11 de abril de 2014

Varejistas são alvos de processo por venda abusiva de seguros

 Fonte: Época Negócios - Data: 10/04/2014

empresas-tem-dez-dias-para-apresentar-defesa-ao-mj--241344Ministério da Justiça instaurou processos administrativos contra as redes Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio
O Ministério da Justiça abriu processos contra redes varejistas acusadas de práticas abusivas na venda casada de produtos e seguros, disfarçados de garantia estendida. Há também seguro de vida e planos odontológicos sem solicitação dos consumidores.
“Os varejistas parecem estar se transformando em grandes vendedores de seguros. Temos notícias de uma empresa que comercializou mais de R$ 9 milhões de apólices de seguro em 2013”, disse Amaury Oliva, diretor do departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor.
Foram instaurados processos administrativos contra as redes Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio. A rede Insinuante foi notificada para prestar esclarecimentos sobre a venda de seguros, serviços adicionados e suas regras de venda.
Segundo o Ministério da Justiça, entre 2005 e 2012, a Casas Bahia recebeu 13.057 reclamações de consumidores com relação à garantia, o Ponto Frio, 14.031; Magazine Luiza, 9.068 e Ricardo Eletro, 33.367.
A instauração dos processos foi publicada nesta quarta-feira (9/04) no Diário Oficial da União. As empresas têm dez dias, a partir de hoje, para apresentar defesa. Se condenadas, podem ser multadas em até R$ 7 milhões.
As investigações começaram em 2012 com denúncia do Procon de Ubá (MG) contra a Casas Bahia. Após consulta aos registros do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor e aos Procons, o departamento ampliou a investigação para outras redes varejistas.
“O problema é a prática abusiva de empurrar o seguro para quem não solicitou. O consumidor vai a uma loja comprar um liquidificador, uma geladeira, e sai, sem querer, com vários seguros embutidos no valor do produto. Isso é inadmissível pelas regras do Código de Defesa do Consumidor. É um padrão comercial que não me parece leal com os consumidores”, disse Amaury Oliva.
“Não podemos admitir que empresas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores. O consumidor precisa ficar atento. Se ele não solicitou o produto, retorne à loja, exija seu dinheiro de volta. Se houver algum problema, pode recorrer aos Procons”, disse o diretor.
Amaury Oliva revelou um caso de abuso. “Uma moça de baixa renda foi comprar um jogo de cozinha. A vendedora disse que ela tinha que assinar vários documentos senão ela perderia a promoção. A consumidora, quando chegou em casa, viu que comprou seguro de vida e garantia estendida. O jogo de cozinha, que era R$ 820, saiu por R$ 1.019”.
Em nota, a Ricardo Eletro informou que não foi notificada sobre o processo administrativo, e que a empresa irá se manifestar após receber o documento. “A Ricardo Eletro esclarece que tem realizado investimentos constantes para atender cada vez melhor o consumidor. Tais medidas permitiram, inclusive, uma redução significativa no número de reclamações de clientes”, disse o comunicado.
A Via Varejo, que administra Casas Bahia e Ponto Frio, argumenta que “pauta suas ações de acordo com a lei e na excelência do atendimento ao consumidor em todos os seus negócios”. A empresa responderá ao departamento no prazo determinado.
O Magazine Luiza disse que, até o momento, a empresa não foi notificada. “A empresa informa que atua em conformidade com a legislação vigente e reitera o seu compromisso de sempre prezar pela transparência e excelência no atendimento, visando à satisfação de seus clientes”, afirmou a nota.
A Lojas Insinuante não deu uma resposta até o fechamento da reportagem.


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9 de abril de 2014

A felicidade está nos pequenos gestos

Fonte: Meio e Mensagem - Data" 08/04/2014 
Crédito: Divulgação
O filme “Herói Desconhecido”, criado pela filial de Bangkok da Ogilvy para uma companhia de seguros tailandesa, retrata pequenas ações altruístas repetida s por um rapaz todos os dias para abordar a importância dos detalhes na construção da felicidade.
Comercial de uma companhia de seguros criado pela Ogilvy tailandesa inspira a bondade com o próximo. “O que ele ganha em troca?”, indaga o narrador. “Nada. Ele não vai ficar mais rico. Não vai aparecer na TV. Continuará anônimo. Nem um pouco mais famoso”, completa. 
Mas o filme ensina que a recompensa é algo maior que dinheiro ou fama. O comercial termina perguntando ao espectador o que é mais importante para sua vida, e assina: “Acredite no bem”.



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3 de abril de 2014

Roubos a carros fazem seguros dispararem nas grandes cidades

Fonte: Metro Jornal - Data: 03/04/2014
Man breaking into carO aumento dos roubos de carros fez o preço dos seguros disparar nas grandes cidades. Só na capital paulista, a apólice encareceu até 10% desde o início do ano. Nos primeiros dois meses deste ano, o roubo de veículos disparou no estado de São Paulo.
Em janeiro e fevereiro, foram roubados 18.163 carros, um a cada cinco minutos. O número é vinte e cinco por cento maior do que as 14.591 ocorrências registradas no mesmo período de 2013.
Só na semana passada, câmeras de segurança registraram dois flagrantes. Na capital, a vítima é tirada de dentro do carro vermelho. Os bandidos não conseguem sair com o veículo carro e fogem. Um deles foi preso e o outro fugiu. Em Praia Grande, no litoral, um menor também não conseguiu sair com o carro que tentava roubar. Ele deu várias coronhadas com uma arma na cabeça do idoso, que conseguiu recuperar o veículo. O menor foi apreendido.
Mesmo quem não teve um carro roubado vai ficar no prejuízo. É que as seguradoras usam os dados da criminalidade para calcular o valor dos seguros, que já estão, em média, de 5% a 10% mais caros no estado de São Paulo.
A baixa taxa de recuperação dos veículos também ajuda a encarecer ainda mais os seguros. O estado do Rio de Janeiro também registrou aumento. Em janeiro de 2013 foram 1946 carros roubados contra 3.216 roubos no mesmo mês deste ano.

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27 de março de 2014

Em sua opinião, comprar seguros pela internet é seguro?

 Fonte: SindsegSC - Data: 27/03/2014

186849271O SindsegSC – Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização em Santa Catarina realizou no seu portal uma enquete com o tema: ‘’A segurança é fundamental no mercado de seguros, e na hora da compra todo cuidado é pouco. Em sua opinião, comprar seguros pela internet é seguro?’’.
A votação para a enquete foi encerrada no dia 26 de março de 2014. O resultado final foi 49.45% para o sim e 50.55% para o não. Resultando em uma porcentagem de participantes que se preocupa com a segurança quando o tema é adquirir um seguro pela internet.
Há cerca de três anos boa parte dos brasileiros passou a comprar os mais diversos tipos de seguro pela internet. A compra pela rede foi oficializada com a certificação digital, regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsável pela regulação e fiscalização do mercado de seguros.
Uma das vantagens dos portais é a facilidade em chegar a todo País. O serviço é considerado fácil, rápido e ajuda a economizar tempo e dinheiro. Contudo, em um negócio onde a credibilidade é fundamental, a compra de seguros por essa via deve ser cercada de cuidados.
Existe uma diferença muito grande entre os consumidores de seguros e os consumidores de livros, CDs e eletrodomésticos. E é por esse motivo que os interessados devem procurar sites de instituições bem estabelecidas e restringir a busca aos seguros mais simples, por exemplo, seguros de acidentes pessoais ou residencial.
Para os seguros de grandes riscos, que são mais complexos e demandam uma análise mais precisa, como por exemplo, seguros empresariais, de transportes ou responsabilidade civil, deve-se ter assessoria de um corretor habilitado. Este profissional é especializado em promover contratos de seguro entre as seguradoras e seus clientes em todos os ramos e tipos de risco.
Para o presidente do SindsegSC, Paulo Lückmann, o mercado de seguros é amplo, diante da possibilidade de compra de seguros pela internet, a figura do Corretor Habilitado em Seguros continuará muito necessária, principalmente ante a demanda de uma assessoria capacitada por parte dos segurados.
‘’O profissional Corretor que mostrar domínio do assunto e aprimorar o seu conhecimento no dia a dia, com certeza terá e aumentará suas chances em conquistar novos clientes’’, complementa Luckmann.
Há muitas pessoas procurando levar vantagem em detrimento do mercado, principalmente na rede. Uma dica importante é, antes de tudo, pesquisar o nome das empresas em sites especializados em reclamações e checar o registro da corretora na Susep.
A nova enquete do portal SindsegSC já está no ar e tem o tema “Você conhece a diferença entre os planos PGBL e VGBL?”. Participe e ajude o SindsegSC a conhecer melhor você visitante.

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11 de março de 2014

Venda por outros canais é positiva dentro do mercado

Fonte: CQCS | Crislaine Cambuí - Data: 11/03/2014


184601241O desenvolvimento constante das tecnologias resulta, entre outras coisas, em novas relações de consumo. Hoje o consumidor se sente cada vez mais confiante em adquirir produtos através de canais digitais. E no mercado de seguros, que para alguns ainda é uma realidade distante, essa nova prática tem atingido um novo público. Porém, a venda de seguros por canais alternativos ainda é vista com desconfiança por parte dos corretores.
De acordo com o diretor e sócio da Flex Corretora, José Caiafa, isso acontece porque os profissionais ainda estão muito amarrados ao modelo tradicional e por não desenvolverem recursos para um processo alternativo. “Nenhum corretor vai perder qualquer negócio, se um outro canal começar a vender, por exemplo, um seguro de acidentes pessoais com prêmio de R$ 5,00 ao ano”, afirma.
Segundo Caiafa, esta é a oportunidade deste cliente que contratou o seguro com um valor mais em conta vir a contratar um novo produto no futuro com um valor mais elevado. “Com a entrada de novos consumidores de seguros, ele pode vender um produto que seja compatível com aquilo que é a expectativa dele de retorno”.
Nessa linha, o diretor executivo do CQCS, Gustavo Doria Filho, acrescenta que essa é uma tendência sem volta. E que, na verdade 20% dos seguros sempre foram vendidos por canais diretos. “Eu não acredito que esse percentual mude muito. Os corretores sempre terão o seu lugar”.
Para o sócio-fundador e CEO da Bidu Corretora de Seguros, Eldes Mattiuzzo, as lojas podem ser um bom canal de divulgação, de atração de clientes, de fornecedor de informação, de maneira que venha aumentar a educação e a demanda por seguros. “Mas é muito importante ter um corretor por trás de cada estabelecimento. Apenas o corretor pode fazer uma venda correta e prestar o devido atendimento”.

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6 de março de 2014

Roubo e furto de carros mostra tendência de alta em todo o Brasil

Fonte: Sonho Seguro - Data: 06/03/2014


Roubo_e_FurtoO aumento da frequência de roubo e furto de veículos nas grandes cidades brasileiras acendeu o sinal amarelo nas seguradoras neste começo de ano. De acordo com a CNseg, 476 mil veículos foram roubados no Brasil, segundo dados fornecidos pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Só no Estado de São Paulo, o montante de roubos e furtos de veículos cresceu 10,1% em 2013, chegando a 225 mil casos.É o maior em 12 anos. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 44,7 mil, Minas com 28,8 mil e Rio Grande do Sul com 28,7 mil. Veja abaixo o quadro com as estatísticas divulgadas pela Cnseg e produzido pelo jornal Gazeta do Povo.
Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo mostram que em 2013 as ocorrências de roubo de veículos superaram as de furto pela primeira vez desde 2011. Segundo as estatísticas da secretaria, dos carros roubados ou furtados 40% são recuperados. No Estado, 50% dos casos de latrocínio estão ligados a roubos de veículos.
Vale ressaltar que o preço do seguro para veículos é calculado de acordo com a avaliação de risco que as seguradoras efetuam, considerando idade do condutor, estado civil, uso do carro e locais de circulação, bem como o impacto da conjuntura que afeta o índice de sinistralidade de suas carteiras, como os índices de roubo e furto de veículos, as frequências de colisões e os custos de peças e reparação dos veículos acidentados.

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7 de fevereiro de 2014

Parcelas em atraso, até que ponto a seguradora pode se recusar a pagar a indenização?

Fonte: CQCS - Data:   07/02/2014 / Crislaine Cambuí

O segurado faz o seguro do seu veículo e divide as parcelas em 10x. Mas, em determinado mês, ele não paga a mensalidade. A seguradora pode se recusar a arcar com as coberturas solicitadas?

Para o corretor Eliés da Silva, da Elibraz Corretora de Seguros (Belo Horizonte-MG), a resposta é clara: sim. “Afinal, existe um acordo entre as partes, o segurado diz ‘eu pago para receber as coberturas”, e do outro lado a seguradora confirma”.

Porém, há controvérsias, como explica o corretor PF, Marcio Freitas (Rio de Janeiro-RJ), ao falar sobre as coberturas técnicas (proporcionais). “Se o cliente dividir o seguro em 2x, assim que ele quitar a primeira parcela há um entendimento jurídico de que aquela apólice estará coberta por seis meses”.

Compartilhando da mesma ideia, Eliés acrescenta que ao dividir em dez parcelas não existe uma extensão de tempo, ou seja, “quanto menos parcelas fizer, maior será a cobertura técnica. “E cita um novo exemplo, uma apólice dividida em quarto parcelas, ao efetuar o pagamento da primeira, o segurado já está coberto por, pelo menos, três meses”, completa o mineiro.

Nessa linha, ele destaca que o papel do corretor, é induzir sempre o cliente a quitar o pagamento em dia para garantir seus benefícios. Eliés afirma ainda, que em alguns casos o corretor pode tentar uma intervenção, “vai depender do relacionamento do profissional com a seguradora. Em muitos casos é possível até intervir nas parcelas em atrasos, ou até mesmo, erros de contrato”, conclui.

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