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4 de fevereiro de 2015

Brasileiros estão mais seguros em comprar pela internet, mostra pesquisa

Fonte: Agência Brasil - Data: 03/02/3015


A pesquisa Consumo Virtual no Brasil, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que o brasileiro está mais seguro em relação às compras pela internet. De acordo com a pesquisa, feita entre os dias 5 e 8 de janeiro com 678 pessoas das 27 capitais que usaram sites de vendas no ano passado,  93% dos entrevistados, ou nove entre dez consumidores, estão satisfeitos com esse tipo de consumo.

A sondagem revela que 93% dos consultados fazem compras pela internet há mais de três anos. Eles também buscam fornecedores que sejam consagrados no mercado. “Quarenta e nove por cento escolhem o site porque procuram marcas conhecidas. Os clientes já sabem usar sites de comparação e se pautam pelos sites de reclamação. Com isso, a gente vê que o consumidor já busca elementos para tomar decisões mais  informadas. E isso acaba dando confiança”, disse o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges.

Os compradores mais assíduos sãos os mais escolarizados - 41% têm pós-graduação, estão na faixa de 35 anos a 49 anos  e  pertencem às classes sociais A e B (34%).  Segundo Borges, isso mostra uma questão já esperada, que é a inserção mais tardia das classes C, D e E nesse tipo de comércio. Por  outro lado, comprova a maior disponibilidade de crédito e acesso aos meios de pagamento das classes A e B. Apesar disso, ele destacou que a participação das classes C, D e E já é significativa no total de compradores (52%) e tende a crescer. Dois em cada dez consumidores fizeram sua primeira compra virtual nos dois últimos anos e desses há um  percentual maior de pessoas das classes C, D e E, “o que confirma a inserção tardia desses clientes”, explicou Borges.

Comodidade de comprar sem precisar sair de casa foi a principal vantagem listada por 74% dos consultados, além de preço considerado  mais baixo do que nas lojas físicas (50%). “A gente vê que grande parte das vantagens – economia de tempo, facilidade na comparação com concorrentes, está relacionada com economia”. Mesmo que não compre pela internet, o cliente pode usar essa comparação para barganhar um preço mais baixo na loja física. “Ele acaba economizando dinheiro de um jeito ou de outro”.

Entre as desvantagens,  68% citaram não poder levar o produto na hora da compra, outros 68% reclamaram não poder experimentar, 37% alegaram não poder ver, tocar nem cheirar o produto e 23% indicaram o prazo de entrega demorado. A falta de segurança de não receber o produto ou  ser lesado por algum tipo de falsificação foi apresentada por 6% dos consumidores.  Frete grátis (23%) e indicações de amigos e parentes (22%) são fatores considerados para a escolha do site de vendas.

Os itens mais comprados pela internet no ano passado pelos brasileiros foram eletrônicos (61%), livros (47%), calçados (44%), roupas (42%) e eletrodomésticos (36%). Em contrapartida, os internautas disseram que jamais comprariam pelo sistema virtual seguros (25%), artigos para animais (19%), calçados (17%), roupas (16%) e comida pronta (15%).  A rejeição por calçados e vestuário é explicada pelo fato de não poder experimentar ou por receio em caso de troca.

O acesso à internet para o consumo é feito ainda predominantemente por computador (desktop) (44%) ou por notebook (32%). Entretanto, o uso de meios móveis é crescente, com o smartphone chegando a 20%. O cartão de crédito é apontado como principal meio de pagamento em compras virtuais por 78% dos entrevistados, sendo que o percentual sobe para 83% entre os mais escolarizados. Em seguida, aparece o boleto bancário (54%). Em ternos de gênero, a pesquisa não mostra divisão acentuada. “Está meio a meio”. Flávio Borges disse, porém, que quando se olha os dados de pessoas que entraram mais recentemente nesse mercado, “a gente vê que há mais mulheres do que homens: 17% das mulheres passaram a usar a internet entre um e cinco anos, enquanto 12% dos homens  entraram mais recentemente. Existe uma entrada maior feminina, embora essa entrada das mulheres no mundo virtual seja também mais tardia”, disse.

A pesquisa mapeou  22 produtos mais consumidos e constatou que os livros são os itens preferidos  para aquisição nos próximos seis meses, com 52% do total, seguidos de eletrodomésticos (47%), passagens de avião, ônibus, trem ou navio (47%), reservas em hotéis ou pousadas (41%) e ingressos (40%).

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20 de maio de 2014

Carros Mais Roubados em São Paulo (SP) e Bairros Mais Perigosos – Pesquisa Ituran

Fonte: Agência Notícias - Data: 19/05/2014

Na semana passada, a Ituran  (empresa de rastreamento de veículos) divulgou um estudo onde cita quais os  Carros Mais Roubados na Cidade de São Paulo. Não bastasse isso, o estudo também informou quais são os  bairros da cidade onde são registrados mais roubos de veículos.
De acordo com a pesquisa, no primeiro trimestre deste ano os carros mais roubados foram: Fiat Palio, Volkswagen Gol e Volkswagen Saveiro. Já entre as motos, os modelos mais roubados foram: Yamaha Fazer YS 250 e Honda CG 150.
Com relação aos bairros onde mais se roubam veículos, quem acabou liderando essa estatística foi o bairro de Itaquera, o mesmo onde foi construído a Arena Corinthians, estádio  que abrigará vários jogos da Copa do Mundo deste ano. Outro detalhe interessante de se notar em relação aos bairros que apenas a Região do Ipiranga não fica na Zona Leste da Capital Paulista.
Confira abaixo a Lista com os 10 Modelos de Carros Mais Roubados em São Paulo:
  1. Fiat Palio
  2. Volkswagen Gol
  3. Volkswagen Saveiro
  4. Fiat Uno
  5. Volkswagen Fox
  6. Fiat Siena
  7. Chevrolet Corsa
  8. Fiat Fiorino
  9. Chevrolet Celta
  10. Fiat Strada
Veja agora quais são os 10 Bairros onde mais se registram roubos de veículos:
  1. Itaquera
  2. São Mateus
  3. Itaim Paulista
  4. Ipiranga
  5. São Miguel Paulista
  6. Guaianases
  7. Sapopemba
  8. Tatuapé
  9. Penha
  10. Mooca
Horários mais perigosos O levantamento mostrou que houve um aumento de 22% nos furtos e roubos no país, em comparação com o mesmo período de 2013. Segundo a Ituran, este ano de 2014 houve, até março, mais de 800 casos registrados por mês. O estudo está em linha com os dados da Secretaria de Segurança, que apontou o aumento de 23% no total de roubos na cidade de São Paulo.
A pesquisa ainda aponta que 20h e 23h é o período com maior índice de ocorrências: 21% de todos os roubos e furtos de veículos acontecem nessas três horas. Em segundo lugar ficou o período entre as 11h da manhã e 14h, com 15%. O dia campeão de roubos e furtos de veículos é quarta-feira, seguido pela quinta e pela terça-feira.

 Seguro AutoFacil Ituran



20 de abril de 2013

Um computador por habitante até 2016


  • Fonte: 
  • Agência Estado - Data: 
  •  
  • 18 de abril de 201
Segundo pesquisa da FGV, hoje o País tem  118 milhões de computadores em uso – três aparelhos a cada cinco habitantes
SÃO PAULO – O Brasil deve contar com um computador por habitante até 2016 segundo a 24ª Pesquisa Anual de Uso de TI, divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A previsão foi adiantada em um ano.
Pesquisa destaca o crescimento dos tablets, que agora se juntam a PCs e notebooks. FOTO: Reuters
Pesquisa anterior estimava que a média de um computador por habitante seria alcançada apenas em 2017, mas o crescimento da venda de tablets provocou a aceleração do processo.
Em 2013, a pesquisa calcula que o Brasil tenha 118 milhões de computadores em uso, o que equivale a três equipamentos a cada cinco habitantes. Até 2014, a FGV estima que serão duas máquinas para cada três habitantes.
“Estamos antecipando em um ano o que previmos no ano passado por conta do crescimento maior de unidades vendidas e o principal motivo são os tablets”, afirmou o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles.
A pesquisa consultou um universo de mais de 5 mil empresas médias e grandes para analisar a utilização de tecnologia nas companhias.

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