Mostrando postagens com marcador seguro automóvel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seguro automóvel. Mostrar todas as postagens

25 de junho de 2014

Entenda o que deve ser feito quando o manobrista bateu o carro

Fonte: Infomoney/Tudo sobre Seguros - Data: 24/06/2014

Apesar de as empresas que oferecem serviço de manobrista dever ter um seguro, muitas não têm essa garantia.

SÃO PAULO - As empresas que oferecem serviço de manobrista devem ter um seguro que dê garantia contra furto, roubo ou acidente. O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm  seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um Boletim de Ocorrência e acionar a sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista. Mas a seguradora vai ressarci-lo do prejuízo.

O mesmo também vale para o motorista que deixou o carro na mão de um “flanelinha”, que costuma manobrar o carro na rua. Agora, se o endereço de residência na apólice do automóvel é numa cidade do interior, mas foi roubado na capital. A indenização é paga?

Dependendo da cidade do interior em que você mora, o prêmio do seguro será mais barato do que na capital, onde os riscos de acidente, roubo e furto são maiores. Essa diferença pode levar o segurado a cair na tentação de informar que o endereço de pernoite do carro é o do sítio do fim de semana, não a residência na cidade. Isso é fraude e a seguradora pode não pagar a indenização.

Diferenças de informação desse tipo são a maior causa de conflitos entre seguradoras e segurados. Elas provocam questionamentos e processos internos na seguradora, o que atrasa o pagamento da indenização. Porém, se o segurado de fato reside na cidade do interior indicada na contratação e estava somente em viagem à capital, o sinistro é pago, sem problemas. Provavelmente a seguradora vai fazer algum tipo de investigação para verificar a veracidade da informação.

O segurado mudou de endereço e não avisou à seguradora. A companhia pode se recusar a pagar a indenização em caso de acidente, roubo ou furto? A mudança de endereço precisa ser avisada à seguradora.

Mas, às vezes, o segurado não se lembra de fazer isso e só vai lembrar que não informou à seguradora o novo endereço para onde se mudou quando acontece um acidente, roubo ou furto. Ainda que não exista má-fé, a seguradora pode se recusar a pagar a indenização. É preciso informar sempre a mudança do endereço onde o seu carro pernoita, para evitar problemas na hora do sinistro.


28 de outubro de 2009

Seguro automotivo sofre alta de 12%

Fonte: Negocios para Corretores Data: 28.10.2009

Aumento do número de veículos está entre as justificativas para o reajuste.
Apesar da queda nos preços dos automóveis (12% a 13%) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) , que pode ter redução de até 10% em 2010, os valores das apólices de seguro aumentaram em até 12%.O o vice-presidente da Acorseg (Associação dos Corretores de Seguro do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), Dalmo de Oliveira Assumpção Júnior, , a elevação, primeira nos últimos quatro anos, se deu em decorrência da queda na taxa de juros (Selic) e da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o que causou aumento na venda de carros e encarecimento das autopeças devido à falta no mercado de reposição. "Muita gente acredita que furtos são a razão principal de se acionar o seguro, mas eles só correspondem a 2% ou 3%, as colisões representam mais de 90% do mercado", afirmou."Não existe uma apólice 'padrão', o preço do seguro varia segundo o perfil do condutor e não só do carro. O IPVA é atrelado ao preço do veículo, o seguro não. A tendência é subir mais", finalizou Dalmo.

>>> Quer um seguro automóvel sem perfil e muito mais barato? Acesse: http://www.autofacilituran.com.br/

19 de janeiro de 2008

Preço do seguro dos carros despenca 15% em 2007

Fonte: Do G1, com informações do Jornal Nacional - Data: 19/01/2008

Em São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices.Proprietários estão cada vez mais preocupados em proteger o patrimônio.
O preço do seguro dos carros despencou. Em algumas cidades, como São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices. Além disso, a disputa por novos clientes está beneficiando o consumidor. O empresário Domingos Pessoto Neto, por exemplo, sempre confiou em alarmes e na sorte. Em 25 anos ao volante, nunca fez seguro de automóvel. Mas agora com o carro seminovo de R$ 40 mil, o pequeno empresário decidiu que chegou a hora de se proteger. “Posso dormir sossegado, viajar sossegado”, explica Neto.Outro fator fundamento são os preço mais baixos. Na média, o custo dos seguros caiu quase 15% ao longo de 2007, mas não foi o risco de dirigir nossas cidades e estradas que diminuiu. Segundo os analistas do mercado, foi a competição que aumentou e a concorrência entre as seguradoras derruba os preços. Para o Sindicato dos Corretores de São Paulo, o aumento das vendas de veículos zero quilômetro trouxe para o mercado um novo grupo de consumidores de seguros: proprietários preocupados em proteger o novo patrimônio. Além disso, quem tem carro novo cuidar melhor e diminui os riscos de roubo. Os clientes recém-chegados acirraram a disputa entre as seguradoras. “Esta briga entre as empresas beneficiou o consumidor e a tendência é permanecer neste ano”, acredita Leoncio de Arruda, do Sindicato dos Corretores de Seguros de SP. O representante das seguradoras diz que as companhias podem cobrar menos porque o número de indenizações pagas diminuiu. A tecnologia dos rastreadores tem o seu papel nisso. “O rastreador não elimina o roubo e o furto de carro. Ele permite que você localize muito mais rapidamente o veículo e pedindo, inclusive, que seja feita indenização”, explica Neival Rodrigues Freitas, diretor da FENASEG.

>>> Ituran e Ituran Mais. Conheça em: www.ituranmais.com.br

3 de setembro de 2007

Seguro para Gol 1.0 varia até R$ 3.542

Fonte: Diario do Gde ABC - Data: 02/09/2007

Quem está cotando preços de seguro de automóvel no Grande ABC provavelmente encontrará na companhia Azul Seguros o preço mais baixo.
De acordo com levantamento do Diário, a companhia cobra R$ 2.347 pela proteção anual completa de Gol 1.0 básico, 0km, que circula pelas ruas da região.
A mesma apólice na companhia Unibanco Seguros custa R$ 5.889 – o maior valor entre as sete seguradoras consultadas pela reportagem. A diferença chega a R$ 3.542.
Critérios - Além das diferenças entre o perfil de cada empresa, as operadoras calculam os custos com base na incidência de furtos em cada localidade. E é justamente por isso que no Grande ABC – região que lidera roubos de carros no País – o preço do seguro tende a ser mais alto do que na Capital.
Mas, segundo Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, de Santo André, esse quadro está mudando, com os preços no Grande ABC em queda de 10% a 15% ante o ano passado. “A incidência de roubos diminuiu de 2006 para cá, e isso tem afetado os preços”, diz.
Uno e Gol - Também nesse caso, há exceções. “O Uno e o Gol estão muitos próximos do valor do ano passado”, diz Torii. Isso porque nesses carros há maior incidência de sinistros. “O roubo ocorre em maior número nesses dois modelos porque a frota é maior”, justifica.

>>> Seguro automóvel? Faça na Luma Seguros. Seguros online.

13 de agosto de 2007

Obrigatório a partir de 2009, rastreador sobe preço de carro

Fonte: Folha de S. Paulo - Data: 13.08.2007

Sistema custa até R$ 2.000, valor que tende a cair, mas que será repassado para cliente; será preciso ativá-lo

Ainda faltam dois anos para que todos os automóveis tenham rastreadores. Mas a resolução 245 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) já levanta muitas dúvidas.

Ela diz que um carro -nacional ou importado- só poderá ser vendido, registrado e licenciado se tiver o dispositivo capaz de rastreá-lo e bloqueá-lo.

O Contran tem até outubro para divulgar as especificações. "Atualmente, a tecnologia mais avançada é o GPS [sistema de posicionamento global, na sigla em inglês]. O Contran deve adotá-lo", prevê o presidente da Crown Telecom, José Antônio Pereira Júnior.

Teoricamente, o GPS cobre todo o Mercosul. Ele indica a latitude e a longitude de onde o carro está, e o endereço aparece num mapa na central da empresa que faz o rastreamento.

Aí está outro ponto da resolução: o carro é obrigado a ter o dispositivo, mas o motorista não precisa necessariamente ativá-lo. Hoje, a mensalidade do serviço chega a R$ 200.

O valor do rastreador, porém, tende a cair, obedecendo à lei da oferta e da procura -e a mensalidade pode até ficar mais cara. A 3T Systems, por exemplo, cobra US$ 1.000 (pouco menos de R$ 2.000).

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que é contra a obrigatoriedade, o custo será repassado ao cliente. Os Procons (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo e do Rio de Janeiro já analisam se há abuso.

Outra pergunta sem resposta é sobre o local de instalação -na linha de montagem ou na revenda- e a localização do dispositivo no carro. Ela varia constantemente para que o ladrão não descubra onde está.

"A concessionária precisa saber onde está para fazer a manutenção. Além disso, o manual do proprietário traz a localização de todas as peças", observa Pedro Coli, executivo de marketing da Ituran do Brasil.

Tentativa frustrada

O crescimento do uso dos rastreadores foi impulsionado pelas seguradoras. Como o índice de recuperação é alto -atinge até 90%-, o risco cai, e o seguro fica mais barato.

Preocupada com o alto valor cobrado pela proteção de seus carros -em especial o Golf-, a Volkswagen passou a oferecer o rastreador em toda a sua gama. A experiência durou 80 dias.

De acordo com a montadora, o cliente não se interessou pelo sistema: esperava que 40% dos rastreadores fossem ativados, mas só a metade foi. E isso só ocorreu no eixo Rio-São Paulo.

O presidente da Crown Telecom nota que a proteção em áreas onde há mais risco trasnfere furtos e roubos: o Rio era a cidade com o maior índice desses crimes, mas o uso de alarmes e travas deslocou para Porto Alegre os maiores índices.

Sensores medem sobriedade de motoristas

Da Redação

Se os rastreadores começam a mostrar disposição para serem obrigatórios no mundo todo -serão no México a partir de janeiro de 2008-, outro acessório começa a sair do papel para outro tipo de segurança.

A Nissan e a Volvo desenvolvem um sistema que detecta se o motorista está sóbrio ou bêbado antes de permitir que o motor seja ligado.

Enquanto a japonesa instalou o detector na alavanca do câmbio, a sueca escolheu o cinto de segurança -e exige que o motorista assopre nele.

Mas o funcionamento, nos dois casos, é parecido, e a ignição só é liberada após o teor alcoólico provar o nível de consciência do motorista.

A Nissan, durante o percurso, ainda mede, através da velocidade do piscar dos olhos, se o motorista está prestes a dormir -a sonolência é um dos efeitos do álcool.

Os executivos japoneses disseram não esperar que o cliente pague por esse sistema, mas que ele pode ter um viés comercial em caminhões e táxis. Já a Volvo quer adotar essa visão: estuda implementar a tecnologia nos caminhões que faz em Curitiba.

>>> Para Seguros on-line consulte a Luma Seguros.Clique aqui.