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24 de setembro de 2008

Crescimento de seguro-fiança deve tornar produto mais barato para consumidor

Fonte: InfoMoney - Data: 22.09.2008

Quem anda procurando um imóvel para alugar, já deve ter notado que grande parte dos proprietários e das imobiliárias tem solicitado, ao candidato a inquilino, o uso do seguro-fiança, como forma de garantia do pagamento do aluguel.

Para o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo), Leôncio de Arruda, nos próximos anos, esta exigência deve se acentuar. Entretanto, a partir de então, o consumidor poderá se beneficiar ainda mais do uso deste tipo de seguro.

"Esta carteira de seguros ainda está em expansão e a tendência é que continue aumentando. Acredito que, em cinco anos, o número de contratos deve triplicar e, a partir daí, além de se beneficiar da comodidade de não precisar ficar procurando alguém para ser fiador, vai desfrutar de preços menores, até a metade do praticado atualmente".

O número de contratos de aluguéis utilizando o seguro-fiança como forma de garantia cresceu cerca de 300%, em apenas três anos, e hoje representa cerca de 30% dos contratos, segundo informa o presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios), José Roberto Graiche.

Seguro-fiança

O seguro-fiança é vigente durante o período de um ano e, assim que assina o contrato de locação, o inquilino já fica responsável pelo pagamento da proteção. Atualmente, o valor da apólice deste tipo de garantia é o equivalente a 1,2 aluguel por ano, que pode ser parcelado em até 12 vezes. Entretanto, este valor pode variar, de acordo com a análise de crédito feita pela seguradora.

Para contratar um seguro-fiança, o requerente precisa estar fora do cadastro de inadimplentes e não possuir antecedentes criminais, além de comprovar renda três vezes superior ao valor do aluguel.

Com esse tipo de garantia, caso o pagamento do aluguel atrase, após um mês, a seguradora é acionada e o proprietário passa a receber por ela, em vez de receber por quem alugou o imóvel e a cobertura é garantida independentemente do motivo do atraso.

O inadimplente, por sua vez, precisa fazer um acordo com a empresa, caso queira continuar morando no local. Se não for possível, é movida uma ação de despejo.

Simule o valor do seguro fiança em: www.lumaseguros.com.br?tipo=aluguel

15 de setembro de 2008

Cresce preferência pelo seguro-fiança como garantia de aluguel

Fonte: Folha de S.Paulo - Data: 15.09.2008

Antes mesmo de achar o imóvel ideal para locação, o futuro inquilino tem a árdua tarefa de encontrar um fiador ou uma garantia. Embora a Lei do Inquilinato, de 1991, tenha determinado a possibilidade de uso de caução, seguro-fiança ou fiador como garantias de aluguel, a prática não tem se mostrado tão flexível com o mercado aquecido. Imobiliárias em regiões muito procuradas, como Pinheiros, Vila Madalena e Perdizes (zona oeste), têm barrado a caução e dado preferência à utilização do seguro-fiança. A administradora imobiliária Adbens, por exemplo, já não aceita caução em seus contratos e fechou 69% dos acordos com o seguro em 2008. Os locadores queixam-se de que a caução no valor de três aluguéis --estipulada por lei- não é suficiente para cobrir as perdas em caso de não-pagamento. "Uma ação de despejo demora pelo menos oito meses para ser concluída", conta o advogado Jaques Bushatsky. Lastro Do outro lado da mesa, o locatário protesta contra o valor do seguro-fiança. A roteirista Fabiane Rivero, 25, não queria pagar os custos de uma seguradora e teve problemas em encontrar locadores que aceitassem fiador com imóvel fora da cidade de São Paulo. "Só aceito fiador da zona leste, do centro ou da zona norte por causa dos custos operacional e processual", confirma Reis Ferreira, do Creci-SP (conselho de corretores). Solução para as dificuldades impostas ao locatário e símbolo de independência, o seguro-fiança aumenta sua adesão. Conforme dados do Secovi-SP (sindicato de imobiliárias), a parcela do seguro em 2005 era de 12%, enquanto, em julho deste ano, alcançou os 17,5%. O custo gira em torno de um aluguel por ano, variando conforme a análise de crédito feita. No caso do médico C.S., 29, o valor do seguro foi equivalente a dois aluguéis, por ter sido considerado de risco. "Tenho 40% da renda comprometida em financiamentos. Nunca fui inadimplente, mas isso não foi suficiente", lamenta. Entretanto, decidiu-se pela opção por não ter como fiar a locação de outra maneira. O mercado tem ainda poucas opções de seguradora, mas a concorrência deve levar à redução de preços. Para Edison Frizzarim, diretor do Porto Seguro Consórcio, a lei estadual que permite o protesto de devedores de aluguel e condomínio pode também contribuir para essa tendência de baixa.

Conheça mais sobre o seguro fiança locatícia em:
www.lumaseguros.com.br/faqaluguel.htm

25 de junho de 2007

Cresce seguro que substitui fiador

Fonte: Seguros em dia - Data: 26.06.2007

As vendas do Porto Seguro Aluguel, que garante o pagamento de aluguel ao proprietário nos casos de inadimplência do inquilino, substituindo fiador e caução, cresceram 37% no primeiro trimestre deste ano: "o mercado tem adotado o seguro fiança com mais freqüência, pela tranqüilidade e segurança que confere aos envolvidos em uma locação, principalmente àqueles que não têm como contar com um fiador", explica o gerente do Porto Seguro Aluguel, Luiz Carlos Henrique. Segundo ele, estudantes e profissionais que mudam de cidade, por exemplo, têm no seguro uma opção de garantia à locação, além de proporcionar serviços emergenciais domésticos, poupando os novos moradores de uma busca por fornecedores desconhecidos no caso de uma eventualidade.

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