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19 de maio de 2015

Uma “mãozinha” do Google

Fonte: Meio e Mensagem - Data: 18/05/2015  - Por Reinaldo Gregori*

O novo algoritmo, que pune sites que não estão adaptados ao mobile, dá o empurrão definitivo ao mobile marketing.


Crédito: Reprodução
À parte do clima de terror instaurado pela imprensa mundial nas últimas semanas sobre a nova atualização do algoritmo do Google, o fato é que mais uma vez o gigante mundial de buscas dá um empurrão certeiro no mercado: quem não se adaptou às estratégias digitais no mobile terá que fazê-lo. Claro que tudo começa com um bom site, mas isso é apenas a ponta do iceberg. 

Alardeado como a promessa de um marketing cada vez mais personalizado, em tempo real, e que revolucionaria as estratégias com as tecnologias que permitem o geotargeting e o contato por proximidade, o mobile marketing ainda caminha acanhado no Brasil. Grandes empresas investem em campanhas mais voltadas para o branding e para o engajamento de marca, e o Google (sim, ele novamente!), acabou se antecipando com a geolocalização dos anúncios do Adwords. Agora, feliz ou infelizmente, o mobile terá que voltar à pauta. 

E, acredite, não é por falta de adoção da tecnologia. Segundo o IDC, a venda de smartphones no Brasil subiu 55% em 2014, o que representou 54,5 milhões de unidades vendidas. Modelos a preços competitivos conseguiram ganhar seu espaço, mesmo em vista de um cenário econômico pouco favorável, que vem se arrastando desde o ano passado.

O problema não é a adoção da tecnologia por parte do usuário, e tampouco é a potencialidade dos dispositivos que ele tem nas mãos. A questão é que as empresas brasileiras ainda exploram pouco esse universo, preferindo adaptar estratégias digitais para outras telas, ou até mesmo do offline, para o mobile. Mais do que branding, o mobile é muito relevante para vendas, quando aliado à geolocalização e à oferta personalizada de produtos e serviços, com base na referência geográfica do consumidor.

Quem está se adiantando frente a esse mercado são as empresas de tecnologia, como o Google, que utilizam a geolocalização como um fator de importância para o anunciante, e startups, como o Waze, que uniu a prestação de um serviço para o usuário – o de localização – com a oferta de produtos e serviços relacionados ao trajeto. Outros já cruzam dados de deslocamento e histórico de compras para oferecer ofertas relacionadas ao cliente. O problema, talvez, é que algumas dessas iniciativas sejam mais invasivas do que engajadoras, e gerem mais uma experiência ruim do que uma oportunidade de venda.

Com o passo que o Google dá ao eleger o mobile como a próxima peça a ser movida no jogo das buscas, fatalmente as empresas terão que lançar um novo olhar sobre suas estratégias para a terceira tela.

*CEO da Cognati

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24 de setembro de 2014

Homens buscam proteção contra acidentes pessoais e mulheres preferem seguro viagem

Uma importante seguradora realizou recentemente um levantamento na sua base de clientes da Loja Virtual de seguros , indicando que os homens têm sido os mais interessados em proteção para Acidentes Pessoais, com 64% das contratações online. Já as mulheres são a maioria (54%) na contratação de Seguro Viagem pela internet. Em relação ao Seguro Residencial, os dados indicam que 55% dos contratantes são homens e 45%, mulheres.

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Verifica-se também uma diferença na preferência pelo meio de pagamento utilizado na compra. No caso da proteção para Acidentes Pessoais, a maior parte (66%) optou pelo pagamento com débito em conta, com 34% escolhendo o cartão de crédito. Na contratação de Seguro Viagem, a proporção se inverte: 78% escolheram o cartão de crédito e 22% pagaram via débito em conta. Para o Seguro Residencial, 31% preferiram o pagamento com cartão e 69%, o débito em conta.

Entre os usuários que contrataram seguro viagem, 42% são do estado de São Paulo, seguidos por moradores do Rio de Janeiro (13%), Distrito Federal (12%) e Minas Gerais (10%). Em relação aos segurados de Acidentes Pessoais, 41% são de São Paulo, 14% do Rio de Janeiro, 8% de Minas Gerais e 6% do Espírito Santo. A contratação de Seguro Residencial está concentrada da seguinte maneira em cada estado: 50% em São Paulo, 12% no Paraná, 11% no Rio de Janeiro e 7% em Minas Gerais.

 Seguro residencial


Nos primeiros três meses de operação, 19% das proteções foram contratadas por correntistas de outras instituições financeiras. Os dados indicam ainda que a idade média dos clientes nesta nova plataforma é de 39 anos, sendo que a maior concentração situa-se na faixa etária entre 31 e 40 anos (25% do total de segurados que utilizaram a plataforma).

Ainda que a operação seja recente, as vendas online do seguro para acidentes pessoais registraram crescimento significativo de 50% em maio, na comparação com o mês anterior. Na última quinzena de junho, um dos meses mais importantes para o Turismo neste ano, foi registrado um crescimento de 100% nas vendas de seguro viagem via Loja Virtual de Seguros, na comparação com os primeiros 15 dias de oferta do serviço. E, em seguro residencial, verificou-se 67% de crescimento em junho frente a maio.

“Nosso foco é estar onde o cliente está, e a loja virtual de seguros é mais um passo nessa direção”, diz o diretor de Seguros. “Conforme os clientes buscam outros canais para contratarem a proteção de que necessitam, disponibilizamos um ambiente seguro e prático para atender à demanda”.

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