Fonte: Gazeta Mercantil Online - Data: 11.10.2007
Liberty faz proposta de incorporação à Indiana
São Paulo, 11 de Outubro de 2007 - Empresas devem manter estruturas operacionais separadas para atuar no mercado. O Grupo norte-americano Liberty Mutual anunciou ontem que sua subsidiária no País, a Liberty International Brasil Ltda., assinou acordo de compra de 100% da Indiana Seguros S.A. A aquisição, entretanto, está sujeita à aprovação regulatória do País.
As duas seguradoras têm foco na mesma espécie de produto: apólices para veículos.
Uma vez concluído o processo de incorporação pelas autoridades locais, a Liberty deve tornar-se a 10 colocada entre as empresas de ramos elementares do mercado brasileiro de seguros. Terá participação de 3,2%, uma carteira com cerca de 1 milhão de clientes e prêmios no montante de R$ 1,1 bilhão. A aquisição também deverá colocar a Liberty na 6 posição entre as seguradoras brasileiras de veículos. Ficará com 6,4% de participação deste filão.
Fundada em 1943 pela família Afif, a Indiana soma prêmios de R$ 325 milhões e possui cerca de 500 funcionários. A companhia distribui seu principal produto por corretores cadastrados, que atuam dentro de concessionárias de veículos onde estes são vendidos. A Indiana também comercializa apólices de seguros residenciais e de vida."A Liberty é forte em seguros de carros semi-novos, a Indiana, em veículos novos, um mercado muito aquecido no País. Atuaremos de forma complementar, mantendo as estruturas das duas companhias", disse Luis Maurette, presidente da unidade brasileira da Liberty. Os Afif detém o controle da Indiana, com 60%. O Bradesco possui os 40% restantes. Guilherme Afif Domingos e seu irmão, Cláudio Afif Domingos, continuarão a fazer parte do Conselho de Administração da companhia.
O Grupo Liberty Mutual opera no Brasil desde 1996, quando adquiriu a Companhia Paulista de Seguros, uma empresa brasileira que atuava no mercado de ramos elementares. A empresa seguradora também oferece outras espécies de apólices, como seguros de vida, residencial, comercial, de condomínios e transportes terrestre e marítimo.
Sua sede está localizada em São Paulo. Há outras 76 filiais suas no País.
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11 de outubro de 2007
8 de outubro de 2007
Seguro Internacional proporciona tranqüilidade a jovens estudantes e seus familiares
Fonte: Funenseg On line - Data: 09.10.2007
O período entre os meses de dezembro e janeiro é o momento em que a prática de intercambio estudantil é mais procurada. Diversos jovens brasileiros participam de programas como Work experience, Au Pair, cursos de idiomas e cursos de extensão.
Para garantir a tranqüilidade do jovem viajante e dos familiares, o mercado de seguros oferece serviços de proteção que incluem assistência médico-hospitalar, emergência, acidentes pessoais e invalidez, assistência odontológica, entre outros benefícios. O seguro saúde é essencial, principalmente, quando se trata de adolescentes estudando ou trabalhando no exterior.
Como forma de oferecer mais segurança aos pais, muitas escolas estrangeiras exigem a apresentação do seguro saúde internacional pelo aluno em cursos de idioma, extensão universitária, pós-graduação ou MBA. As universidades norte-americanas, por exemplo, não efetuam a matricula do estudante estrangeiro sem que o mesmo contrate um seguro, em torno de U$ 200 mil, podendo variar de acordo com cada instituição.
Alguns paises da Europa também entraram no tratado de Schengen, organizado pela Comissão Européia de Turismo (CET), onde uma das exigências para entrar no país é uma cobertura mínima de seguro de saúde.
"Sair do país com uma assistência médica internacional é uma questão de responsabilidade do próprio cidadão. Por menor que seja a ocorrência, o valor da assistência no exterior fica muito alto", afirma a coordenadora de Relações Públicas da Student Travel Bureau (STB), Claudia Martins.
Atitudes como essas elevam a demanda por este nicho e a competitividade entre as seguradoras, que necessitam de produtos criativos para atrair novos clientes. Um exemplo disso é a conertura especial para praticantes de esportes radicais para atender a demanda dos turistas que buscam as aventuras de inverno.
No site da Luma Seguros está disponível o SegurViaje, com diversos planos que atendem, desde estudantes a profissionais em viagens de negócios ou praticantes de esportes radicais.
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Como forma de oferecer mais segurança aos pais, muitas escolas estrangeiras exigem a apresentação do seguro saúde internacional pelo aluno em cursos de idioma, extensão universitária, pós-graduação ou MBA. As universidades norte-americanas, por exemplo, não efetuam a matricula do estudante estrangeiro sem que o mesmo contrate um seguro, em torno de U$ 200 mil, podendo variar de acordo com cada instituição.
Alguns paises da Europa também entraram no tratado de Schengen, organizado pela Comissão Européia de Turismo (CET), onde uma das exigências para entrar no país é uma cobertura mínima de seguro de saúde.
"Sair do país com uma assistência médica internacional é uma questão de responsabilidade do próprio cidadão. Por menor que seja a ocorrência, o valor da assistência no exterior fica muito alto", afirma a coordenadora de Relações Públicas da Student Travel Bureau (STB), Claudia Martins.
Atitudes como essas elevam a demanda por este nicho e a competitividade entre as seguradoras, que necessitam de produtos criativos para atrair novos clientes. Um exemplo disso é a conertura especial para praticantes de esportes radicais para atender a demanda dos turistas que buscam as aventuras de inverno.
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4 de outubro de 2007
SP terá chip nos carros a partir de maio
Fonte: Folha de São Paulo - Data: 04/10/2007
A partir de maio de 2008, os paulistanos terão de implantar um chip no pára-brisa do carro, que aumentará o poder de fiscalização da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e permitirá o rastreamento do veículo em caso de roubo.
Convênio assinado ontem entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo prevê que empresas terceirizadas, por meio de Parceria Público-Privada, cuidem da implantação. Segundo o governador José Serra (PSDB), a instalação deverá ser feita junto com o licenciamento dos veículos -sejam eles novos ou usados.
Pelo projeto, não haverá custo para os motoristas. A implementação depende ainda da aprovação do projeto de lei municipal n.º 14.448 e das diretrizes de um grupo de trabalho entre governo, prefeitura e Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Não está definida a data para o início da licitação ou o seu modelo.
Segundo Roberto Scaringella, presidente da CET, os motoristas terão de ir até um posto, em local ainda indefinido, para implantar o chip.
Também não está definido o que acontecerá com carros de outros Estados que rodem na cidade de São Paulo sem o chip.
Regulamentados em 2006 pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os chips deverão funcionar em todo o Brasil nos próximos cinco anos -São Paulo será a experiência-piloto.
O chip armazenará o número da placa, chassi, número do Renavam, taxas (IPVA, por exemplo) e licenciamento. Carros irregulares serão identificados quando o veículo passar perto de uma das 2.500 antenas instaladas nas principais vias da cidade. A frota clandestina (que não paga IPVA nem multa) de São Paulo chega a 30% dos 5,8 milhões de veículos.
Se o carro não tiver o chip, a antena o denunciará como irregular. Aparelhos auxiliares, como as câmeras para fotografar placas em dias de rodízio, identificarão o carro que poderá ser parado em uma blitz da Polícia Militar e apreendido.
Segundo Scaringella já havia afirmado, o valor da implantação ficará abaixo de R$ 400 milhões, valor próximo da receita anual do município com as multas de trânsito. O valor seria pago por um fundo alimentado pela verba das multas e ainda em regulamentação.
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A partir de maio de 2008, os paulistanos terão de implantar um chip no pára-brisa do carro, que aumentará o poder de fiscalização da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e permitirá o rastreamento do veículo em caso de roubo.
Convênio assinado ontem entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo prevê que empresas terceirizadas, por meio de Parceria Público-Privada, cuidem da implantação. Segundo o governador José Serra (PSDB), a instalação deverá ser feita junto com o licenciamento dos veículos -sejam eles novos ou usados.
Pelo projeto, não haverá custo para os motoristas. A implementação depende ainda da aprovação do projeto de lei municipal n.º 14.448 e das diretrizes de um grupo de trabalho entre governo, prefeitura e Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Não está definida a data para o início da licitação ou o seu modelo.
Segundo Roberto Scaringella, presidente da CET, os motoristas terão de ir até um posto, em local ainda indefinido, para implantar o chip.
Também não está definido o que acontecerá com carros de outros Estados que rodem na cidade de São Paulo sem o chip.
Regulamentados em 2006 pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os chips deverão funcionar em todo o Brasil nos próximos cinco anos -São Paulo será a experiência-piloto.
O chip armazenará o número da placa, chassi, número do Renavam, taxas (IPVA, por exemplo) e licenciamento. Carros irregulares serão identificados quando o veículo passar perto de uma das 2.500 antenas instaladas nas principais vias da cidade. A frota clandestina (que não paga IPVA nem multa) de São Paulo chega a 30% dos 5,8 milhões de veículos.
Se o carro não tiver o chip, a antena o denunciará como irregular. Aparelhos auxiliares, como as câmeras para fotografar placas em dias de rodízio, identificarão o carro que poderá ser parado em uma blitz da Polícia Militar e apreendido.
Segundo Scaringella já havia afirmado, o valor da implantação ficará abaixo de R$ 400 milhões, valor próximo da receita anual do município com as multas de trânsito. O valor seria pago por um fundo alimentado pela verba das multas e ainda em regulamentação.
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21 de setembro de 2007
300 mil notebooks a cada 3 meses
Fonte: Blog Lapfinder
Isto mesmo que você leu. Neste último trimestre foram vendidas nada menos que 300.481 unidades de computadores portáteis no Brasil. Se somarmos o número de notebooks e desktops vendidos no país, o Brasil fica com a 4° posição no ranking mundial de vendas. Isso não é pouca coisa.
A grande vantagem do nosso mercado em relação às outras praças é que ainda temos uma grande fatia da população sem acesso a estes produtos. É isso que diferencia os membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) dos países mais desenvolvidos tecnologicamente. Segundo a IDC, que foi responsável pela pesquisa, o Brasil surpreendeu o mundo ao aumentar as vendas em 20% se comparado com o trimestre anterior.
O mundo inteiro está de olho no mercado brasileiro. E isto não é de hoje. Cabe, a nós brasileiros, aproveitar todo este mercado quase inexplorado antes que ele seja invadido por empresas estrangeiras. Nós estamos com a vantagem, já que conhecemos muito bem como o Brasil funciona. Se você tem uma idéia que pode se tornar um negócio real, vale a pena correr o risco e investir nela.]
Seguro de roubo para notebook? Faça na Luma Seguros. Clique aqui.
Isto mesmo que você leu. Neste último trimestre foram vendidas nada menos que 300.481 unidades de computadores portáteis no Brasil. Se somarmos o número de notebooks e desktops vendidos no país, o Brasil fica com a 4° posição no ranking mundial de vendas. Isso não é pouca coisa.
A grande vantagem do nosso mercado em relação às outras praças é que ainda temos uma grande fatia da população sem acesso a estes produtos. É isso que diferencia os membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) dos países mais desenvolvidos tecnologicamente. Segundo a IDC, que foi responsável pela pesquisa, o Brasil surpreendeu o mundo ao aumentar as vendas em 20% se comparado com o trimestre anterior.
O mundo inteiro está de olho no mercado brasileiro. E isto não é de hoje. Cabe, a nós brasileiros, aproveitar todo este mercado quase inexplorado antes que ele seja invadido por empresas estrangeiras. Nós estamos com a vantagem, já que conhecemos muito bem como o Brasil funciona. Se você tem uma idéia que pode se tornar um negócio real, vale a pena correr o risco e investir nela.]
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14 de setembro de 2007
Assistência 24 horas para Automóvel
Você já conhece o Auto Assist?
Considerando que muitas vezes a contratação do seguro automóvel é inviável e existe a opção pela instalação de dispositivos de proteção como travas, alarmes, bloqueadores, rastreadores etc, estamos disponibilizando agora, um produto que o deixará mais tranqüilo. Trata-se do Auto Assist, uma assistência 24 horas semelhante à oferecida pelo seguro convencional. Contratando o produto, ao ocorrer um sinistro seja por colisão, pane elétrica, mecânica, pane seca etc, você poderá ligar para a Central de Atendimento 24 horas através de 0800 e solicitar o atendimento necessário para o evento.
Se você não fez o seguro por motivo de custo, instalou um rastreador e não tem serviço de assistência, tem restrição cadastral e não conseguiu contratar o seguro ou não contratou por qualquer outro motivo, o Auto Assist é o produto ideal para você.
Veja o custo anual:
Veículos de passeio/táxi/picapes leves
de 0 a 10 anos de fabricação R$ 160,00
de 11 a 15 anos de fabricação R$ 195,00
de 16 a 20 anos de fabricação R$ 220,00
Kombis e vans de pequeno porte incluindo
s-10, D20, X5, F-250, BLAZER, RANGER, DODGE RAM, CHEROKEE, SPORTAGE.
de 0 a 10 anos de fabricação R$ 210,00
de 11 a 15 anos de fabricação R$ 225,00
de 16 a 20 anos de fabricação R$ 285,00
Taxi com até 1o anos de fabricação: R$ 220,00
Para contratar o Auto Assist é muito simples, todo o processo é on-line e você pode pagar por boleto bancário em até 3x sem juros ou através de cartão de crédito.
Para saber mais e contratar a Assistência 24 horas Auto Assist, acesse o link abaixo:
http://www.lumaseguros.com.br/?codigo=blogluma&tipo=assist
Considerando que muitas vezes a contratação do seguro automóvel é inviável e existe a opção pela instalação de dispositivos de proteção como travas, alarmes, bloqueadores, rastreadores etc, estamos disponibilizando agora, um produto que o deixará mais tranqüilo. Trata-se do Auto Assist, uma assistência 24 horas semelhante à oferecida pelo seguro convencional. Contratando o produto, ao ocorrer um sinistro seja por colisão, pane elétrica, mecânica, pane seca etc, você poderá ligar para a Central de Atendimento 24 horas através de 0800 e solicitar o atendimento necessário para o evento.
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Veja o custo anual:
Veículos de passeio/táxi/picapes leves
de 0 a 10 anos de fabricação R$ 160,00
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Kombis e vans de pequeno porte incluindo
s-10, D20, X5, F-250, BLAZER, RANGER, DODGE RAM, CHEROKEE, SPORTAGE.
de 0 a 10 anos de fabricação R$ 210,00
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Taxi com até 1o anos de fabricação: R$ 220,00
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13 de setembro de 2007
Segurados da Chubb ganham proteção extra
Fonte: Gazeta Mercantil - Data: 13.09.2007
A disputa pelos clientes de alta renda começa a resultar em benefícios ao consumidor de seguros. A Chubb, pioneira no atendimento deste nicho de segurados há dez anos, decidiu incluir cobertura para prejuízos que seus segurados de carro venham a ter em assalto ou seqüestro relâmpago em seus cartões de crédito e débito.
"Para o carro ele tem seguro. Mas alguns clientes não têm seguro para gastos ou saques feitos pelos ladrões em seus cartões", disse Sidney Munhoz, diretor de Personal Lines da seguradora. A cobertura será incluída nos novos contratos e na renovação do Auto Quality Protection Platinum, para veículos acima de R$ 80 mil.
Segundo o banco de dados da seguradora, que também vende esse seguro para as administradoras de cartões, o valor médio de saque feito por assaltantes é de R$ 1 mil. Hoje praticamente todas as instituições financeiras limitam os saques diários em razão da violência urbana. "Mas os clientes que quiserem um valor superior poderão solicitar a cobertura, mediante o pagamento de um valor adicional", explicou.
Outra novidade é poder parcelar em até 10 vezes o seguro pelo cartão American Express. "Está na cultura do brasileiro parcelar sem juros, pois facilita o fluxo de caixa". Quem não tiver o cartão Amex, será convidado a ter um.
O objetivo não é aumentar as vendas e sim tornar o produto único e diferente dos concorrentes, fazendo os segurados perceberem que a Chubb tem um diferencial. "Claro que se ele ficar satisfeito com o produto e com os serviços, ele indicará para amigos. Uma personalidade falando bem do produto é o maior marketing que uma empresa pode ter".
Até pouco tempo atrás, esses sofisticados consumidores eram submetidos a produtos populares, sem apelo para atrair um cliente que exige cobertura e serviços diferenciados. Em automóvel, por exemplo, valia mais a pena fazer um auto seguro do que ter uma apólice para cada carro dos membros da família.
Hoje pelo menos três seguradoras criaram produtos para a alta renda, um nicho disputado em países de primeiro mundo. Uma história tradicional que ilustra esse segmento é a de uma idosa senhora americana. Ela ligou para a sua seguradora e disse que uma jóia, de US$ 1 milhão, havia desaparecido de seu cofre.
Sem boletim de ocorrência ou qualquer questionamento ou vistória para apurar vestígios de arrombamento - atitudes abominadas pelo milionário que detesta se expor -, a seguradora pagou. Seis meses depois, a segurada ligou para a companhia de seguros pedindo para enviar um portador para buscar o cheque de devolução do valor indenizado. "Minha memória anda fraca com a idade. Eu havia guardado a jóia em outro cofre", disse.
O Brasil ainda não chegou a essa sofisticação de confiança entre cliente e empresa. Mas a seguradora que quiser atrair o milionário, terá de criar muitos benefícios para este público, conhecedor dos produtos internacionais pela oportunidade que tem de viajar com frequência aos países de primeiro mundo. "Nos Estados Unidos, a Chubb é responsável pela cobertura de boa parte das maiores fortunas do país. Todo know-how acumulado no exterior é utilizado no relacionamento com nossos clientes no Brasil."
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A disputa pelos clientes de alta renda começa a resultar em benefícios ao consumidor de seguros. A Chubb, pioneira no atendimento deste nicho de segurados há dez anos, decidiu incluir cobertura para prejuízos que seus segurados de carro venham a ter em assalto ou seqüestro relâmpago em seus cartões de crédito e débito.
"Para o carro ele tem seguro. Mas alguns clientes não têm seguro para gastos ou saques feitos pelos ladrões em seus cartões", disse Sidney Munhoz, diretor de Personal Lines da seguradora. A cobertura será incluída nos novos contratos e na renovação do Auto Quality Protection Platinum, para veículos acima de R$ 80 mil.
Segundo o banco de dados da seguradora, que também vende esse seguro para as administradoras de cartões, o valor médio de saque feito por assaltantes é de R$ 1 mil. Hoje praticamente todas as instituições financeiras limitam os saques diários em razão da violência urbana. "Mas os clientes que quiserem um valor superior poderão solicitar a cobertura, mediante o pagamento de um valor adicional", explicou.
Outra novidade é poder parcelar em até 10 vezes o seguro pelo cartão American Express. "Está na cultura do brasileiro parcelar sem juros, pois facilita o fluxo de caixa". Quem não tiver o cartão Amex, será convidado a ter um.
O objetivo não é aumentar as vendas e sim tornar o produto único e diferente dos concorrentes, fazendo os segurados perceberem que a Chubb tem um diferencial. "Claro que se ele ficar satisfeito com o produto e com os serviços, ele indicará para amigos. Uma personalidade falando bem do produto é o maior marketing que uma empresa pode ter".
Até pouco tempo atrás, esses sofisticados consumidores eram submetidos a produtos populares, sem apelo para atrair um cliente que exige cobertura e serviços diferenciados. Em automóvel, por exemplo, valia mais a pena fazer um auto seguro do que ter uma apólice para cada carro dos membros da família.
Hoje pelo menos três seguradoras criaram produtos para a alta renda, um nicho disputado em países de primeiro mundo. Uma história tradicional que ilustra esse segmento é a de uma idosa senhora americana. Ela ligou para a sua seguradora e disse que uma jóia, de US$ 1 milhão, havia desaparecido de seu cofre.
Sem boletim de ocorrência ou qualquer questionamento ou vistória para apurar vestígios de arrombamento - atitudes abominadas pelo milionário que detesta se expor -, a seguradora pagou. Seis meses depois, a segurada ligou para a companhia de seguros pedindo para enviar um portador para buscar o cheque de devolução do valor indenizado. "Minha memória anda fraca com a idade. Eu havia guardado a jóia em outro cofre", disse.
O Brasil ainda não chegou a essa sofisticação de confiança entre cliente e empresa. Mas a seguradora que quiser atrair o milionário, terá de criar muitos benefícios para este público, conhecedor dos produtos internacionais pela oportunidade que tem de viajar com frequência aos países de primeiro mundo. "Nos Estados Unidos, a Chubb é responsável pela cobertura de boa parte das maiores fortunas do país. Todo know-how acumulado no exterior é utilizado no relacionamento com nossos clientes no Brasil."
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3 de setembro de 2007
Seguro para Gol 1.0 varia até R$ 3.542
Fonte: Diario do Gde ABC - Data: 02/09/2007
Quem está cotando preços de seguro de automóvel no Grande ABC provavelmente encontrará na companhia Azul Seguros o preço mais baixo.
De acordo com levantamento do Diário, a companhia cobra R$ 2.347 pela proteção anual completa de Gol 1.0 básico, 0km, que circula pelas ruas da região.
A mesma apólice na companhia Unibanco Seguros custa R$ 5.889 – o maior valor entre as sete seguradoras consultadas pela reportagem. A diferença chega a R$ 3.542.
Critérios - Além das diferenças entre o perfil de cada empresa, as operadoras calculam os custos com base na incidência de furtos em cada localidade. E é justamente por isso que no Grande ABC – região que lidera roubos de carros no País – o preço do seguro tende a ser mais alto do que na Capital.
Mas, segundo Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, de Santo André, esse quadro está mudando, com os preços no Grande ABC em queda de 10% a 15% ante o ano passado. “A incidência de roubos diminuiu de 2006 para cá, e isso tem afetado os preços”, diz.
Uno e Gol - Também nesse caso, há exceções. “O Uno e o Gol estão muitos próximos do valor do ano passado”, diz Torii. Isso porque nesses carros há maior incidência de sinistros. “O roubo ocorre em maior número nesses dois modelos porque a frota é maior”, justifica.
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De acordo com levantamento do Diário, a companhia cobra R$ 2.347 pela proteção anual completa de Gol 1.0 básico, 0km, que circula pelas ruas da região.
A mesma apólice na companhia Unibanco Seguros custa R$ 5.889 – o maior valor entre as sete seguradoras consultadas pela reportagem. A diferença chega a R$ 3.542.
Critérios - Além das diferenças entre o perfil de cada empresa, as operadoras calculam os custos com base na incidência de furtos em cada localidade. E é justamente por isso que no Grande ABC – região que lidera roubos de carros no País – o preço do seguro tende a ser mais alto do que na Capital.
Mas, segundo Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, de Santo André, esse quadro está mudando, com os preços no Grande ABC em queda de 10% a 15% ante o ano passado. “A incidência de roubos diminuiu de 2006 para cá, e isso tem afetado os preços”, diz.
Uno e Gol - Também nesse caso, há exceções. “O Uno e o Gol estão muitos próximos do valor do ano passado”, diz Torii. Isso porque nesses carros há maior incidência de sinistros. “O roubo ocorre em maior número nesses dois modelos porque a frota é maior”, justifica.
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