12 de março de 2008
Novo fone de vendas para Ituran: 11 3522-9239
Já está em funcionamento o novo fone para vendas do Rastreador Ituran. Para contratar ou para obter informações ligue: 11 3522-9239. Atendimento das 9:00 às 18:00hs de segunda a sexta feira.
11 de março de 2008
ARTIGO: CARRO USADO E SEGURO
Autor: David Jesus Neves / Caderno de Seguro (Funenseg) - Data: 10/03/2008
O vendedor enaltecia as qualidades daquele carro usado, como pai coruja as qualidades da filha. Único dono, só utilizado para ir até a igreja aos domingos, nunca sofreu uma batida, sem multas ou coisas do tipo.
Seria até sacrilégio chamá-lo de "usado", melhor seria dizer "testado (e aprovado) por mais tempo".Um verdadeiro "mosca branca" como dizem. Um negócio raro, muito difícil de aparecer.Empolgado e convencido, o interessado compra de imediato, financiamento "instantâneo", mais um consumidor feliz nas ruas.Feliz até que o vistoriador da seguradora começou a examiná-lo. A carruagem de luxo começou a virar abóbora! Para desfazer o negócio então, outro pesadelo. Afinal, o comprador examinou o carro antes de comprá-lo.Pois é!Mas há um modo de juntar praticidade com negócio, melhor até que levar o seu mecânico de confiança para dar o seu parecer sobre o veículo.Quando for adquirir um veículo entre em contato com uma empresa de inspeção de veículos e peça que faça uma vistoria no seu "sonho de consumo". Só o adquira se for aprovado na vistoria, ou se o vendedor se comprometer a sanar os defeitos encontrados. Ou eventualmente você pode até negociar um desconto com o vendedor por conta dos problemas encontrados se ele não quiser resolvê-los.Se você acabar adquirindo o veículo, a própria seguradora arcará com o custo da vistoria realizada desde que tenha sido aprovado. Se não, a empresa que fez a vistoria poderá lhe cobrar pelo serviço, porém pelo menos você se salvou de um mau negócio, ou no mínimo comprou-o de forma consciente.
David Jesus NevesAnalista de risco - IRB/SP
O vendedor enaltecia as qualidades daquele carro usado, como pai coruja as qualidades da filha. Único dono, só utilizado para ir até a igreja aos domingos, nunca sofreu uma batida, sem multas ou coisas do tipo.
Seria até sacrilégio chamá-lo de "usado", melhor seria dizer "testado (e aprovado) por mais tempo".Um verdadeiro "mosca branca" como dizem. Um negócio raro, muito difícil de aparecer.Empolgado e convencido, o interessado compra de imediato, financiamento "instantâneo", mais um consumidor feliz nas ruas.Feliz até que o vistoriador da seguradora começou a examiná-lo. A carruagem de luxo começou a virar abóbora! Para desfazer o negócio então, outro pesadelo. Afinal, o comprador examinou o carro antes de comprá-lo.Pois é!Mas há um modo de juntar praticidade com negócio, melhor até que levar o seu mecânico de confiança para dar o seu parecer sobre o veículo.Quando for adquirir um veículo entre em contato com uma empresa de inspeção de veículos e peça que faça uma vistoria no seu "sonho de consumo". Só o adquira se for aprovado na vistoria, ou se o vendedor se comprometer a sanar os defeitos encontrados. Ou eventualmente você pode até negociar um desconto com o vendedor por conta dos problemas encontrados se ele não quiser resolvê-los.Se você acabar adquirindo o veículo, a própria seguradora arcará com o custo da vistoria realizada desde que tenha sido aprovado. Se não, a empresa que fez a vistoria poderá lhe cobrar pelo serviço, porém pelo menos você se salvou de um mau negócio, ou no mínimo comprou-o de forma consciente.
David Jesus NevesAnalista de risco - IRB/SP
10 de março de 2008
Maioria dos bancos omite
Fonte: Funenseg - Data: 10.03.2008
A maioria dos bancos instalados na capital ainda não informa o consumidor sobre o Custo Efetivo Total (CET) nas operações de crédito, que deve reunir as taxas de juros e todos os demais encargos num único índice. A constatação foi feita por um técnico da Superintendência Estadual de Proteção aos Direitos do Consumidor no Estado (Procon-Goiás), que visitou dez bancos e instituições de crédito de Goiânia em busca de um empréstimo.O objetivo do CET é facilitar para o consumidor bancário a melhor comparação dos custos cobrados pela instituições. O Procon anunciou que iniciará uma fiscalização esta semana.A medida foi determinada pela Resolução 3.517 de 6 de dezembro de 2007 do Conselho Monetário Nacional e entrou em vigor no último dia 3. O CET deve englobar todos os encargos, como Taxa de Abertura de Cadastro (TAC), seguros, tarifas, impostos ou qualquer tipo de despesa, inclusive de terceiros, inseridos no custo total do financiamento. Os bancos tiveram muito tempo para se enquadrar, afirma o superintendente do Procon-Goiás, Antônio Carlos de Lima.DesobediênciaNa condição de consumidor, o gestor de Finanças do Procon-Goiás, Gleidson Tomaz Fernandes, solicitou um empréstimo consignado no valor de R$ 3 mil em 12 parcelas no HSBC, Unibanco, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal, Citifinancial, Mercantil do Brasil, Banco Real, BMG e Banco do Brasil.Na ocasião, o Banco do Brasil não forneceu a simulação, alegando que os empréstimos para não-clientes estavam suspensos na última semana. Segundo o Procon, o HSBC foi o único banco que divulgou corretamente o CET mensal e anual, como estabelece a resolução. Os demais não informaram, em nenhum momento, o CET.De acordo com o gestor de Finanças do Procon, os atendentes do Banco do Brasil e do Santander demonstraram total desconhecimento em relação à resolução. Além disso, os atendentes só informavam os juros quando eram solicitados, disse Gleidson, que gravou todas as conversas com os atendentes dos bancos.Outro levantamento semelhante foi feito no início desta semana pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), que constatou que a medida era desrespeitada pelas dez instituições visitadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.Para o superintendente do Procon, os bancos não têm interesse em divulgar suas taxas para não acirrar a concorrência no setor, causando uma redução dos juros. A verdade é que os bancos sempre desrespeitam o consumidor, que é a parte vulnerável, ferindo o princípio da boa fé na relação de consumo. Só informam o que é de seu interesse deles .Ele lembra que a obrigatoriedade do CET já está preconizado no Código de Defesa do Consumidor. O Inciso 3 do Artigo 6 diz que é direito do consumidor a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço. Antônio Carlos disse que iniciará uma fiscalização esta semana e que vai autuar os bancos que não informarem o CET.
A maioria dos bancos instalados na capital ainda não informa o consumidor sobre o Custo Efetivo Total (CET) nas operações de crédito, que deve reunir as taxas de juros e todos os demais encargos num único índice. A constatação foi feita por um técnico da Superintendência Estadual de Proteção aos Direitos do Consumidor no Estado (Procon-Goiás), que visitou dez bancos e instituições de crédito de Goiânia em busca de um empréstimo.O objetivo do CET é facilitar para o consumidor bancário a melhor comparação dos custos cobrados pela instituições. O Procon anunciou que iniciará uma fiscalização esta semana.A medida foi determinada pela Resolução 3.517 de 6 de dezembro de 2007 do Conselho Monetário Nacional e entrou em vigor no último dia 3. O CET deve englobar todos os encargos, como Taxa de Abertura de Cadastro (TAC), seguros, tarifas, impostos ou qualquer tipo de despesa, inclusive de terceiros, inseridos no custo total do financiamento. Os bancos tiveram muito tempo para se enquadrar, afirma o superintendente do Procon-Goiás, Antônio Carlos de Lima.DesobediênciaNa condição de consumidor, o gestor de Finanças do Procon-Goiás, Gleidson Tomaz Fernandes, solicitou um empréstimo consignado no valor de R$ 3 mil em 12 parcelas no HSBC, Unibanco, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal, Citifinancial, Mercantil do Brasil, Banco Real, BMG e Banco do Brasil.Na ocasião, o Banco do Brasil não forneceu a simulação, alegando que os empréstimos para não-clientes estavam suspensos na última semana. Segundo o Procon, o HSBC foi o único banco que divulgou corretamente o CET mensal e anual, como estabelece a resolução. Os demais não informaram, em nenhum momento, o CET.De acordo com o gestor de Finanças do Procon, os atendentes do Banco do Brasil e do Santander demonstraram total desconhecimento em relação à resolução. Além disso, os atendentes só informavam os juros quando eram solicitados, disse Gleidson, que gravou todas as conversas com os atendentes dos bancos.Outro levantamento semelhante foi feito no início desta semana pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), que constatou que a medida era desrespeitada pelas dez instituições visitadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.Para o superintendente do Procon, os bancos não têm interesse em divulgar suas taxas para não acirrar a concorrência no setor, causando uma redução dos juros. A verdade é que os bancos sempre desrespeitam o consumidor, que é a parte vulnerável, ferindo o princípio da boa fé na relação de consumo. Só informam o que é de seu interesse deles .Ele lembra que a obrigatoriedade do CET já está preconizado no Código de Defesa do Consumidor. O Inciso 3 do Artigo 6 diz que é direito do consumidor a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço. Antônio Carlos disse que iniciará uma fiscalização esta semana e que vai autuar os bancos que não informarem o CET.
Clube de Seguros ameaçam hegemonia de seguradoras
FONTE: UAI - ESTADO DE MINAS - Data: 09-mar-2008
Oferecendo preços bem mais baixos, associações e cooperativas ameaçam hegemonia das 100 maiores empresas do setor. Ministério Público e PF estão investigando entidades
Sandra Kiefer - Estado de Minas Um mercado paralelo de venda de seguros de automóveis está desafiando o poderio das cerca de 100 seguradoras legalmente constituídas no país, que disputam um terço da frota nacional de 30 milhões de unidades. Em sete estados brasileiros, além de Brasília, já foram identificadas 48 associações e cooperativas que supostamente operam com seguros, escondidas sob o nome de ''programas de proteção automotiva'', principalmente contra roubo e batidas de carros e caminhões. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam 30 delas, denunciadas pelas próprias seguradoras. Tudo começou em Minas Gerais, que concentra 26 entidades (17 delas sob investigação).A idéia surgiu há 15 anos com um grupo fechado de cegonheiros da montadora Fiat, em Betim. Eles recolhiam um valor todo mês e, com o fundo entre amigos, cotizavam entre si possíveis prejuízos com roubo de carga, oficina mecânica e perda de pneus (cada um custa R$ 1,2 mil). Daí para a criação de uma espécie de clube de seguros, em 2004, foi um pulo. ''Se você bater o carro, as despesas vão para o rateio e a associação repõe o bem aos associados. A vantagem é que, por não ser uma seguradora, não há fins lucrativos, e, por isso, a cobertura fica mais barata. Só dividimos o prejuízo'', compara o integrante da mais antiga entidade do estado, que pede para não ser identificado. Ele lembra que o seguro convencional de um caminhão sai na faixa de R$ 22 mil e que seria necessário trabalhar seis meses no ano só para pagar o plano.A veloz expansão do negócio no país pode ser explicada pelo preço cobrado pelas entidades, inferior ao de mercado. Em média, elas cobram entre R$ 30 a R$ 70, em 12 vezes. Ao todo, portanto, a cobertura não ultrapassa a faixa de R$ 360 a R$ 740 anuais, no máximo, incluindo assistência 24 horas, proteção a vidros e reboque (só não cobre terceiros, descontados à parte em parceria com seguradoras). Concorre diretamente com o valor inicial médio de R$ 1 mil cobrado pelas companhias de seguro convencionais, parcelado em três ou quatro prestações.O preço e a facilidade de pagamento atraem principalmente os donos de carros menosprezados pelas grandes seguradoras - aqueles com muitos anos de uso, maior índice de acidentes (motos) ou mais visados pelos ladrões, como cegonheiras (que já não são mais seguradas por algumas companhias). ''Somos uma associação de classe de verdade, que se reúne e faz atas das assembléias. Nosso grupo é fechado em 800 caminhoneiros e não saímos vendendo seguros por aí. A entidade não tem fins lucrativos e só divide os prejuízos. Se não houver sinistro no mês, não é cobrada a taxa'', compara o integrante da entidade.Sem fiscalização Em quatro anos, a novidade alastrou-se para mais seis estados brasileiros - São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina e o Distrito Federal. ''É um seguro que não tem nada de seguro. Como estão à margem da lei, eles não são fiscalizados como as seguradoras. Se não pagarem a indenização, o cliente não tem com quem reclamar'', reage Sérgio Duque Estrada, diretor de Proteção ao Seguro da Fenaseg, entidade que representa as seguradoras. Com base no Decreto-lei 73/66, apenas uma seguradora pode vender seguros - e está sujeita à autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda. Segundo ele, já existem entidades de classe oferecendo até seguros de vida e de responsabilidade civil.O aumento da venda irregular de seguros por associações de classe e cooperativas levou a Fenaseg e a Fenacor (dos corretores de seguros) a se unirem para tentar mudar o quadro. Sob pressão das companhias de seguros, a Susep, que regula o mercado, denunciou as entidades ao Ministério Público Federal e à PF, por vendas irregulares de seguros, em novembro passado. Por enquanto, as entidades ainda estão sob investigação. Até que saia a decisão da Justiça, não é crime oferecer o novo seguro. Elas estão sendo apenas notificadas pela Susep por práticas irregulares de comercialização de seguro. ''Para segurança e proteção do segurado, a Susep recomenda a escolha de empresa autorizada a operar no mercado de seguros'', informa o órgão, que divulga uma lista das seguradoras regulares em seu site.
Oferecendo preços bem mais baixos, associações e cooperativas ameaçam hegemonia das 100 maiores empresas do setor. Ministério Público e PF estão investigando entidades
Sandra Kiefer - Estado de Minas Um mercado paralelo de venda de seguros de automóveis está desafiando o poderio das cerca de 100 seguradoras legalmente constituídas no país, que disputam um terço da frota nacional de 30 milhões de unidades. Em sete estados brasileiros, além de Brasília, já foram identificadas 48 associações e cooperativas que supostamente operam com seguros, escondidas sob o nome de ''programas de proteção automotiva'', principalmente contra roubo e batidas de carros e caminhões. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam 30 delas, denunciadas pelas próprias seguradoras. Tudo começou em Minas Gerais, que concentra 26 entidades (17 delas sob investigação).A idéia surgiu há 15 anos com um grupo fechado de cegonheiros da montadora Fiat, em Betim. Eles recolhiam um valor todo mês e, com o fundo entre amigos, cotizavam entre si possíveis prejuízos com roubo de carga, oficina mecânica e perda de pneus (cada um custa R$ 1,2 mil). Daí para a criação de uma espécie de clube de seguros, em 2004, foi um pulo. ''Se você bater o carro, as despesas vão para o rateio e a associação repõe o bem aos associados. A vantagem é que, por não ser uma seguradora, não há fins lucrativos, e, por isso, a cobertura fica mais barata. Só dividimos o prejuízo'', compara o integrante da mais antiga entidade do estado, que pede para não ser identificado. Ele lembra que o seguro convencional de um caminhão sai na faixa de R$ 22 mil e que seria necessário trabalhar seis meses no ano só para pagar o plano.A veloz expansão do negócio no país pode ser explicada pelo preço cobrado pelas entidades, inferior ao de mercado. Em média, elas cobram entre R$ 30 a R$ 70, em 12 vezes. Ao todo, portanto, a cobertura não ultrapassa a faixa de R$ 360 a R$ 740 anuais, no máximo, incluindo assistência 24 horas, proteção a vidros e reboque (só não cobre terceiros, descontados à parte em parceria com seguradoras). Concorre diretamente com o valor inicial médio de R$ 1 mil cobrado pelas companhias de seguro convencionais, parcelado em três ou quatro prestações.O preço e a facilidade de pagamento atraem principalmente os donos de carros menosprezados pelas grandes seguradoras - aqueles com muitos anos de uso, maior índice de acidentes (motos) ou mais visados pelos ladrões, como cegonheiras (que já não são mais seguradas por algumas companhias). ''Somos uma associação de classe de verdade, que se reúne e faz atas das assembléias. Nosso grupo é fechado em 800 caminhoneiros e não saímos vendendo seguros por aí. A entidade não tem fins lucrativos e só divide os prejuízos. Se não houver sinistro no mês, não é cobrada a taxa'', compara o integrante da entidade.Sem fiscalização Em quatro anos, a novidade alastrou-se para mais seis estados brasileiros - São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina e o Distrito Federal. ''É um seguro que não tem nada de seguro. Como estão à margem da lei, eles não são fiscalizados como as seguradoras. Se não pagarem a indenização, o cliente não tem com quem reclamar'', reage Sérgio Duque Estrada, diretor de Proteção ao Seguro da Fenaseg, entidade que representa as seguradoras. Com base no Decreto-lei 73/66, apenas uma seguradora pode vender seguros - e está sujeita à autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda. Segundo ele, já existem entidades de classe oferecendo até seguros de vida e de responsabilidade civil.O aumento da venda irregular de seguros por associações de classe e cooperativas levou a Fenaseg e a Fenacor (dos corretores de seguros) a se unirem para tentar mudar o quadro. Sob pressão das companhias de seguros, a Susep, que regula o mercado, denunciou as entidades ao Ministério Público Federal e à PF, por vendas irregulares de seguros, em novembro passado. Por enquanto, as entidades ainda estão sob investigação. Até que saia a decisão da Justiça, não é crime oferecer o novo seguro. Elas estão sendo apenas notificadas pela Susep por práticas irregulares de comercialização de seguro. ''Para segurança e proteção do segurado, a Susep recomenda a escolha de empresa autorizada a operar no mercado de seguros'', informa o órgão, que divulga uma lista das seguradoras regulares em seu site.
5 de março de 2008
Novidades Ituran. Você sabia...
Você sabia que o índice de recuperação de veículos monitorados pela Ituran é de 96% e que os 4% restantes referem-se a veículos não monitorados por inadimplência ou por equipamentos que não estão funcionando por falta de teste?
Você sabia que pode adquirir o Ituran RF (equipamentos revisados) em regime de comodato por apenas R$ 59,00 por mês (já com a taxa de monitoramento), mais R$100,00 da instalação, e que a instalação pode ser feita na sua casa?
Voce sabia que se você tem o ituran instalado em seu veículo, concedido em comodato por alguma seguradora (exceto Porto), e por qualquer motivo (cancelamento, renovação em outra cia, etc.) será necessário devolver o equipamento, você pode admirir o mesmo por apenas R$ 199,00 mais o custo mensal do monitoramento?
Você sabia que o ituranmais (garantia de localização) vai voltar?
Quer saber mais? Acesse: http://www.ituranmais.com.br/ ou ligue: 11 4994-5733
Você sabia que pode adquirir o Ituran RF (equipamentos revisados) em regime de comodato por apenas R$ 59,00 por mês (já com a taxa de monitoramento), mais R$100,00 da instalação, e que a instalação pode ser feita na sua casa?
Voce sabia que se você tem o ituran instalado em seu veículo, concedido em comodato por alguma seguradora (exceto Porto), e por qualquer motivo (cancelamento, renovação em outra cia, etc.) será necessário devolver o equipamento, você pode admirir o mesmo por apenas R$ 199,00 mais o custo mensal do monitoramento?
Você sabia que o ituranmais (garantia de localização) vai voltar?
Quer saber mais? Acesse: http://www.ituranmais.com.br/ ou ligue: 11 4994-5733
Estudo identifica veículos mais vulneráveis a danos por alagamento
Fonte: fenaseg - Data: 04/03/2008
Novo estudo do Cesvi Brasil aponta os veículos mais vulneráveis em situações de alagamento e os possíveis danos que possam sofrer por causa de suas características mecânicas e eletroeletrônicas. Ao avaliar os veículos, o trabalho destaca que as fortes chuvas e os danos causados aos automóveis afetam, fora toda a população, o mercado segurador, as oficinas de reparação e as montadoras.
O chamado Índice de Danos de Enchente classifica os veículos de acordo com o risco que cada um corre na eventualidade de se envolver em uma área de alagamento, tendo como base a reação dos principais componentes. A partir daí estabeleceu-se um ranking que indica e compara a eficiência de cada veículo em manter seu funcionamento quando envolvido em alagamento. Na média, os carros populares são os mais propensos a apresentar danos por alagamento. Confira mais informações sobre o estudo e o ranking dos veículos analisados no Índice de Danos de Enchente no site do CESVI BRASIL: http://www.cesvibrasil.com.br/revista/ed_57_mat_capa.asp
Novo estudo do Cesvi Brasil aponta os veículos mais vulneráveis em situações de alagamento e os possíveis danos que possam sofrer por causa de suas características mecânicas e eletroeletrônicas. Ao avaliar os veículos, o trabalho destaca que as fortes chuvas e os danos causados aos automóveis afetam, fora toda a população, o mercado segurador, as oficinas de reparação e as montadoras.
O chamado Índice de Danos de Enchente classifica os veículos de acordo com o risco que cada um corre na eventualidade de se envolver em uma área de alagamento, tendo como base a reação dos principais componentes. A partir daí estabeleceu-se um ranking que indica e compara a eficiência de cada veículo em manter seu funcionamento quando envolvido em alagamento. Na média, os carros populares são os mais propensos a apresentar danos por alagamento. Confira mais informações sobre o estudo e o ranking dos veículos analisados no Índice de Danos de Enchente no site do CESVI BRASIL: http://www.cesvibrasil.com.br/revista/ed_57_mat_capa.asp
4 de março de 2008
Novo fone da Luma Seguros em Florianópolis SC
Já está em funcionamento o novo número telefônico da Luma Seguros em SC.
Agora nossos clientes de Florianópolis e região podem entrar em contato com SP via fone através de ligação local. Trata-se de número virtual (tecnologia voip). O número é 48 40528178.
Agora nossos clientes de Florianópolis e região podem entrar em contato com SP via fone através de ligação local. Trata-se de número virtual (tecnologia voip). O número é 48 40528178.
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