Mostrando postagens com marcador seguro caro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seguro caro. Mostrar todas as postagens

30 de janeiro de 2015

Preço do seguro de carros sobe 129% se motorista for jovem

     Fonte: Estadão - Data:29/01/2015


Além disso, para seguradoras de SP, ter um homem ao volante é, na média, 12% mais arriscado do que segurar mulheres motorizadas
Se você for um jovem motorista e tiver retirado a sua carteira definitiva há pouco, prepare-se: vai gastar bem mais que o seu pai para fazer o seguro de seu carro. (Agora, no caso de o papai lhe ter dado o carro, provavelmente também é ele quem vai pagar pelo seu seguro, então, por gentileza, repasse para ele o link desta postagem.)
Levantamento da BemMaisSeguro.com mostra que, na média, motoristas homens de 40 anos gastam anualmente R$ 2,3 mil com o seguro de automóveis. Se a pessoa tiver 30 anos, gastará R$ 3 mil com o seguro – 32% a mais. No caso dos motoristas de 20 anos, os gastos anuais saltam para mais de R$ 5,1 mil – 129% mais caro em relação aos motoristas com o dobro da idade.
A explicação parece óbiva: quanto mais experiência, menor risco. Em outras palavras, portanto, podemos dizer que é 129% mais arriscado um motorista de 20 anos guiar do que um de 40 anos.  E, por essa mesmo lógica, a pesquisa atenta para um fato sobre o qual muito machistinha por aí – e, infelizmente, ainda são tantos – torcerá o nariz peludo.
Na média, as mulheres gastam em São Paulo R$ 2,7 mil por ano com seguro de automóveis. Os homens, R$ 3 mil. Ou seja, na prática, a máxima mulher no volante, perigo constante não passa de preconceito. Cobra-se em média 12% a mais para segurar o veículo guiado por um homem – logo, um homem ao voltante traz, para as seguradoras, 12% a mais de risco que as mulheres.
O levantamento considera a cobertura básica cotada para um motorista residente na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, dono de um Palio 1.0, zerado de fábrica. Leva em conta ainda 20 km rodados por dia, de casa ao trabalho. No exemplo utilizado, o motorista em questão para o carro na rua.

 Seguro Auto Facil
Clique no banner e faca a simulacao do seguro AutoFacil 

16 de julho de 2014

Seguro varia até 138% entre carro novo e usado

Fonte: Exame - Data: 16/07/2014

fordSimulação mostra as diferenças de preços entre os seguros de um mesmo carro para suas versões de 2004 a 2014. O preço do seguro de um mesmo carro pode variar até 138% entre sua versão zero-quilômetro e usada.
Essa foi a diferença encontrada para o seguro do Ford Focus: enquanto o seguro do modelo 2014 chega a custar até 7.495 reais, na mesma seguradora o seguro para a versão 2004 do carro é vendido por 3.152 reais.
A simulação, realizada pela corretora de seguros online Bidu, mostrou as diferenças de valores entre os seguros de carros novos e usados para o Ford Focus e outros três modelos: Volkswagen Gol, Honda Civic e Hyundai Tucson.
A corretora cotou os preços em cinco seguradoras – mas preferiu não especificar quais são elas – e em todos os casos o seguro da versão zero-quilômetro saiu mais caro do que o das versões já rodadas.
No caso do Gol, por exemplo, a diferença de preço entre o seguro da versão 2014 (R$ 6.174) e da 2004 (R$ 3.140) chegou a 97%.
Conforme explica Mauricio Antunes, diretor de marketing da Bidu, o valor pago na contratação do seguro, o chamado prêmio, é formado por diversas variáveis, como o preço do carro, seu índice de roubos, o custo de reposição das peças, etc.
Dentre elas, o custo do carro seria a variável mais relevante para a formação do preço do seguro, uma vez que em caso de roubo a seguradora deve reembolssar ao cliente o valor de mercado do veículo. Por isso, quanto mais novo o carro, mais caro é o seguro.
“O preço varia bastante de acordo com o tempo de uso do carro porque o prêmio tem relação direta com o valor do veículo e quanto mais recente, maior o preço do carro”, diz o diretor de marketing da Bidu.
Por outro lado, ainda que o veículo novo tenha um maior custo, pesa contra o seguro do veículo usado seu maior custo de reparo. “Como as peças de carros usados podem ser mais caras, algumas seguradoras nem fazem seguro para carros mais antigos”, diz Antunes.
Segundo ele, pode ser difícil encontrar seguradoras que ofereçam apólices para carros fabricados em 2003 ou mais antigos.
As exceções podem ser os modelos que não passaram por grandes repaginações. Nesses casos, se o veículo precisar sofrer algum tipo de reparo não é difícil encontrar peças no mercado já que as peças das versões mais recentes podem ser utilizadas.
Já nos casos em que a versão zero-quilômetro é muito diferente da usada, caso o veículo precise passar por um reparo pode ser difícil encontrar uma peça antiga para realizar a reposição, havendo inclusive necessidade de importação do item, o que pode encarecer muito o conserto.

 Seguro auto facil cardif ituran

30 de agosto de 2013

Endereço faz seguro variar até R$ 2 mil

Fonte: Gazeta Online - Data: 29/08/2013


Local onde motorista mora é um fator que determina preço.
Na hora de avaliar o preço do seguro do carro, o lugar onde você mora pode fazer toda diferença no seu bolso. Os valores variam até mais de R$ 1 mil em modelos de custo médio e R$ 2 mil nos de luxo, dependendo da cidade e do bairro do segurado. Além disso, quanto maior o número de roubos de automóveis na localidade, mais cara será a cobrança.
O contrato de um carro 0km de R$ 35 mil, de 2013, para um morador de Itapoã, Vila Velha, custa
R$ 2.127. O mesmo automóvel, em São Diogo, na Serra, terá uma tarifa de R$ 3.192. Já o valor para um modelo de R$ 83 mil, também zerado e com o mesmo ano, pode valer R$ 3.792 em Jardim Camburi, Vitória, ou R$ 5.825 em Laranjeiras, na Serra.
Essa estimativa foi feita pelo diretor do Sindicato dos Corretores de Seguro do Espírito Santo (Sincor-ES) e sócio de uma corretora, René Neves Farias. Ele explica que as seguradoras usam uma série de fatores para determinar o perfil do cliente contratante e que vão variar de uma empresa para outra, principalmente dependendo das características da pessoa apresentada como condutor. Por isso é importante fazer uma boa pesquisa antes de assinar o contrato.
Quem se muda e não sabe dessa variação pode tomar um susto. O auxiliar administrativo Anderson Leite passou por isso ao mudar-se de Maruípe, na Capital, para Laranjeiras. “Fui informar o novo endereço, e o corretor me disse que eu teria que pagar uma diferença de R$ 480.”
Além da moradia, influenciam no preço do seguro o local de trabalho ou estudo do dono do veículo, a quilometragem média que ele costuma rodar, sua profissão e até se a garagem tem ou não portão automático – o manual pode facilitar o roubo -, entre diversos outros itens.
“Para mulher, é mais barato, porque, em geral, elas são cuidadosas. E suas batidas têm consequências menores. Os homens têm excesso de confiança, correm e são as maiores vítimas de acidentes graves”, explica Farias. Jovens até 30 anos também pagam por tarifas altas, pois estão mais expostos a riscos – eles costumam ter maior frequência de saídas.
Serra: roubo encarece serviço
Os valores de seguro mais caros encontrados na estimativa feita por René Farias – diretor do Sindicato dos Corretores de Seguro do Espírito Santo (Sincor-ES) – dizem respeito a veículos alocados no município da Serra. Em segundo lugar, vêm os de Cariacica.
Os cálculos das seguradoras são feitos a partir de dados de roubos dos veículos dos clientes, mas a Serra também consta entre os primeiros na estatística da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (Sesp). Em 2012, foram 1.333 casos. A cidade só perde para Cariacica, que tem um registro a mais.
Vila Velha e Vitória são os municípios seguintes da lista, com 1.129 e 741 veículos roubados ou furtados, respectivamente. O preço do seguro nessas localidades são mais menores em relação a Serra e Cariacica.
Interior
No interior do Espírito Santo, a maior quantidade de furtos e de roubos de automóveis foi registrada nas cidades de Cachoeiro do Itapemirim (251), São Mateus (105), Piúma (72), Linhares (54) e Castelo (54). No total, o Estado registrou 7.394 casos em 2012. Cerca de 50% dos carros levados por bandidos foram recuperados com ações policiais.

15 de agosto de 2013

Por que o seguro de carro é tão caro no Brasil?

Fonte: SegNoticias - Data: 14/08/2013

O portal Prestum Seguros conversou com especialistas e aponta algumas justificativas para que o país tenha o segundo seguro de carro mais alto do mundo. Por que o mesmo carro, com o mesmo perfil de motorista, em uma região com índice parecido de roubo e furto tem seguro mais caro no Brasil que em qualquer outro país, exceto Hong Kong? Estudo divulgado pela Prestige Performance Center, que revela que o brasileiro gasta US$ 2.400 anuais em seguro de carro ficando atrás apenas de Hong Kong, nos obriga a lançar luz sobre uma dúvida muito comum na hora de contratar um seguro de carro; qual é o cálculo feito para chegar a esse valor? Além de características como perfil do motorista, região pela qual o veículo circula, modelo e ano do carro, utilização do automóvel (lazer ou trabalho), entre outros, especialistas da SulAmérica também destacam a situação econômica do país. “É levado em conta o custo da mão de obra de oficinas, de prestadores etc. Como exemplo, podemos citar o aumento da inflação, que pressiona para cima os reajustes salariais, refletindo no custo na mão de obra das oficinas e consequentemente no preço do seguro”. A variedade de produtos e a oferta de preços estimulada pela concorrência, tendo em conta a quantidade de seguradoras que atuam nesta área, acabam encontrando barreiras quase intransponíveis que dificultam a queda do valor do seguro, como os atuais índices de roubo e furto e o baixo índice de recuperação de veículos. Segundo o diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Neival Rodrigues Freitas, apenas 30% da frota brasileira é segurada e dos veículos com seguro, 80% tem menos de 5 anos. No caso de carros antigos ainda existe a dificuldade de reposição das peças, que muitas vezes vem de montadoras de fora do Brasil. “É importante lembrar que, para as seguradoras, não é interessante que os preços sejam altos, pois isso afasta o consumidor do mercado segurador. Em um passado mais recente, entre 2008 e 2011, houve uma sensível redução no preço por conta da redução das estatísticas do roubo e furto de veículos. Mas em 2011 os índices voltaram a subir”, explica o diretor da Fenseg. Um dos grandes desafios das seguradoras e órgão ligados a área é disseminar a cultura de seguro no país, investindo em uma linguagem mais clara e acessível ao consumidor comum, além de ampliar o diálogo com seus segurados através de canais de relacionamento especializados, como o Centro Automotivo de Super Atendimento (C.A.S.A) da SulAmérica. Nestes locais, distribuídos por diversas cidades do Brasil, o segurado recebe toda orientação sobre como proceder em caso de sinistro, recebe informações sobre as coberturas das suas apólices e tem oportunidade de tirar todas as suas dúvidas, o que diminui a distância entre o segurado e a seguradora. Para o diretor da Fenseg também é importante destacar o comportamento do brasileiro, que em geral não se preocupa com a prevenção e proteção do patrimônio, além de não ter hábito de ler manuais e apólices. “Por isso alertamos para a importância da mediação ser feita por um corretor de seguros, profissional capacitado para tirar as dúvidas do consumidor, apresentar as propostas disponíveis no mercado, as coberturas que são oferecidas e as detectar as necessidades do segurado”, reforça. Alguns órgãos oficiais e páginas especializadas podem auxiliar na hora de contratar um seguro de carro.



28 de março de 2013

Por que o preço do seguro subiu?


Neste início do ano, o mercado de seguros apresentou altas significativas. Os preços de seguros de automóveis, em alguns casos, chegaram a subir até 138%. Na média, contudo, a elevação do custo em 2012 foi de 20% — um índice alto, diante de uma inflação que, em 2012, ficou na casa dos 6%. Estranha-se ainda mais esta tendência se levarmos em conta que, nos últimos meses, houve uma queda significativa nos sinistros de automóveis, motivada pela lei de tolerância zero ao álcool para os motoristas.

O que aconteceu? Por que os seguros subiram desta forma?

A economia é uma ciência que aponta o mundo como ele é, e não um sonho de como poderia ser. E o fato é que, ao longo do ano passado, a configuração de custos e receitas das seguradoras mudou desfavoravelmente, especialmente no ramo de automóvel. No curto prazo, as seguradoras não tiveram alternativa a não ser ajustar os preços para compensar a perda de rentabilidade gerada por vários fatores do cenário econômico.

O primeiro fator para essa redução na rentabilidade das companhias seguradoras foi a queda dos juros.

A rentabilidade das aplicações financeiras das seguradoras representa um componente importante no resultado dessas empresas. Elas aplicam os prêmios dos segurados, até que precisem efetuar o pagamento de um sinistro ou de uma aposentadoria, por exemplo. Como referência, a taxa Selic abriu o ano de 2012 no patamar de 10,5% ao ano, fechando em dezembro com 7,25%.

Estudos recentes mostram que, no mercado segurador brasileiro, a relação de compensação entre o resultado operacional e de investimentos tem sido de “1 para 1?, para a manutenção no mesmo nível de rentabilidade anterior. Assim, somente devido a esse fenômeno, as empresas precisariam ajustar seus preços em, aproximadamente, 3 a 4 pontos percentuais (considerando que as aplicações financeiras são os ativos principais das reservas).

Além disso, sinistralidade (roubos e enchentes) e aumento do custo de mão de obra reduziram significativamente a margem operacional das seguradoras. Em 2010, por exemplo, essa margem foi 16% no mercado segurador. Nos últimos 2 anos (2011 e 2012), porém, ficou em menos de 13% — num cenário de taxa de juros reduzida, o que impede compensações de aplicações financeiras. Trocando em miúdos: para compensar essa queda de margem, as empresas aumentaram os preços em mais 3 pontos percentuais.

Por último, mais um fator que motivou a alta de preços: o fim do chamado Custo de Apólice.

Um fato extraordinário ocorrido no ano de 2012 foi a extinção, pela Susep, do “Custo de Apólice”. O que era isso? Tratava-se de uma cobrança de valor fixo que as seguradoras faziam (em termos líquidos, R$ 80 por apólice) na negociação de alguns tipos de seguro (automóvel, inclusive). Para um prêmio médio de automóvel de R$ 2 mil, esse valor de R$ 80 representava um ganho adicional médio de 4%, quando calculado em relação ao prêmio. Com o fim desta cobrança, as seguradoras tiveram que embutir esse custo no cálculo atuarial da apólice. Resultado: outro fator de aumento.

Para 2013, não se espera grandes quedas nas taxas de juros. Mas os efeitos do fim do custo de apólice e as constantes elevações de custo de mão de obra podem levar a novos aumentos. E a concorrência, poderia ajudar a reduzir estes aumentos? Em tese, sim. Mas é importante lembrar que a atividade de seguros está baseada em cálculos atuariais. Ou seja, as seguradoras têm um compromisso mínimo de rentabilidade sobre suas aplicações para fazer frente às necessidades de pagamento futuro. Quando algumas variáveis comprometem o resultado das companhias, como ocorreu em 2012, não há concorrência que dê jeito. E, neste cenário, os aumentos são inevitáveis.

Francisco Galiza é sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria, mestre em Economia (FGV), membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), e professor do MBA-Seguro e Resseguro (Funenseg).



15 de julho de 2011

Seguro de automóveis sobe mais que o dobro da inflação

Fonte: Jornal da Tarde - Data: 14.07.2011

No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem acima da inflação no mesmo período, que foi de 4%

O seguro do carro está mais caro. No primeiro semestre, os preços na Região Metropolitana de São Paulo aumentaram 9%, bem acima da inflação no mesmo período, que foi de 4%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta está relacionada ao aquecimento da economia, segundo especialistas do setor. "Desde 2006 o mercado de automóveis cresceu 125% em termos de número de unidades. Isso cria uma pressão nos preços: há uma busca maior pelo seguro do automóvel", explica o professor do curso de Gestão de Concessionárias da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Valdner Papa.

Grande parte destes compradores, pertencem à classe C, que adquiriu maior renda, teve acesso ao crédito e comprou seu primeiro carro, diz Antonio Penteado Mendonça, professor da Faculdade de Administração (FIA). Segundo ele, isso também contribui para a alta dos preços das apólices. "Existe mais possibilidade de acidentes, pela falta de prática dos novos condutores na direção e de congestionamentos na cidade, por causa do aumento do volume de veículos. Tudo isso torna o seguro mais caro".

O aumento dos roubos e furtos de automóveis também colabora para o aumento do valor da proteção. Porém, Papa verifica que o número de ações criminosas cresceu proporcionalmente ao de novos carros na cidade. Em regiões com maior incidência dessa prática, o seguro encareceu. A Lapa, por exemplo, lidera os índices de furto e roubo de carro nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública, o que influencia segurados que residam ou trabalhem no bairro. Este tipo de crime também é comum em Perdizes e Pinheiros.

Segundo Papa, quem quer economizar encontra opções no mercado. "Há uma grande concorrência e várias alternativas para comparar. A grande diferença no preço está nos adicionais oferecidos, como serviços 24h e assistência diferenciada, que podem corresponder a até 40% do valor do seguro. A contratação deve estar vinculada à necessidade".

Mendonça reforça que o preço não deve ser o único ponto observado. "É preciso verificar condições importantes escritas na apólice, como por exemplo, a cobertura do seguro para o caso do carro estacionado na rua ser furtado. É bom avaliar se vale a pena optar por um seguro mais barato, mas não receber indenização nestes casos. Vale realizar uma pesquisa entre cinco companhias diferentes com um corretor que conheça o mercado", conclui.

A dona de casa Elisângela Chiceri, de 37 anos, conta que quando o seguro do seu carro aumentou, ela preferiu analisar outras opções. "Foi um aumento de R$ 1,1 mil para mais de R$ 1,5 mil. Acabei achando outro seguro por um preço menor". A professora Claudete Cruz, de 55 anos, também mudou de estratégia este ano. "O plano aumentou de R$ 1,4 mil para R$ 2,5 mil. Achei um por R$ 2 mi. Preferi não ter convênio com estacionamentos, por exemplo".

O consultor hoteleiro Arnaldo Tonini, 43 anos, é uma exceção. Ele acumulou bônus por não ter sinistros durante longo período e obteve 10% de desconto na última renovação. "Isso fez com que eu pagasse o mesmo valor que havia pago no ano passado". Tonini mora na zona norte e acredita que isso contribuiu para manter o preço estável. "A região não tem muitos roubos de carro".

>>> O seguro está caro? Conheça o Ituran com Seguro Mapfre: http://www.iturancomseguro.com.br/


10 de novembro de 2010

Seguro de carro para pessoas com até 25 anos encareceu 20%, em média, em 2010


Fonte: SINCOR SP - Data: 10/11/2010

Quem tem entre 18 e 25 anos de idade pagou mais caro para contratar uma apólice de seguro para veículos entre 2009 e 2010, segundo dados apurados pela EMB Consultoria.De acordo com o levantamento da empresa, neste ano, este público desembolsou, em média, 20% mais na hora de proteger o automóvel. O motivo, conforme explica o consultor da EMB, Marcelo Figueiredo, é o perfil do condutor. “São pessoas com menos experiência de direção, que dirigem mais durante a noite, entre outras coisas (...) Contudo, algumas seguradoras já estão dando de descontos de até 2% para quem faz, por exemplo, curso de direção defensiva”. O segundo grupo com maior aumento, ainda com base nos dados da EMB, foi o das pessoas de 36 a 40 anos, cuja alta ficou entre 5% e 7%.
>>> O seguro está caro? Concheça o AutoFácil, seguro de roubo sem perfil + rastreador Ituran. Acesse: www.iturancomseguro.com.br

1 de abril de 2010

Seguro de carro está mais caro para jovens

Fonte: MidiaSeg - Por TACIANA GÓES - Data 01/04/2010

Carlos Sarmanho Júnior, de 23 anos, é estudante de administração, mora no bairro de Monsenhor Fabrício, estagia em Boa Viagem e estuda à noite. Mesmo motorizado com um Fiat Siena 2006, o jovem não conta com seguro automotivo.

Infelizmente ele pertence à faixa etária mais cara classificada pelas seguradoras como "idade de risco" e por isso expõe seu carro à violência do trânsito, assaltos e até panes mecânicas. "Meu seguro deu R$ 2 mil, um valor muito alto para o pouco que ganho. Tenho outras prioridades", explica o estudante. Para piorar, o valor geral do seguro subiu cerca de 20% em 2010, comparado ao ano de 2009, segundo o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguro para o Nordeste (Fenacor\/NE), Carlos Valle.

A alternativa para Júnior é fazer uma nova cotação (ele só pesquisou no Bradesco), mas desta vez no nome do seu pai, que tem mais de 50 anos. "Sei que como sou menor de 25 anos é mais caro, até porque a gente que é jovem tem mais risco.

Eu mesmo já me envolvi em uma batida no estacionamento do Centro de Convenções, uns seis meses depois de tirar minha carteira de habilitação", lembra Júnior.

De acordo com Carlos Valle, a conduta ao volante e a rotina da faixa etária de 18 anos a 25 anos são decisivas para esta diferença de preço. "O jovem expõe mais o veículo ao risco, sai à noite para baladas, gosta de velocidade e geralmente deixa o carro estacionado na rua", argumenta Valle.

Sua justificativa ganha força com os dados da Secretaria Estadual de Saúde. Cerca de 26% das mortes por acidentes de trânsito, entre janeiro e setembro de 2009, são de pessoas com idades entre 20 e 29 anos. Ou seja dos 946 óbitos registrados, 246 eram jovens. O acidente envolvendo o casal Juliana da Fonte, 15 anos, e Leonardo Feeburg Pereira, 20, no último fim de semana no Cabanga, reforça esta estatística.

Numa simulação de seguro pela SulAmérica, uma apólice nova (sem bônus) para um Peugeot 206, ano 2006, de um homem, casado, morador do bairro das Graças, com 52 anos, custa R$ 2.154,24. Alterando apenas o ano de nascimento, com o mesmo perfil, sem mudar as condições da apólice, mas para um jovem de 24 anos, este preço sobe para R$ 3.575. Uma diferença de R$ 1.420, cerca de 40% de aumento.

É por esses e outros motivos que apenas 25% da frota pernambucana é assegurada, segundo a nova presidente do Sindicato dos Corretores de Seguro de Pernambuco (Sincor\/PE), Cláudia Cândido. "Apesar do alto custo dos seguros para jovens, eles sabem do risco e por isso procuram sempre as seguradoras. Já os condutores casados e acima de 35 anos pagam bem menos", explica Cláudia.

A esteticista Célia Fedele, 53, desembolsou no ano passado R$1,5 mil para assegurar seu Polo Volkswagen, mas já se prepara para o mês de junho, quando termina o prazo. "Acho que nós pagamos por aqueles mais jovens que vivem batendo, mas não justifica esses aumentos abusivos".


Mulher tem mais vantagem no preço do seguro


Vários fatores são determinantes para este acréscimo, segundo os especialistas.

Desde o roubo de veículos, ao número de acidentes e aumento no preço das peças de reposição.

De acordo com Carlos Valle, o Recife tem ainda o seguro mais caro de todo o Nordeste, devido os altos índices de violência. "O valor do seguro é uma caixa-preta, pois depende do perfil do motorista, do tipo do carro e até do bairro onde mora. Algumas localidades do bairro de Boa Viagem, por exemplo, chegam a dobrar o preço do seguro", explica.

A mulher tem a vantagem de preços mais baratos, pela sua rotina mais caseira e até pela cultura machista, que a coloca mais no banco de passageiro do carro do marido. A SulAmérica Seguros explorou isso e criou o Seguro Auto Mulher, voltado para este perfil. Prudentes no trânsito, as mulheres se envolvem menos em acidentes e, quando isso ocorre, causam pequenos danos, cujo custo do conserto muitas vezes é inferior ao valor da franquia, o que faz com que não acionem o seguro.

Além disso, tem a opção de contratação da franquia zero. "A opção de franquia zero no primeiro sinistro foi criada porque a mulher é mais cautelosa no trânsito", diz Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Automóvel da SulAmérica.

Se dependesse do número de roubos e furtos de veículos, a Secretaria de Defesa Social (SDS) dá provas de que o certo seria o seguro diminuir.

No primeiro trimestre de 2010 (até segunda-feira), 560 automóveis foram roubados de seus donos no estado, contra 648 do ano passado. O que significa uma redução de 14%.

A SDS não soube informar o número de veículos recuperados. Já em relação as motos houve um crescimento de 20% no percentual de roubos.

Para o analista financeiro Roberto Ferreira, outro fator para o preço do seguro ser alto é o fato de nem todo mundo fazer. "Claro que aumenta por causa da violência, principalmente alguns tipos de carros e motos, que são mais cobiçados", diz.

>>> O Seguro está caro? Consulte o AutoFácil Cardif Ituran. Um seguro contra roubo sem perfil que custa até 50% mais barato que o seguro covencional. Veja mais em: www.iturancomseguro.com.br

16 de outubro de 2008

Seguro de carro pode custar até R$ 3,8 mil a mais para motorista

Fonte: Soraia Abreu Pedrozo do Diário do Grande ABC

Uma apólice de seguro para automóvel, considerando o mesmo perfil de motorista - sexo, idade, estado civil, localidade, tempo de carteira e histórico de risco - e igual modelo do veículo, pode variar até R$ 3,8 mil. Isso é o que aponta um estudo realizado pela Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).
Essa disparidade entre os preços do seguro se dá principalmente pela marca do carro. Para cada seguradora, existe um índice maior ou menor de incidência de acidentes ou roubos de um determinado tipo de veículo.
Portanto, a sinistralidade oscila bastante. Para uma delas, o seguro mais caro pode ser o do Palio, para outra, o do Gol, e assim por diante.
No Grande ABC os automóveis mais visados são: Parati, Golf, Gol, Uno e Audi A3. A região tem ainda a particularidade de ser considerada detentora de um dos maiores índices de assaltos a carros. O preço do seguro, então, é um dos mais caros do País.
De acordo com Sady Viana, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Grande ABC, hoje a situação se reverteu um pouco, mas a apólice ainda é oferecida a um custo mais salgado. "O poder aquisitivo na região é alto, as cidades são interligadas e a rota de fuga é fácil.
Desde meados de 2006, entretanto, com uma maior investigação e recuperação de veículos, assim como a disponibilização de rastreadores de acordo com o endereço da pessoa e o valor do automóvel, o índice de roubos foi diminuído, e com ele, o valor das apólices", explica o empresário.
Viana conta ainda que das regiões de São Paulo, a única que ainda supera os valores cobrados no Grande ABC é a Zona Leste.
CASES - Para se ter uma idéia da variação dos preços, José Valdemir Barbosa Junior, o proprietário da JWE Corretora de Seguros, de São Bernardo, preparou uma comparação tendo como base um Palio 1.0, motor flex e zero quilômetro para um condutor na faixa dos 40 anos, do sexo masculino e morador da cidade.
A cobertura inclui: colisão, incêndio e roubo; importância segurada do veículo: 100% da tabela FIPE; danos materiais a terceiros no valor de R$ 50 mil; danos corporais a terceiros de R$ 50 mil e franquia normal.
Para esse condutor hipotético, tem-se uma diferença de preço de R$ 1.191, considerando as onze seguradoras com as quais a corretora trabalha (Itaú, Bradesco, Sul América, Tokio Marine, Unibanco AIG, Allianz, Liberty, Azul, Marítima, Mapfre e Porto Seguro). A apólice mais barata foi cotada pela Itaú, por R$ 2.010, enquanto que a mais cara, pela Mapfre, por R$ 3.201.
Em Santo André, tendo como exemplo outra situação. o seguro de um New Honda Civic para uma pessoa do sexo masculino com 40 anos pode ter uma diferença de R$ 2,4 mil. Em uma seguradora a apólice sai por R$ 3,6 mil, e em outra, por R$ 6 mil, relata Paulo Pádua, corretor de seguros da Candelária ABC, que prefere não revelar o nome das empresas consultadas. "Muita coisa varia de uma seguradora para outra. Além do modelo do veículo, o questionário para avaliação do perfil do segurado é diferente. Na Porto Seguro, por exemplo, é preciso responder a uma série de perguntas. Na Liberty, nem tanto".
Junior, da JWE, complementa que também deve ser considerado o custo de adminstração da empresa, como funcionários, infra-estrutura e aparatos para a oferta de seguro. "O fato de uma seguradora oferecer uma gama de serviços e outra não, nas mesmas condições, pode impactar no preço", finaliza.

>>> Seu seguro está caro? Conheça o Auto Fácil, seguro contra roubo e furto total do veículo: Fácil contratação, custo reduzido e sem perfil. Veja mais em: www.autofacilituran.com.br