto]", disse ele.
O também especialista em segurança Renato Sérgio de Lima diz que outro fator é o crescimento da frota na população da periferia.
"O incentivo dos últimos dez anos fez com que a frota crescesse muito. Na periferia, você só via fusca e Brasília amarela. Hoje, você vê vários carros novos", disse.


10 de fevereiro de 2010

Preço do seguro do carro deve aumentar no Grande ABC

Fonte: Diário online - Carolina Lopes - Data: 10/02/2009

O preço do seguro de automóvel deve ficar mais caro no Grande ABC ainda neste primeiro semestre, segundo especialistas do setor consultados pelo Diário OnLine. Isso porque a região registrou um aumento nos índices de roubo e furto de veículos em 2009, segundo dados da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), e por conta da elevação no número de carros danificados por enchentes, já que as sete cidades têm sofrido com chuvas fortes desde o fim do ano passado.

Para o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo), Leôncio de Arruda, as seguradoras devem aplicar um reajuste em torno de 20% no valor do seguro automotivo a partir de abril.

"A previsão de aumento é na casa dos 20%, provavelmente em abril. Porém, esse aumento não está garantido porque existem cerca de 30 empresas operando seguro de automóvel no Grande ABC e cada uma decide o percentual de reajuste conforme a sua experiência no mercado. Não existe uma tabela", afirma.

No caso das chuvas, Arruda diz que a elevação também ocorrerá em outros Estados do País. "As seguradoras de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro já tiveram um aumento de 25% nos sinistros por conta das chuvas. Os veículos que chegam para as seguradoras estão com um volume muito grande de água, e se ela chega ao painel, é perda total do carro", explica.

O membro da comissão de seguros de automóveis da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais) José Carlos Oliveira também concorda que haverá elevação nos preços, porém prefere não arriscar um percentual.

"Pode haver um movimento de alta a partir de março porque o preço do seguro é calculado com base nas indenizações. Se os roubos aumentam, certamente há impacto no preço do seguro. Porém, o valor é baseado em 12 meses para tirar os efeitos sazonais. Em janeiro e fevereiro, o número de roubos e furtos diminui, mas há ocorrência de enchentes. Então pode ser que um fator compense o outro", acredita.

Segundo o integrante da Fenseg, o impacto no bolso dos motoristas da região deverá ser ainda mais significativo, já que o Grande ABC é conhecido por ter um dos maiores valores de seguros de automóveis do País. "No Brasil, a região só perde para a Baixada Fluminense (Rio de Janeiro) no valor do seguro e, no Estado de São Paulo, é a campeã", afirma Oliveira.

Contudo, os especialistas esclarecem que outros indicadores são levados em consideração pelas seguradoras na hora de definir o preço de um seguro. "Contam pontos a região que tem mais roubos de veículos, o veículo que fica mais tempo na posse de um motorista jovem, os modelos mais roubados, os que possuem maior valor para substituição de peças, as colisões e, por último, o perfil do segurado", esclarece o presidente do Sincor-SP.

Enchentes - Em época de chuvas fortes e alagamentos, é bom ficar atento à apólice de seguro contratada. Segundo Leôncio de Arruda, apenas os seguros com cobertura total (em que estão incluídos colisão, incêndio e roubo) cobrem danos provocados por enchentes. "Quando a apólice cobre apenas danos contra terceiros ou apenas incêndio e roubo, não há cobertura para danos causados pelas chuvas", esclarece.

Contudo, Arruda afirma que a seguradora pode se recusar a fazer o pagamento caso constate imprudência do motorista. "Para a seguradora cobrir, a água deve vir até o carro e não o carro ir até a água. Tem motoristas que se arriscam e tentam passar mesmo sabendo que o local está inundado. Aí não tem cobertura", explica.

Economia - Caso as previsões de elevação no valor se confirmem, algumas dicas podem ajudar os consumidores a aliviar o impacto no bolso. Para José Carlos Oliveira, o preço do seguro diminui com a instalação de rastreadores.

"As ocorrências das seguradoras têm tido queda com ajuda dos rastreadores. Os roubos continuam ocorrendo, mas, com eles, a recuperação de veículos fica em torno de 70% no Grande ABC. Graças a isso, os preços dos seguros ainda não explodiram na região", considera o membro da Fenseg.

Além disso, Oliveira explica que o motorista deve sempre buscar ações que diminuam seu risco na seguradora e, consequentemente, o preço da apólice. "Um exemplo é deixar o carro na garagem à noite. Se ele fizer a conta, o custo de um estacionamento pode compensar porque o valor do seguro ficará menor", completa.

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Estado de SP bate recorde de roubos, com 257 mil em 2009

Fonte: Informativo Sincor SP
O ano passado registrou piora generalizada nos índices de crimes no Estado de São Paulo. Os roubos alcançaram o mais alto valor da série histórica, com 257.004 ocorrências, 18% acima do ano anterior. O recorde de roubos havia sido alcançado em 2003, quando foram registrados 248.406 casos. Também cresceu o total de casos de latrocínios, sequestros, roubo e furto de veículos.

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17 de março de 2009

Pesquisa indica os carros mais roubados do país

Fonte: Revista Auto esporte / Simone Coelho -Data: 17.03.2009

Fiat Mille está no topo do ranking de 2008, segundo Susep.Pesquisa semestral realizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) classificou os carros mais roubados no Brasil entre janeiro a junho do ano passado. A estatística calcula o índice de roubo de acordo com o número de veículos expostos, versão e tempo em que está segurado - dados fornecidos pelas seguradoras. Os automóveis sem seguro não foram considerados nesta pesquisa. O Fiat Mille quatro portas lidera o ranking com 436 registros, 3,67% das 11,8 mil unidades seguradas do modelo. Em seguida aparecem Gol Power 1.0 16 V (3,47% ) e Santana 1,8 (2,47% ). O Gol Special Xtreme 1.0, versão criada por uma antiga concessionária da VW, apresentou 1.236 ocorrências, com índice de roubos de 2,28%. Dos 15 carros mais roubados, 13 são da Volkswagen e 9 deles são versões do Gol.

AUTOMÓVEIS MAIS ROUBADOS ENTRE JANEIRO E JUNHO DE 2008

MODELO - ÍNDICE DE ROUBO

1) Fiat Mille/ Mille EX/ Smart 4p - 3,67%
2) Volkswagen Gol 1.0 Power 16v 76cv 4p - 3,47%
3) Volkswagen Santana 1.8 Mi - 2,57%
4) Volkswagen Parati 1.6Mi/1.6Mi City/T.Field T.Flex - 2,47%
5) Volkswagen Gol 1.6 Mi Power Total Flex 8V 4p - 2,45%
6) Volkswagen Gol 1.6 Mi/ Power 1.6 Mi 4p - 2,38%
7) Volkswagen Santana 2.0 Mi 2p e 4p - 2,34%
8) Volkswagen Gol Special Xtreme 1.0 Mi 2p - 2,28%
9) Volkswagen Gol 1.0 Plus 16v 4p - 2,18%
10) Volkswagen Gol CLi/CL/Copa/Stones 1.6 - 2,05%
11) Volkswagen Gol City 1.0 Mi Total Flex 8V 2p - 2,01%
12) Fiat Palio Celebration 1.0 Fire Flex 8V 4p - 1,94%
13) Volkswagen Gol 1000 Mi 2p / 1000i - 1,88%
14) Volkswagen Kombi Standard/ Luxo/ Série Prata - 1,76%
15) Volkswagen Gol 1000 Mi 16V/ Ouro 4p - 1,67%

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