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19 de janeiro de 2008

Preço do seguro dos carros despenca 15% em 2007

Fonte: Do G1, com informações do Jornal Nacional - Data: 19/01/2008

Em São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices.Proprietários estão cada vez mais preocupados em proteger o patrimônio.
O preço do seguro dos carros despencou. Em algumas cidades, como São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices. Além disso, a disputa por novos clientes está beneficiando o consumidor. O empresário Domingos Pessoto Neto, por exemplo, sempre confiou em alarmes e na sorte. Em 25 anos ao volante, nunca fez seguro de automóvel. Mas agora com o carro seminovo de R$ 40 mil, o pequeno empresário decidiu que chegou a hora de se proteger. “Posso dormir sossegado, viajar sossegado”, explica Neto.Outro fator fundamento são os preço mais baixos. Na média, o custo dos seguros caiu quase 15% ao longo de 2007, mas não foi o risco de dirigir nossas cidades e estradas que diminuiu. Segundo os analistas do mercado, foi a competição que aumentou e a concorrência entre as seguradoras derruba os preços. Para o Sindicato dos Corretores de São Paulo, o aumento das vendas de veículos zero quilômetro trouxe para o mercado um novo grupo de consumidores de seguros: proprietários preocupados em proteger o novo patrimônio. Além disso, quem tem carro novo cuidar melhor e diminui os riscos de roubo. Os clientes recém-chegados acirraram a disputa entre as seguradoras. “Esta briga entre as empresas beneficiou o consumidor e a tendência é permanecer neste ano”, acredita Leoncio de Arruda, do Sindicato dos Corretores de Seguros de SP. O representante das seguradoras diz que as companhias podem cobrar menos porque o número de indenizações pagas diminuiu. A tecnologia dos rastreadores tem o seu papel nisso. “O rastreador não elimina o roubo e o furto de carro. Ele permite que você localize muito mais rapidamente o veículo e pedindo, inclusive, que seja feita indenização”, explica Neival Rodrigues Freitas, diretor da FENASEG.

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3 de setembro de 2007

Seguro para Gol 1.0 varia até R$ 3.542

Fonte: Diario do Gde ABC - Data: 02/09/2007

Quem está cotando preços de seguro de automóvel no Grande ABC provavelmente encontrará na companhia Azul Seguros o preço mais baixo.
De acordo com levantamento do Diário, a companhia cobra R$ 2.347 pela proteção anual completa de Gol 1.0 básico, 0km, que circula pelas ruas da região.
A mesma apólice na companhia Unibanco Seguros custa R$ 5.889 – o maior valor entre as sete seguradoras consultadas pela reportagem. A diferença chega a R$ 3.542.
Critérios - Além das diferenças entre o perfil de cada empresa, as operadoras calculam os custos com base na incidência de furtos em cada localidade. E é justamente por isso que no Grande ABC – região que lidera roubos de carros no País – o preço do seguro tende a ser mais alto do que na Capital.
Mas, segundo Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, de Santo André, esse quadro está mudando, com os preços no Grande ABC em queda de 10% a 15% ante o ano passado. “A incidência de roubos diminuiu de 2006 para cá, e isso tem afetado os preços”, diz.
Uno e Gol - Também nesse caso, há exceções. “O Uno e o Gol estão muitos próximos do valor do ano passado”, diz Torii. Isso porque nesses carros há maior incidência de sinistros. “O roubo ocorre em maior número nesses dois modelos porque a frota é maior”, justifica.

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8 de agosto de 2007

Seguro custa menos que a maioria dos consertos

Fonte: Seguros.inf.br - Data: 09.08.2007

O custo de uma batida de automóvel pode ficar muito mais caro que a contratação de um seguro para o veículo. De acordo com matéria publicada na revista Veja, uma batida a 15 quilômetros por hora em um Palio Fire 2006, sairia por R$ 3.700*. Já o seguro deste carro para uma mulher de 33 anos, casada, residente em Brasília, sairia em algumas seguradoras por aproximadamente R$ 956,44.

Para acionar o seguro no caso daquela mesma batida, a cliente pagaria uma franquia R$ 1.462,00. Somado ao valor do seguro, ela desembolsaria um total de R$ 2.418,00 e - no fim das contas - teria economizado R$ 1.281,56.
Além disso, também teria o carro protegido contra roubo, incêndio, alagamentos e danos a terceiros pelo período de um ano. Sem falar na possibilidade de usar os serviços da Assistência Dia & Noite no caso de furar o pneu, ficar "no prego", precisar do guincho etc.

O custo da batida no Palio Fire é resultado de uma simulação realizada pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi). Num crash-test de baixo impacto, o carro foi lançado contra uma parede a 15 quilômetros por hora. Primeiro foram provocadas batidas de impacto dianteiro e depois traseiro. Apesar de serem pequenas, batidas assim causam muitas dores de cabeça e gastos inesperados. Quando o dono do veículo não está protegido por um seguro, acaba gastando até duas vezes mais com o conserto do que se tivesse contratado e pago a franquia de uma apólice.

Segundo a revista Veja, seis em cada dez acidentes registrados nas cidades ocorrem quando o carro está numa velocidade abaixo de 30 Km por hora. Na maioria dos casos, a colisão acontece entre dois veículos enfileirados.

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6 de agosto de 2007

Antifurto

Fonte: Rtjsa - Data: 06.08.2007

Acaba de ser publicada a Resolução nº 147, do Ministério das Cidades, que determina que todos os veículos novos, saídos de fábrica, produzidos no Brasil ou importados, dentro de 24 meses, somente poderão ser comercializados quando equipados com dispositivo antifurto. O equipamento deverá ser dotado de sistema que possibilite o bloqueio e rastreamento do veículo.

“A medida merece aplausos, mas cabe uma ressalva: as montadoras vinham fazendo isso espontaneamente e com o boom do mercado automobilístico cessaram a preocupação ou o esquema de marketing. Para elas, só vale o que está escrito na lei”, destaca Leoncio de Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Arruda avalia que as multinacionais usam dois pesos e duas medidas: o que vale para o país de origem é ignorado aqui. “Basta somar o número de equipamentos de segurança obrigatórios lá fora. Não é preciso dizer mais nada”, afirma.

A resolução determina ainda que caberá ao proprietário do veículo decidir sobre a habilitação do equipamento junto aos prestadores de serviço de rastreamento e localização, definindo seu modelo e área de abrangência. “O documento é curto e abrangente. Não há espaço para artifícios jurídicos capazes de impedir sua execução. Vamos agora aguardar os desdobramentos”, ressalta o presidente do Sincor-SP.


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26 de março de 2007

Palio e Corsa têm seguro mais caro; Fox, menor custo de reparo

Fonte: Folha de São Paulo - Data: 26.03.2007

O preço do seguro dos carros varia, de maneira geral, de acordo com o perfil do motorista, a região em que circula o veículo e seu índice de reparabilidade. Esse valor considera a facilidade e o custo para o conserto, que se refletem no valor das apólices e das franquias.

De acordo com o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), que avalia o custo de reparação dos carros, o Fox é o mais barato para ser consertado entre os quatro. Atingiu a melhor nota (dez pontos em uma escala que vai de 10 a 60), enquanto o Corsa ficou com 17 pontos. Depois vêm o Fiesta (19) e o Palio (21).

Daí a pequena vantagem do Fox na cotação da Bradesco Seguros. Considerando o perfil de homem casado, com 40 anos e morador de prédio com garagem da zona sul de São Paulo, o seguro do VW sai por R$ 2.191, R$ 32 a menos que o do Chevrolet e R$ 47 mais barato que o do Ford. O Fiat, o mais caro dos quatro para ser consertado, tem prêmio de R$ 2.385.

Na Porto Seguro, a seguradora com a maior frota na capital, a cotação muda e segue o índice percentual de roubos e furtos. Assim, com o mesmo perfil cotado na Bradesco Seguros, o Corsa é o que tem o seguro mais caro: R$ 2.122. O Fox vem em seguida, cotado a R$ 2.007. Proteger o Fiesta sai por R$ 1.891 e o Palio, por R$ 1.827.

Nas apólices, estão incluídos o carro-reserva em caso de sinistro, a assistência 24 horas com reboque e a cobertura para terceiros de R$ 30 mil. (FS)


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