12 de agosto de 2010

Vale a pena fazer uma garantia estendida?

Fonte: EPTV - Data: 12/08/2010.
Saiba mais sobre os tipos de garantias para não jogar dinheiro fora

A cena é comum. Na hora de comprar um carro, móvel, eletrodoméstico ou eletroeletrônico, o vendedor começa com aquela conversa, que passa rapidamente de envolvente para irritante, sobre os benefícios incríveis de uma garantia estendida. As prestações aumentam só um pouquinho e a promessa é de uma duração quase infinita. Mas será que você precisaria aumentar a garantia do seu produto? Ou melhor, você tem ideia das garantias que já são concedidas por lei? Então se prepare para cobrar o que é seu por direito e economizar.

A primeira coisa que você precisa saber é que existem três tipos de garantias: legal, contratual e estendida. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, independente do tipo de produto e do tipo de aquisição, a garantia por lei é de 30 dias, para artigos não duráveis, e de 90 dias, para bens duráveis. Ela é válida para todos os fornecedores e fabricantes e o prazo começa na data de emissão da nota fiscal.

Segundo o advogado André Guimarães, este período é válido no caso de problemas visíveis, onde não cabe contestação. Mas para danos de difícil percepção, a garantia pode ser maior.
“Temos a figura dos vícios ocultos, aqueles que nós não teríamos a fácil percepção da sua existência. Para estes, o prazo seria de seis meses para reclamar a partir da evidência do problema”, explica.

Vinculada ao contrato

A garantia contratual é aquela que o fabricante oferece no momento da venda. Na compra de um veículo, por exemplo, o cliente considera a garantia de 12, 24 ou 36 meses que vai junto com o carro. Quanto maior o prazo, melhor para o consumidor.

Mas é preciso ficar atento para o período em que a garantia contratual começa a valer. Os prazos são cumulativos. Se o cliente solicitar o conserto de um fogão, primeiro vale verificar se ele ainda está dentro da garantia legal para procurar a assistência técnica especializada. O prazo definido por contrato só vale após os 90 dias garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. Para uma garantia de mais um ano, o cliente tem na verdade um ano e três meses para solicitar o conserto ou a troca. Veja detalhes no vídeo.
Garantia estendida é um seguro

Ao contrário do que muitos pensam, a garantia estendida não é oferecida pelo fabricante. Na verdade ela não pode sequer ser considerada uma “garantia”. O que o consumidor adquire, neste caso, é um seguro vendido pelas lojas, agregado ao produto, com um prazo de 12 a 36 meses. Este tipo de acordo passa longe do Código de Defesa do Consumidor. Ele é regulamentado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados. Veja detalhes no vídeo.
Portanto, não se engane. Se você está pagando uma garantia estendida, saiba que não é um prazo adicional junto ao fabricante, mas um seguro. Neste caso, buscar uma assistência técnica não é o caminho correto para resolver algum problema com o produto. É preciso entrar em contato com a seguradora.

“Você deverá procurar a seguradora onde foi contratada a extensão, não da garantia, mas de seguridade. Se algo acontecer, a seguradora pagará o reparo ou reembolsará o valor integral do produto”, esclarece o advogado.

O início desta “garantia” também só começa a valer após o término da garantia legal ou da contratual, se houver.

Quando vale a pena?

O custo da chamada garantia estendida costuma ser de 10% a 15% do valor do produto, para seguros com vigência de 12 meses. Mas é bom avaliar se ela é realmente necessária. No caso de uma máquina de lavar, por exemplo, a manutenção é relativamente barata. Se ela custa R$ 1 mil e o seguro sai por R$ 150, não vai valer a pena se o conserto for R$ 50. E ainda há o risco de o problema aparecer só depois que o prazo acabar. Por isso, vale esperar o problema acontecer para pagar por ele, em vez de antecipar o custo de um defeito que pode nem existir.
“Para alguns produtos ela (a garantia) se apresenta bastante cara, uma vez que eles não apresentarão problemas neste período e isso representará um ganho para a seguradora”.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão governamental que fiscaliza e regulamenta o setor de seguros, de 2008 até 2010 foram arrecadados cerca de R$ 2 bilhões com a venda da garantia estendida. Já o valor pago para consertos dos produtos segurados não chegou a R$ 190 milhões, o que significa que a taxa de uso do seguro não alcançou 10%.

Muitos clientes não são esclarecidos na hora da compra, não veem apólice de seguro e nem sabem como ele deve ser usado. Segundo André Guimarães, os próprios vendedores não são devidamente treinados para explicar o consumidor.
Este tipo de seguro é valido para produtos que têm um alto custo para serem reparados, como os eletroeletrônicos. No caso das televisões de LCD, por exemplo, o preço para consertar uma tela chega perto do valor de uma televisão nova. Neste caso, o seguro garantiria um produto novo em folha.

Guarde a nota fiscal

Para fazer valer as garantias, o consumidor deve guardar todas as notas fiscais, já que é a partir da data de emissão que os prazos começam a contar. Se ele não tiver como comprovar esta data, não será possível usufruir dos benefícios legais ou contratuais.
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11 de agosto de 2010

Seguro viagem na lista de exigências


Austrália tornou obrigatória a compra da apólice para conceder visto a estudantes. Cuba e os países da Europa pedem o documento na hora de passar pela imigração.
De garantia de tranquilidade para o turista em caso de doenças, perda de bagagem e outros eventuais problemas, o seguro viagem cada vez mais faz parte da lista de exigências dos países para permitir a entrada de estrangeiros em seu território. O anúncio mais recente foi feito pela Austrália, no começo de julho, que agora obriga estudantes a contratar um seguro específico, o Overseas Student Health Care, para conceder o visto. Cuba também adotou a medida há poucos meses.
Cuba
Desde maio, a ilha exige seguro para permitir a entrada de turistas. A apólice é vendida pela Asistur (asistur.cu) no aeroporto de Havana por, em média, 2,50 pesos conversíveis (cerca de R$ 5) por dia. O pacote básico garante cobertura de 10 mil pesos conversíveis (R$ 19 mil) em despesas médicas e emergenciais de retorno. O seguro custa 2 pesos conversíveis (R$ 3,80) a mais por dia para quem tem acima de 70 anos.
Europa
Para viajar a qualquer um dos 27 países europeus que integram o Acordo de Schengen (como Alemanha) o turista precisa comprar um seguro com cobertura de 30 mil para despesas médicas e legais, entre outras.

Estados Unidos
Apesar da burocracia para obtenção do visto, o país não exige seguro dos viajantes mas é um ítem desejável. Ainda assim, é interessante contratar uma apólice para garantir assistência médica, jurídica e ressarcimento em caso de perda de bagagem.

África do Sul
O governo local não exige seguro dos turistas (veja a lista de documentos para entrar no país em travel.state.gov). Mas você vai precisar de uma apólice caso queira fazer um safári: boa parte das operadoras locais pede o documento antes de vender passeios.
O seguro viagem é muito importante para a tranquilidade do viajante, pois garante assistência em caso de acidentes, doenças e até uma dor de dente, além de outras coberturas.
Você pode fazer uma simulação online do valor do seguro viagem para Europa, EUA, América do Sul ou mesmo nacional no site da Luma Seguros em: http://www.lumaseguros.com.br/. Se desejar contratar, basta solicitar a emissão do voucher que é emitido em minutos e enviado em arquivo PDF diretamente para seu email. Aí é só imprimir e seguir viagem.

9 de agosto de 2010

Segurviaje Mapfre em Bariloche prossegue até 20 de agosto

Fonte: Monitor Mercantil - Data: 09/08/2010

Proporcionar tranqüilidade e segurança para quem viaja a Bariloche é o objetivo da Ação Especial que o Segurviaje/Mapfre está realizando junto aos clientes que visitarem um dos principais destinos turísticos argentinos no inverno. O produto visa a oferecer serviços emergenciais de assistência 24h.
Até o próximo dia 20 de agosto, os clientes brasileiros que desembarcarem no local serão recepcionados no aeroporto por uma equipe do Segurviaje, que informa e tira dúvidas sobre como proceder em casos de emergências durante a estadia.A equipe conta ainda com o reforço de dois veículos, sendo um deles uma van, que auxiliam no atendimento emergencial aos turistas, como problemas com bagagens, acidentes ou enfermidades. Para o diretor do Segurviaje no Brasil, Marcello Diorio, "a iniciativa reforça o compromisso com os clientes e proporciona atendimento rápido e eficiente mesmo em um período onde o fluxo de viajantes é mais intenso". Ainda segundo o executivo, "por se tratar de um ambiente de clima frio e que envolve a prática de esportes no gelo, o número de atendimentos de emergência, derivados de torções e doenças respiratórias ocorrem em maior número, exigindo atenção especial da companhia para manter o alto padrão de atendimento oferecido em outras épocas do ano".
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S.Bernardo é 3ª em roubo de veículo

Fonte: Diário do Grande ABC - Data: 09/08/2010.

São Bernardo aparece na terceira colocação do ranking das dez cidades com maior índice de roubos e furtos de veículos no primeiro semestre. O levantamento foi feito pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Complementar e Capitalização).

A cidade registrou 2.830 roubos e furtos, o que representa 3,03% dos 93.347 casos registrados nos dez municípios de São Paulo analisados. O ranking, liderado pela Capital paulista (45.691), também conta com outras duas cidades do Grande ABC: Santo André, na quarta posição (2.446 casos) e Diadema, na sétima (1.629).

Segundo o diretor executivo da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais ), associada à CNSeg, Neival Rodrigues Freitas, a questão de roubo e furto de veículos reflete diretamente nos preços dos seguros. "Quando a seguradora começa a ter de pagar muitos sinistros, os valores cobrados sofrem reajustes. O ranking mostra que essas cidades do Grande ABC precisam de cotação mais elevada, pois é onde há número maior de indenizações", explica.

Freitas afirma que cada seguradora pode fazer o reajuste sempre que julgar necessário. O valor varia conforme o veículo e já que são levados em conta os dados do segurado, local onde o carro é guardado e a área de circulação. Em São Bernardo, por exemplo, o Rudge Ramos é um dos locais com maior incidência deste tipo de crime devido ao grande número de faculdades e comércio. "Sabendo que o proprietário vai demorar a voltar, os ladrões agem", diz o comandante da Polícia Militar na região, coronel José Luis Martins Navarro.

O ranking aponta os veículos mais visados. Segundo a CNSeg, em São Bernardo, o modelo mais levado pelos criminosos neste ano foi o Gol (242 casos). Depois, Uno (188) e Pálio (151). "O Gol é o carro mais fabricado no País e, consequentemente, circula mais. Por isso, aparece como o preferido dos bandidos em todas as cidades", ressalta o diretor da Fenseg.

Para o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros, de Empresas Corretoras de Seguros, Resseguros, de Saúde, de Vida, de Capitalização, de Previdência Privada no Estado de São Paulo), Mário Sérgio, existe explicação para os carros populares serem o principal alvo. "Os proprietários tomam menos cuidado do que os donos de carros mais caros", afirma.

Mário Sérgio diz que a falta de peças originais no mercado pode ajudar a incrementar os índices. "Muitos donos de modelos populares precisam fazer a manutenção e não conseguem ter acesso ao produto direto da fábrica, por falta de recursos ou de tempo. Aí, recorrem ao mercado paralelo e os criminosos acabam lucrando."
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6 de agosto de 2010

Furto e roubo de veículos cresce no Paraná

Fonte: O Estado do Paraná - 05/08/2010.

Boa parte dos carros roubados ou furtados é desmanchada pra venda ilegal de peças.

A quantidade de carros roubados ou furtados aumentou 7,2% nos primeiros seis meses desse ano no Paraná, em comparação com o mesmo período de 2009. De janeiro a junho do ano passado foram furtados ou roubados no Estado 9.993 veículos, sendo que neste ano, no mesmo período, foram registradas 10.708 ocorrências do tipo.Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), no final do mês de julho.Desta forma, em 2009 eram roubados ou furtados 55 carros por dia no Estado, neste ano o número saltou para 59. Os dados colocam o Paraná em quarto lugar no ranking dos estados, perdendo para São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Se avaliar a posição do Paraná em relação à frota de veículos, a quantidade de roubos coloca o Estado na décima posição no ranking nacional.Já em relação às cidades, Curitiba ficou em sétimo lugar no estudo feito pela CNSeg. De acordo com o relatório, do total de 10.708 carros roubados nos primeiros seis meses desse ano no Estado, 4.281 estavam em Curitiba, outros 1082, em Londrina, no norte do Paraná, e 498 em Cascavel, no oeste.As cidades onde mais ocorreram roubos e furtos de veículos, segundo o estudo, no primeiro semestre deste ano foram São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Campinas (São Paulo) e Porto Alegre.Nas opinião do diretor executivo do Sindicato das Seguradoras do Paraná, Ramiro Dias, o aumento de furtos e roubos pode ser explicado por diversos aspectos. O primeiro seria a facilidade que os bandidos veem nas rotas de fuga no Paraná."Temos uma tríplice fronteira e saída fácil para outros estados, como Santa Catarina, além do Mato Grosso do Sul", avalia. Outro fator, segundo Dias, é o aumento da frota de carros no Estado (passou de menos de 800 mil, há cinco anos, para um milhão e trezentos em 2010) aliado ao baixo efetivo policial das delegacias especializadas. "Hoje temos um contingente de policiais na delegacia de Curitiba menor do que tínhamos há cinco anos, enquanto a frota só cresce", comenta.O relatório da CNSeg mostrou, ainda, que os índices de recuperação de veículos furtados ou roubados no Paraná foram de 45,74% no período pesquisado. Em relação às motocicletas, o Estado também ficou em quarto lugar no ranking de furtos e roubos, com índices de 44,57% de recuperação.A reportagem procurou a CNSeg, mas não obteve retorno até o fechamento da edição de hoje. Da mesma forma, a reportagem telefonou para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Curitiba, mas ninguém atendeu.Segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), nos primeiros seis meses desse ano foram registrados 10.021 furtos e roubos de veículos no Paraná.[2]No mesmo período do ano passado, foram 9.759. O aumento, portanto, foi de 2,68%, segundo a Sesp, e não de 7,2%, conforme o estudo da CNSeg. Recentemente, a Sesp divulgou, ainda, que se comparar o primeiro trimestre deste ano com o segundo, houve diminuição de 7,3% nos furtos e roubos de veículos no Paraná, e aumento de 13,25% na recuperação.
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5 de agosto de 2010

Entenda a numeração do chassi

Fonte: Alumini Fabricante de Placas S/A


Os números e letras que compõem a numeração do chassi possuem regras que foram implantadas na década de 80 (ISO 3779) e servem para todos os fabricantes de veículos instalados em qualquer lugar do mundo.
No Brasil essa numeração passou a valer a partir de 1986/87 quando as motos começaram a ter dois números gravados iguais para dificultar fraudes. Composto de 17 dígitos o VIN (vehicle identification number) é dividido em quatro partes que quando decifradas podem informar dados sobre o fabricante, o modelo e o ano de fabricação.
A norma manda assim : ABCDEFGHIJKLMNOPQ
O número total gravado no chassi, cada letra é um campo do código
AB= código do país.
A seguir as determinações dos veículos de países que são mais comuns por aqui e que realmente nos interessam:
JA-J0 JapãoKF-KK Israel
LA-L0 China
ML-MR Tailândia
PL-PR Malásia
RF-RK Taiwan
SA-SM Grã Bretanha
SN-ST Alemanha
TJ-TP Tchecoslováquia
U5-U7 Slováquia
VA-VE Áustria
VF-VR França
WA-W0 Alemanha
ZA-ZR Itália
1A-10 Estados Unidos
2A-20 Canadá
3A-3W México
4A-40 Estados Unidos
5A-50 Estados Unidos
8A-8E Argentina
8F-8K Chile
8L-8R Equador
9A-9E Brasil
9L-9R Paraguay
9S-9W Uruguai
93-99 Brasil90 Não determinado
CD Código do fabricante.
Cada fabricante que produz mais de 500 unidades por ano possui seu código, portanto é impossível listar todos aqui.
DEFGH Código do equipamento.
Esta parte é deixada para que cada fabricante use como quiser. Normalmente dizem respeito a modelos, versões ou até mesmo equipamentos que possam vir instalados de fábrica. É o único lugar onde a letra "O" pode aparecer.
I Dígito de checagem.
Este dígito é usado como resultado de uma conta que checa o número do chassi.
Para cada letra da sequência é adotado um valor: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z....... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4......
Cada valor ou número é multiplicado por um fator de acordo com a sua posição: A B C D E F G H I J K L M N O P Q 8 7 6 5 4 3 2 10 0 9 8 7 6 5 4 3 2
O resultado é somado; o total é dividido por 11; este é o dígito de checagem.
Caso o resultado seja "10" o dígito de checagem será "X".
J Ano do modelo.
O ano do modelo normalmente vale de 1º de setembro do ano anterior a 31 de agosto do ano indicado.
A 1980 2010B 1981 2011 C 1982 2012 D 1983 2013 E 1984 2014 F 1985 2015 G 1986 2016 H 1987 2017 J 1988 2018 K 1989 2019 L 1990 2020 M 1991 2021 N 1992 2022 P 1993 2023 R 1994 2024 S 1995 2025 T 1996 2026 V 1997 2027 W 1998 2028X 1999 2029 Y 2000 2030 1 2001 2031 2 2002 2032 3 2003 2033 4 2004 2034 5 2005 2035 6 2006 2036 7 2007 2037 8 2008 2038 9 2009 2039 e o padrão se repete a cada 30 anos...
K Código da fábrica.
Para cada unidade que o fabricante possuir ao redor do mundo é determinado um código diferente.
LMNOPQ Número serial.
Pode ser resetado a cada nova versão ou não a critério do fabricante. Note que a sequência é de A para Z, depois de 1 para 9, depois 0. As letras I, O, Q não são normalmente usadas pela possibilidade de serem confundidas com os números "1" e "0". O código inteiro pode variar de acordo com a legislação local.
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