Fonte: Invertia - Data 19/11/07
O número de novos carros considerados mais seguros pelas empresas de seguros quase triplicou no ano passado, ajudados pelas montadoras, que tornaram alguns equipamentos de segurança mais acessíveis.
A Ford e a Honda têm a maior quantidade de veículos da linha 2008 na lista anual de mais seguros da Insurance Institute for Highway Safety, dos Estados Unidos. Trinta e quatro automóveis receberam nota máxima na lista para 2008. De 2006 para 2007, foram 13.
O instituto requer que novos carros e caminhões tenham controle eletrônico de estabilidade (ESC) para qualificar a premiação de segurança. As empresas estão colocando a tecnologia que impede capotagens nas suas frotas, antecipando um possível requerimento do governo americano para que o item se torne obrigatório em 2012.
"Veículos deveriam ser desenvolvidos para oferecer uma boa proteção aos ocupantes em um acidente, mas agora, com o ESC, temos a possibilidade de prevenir que hajam acidentes", disse Adrian Lund, presidente do instituto, citando estudos que estimaram que 10 mil batidas de carros com mortes poderiam ser evitados todos os anos com a tecnologia.
A Ford foi representada na lista pelo Taurus, Mercury Sable, Taurus X, Edge e Lincoln MKX. Os carros da Volvo S80, C70 e XC90, feitos em parceria com a montadora americana, também estão entre os mais seguros. A empresa pretende colocar o controle de estabilidade em toda linha de carros a partir de 2009.
A Honda tem sete veículos na lista: Accord, Odyssey, Pilot, CR-V, Element, Acura MDX e RDX.
O controle eletrônico de estabilidade capta quando o motorista pode perder controle do carro e automaticamente aciona o freio para as rodas individualmente, para manter a estabilidade e evitar que capote.
A Subaru e a Hyundai tiveram, cada uma, quarto automóveis na lista: o Legacy, Impreza, Tribeca e Forest, da primeira montadora; e o Entourage, Santa Fe, Veracruz e Kia Sedona da segunda.
As picapes entraram pela primeira vez no ranking de mais seguros do instituto. Isso porque foram feitos testes com impactos laterais em diversos modelos. O Toyota Tundra, que tem o ESC e air bags laterais, foi a primeira a entrar na lista.
O Insurance Institute for Highway Safety disse que a Toyota poderia ter mais 10 carros na lista, assim como a Volkswagen poderia ter mais quatro representantes, se fossem melhorados os designs dos bancos e encostos.
O porta-voz da Toyota, Bill Kwong, disse que os carros de 2008 terá melhoras no encosto de cabeça. O instituto afirmou que o prêmio ajuda consumidores a comparar veículos a partir dos testes de segurança.
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19 de novembro de 2007
14 de novembro de 2007
Pesquisa da Indiana revela: segurados estão atentos a serviços 24H
Fonte: fenaseg - Data: 14/11/2007
Levantamento realizado pela Indiana Seguros revela que consumidores estão mais atentos às vantagens dos serviços 24H. Das ligações recebidas pela sua central de assistência 24 horas, 74% são de segurados que buscam serviços que não envolvem sinistro, ou seja, colisões ou roubo de veículos.
No topo das assistências, estão as panes elétricas, com 25%, seguidas das falhas mecânicas, com 24% das ocorrências. Em terceiro lugar, aparecem os chamados decorrentes de colisão, com 15%. Com ocorrências menores, aparecem serviços úteis nas grandes capitais, como chaveiros, troca de pneus e falta de combustível, ou pane seca no jargão securitário.
A pesquisa mostra que entre os problemas elétricos, os mais freqüentes são falhas de bateria, fusíveis ou alarme. Já a mecânica inclui, entre outros, problemas no cabo de embreagem ou correia do alternador. Na maior parte das panes é possível que o reparo seja feito no próprio local.
?Alguns anos atrás, os serviços de assistência foram incorporados às apólices para agregar valor aos segurados que não sofriam sinistros, e, dessa forma, não percebiam a importância da cobertura. Hoje, principalmente em função do trânsito caótico dos grandes centros, e a conseqüente dificuldade de auxílio por um amigo ou parente, esses serviços tornaram-se necessários. Para muitos segurados, já é difícil imaginar-se sem eles?, avalia Jorge Martinez, diretor operacional da Indiana Seguros.
A pesquisa foi feita entre janeiro e setembro deste ano. Confira a seguir o ranking dos serviços mais procurados. [14]
Índice de chamados - Seguro Auto Indiana
Pane elétrica - 25,16%
Pane mecânica - 21,47%
Acidente (colisão) - 15,44%
Pane não identificada - 13,35%
Acidente (outros) - 7,32%
Informações - 6,52%
Perda ou quebra de chaves - 4,22%
Roubo ou furto - 3,27%
Pneu avariado - 2,81%
Pane seca 0,28%
Incêndio - 0,17%
>>> Você sabia que mesmo sem seguro você pode contratar assistência 24 horas para seu veículo? Clique aqui para saber mais.
Levantamento realizado pela Indiana Seguros revela que consumidores estão mais atentos às vantagens dos serviços 24H. Das ligações recebidas pela sua central de assistência 24 horas, 74% são de segurados que buscam serviços que não envolvem sinistro, ou seja, colisões ou roubo de veículos.
No topo das assistências, estão as panes elétricas, com 25%, seguidas das falhas mecânicas, com 24% das ocorrências. Em terceiro lugar, aparecem os chamados decorrentes de colisão, com 15%. Com ocorrências menores, aparecem serviços úteis nas grandes capitais, como chaveiros, troca de pneus e falta de combustível, ou pane seca no jargão securitário.
A pesquisa mostra que entre os problemas elétricos, os mais freqüentes são falhas de bateria, fusíveis ou alarme. Já a mecânica inclui, entre outros, problemas no cabo de embreagem ou correia do alternador. Na maior parte das panes é possível que o reparo seja feito no próprio local.
?Alguns anos atrás, os serviços de assistência foram incorporados às apólices para agregar valor aos segurados que não sofriam sinistros, e, dessa forma, não percebiam a importância da cobertura. Hoje, principalmente em função do trânsito caótico dos grandes centros, e a conseqüente dificuldade de auxílio por um amigo ou parente, esses serviços tornaram-se necessários. Para muitos segurados, já é difícil imaginar-se sem eles?, avalia Jorge Martinez, diretor operacional da Indiana Seguros.
A pesquisa foi feita entre janeiro e setembro deste ano. Confira a seguir o ranking dos serviços mais procurados. [14]
Índice de chamados - Seguro Auto Indiana
Pane elétrica - 25,16%
Pane mecânica - 21,47%
Acidente (colisão) - 15,44%
Pane não identificada - 13,35%
Acidente (outros) - 7,32%
Informações - 6,52%
Perda ou quebra de chaves - 4,22%
Roubo ou furto - 3,27%
Pneu avariado - 2,81%
Pane seca 0,28%
Incêndio - 0,17%
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5 de novembro de 2007
Porto Seguro atualiza sua marca
Fonte: Segs.com.br / Anderson Polarini - Data: 05/11/2007
A partir de 4 de novembro, guinchos, veículos, escritórios e materiais da corporação passam a contar com nova identidade visual
A Porto Seguro S.A. passa a adotar uma nova marca. O objetivo da corporação é atualizar sua identidade visual, que teve a última mudança significativa realizada em 1976, além facilitar a comunicação com seus diversos públicos. O projeto teve início há mais de um ano, e foi executado pela Oz Design. Para divulgar a nova marca, será realizada uma campanha de mídia, nacional, assinada pela Caso Design.
"A atualização de sua marca faz parte dos processos de uma empresa", afirma Jayme Garfinkel, presidente do conselho da Porto Seguro. "Com esta nova marca conseguimos modernizar a imagem que nos representa, mantendo a identidade com a nossa história e evolução", completa.
A mudança exige uma complexa operação logística para realizar a troca de logos em todos os materiais da corporação, em todo o Brasil, em um curto prazo. "É ainda mais complexo em uma organização do tamanho da Porto Seguro, com escritórios em todo o Brasil e no Uruguai, mais de 1.000 veículos - entre guinchos, frota e vans de serviços -, pelaria em geral, entre outros itens", explica Fábio Luchetti, vice-presidente executivo da companhia.
Evolução da imagem
Ao ser adquirida em 1972, a Porto Seguro já tinha como símbolo a caravela, que foi preservada em todas as atualizações da marca. A partir de 1972, porém, a empresa adotou a cor azul, em substituição ao verde de sua origem.
Logística
Após a decisão da corporação pela atualização da logomarca, no prazo de dois meses foram reformulados mais de cinco mil impressos, entre formulários e materiais de divulgação. Além disso:
. Foi prevista e planejada a atualização de 114 fachadas (escritórios da matriz, regionais e sucursais);
. Mais de 1000 veículos terão os logotipos trocados, entre os quais 690 guinchos, que atendem o território nacional;
. Reformulação de site e intranet;
. Além disso, foi criado um hot-site, que vai ao ar no domingo, 04 de novembro, à noite.
Institucional
A Porto Seguro foi fundada em 1945 e, posteriormente, adquirida pela família Garfinkel, em maio de 1972. Naquela época ocupava a 48ª posição no ranking do mercado. Em 1978 passou a desenvolver o conceito de proteção total, que oferece produtos e serviços que ajudam a evitar o sinistro e amparam o segurado antes, durante e depois de qualquer ocorrência. A companhia foi a responsável por este tipo de iniciativa, o que acabou se transformando em uma tendência no ramo de seguros. Atualmente, está entre as três maiores seguradoras do país e lidera o mercado de seguro auto.
A corporação oferece uma ampla gama de produtos de seguro, incluindo seguro de automóvel, saúde, patrimoniais e de acidentes pessoais, de vida (incluindo previdência) e seguros de transportes, para pessoas físicas, famílias, empresas e entidades no Brasil. Mantém também uma subsidiária no Uruguai. Conta ainda com soluções completas para que o corretor possa atender as diversas necessidades de seus clientes, como consórcio de imóveis e auto, financiamento, proteção e monitoramento e administração de recursos financeiros.
Hoje emprega diretamente mais de 6.000 funcionários e possui quase 120 sucursais e escritórios regionais. A sede da Porto Seguro está localizada em Campos Elíseos, no centro da cidade de São Paulo.
Em 2003 a corporação adquiriu AXA Seguros Brasil S.A., subsidiária da companhia francesa, renomeada para Azul Seguros em 2004. No mesmo ano, a Porto Seguro S.A. estreou no Novo Mercado da Bovespa, em 22 de novembro. Atualmente possui 37,2% de seu capital em circulação. A companhia conta ainda com de mais de 20 mil corretores independentes, sendo mais de 10 mil corretores ativos, que vendem seus produtos em todo o Brasil.
>>> Produtos Porto Seguro você pode contratar na Luma Seguros. Clique aqui.
A partir de 4 de novembro, guinchos, veículos, escritórios e materiais da corporação passam a contar com nova identidade visual
A Porto Seguro S.A. passa a adotar uma nova marca. O objetivo da corporação é atualizar sua identidade visual, que teve a última mudança significativa realizada em 1976, além facilitar a comunicação com seus diversos públicos. O projeto teve início há mais de um ano, e foi executado pela Oz Design. Para divulgar a nova marca, será realizada uma campanha de mídia, nacional, assinada pela Caso Design.
"A atualização de sua marca faz parte dos processos de uma empresa", afirma Jayme Garfinkel, presidente do conselho da Porto Seguro. "Com esta nova marca conseguimos modernizar a imagem que nos representa, mantendo a identidade com a nossa história e evolução", completa.
A mudança exige uma complexa operação logística para realizar a troca de logos em todos os materiais da corporação, em todo o Brasil, em um curto prazo. "É ainda mais complexo em uma organização do tamanho da Porto Seguro, com escritórios em todo o Brasil e no Uruguai, mais de 1.000 veículos - entre guinchos, frota e vans de serviços -, pelaria em geral, entre outros itens", explica Fábio Luchetti, vice-presidente executivo da companhia.
Evolução da imagem
Ao ser adquirida em 1972, a Porto Seguro já tinha como símbolo a caravela, que foi preservada em todas as atualizações da marca. A partir de 1972, porém, a empresa adotou a cor azul, em substituição ao verde de sua origem.
Logística
Após a decisão da corporação pela atualização da logomarca, no prazo de dois meses foram reformulados mais de cinco mil impressos, entre formulários e materiais de divulgação. Além disso:
. Foi prevista e planejada a atualização de 114 fachadas (escritórios da matriz, regionais e sucursais);
. Mais de 1000 veículos terão os logotipos trocados, entre os quais 690 guinchos, que atendem o território nacional;
. Reformulação de site e intranet;
. Além disso, foi criado um hot-site, que vai ao ar no domingo, 04 de novembro, à noite.
Institucional
A Porto Seguro foi fundada em 1945 e, posteriormente, adquirida pela família Garfinkel, em maio de 1972. Naquela época ocupava a 48ª posição no ranking do mercado. Em 1978 passou a desenvolver o conceito de proteção total, que oferece produtos e serviços que ajudam a evitar o sinistro e amparam o segurado antes, durante e depois de qualquer ocorrência. A companhia foi a responsável por este tipo de iniciativa, o que acabou se transformando em uma tendência no ramo de seguros. Atualmente, está entre as três maiores seguradoras do país e lidera o mercado de seguro auto.
A corporação oferece uma ampla gama de produtos de seguro, incluindo seguro de automóvel, saúde, patrimoniais e de acidentes pessoais, de vida (incluindo previdência) e seguros de transportes, para pessoas físicas, famílias, empresas e entidades no Brasil. Mantém também uma subsidiária no Uruguai. Conta ainda com soluções completas para que o corretor possa atender as diversas necessidades de seus clientes, como consórcio de imóveis e auto, financiamento, proteção e monitoramento e administração de recursos financeiros.
Hoje emprega diretamente mais de 6.000 funcionários e possui quase 120 sucursais e escritórios regionais. A sede da Porto Seguro está localizada em Campos Elíseos, no centro da cidade de São Paulo.
Em 2003 a corporação adquiriu AXA Seguros Brasil S.A., subsidiária da companhia francesa, renomeada para Azul Seguros em 2004. No mesmo ano, a Porto Seguro S.A. estreou no Novo Mercado da Bovespa, em 22 de novembro. Atualmente possui 37,2% de seu capital em circulação. A companhia conta ainda com de mais de 20 mil corretores independentes, sendo mais de 10 mil corretores ativos, que vendem seus produtos em todo o Brasil.
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25 de outubro de 2007
Rastreador será obrigatório a partir de 2009
Fonte: Dicas Auto/RE Bradesco Seguros
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução 245, em 1º de agosto deste ano, determinando que a partir de agosto de 2009 todos os veículos produzidos no Brasil e importados terão de sair da fábrica com dispositivos antifurto de rastreamento e bloqueio remoto instalados.
O sistema de rastreamento e bloqueio de veículos via GPS (Global Positioning System) localiza o veículo por satélite, transmite as coordenadas para a empresa de segurança e a polícia e recebe o comando de bloqueio, obstruindo a circulação do carro. E a partir da data da publicação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem 90 dias para definir as especificações do padrão que deverá ser utilizado, já que há vários modelos no mercado.
A medida visa reverter os altos índices de furto e roubo de automóveis no País, alcançando, de acordo com dados do Denatran, cerca de 390 mil veículos todos os anos. Desse total, apenas 200 mil (51%) são recuperados. Para o órgão, o novo sistema pode desestimular a ação dos criminosos, por permitir a recuperação de até 90% dos veículos roubados.
Mas ainda que tenha aspectos positivos, a iniciativa poderá pesar no bolso do consumidor. As montadoras afirmam que o valor do dispositivo será repassado ao preço final dos veículos. Atualmente, os dispositivos podem ser encontrados, em média, por algo em torno de R$ 300, mas com a produção em escala esse valor poderia ser reduzido pela metade. "Hoje em torno de 40% a 45% dos veículos são recuperados. Com o sistema de rastreamento e bloqueador, esperamos que 80% deles sejam recuperados", afirma José Carlos de Oliveira, da Comissão de Seguros de Automóveis da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg).
A regulamentação vale para carros, motos, caminhões e ônibus fabricados no País ou importados. Todos os automóveis adquiridos antes de agosto de 2009 estarão livres da obrigatoriedade.
>>> Luma Seguros. Seguros on-line.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução 245, em 1º de agosto deste ano, determinando que a partir de agosto de 2009 todos os veículos produzidos no Brasil e importados terão de sair da fábrica com dispositivos antifurto de rastreamento e bloqueio remoto instalados.
O sistema de rastreamento e bloqueio de veículos via GPS (Global Positioning System) localiza o veículo por satélite, transmite as coordenadas para a empresa de segurança e a polícia e recebe o comando de bloqueio, obstruindo a circulação do carro. E a partir da data da publicação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem 90 dias para definir as especificações do padrão que deverá ser utilizado, já que há vários modelos no mercado.
A medida visa reverter os altos índices de furto e roubo de automóveis no País, alcançando, de acordo com dados do Denatran, cerca de 390 mil veículos todos os anos. Desse total, apenas 200 mil (51%) são recuperados. Para o órgão, o novo sistema pode desestimular a ação dos criminosos, por permitir a recuperação de até 90% dos veículos roubados.
Mas ainda que tenha aspectos positivos, a iniciativa poderá pesar no bolso do consumidor. As montadoras afirmam que o valor do dispositivo será repassado ao preço final dos veículos. Atualmente, os dispositivos podem ser encontrados, em média, por algo em torno de R$ 300, mas com a produção em escala esse valor poderia ser reduzido pela metade. "Hoje em torno de 40% a 45% dos veículos são recuperados. Com o sistema de rastreamento e bloqueador, esperamos que 80% deles sejam recuperados", afirma José Carlos de Oliveira, da Comissão de Seguros de Automóveis da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg).
A regulamentação vale para carros, motos, caminhões e ônibus fabricados no País ou importados. Todos os automóveis adquiridos antes de agosto de 2009 estarão livres da obrigatoriedade.
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11 de outubro de 2007
Liberty compra a Indiana
Fonte: Gazeta Mercantil Online - Data: 11.10.2007
Liberty faz proposta de incorporação à Indiana
São Paulo, 11 de Outubro de 2007 - Empresas devem manter estruturas operacionais separadas para atuar no mercado. O Grupo norte-americano Liberty Mutual anunciou ontem que sua subsidiária no País, a Liberty International Brasil Ltda., assinou acordo de compra de 100% da Indiana Seguros S.A. A aquisição, entretanto, está sujeita à aprovação regulatória do País.
As duas seguradoras têm foco na mesma espécie de produto: apólices para veículos.
Uma vez concluído o processo de incorporação pelas autoridades locais, a Liberty deve tornar-se a 10 colocada entre as empresas de ramos elementares do mercado brasileiro de seguros. Terá participação de 3,2%, uma carteira com cerca de 1 milhão de clientes e prêmios no montante de R$ 1,1 bilhão. A aquisição também deverá colocar a Liberty na 6 posição entre as seguradoras brasileiras de veículos. Ficará com 6,4% de participação deste filão.
Fundada em 1943 pela família Afif, a Indiana soma prêmios de R$ 325 milhões e possui cerca de 500 funcionários. A companhia distribui seu principal produto por corretores cadastrados, que atuam dentro de concessionárias de veículos onde estes são vendidos. A Indiana também comercializa apólices de seguros residenciais e de vida."A Liberty é forte em seguros de carros semi-novos, a Indiana, em veículos novos, um mercado muito aquecido no País. Atuaremos de forma complementar, mantendo as estruturas das duas companhias", disse Luis Maurette, presidente da unidade brasileira da Liberty. Os Afif detém o controle da Indiana, com 60%. O Bradesco possui os 40% restantes. Guilherme Afif Domingos e seu irmão, Cláudio Afif Domingos, continuarão a fazer parte do Conselho de Administração da companhia.
O Grupo Liberty Mutual opera no Brasil desde 1996, quando adquiriu a Companhia Paulista de Seguros, uma empresa brasileira que atuava no mercado de ramos elementares. A empresa seguradora também oferece outras espécies de apólices, como seguros de vida, residencial, comercial, de condomínios e transportes terrestre e marítimo.
Sua sede está localizada em São Paulo. Há outras 76 filiais suas no País.
>>> Seguros online? Consulte a Luma Seguros. Clique aqui.
Liberty faz proposta de incorporação à Indiana
São Paulo, 11 de Outubro de 2007 - Empresas devem manter estruturas operacionais separadas para atuar no mercado. O Grupo norte-americano Liberty Mutual anunciou ontem que sua subsidiária no País, a Liberty International Brasil Ltda., assinou acordo de compra de 100% da Indiana Seguros S.A. A aquisição, entretanto, está sujeita à aprovação regulatória do País.
As duas seguradoras têm foco na mesma espécie de produto: apólices para veículos.
Uma vez concluído o processo de incorporação pelas autoridades locais, a Liberty deve tornar-se a 10 colocada entre as empresas de ramos elementares do mercado brasileiro de seguros. Terá participação de 3,2%, uma carteira com cerca de 1 milhão de clientes e prêmios no montante de R$ 1,1 bilhão. A aquisição também deverá colocar a Liberty na 6 posição entre as seguradoras brasileiras de veículos. Ficará com 6,4% de participação deste filão.
Fundada em 1943 pela família Afif, a Indiana soma prêmios de R$ 325 milhões e possui cerca de 500 funcionários. A companhia distribui seu principal produto por corretores cadastrados, que atuam dentro de concessionárias de veículos onde estes são vendidos. A Indiana também comercializa apólices de seguros residenciais e de vida."A Liberty é forte em seguros de carros semi-novos, a Indiana, em veículos novos, um mercado muito aquecido no País. Atuaremos de forma complementar, mantendo as estruturas das duas companhias", disse Luis Maurette, presidente da unidade brasileira da Liberty. Os Afif detém o controle da Indiana, com 60%. O Bradesco possui os 40% restantes. Guilherme Afif Domingos e seu irmão, Cláudio Afif Domingos, continuarão a fazer parte do Conselho de Administração da companhia.
O Grupo Liberty Mutual opera no Brasil desde 1996, quando adquiriu a Companhia Paulista de Seguros, uma empresa brasileira que atuava no mercado de ramos elementares. A empresa seguradora também oferece outras espécies de apólices, como seguros de vida, residencial, comercial, de condomínios e transportes terrestre e marítimo.
Sua sede está localizada em São Paulo. Há outras 76 filiais suas no País.
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8 de outubro de 2007
Seguro Internacional proporciona tranqüilidade a jovens estudantes e seus familiares
Fonte: Funenseg On line - Data: 09.10.2007
O período entre os meses de dezembro e janeiro é o momento em que a prática de intercambio estudantil é mais procurada. Diversos jovens brasileiros participam de programas como Work experience, Au Pair, cursos de idiomas e cursos de extensão.
Para garantir a tranqüilidade do jovem viajante e dos familiares, o mercado de seguros oferece serviços de proteção que incluem assistência médico-hospitalar, emergência, acidentes pessoais e invalidez, assistência odontológica, entre outros benefícios. O seguro saúde é essencial, principalmente, quando se trata de adolescentes estudando ou trabalhando no exterior.
Como forma de oferecer mais segurança aos pais, muitas escolas estrangeiras exigem a apresentação do seguro saúde internacional pelo aluno em cursos de idioma, extensão universitária, pós-graduação ou MBA. As universidades norte-americanas, por exemplo, não efetuam a matricula do estudante estrangeiro sem que o mesmo contrate um seguro, em torno de U$ 200 mil, podendo variar de acordo com cada instituição.
Alguns paises da Europa também entraram no tratado de Schengen, organizado pela Comissão Européia de Turismo (CET), onde uma das exigências para entrar no país é uma cobertura mínima de seguro de saúde.
"Sair do país com uma assistência médica internacional é uma questão de responsabilidade do próprio cidadão. Por menor que seja a ocorrência, o valor da assistência no exterior fica muito alto", afirma a coordenadora de Relações Públicas da Student Travel Bureau (STB), Claudia Martins.
Atitudes como essas elevam a demanda por este nicho e a competitividade entre as seguradoras, que necessitam de produtos criativos para atrair novos clientes. Um exemplo disso é a conertura especial para praticantes de esportes radicais para atender a demanda dos turistas que buscam as aventuras de inverno.
No site da Luma Seguros está disponível o SegurViaje, com diversos planos que atendem, desde estudantes a profissionais em viagens de negócios ou praticantes de esportes radicais.
>>> Conheça o Seguro Viagem Internacional no site da Luma Seguros. Acesse agora.
O período entre os meses de dezembro e janeiro é o momento em que a prática de intercambio estudantil é mais procurada. Diversos jovens brasileiros participam de programas como Work experience, Au Pair, cursos de idiomas e cursos de extensão.
Para garantir a tranqüilidade do jovem viajante e dos familiares, o mercado de seguros oferece serviços de proteção que incluem assistência médico-hospitalar, emergência, acidentes pessoais e invalidez, assistência odontológica, entre outros benefícios. O seguro saúde é essencial, principalmente, quando se trata de adolescentes estudando ou trabalhando no exterior.
Como forma de oferecer mais segurança aos pais, muitas escolas estrangeiras exigem a apresentação do seguro saúde internacional pelo aluno em cursos de idioma, extensão universitária, pós-graduação ou MBA. As universidades norte-americanas, por exemplo, não efetuam a matricula do estudante estrangeiro sem que o mesmo contrate um seguro, em torno de U$ 200 mil, podendo variar de acordo com cada instituição.
Alguns paises da Europa também entraram no tratado de Schengen, organizado pela Comissão Européia de Turismo (CET), onde uma das exigências para entrar no país é uma cobertura mínima de seguro de saúde.
"Sair do país com uma assistência médica internacional é uma questão de responsabilidade do próprio cidadão. Por menor que seja a ocorrência, o valor da assistência no exterior fica muito alto", afirma a coordenadora de Relações Públicas da Student Travel Bureau (STB), Claudia Martins.
Atitudes como essas elevam a demanda por este nicho e a competitividade entre as seguradoras, que necessitam de produtos criativos para atrair novos clientes. Um exemplo disso é a conertura especial para praticantes de esportes radicais para atender a demanda dos turistas que buscam as aventuras de inverno.
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4 de outubro de 2007
SP terá chip nos carros a partir de maio
Fonte: Folha de São Paulo - Data: 04/10/2007
A partir de maio de 2008, os paulistanos terão de implantar um chip no pára-brisa do carro, que aumentará o poder de fiscalização da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e permitirá o rastreamento do veículo em caso de roubo.
Convênio assinado ontem entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo prevê que empresas terceirizadas, por meio de Parceria Público-Privada, cuidem da implantação. Segundo o governador José Serra (PSDB), a instalação deverá ser feita junto com o licenciamento dos veículos -sejam eles novos ou usados.
Pelo projeto, não haverá custo para os motoristas. A implementação depende ainda da aprovação do projeto de lei municipal n.º 14.448 e das diretrizes de um grupo de trabalho entre governo, prefeitura e Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Não está definida a data para o início da licitação ou o seu modelo.
Segundo Roberto Scaringella, presidente da CET, os motoristas terão de ir até um posto, em local ainda indefinido, para implantar o chip.
Também não está definido o que acontecerá com carros de outros Estados que rodem na cidade de São Paulo sem o chip.
Regulamentados em 2006 pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os chips deverão funcionar em todo o Brasil nos próximos cinco anos -São Paulo será a experiência-piloto.
O chip armazenará o número da placa, chassi, número do Renavam, taxas (IPVA, por exemplo) e licenciamento. Carros irregulares serão identificados quando o veículo passar perto de uma das 2.500 antenas instaladas nas principais vias da cidade. A frota clandestina (que não paga IPVA nem multa) de São Paulo chega a 30% dos 5,8 milhões de veículos.
Se o carro não tiver o chip, a antena o denunciará como irregular. Aparelhos auxiliares, como as câmeras para fotografar placas em dias de rodízio, identificarão o carro que poderá ser parado em uma blitz da Polícia Militar e apreendido.
Segundo Scaringella já havia afirmado, o valor da implantação ficará abaixo de R$ 400 milhões, valor próximo da receita anual do município com as multas de trânsito. O valor seria pago por um fundo alimentado pela verba das multas e ainda em regulamentação.
>>> Seguros online? Faça na Luma Seguros. Clique aqui.
A partir de maio de 2008, os paulistanos terão de implantar um chip no pára-brisa do carro, que aumentará o poder de fiscalização da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e permitirá o rastreamento do veículo em caso de roubo.
Convênio assinado ontem entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo prevê que empresas terceirizadas, por meio de Parceria Público-Privada, cuidem da implantação. Segundo o governador José Serra (PSDB), a instalação deverá ser feita junto com o licenciamento dos veículos -sejam eles novos ou usados.
Pelo projeto, não haverá custo para os motoristas. A implementação depende ainda da aprovação do projeto de lei municipal n.º 14.448 e das diretrizes de um grupo de trabalho entre governo, prefeitura e Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Não está definida a data para o início da licitação ou o seu modelo.
Segundo Roberto Scaringella, presidente da CET, os motoristas terão de ir até um posto, em local ainda indefinido, para implantar o chip.
Também não está definido o que acontecerá com carros de outros Estados que rodem na cidade de São Paulo sem o chip.
Regulamentados em 2006 pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os chips deverão funcionar em todo o Brasil nos próximos cinco anos -São Paulo será a experiência-piloto.
O chip armazenará o número da placa, chassi, número do Renavam, taxas (IPVA, por exemplo) e licenciamento. Carros irregulares serão identificados quando o veículo passar perto de uma das 2.500 antenas instaladas nas principais vias da cidade. A frota clandestina (que não paga IPVA nem multa) de São Paulo chega a 30% dos 5,8 milhões de veículos.
Se o carro não tiver o chip, a antena o denunciará como irregular. Aparelhos auxiliares, como as câmeras para fotografar placas em dias de rodízio, identificarão o carro que poderá ser parado em uma blitz da Polícia Militar e apreendido.
Segundo Scaringella já havia afirmado, o valor da implantação ficará abaixo de R$ 400 milhões, valor próximo da receita anual do município com as multas de trânsito. O valor seria pago por um fundo alimentado pela verba das multas e ainda em regulamentação.
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