31 de janeiro de 2008

Promoção Rastreador Ituran prorrogada até 15/02

A promoção do bloqueador e localizador Ituran revisado está prorrogada até 15/02/2008 .

Instale em regime de comodato por R$ 59,00 por ao mês ou compre o equipamento revisado da Ituran por R$ 450,00 (parcelamento em até 5x sem juros). Aproveite a oportunidade e ligue agora para nossa central de vendas 11 3522 9239 / 21 3527-0067.

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>Vantagens >Como funciona >Equipe pronta resposta >Área de atuação

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23 de janeiro de 2008

Mercado recebe aumento do IOF com apreensão

Fonte: InvestNews - Data: 23.01.2008

Para Thiago Vincoletto, atuário da BDO Trevisan em São Paulo, o pacote do governo é recebido com apreensão pelo mercado de seguros. 'Os esforços de longa data para diminuir a carga tributária recebem um balde de água fria e parecem não ter fim', afirma. Para ele, com o aumento do IOF, o mercado segurador foi penalizado. Todas as alíquotas aumentaram em 0,38%. Os seguros pessoais, como o de vida, passam a ter uma alíquota de 0,38%, sendo que antes do pacote a alíquota era zero. O mesmo acontece para o DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados porVeículos Automotores). Já caso do seguro saúde, a alíquota passa de 2% para 2,38% e o seguro de bens, passa de 7% para 7,38%. Ainda de acordo como decreto, permaneceram beneficiadas com alíquota zero, as operações de resseguro, de seguro obrigatório do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), deseguro de crédito à exportação, de seguro de transporte internacional de mercadorias, do seguro dos satélites Brasilsat I e II, dos planos de seguro devida com cobertura por sobrevivência, de seguro aeronáutico e de seguro de RCdo transportador aéreo. (Redação - InvestNews)

Promoção Rastreador Ituran vai até 31/01

A promoção do rastreador Ituran por R$ 59,00 mensais (comodato de 36 meses) vai até 31/01/08. São equipamentos revisados pela Ituran. O cliente paga R$ 100,00 pela instalação e mais 36 parcelas de R$ 59,00. Os valores começam a ser pagos somente 30 dias após a instalação que é feita em postos localizados em toda a região de abrangência da promoção (gde São Paulo e Campinas).
Veja em: http://www.ituranmais.com.br/

22 de janeiro de 2008

Susep explica variação de preços no Dpvat

Fonte: CQCS - Data: 23.01.2008

A Susep divulgou, nesta terça-feira, nota enfatizando a importância do Dpvat e esclarecendo dúvidas quanto ao funcionamento desse seguro. Entre os pontos destacados está a fórmula usada para o cálculo do prêmio do seguro, particularmente no caso da cobertura para motocicletas e similiares, cujo preço sofreu grande variação este ano em decorrência da elevada sinistralidade.No comunicado, a autarquia lembra que o Dpvat vem cumprindo seu papel social pagando indenizações aos beneficiários, em caso de ocorrência da morte causada por acidente de trânsito, ou ao próprio cidadão, na hipótese de ocorrência da sua invalidez ou para a cobertura das despesas médicas decorrentes: “o Dpvat exerce ainda uma outra importante função social, que é contribuir com a manutenção da saúde pública e com a política nacional de trânsito. Para isso, repassa 45% dos prêmios arrecadados ao Fundo Nacional de Saúde - FNS, para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito e 5% ao Departamento Nacional de Trânsito - Denatran, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito”, destaca um dos trechos da nota. A Susep acentua ainda que o seguro Dpvat tem sua solvência periodicamente avaliada com vistas à manutenção do equilíbrio atuarial da carteira de seus riscos. Esse estudo é submetido ao CNSP, a quem compete definir os valores dos prêmios, por meio de cálculo atuarial. A autarquia explica que, basicamente, o total de prêmios arrecadados para determinado exercício deve ser suficiente para pagar o montante de sinistros ocorridos nesse mesmo exercício. Para esse cálculo, estimam-se os sinistros a ocorrer, com base nos sinistros ocorridos. Da mesma forma, os bilhetes emitidos em anos anteriores subsidiam a estimativa de bilhetes emitidos para o ano subseqüente.Especificamente para o cálculo atuarial relacionado ao prêmio correspondente à categoria 9 (motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares), quem vem gerando polêmica, a Susep observa que foi considerada a evolução do número de bilhetes emitidos e não da frota total de motos, haja vista haver alto índice de inadimplência nessa categoria. Além disso, foi considerado que, pela natureza do seguro, independentemente do pagamento do prêmio para determinada motocicleta, os sinistros gerados por ela são cobertos pelo Dpvat.Segundo a Susep, entre 2003 e 2008, houve o aumento de 191% no valor do prêmio tarifário do seguro Dpvat para as motos. No entanto, no mesmo período, houve aumento de 100% para os valores de indenização de morte e invalidez. Além disso, quando se compara o número de bilhetes emitidos com o número de sinistros pagos, apenas na esfera administrativa (sem considerar os pagamentos por via judicial), verifica-se que primeiro cresceu cerca de 87%, entre o primeiro semestre de 2003 e o primeiro semestre de 2007, enquanto o segundo cresceu em torno de 179%, no mesmo período.Na análise segregada por cobertura, verifica-se que, entre o primeiro semestre de 2003 e o primeiro semestre de 2007, para a cobertura de invalidez permanente, houve aumento de 425% no número de sinistros pagos, variando de 3.595 sinistros para 18.863: “particularmente, no que se refere aos sinistros ocorridos e pagos no mesmo semestre, ainda para a cobertura de invalidez, verifica-se que, no primeiro semestre de 2003, o número correspondia a 61 sinistros, saltando para 737, no segundo semestre de 2006, alcançando o total de 1576 sinistros, já no primeiro semestre de 2007”, frisa o documento.Na comparação dos sinistros por categoria do seguro Dpvat, a Susep mostra que o montante pago na categoria 9, no 1º semestre de 2007, supera o total de indenizações pagas nas categorias 1 e 2 (automóveis particulares, táxis e carros de aluguel). O número de bilhetes emitidos para a categoria 9, no ano de 2006, foi equivalente a 18,4% do total de bilhetes emitidos, enquanto as categorias 1 e 2 alcançaram 65,8% do total de bilhetes emitidos: “como se vê, apesar de haver um número bem menor de expostos ao risco, há o maior desembolso para pagamento de sinistros na categoria 9”, diz outro trecho do comunicado.Esses aumentos descritos, de acordo com a autarquia, acarretam a elevação considerável na expectativa de sinistros e, conseqüentemente, na necessidade de provisão técnica para fazer face ao impacto.Além disso, é destacado que, para o seguro Dpvat da categoria 9, não há participação de corretoras de seguro. Nesse caso, há apenas o recolhimento de 0,5% dos prêmios tarifários, a título de corretagem, que são integralmente repassados ao Fundo de Desenvolvimento Educacional, em conformidade com a Lei n.º 4.594, de 29 de dezembro de 1964, com a redação dada pelo art. 1º da Lei n.º 6.137, de 22 de dezembro.Quanto ao percentual dos prêmios tarifários destinados ao pagamento de sinistros e à constituição das provisões, esclarece-se que foi fixado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, com base no art. 12 da Lei n.º 6.194/74, em 39,2398% dos prêmios tarifários. Quanto ao percentual dos prêmios tarifários destinados ao pagamento de sinistros e à constituição das provisões, esclarece-se que foi fixado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, com base no art. 12 da Lei n.º 6.194/74, em 39,2398% dos prêmios tarifários.

21 de janeiro de 2008

Bloqueador e rastreador são dispositivos diferentes

Fonte: Folha de São Paulo

Pode até surpreender, mas o crescimento da venda de veículos zero-quilômetro não tem sido acompanhado pelo número de roubos e furtos. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, no terceiro trimestre deste ano, foram 40.962 casos de furto e roubo de veículos contra 54.407 crimes no mesmo período de 2006.
A vida do motorista, porém, ainda não é tranqüila. E, para prevenção, as travas mecânicas não são mais suficientes. Hoje, além de inibir a ação dos assaltantes, os dispositivos antifurto facilitam o trabalho da polícia e podem diminuir o preço do seguro em até 30%.
"O consumidor precisa conhecer o produto que adquire", aconselha Paulo Barrachina, coordenador do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária). "Muitas vezes, o cliente compra um aparelho sem saber para que serve e fica na mão na hora do aperto."
Segundo Barrachina, cada equipamento diminui a ação dos bandidos de um modo.
Desenvolvidos para o transporte de cargas, os rastreadores estão cada vez mais presentes em veículos de passeio, a ponto de serem uma exigência a partir de 2009. Monitoram por satélite cada movimento do automóvel, e as informações podem ser acessadas pela internet.
Em caso de roubo ou furto, a polícia é avisada, via central, do paradeiro do carro e do do proprietário, o que reduz o risco de seqüestros relâmpagos. É a opção mais cara e a mais eficiente.
"Levamos em média 30 minutos para descobrir e dizer onde está o veículo", diz Pedro Coli, gerente de marketing da Ituran, empresa que monitora 165 mil automóveis. "O índice de recuperação do Golf, por exemplo, um dos mais visados pelos bandidos, é de 98%."
Já os bloqueadores são capazes de parar o carro a distância, algo que os rastreadores não fazem. Assim que o cliente avisar a central, ela emitirá um comando para bloquear a distribuição de combustível e acionará uma sirene para chamar a atenção da polícia.
Mais baratos, os alarmes disparam quando o automóvel é invadido --o que afugenta os assaltantes. Mas a eficiência contra o furto é questionada.
"Com tempo e perspicácia, os bandidos desmontam qualquer mecanismo de segurança", alerta o coordenador do Cesvi. "Equipamentos antifurto devem ser instalados em oficinas confiáveis, para que não sejam facilmente descobertos."
Patrimônio perdido
Quando comprou seu Audi S3, o advogado paranaense Eliúd Borges instalou um rastreador por recomendação da seguradora. "Achava que o aparelho servia apenas para espantar os ladrões em caso de furto."
No mês passado, vítima de um seqüestro relâmpago, Borges foi levado até um caixa eletrônico. Mas uma testemunha acompanhou e avisou a polícia.
Assustados, os bandidos libertaram o advogado e fugiram com o carro. A experiência ruim tinha um outro porém: Borges não pagava mais o seguro. Resignado com o prejuízo, decidiu descobrir como funcionava o rastreador. "Localizaram meu carro intacto em poucas horas."

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19 de janeiro de 2008

Preço do seguro dos carros despenca 15% em 2007

Fonte: Do G1, com informações do Jornal Nacional - Data: 19/01/2008

Em São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices.Proprietários estão cada vez mais preocupados em proteger o patrimônio.
O preço do seguro dos carros despencou. Em algumas cidades, como São Paulo, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices. Além disso, a disputa por novos clientes está beneficiando o consumidor. O empresário Domingos Pessoto Neto, por exemplo, sempre confiou em alarmes e na sorte. Em 25 anos ao volante, nunca fez seguro de automóvel. Mas agora com o carro seminovo de R$ 40 mil, o pequeno empresário decidiu que chegou a hora de se proteger. “Posso dormir sossegado, viajar sossegado”, explica Neto.Outro fator fundamento são os preço mais baixos. Na média, o custo dos seguros caiu quase 15% ao longo de 2007, mas não foi o risco de dirigir nossas cidades e estradas que diminuiu. Segundo os analistas do mercado, foi a competição que aumentou e a concorrência entre as seguradoras derruba os preços. Para o Sindicato dos Corretores de São Paulo, o aumento das vendas de veículos zero quilômetro trouxe para o mercado um novo grupo de consumidores de seguros: proprietários preocupados em proteger o novo patrimônio. Além disso, quem tem carro novo cuidar melhor e diminui os riscos de roubo. Os clientes recém-chegados acirraram a disputa entre as seguradoras. “Esta briga entre as empresas beneficiou o consumidor e a tendência é permanecer neste ano”, acredita Leoncio de Arruda, do Sindicato dos Corretores de Seguros de SP. O representante das seguradoras diz que as companhias podem cobrar menos porque o número de indenizações pagas diminuiu. A tecnologia dos rastreadores tem o seu papel nisso. “O rastreador não elimina o roubo e o furto de carro. Ele permite que você localize muito mais rapidamente o veículo e pedindo, inclusive, que seja feita indenização”, explica Neival Rodrigues Freitas, diretor da FENASEG.

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14 de janeiro de 2008

Conselho tem julgado o rodízio ilegal e anula multas após recursoO

Cetran passou a adotar essa posição há seis meses

Redação ABC Minuto Minuto

SÃO PAULO - O Cetran (Conselho Estadual de Trânsito) de São Paulo tem anulado as multas por desrespeito ao rodízio municipal de veículos. O órgão é responsável por julgar os recursos apresentados por motoristas em segunda instância. As informações são da “Folha de S. Paulo”.
As multas são canceladas porque a maioria dos conselheiros as considera ilegais por não haver placas indicativas da área de restrição nas vias públicas do centro expandido, onde a medida vigora desde 1997.
O Cetran passou a adotar essa posição há seis meses, provocando grande preocupação por parte do representante do DSV (Departamento de Operação do Sistema Viário) no conselho, Antonio Carlos Therezo Mattos, para quem ela poderá inviabilizar a existência do rodízio na cidade de São Paulo.
Numa carta endereçada à cúpula do trânsito da gestão Gilberto Kassab (DEM) no final de setembro de 2007, Mattos relatou que todas as multas têm sido anuladas em segunda instância, independentemente do argumento utilizado pelo motorista infrator no recurso.
As multas por descumprimento ao rodízio mais que triplicaram desde 2004, depois da implantação de radares com leitura automática das placas.

Prazo legal

O motorista tem que entrar com recurso no Cetran até 30 dias depois de ter sua defesa respondida pela primeira instância. O conselho costuma indeferir todos os recursos intempestivos ou seja, de quem foi multado e não entrou com recurso no prazo fixado pela legislação.