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3 de junho de 2014

Novos canais de distribuição entram na concorrência

Fonte: Valor Econômico - Data: 02/06/2014

caraaO segmento de corretores de seguros, com mais de 70 mil profissionais cadastrados pela Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), está em ebulição. Há movimentação desde fusões e aquisições, startup de corretoras on-line e até movimentos de preparação de abertura de capital na bolsa quando o mercado estiver mais favorável.
“Vende-se no Brasil um seguro a cada sete minutos. O que sinaliza que todas as formas de vendas são necessárias para chegar ao consumidor e elevar o mercado de seguros brasileiro para patamares de países com uma economia do tamanho da nossa. Há espaço para todos”, afirma Bento Zanzini, vice-presidente da BB e Mapfre.
De acordo com Alexandre Camillo, desde maio presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), o corretor de seguros enfrenta uma série de obstáculos que impedem seu desenvolvimento profissional. “Entre esses desafios destaco a concorrência com diversos canais de distribuição que surgiram ao longo dos anos – em especial os bancos e lojas que vendem apólices de seguros sem a presença de um corretor”.
Outro desafio é a dificuldade operacional enfrentada pelo corretor em seu dia a dia, desde a composição do seu quadro de colaboradores até equipar adequadamente sua empresa com recursos para que possa desenvolver sua atividade de forma lucrativa. Muitos corretores de seguros ao invés de investir na própria corretora, canalizam seus recursos para outras atividades, diante da incerteza quanto à perpetuação de seu negócio com a falta de interesse dos filhos por suceder o pai na empresa construída há décadas. “Temos muitas corretoras construídas por famílias que se encontram com uma imensa carteira de clientes e sem familiares com interesse para tocar o negócio”, diz Carlos Aparecido Cunha, sócio da Insurance Broker, de Campinas (SP).
Uma saída das corretoras médias e pequenas é juntar esforços. Segundo Diogo Arndt Silva, vice-presidente da Lojacorr – que administra o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional para cerca de 400 corretores acionistas -, a categoria está atravessando um momento repleto de oportunidades e o fortalecimento do empreendedorismo do grupo será uma forma de alavancar o desenvolvimento do mercado. “Este momento de mudança está alinhado com o novo modelo de negócios da Lojacorr, que também se aprimora para oferecer aos seus acionistas o ambiente necessário para o seu crescimento”, afirma.
A venda on-line viveu seu auge nos últimos dois anos e agora passa a consolidar sua estratégia de longo prazo. A Minuto Seguros abraçou o desafio de vender apólices na Internet mas, mesmo atingindo o sucesso em poucos anos de vida, ainda busca a forma 100% on-line – onde o processo se inicia e termina na página, com o seguro sendo adquirido em rápidos passos on-line. “Mas isso ainda não acontece”, diz Marcelo Blay, sócio e fundador. Segundo ele, o seguro é um serviço que a pessoa compra para eventualmente usar depois, se resguardando de alguns riscos cobertos por contrato que naturalmente geram dúvidas.

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27 de março de 2014

Em sua opinião, comprar seguros pela internet é seguro?

 Fonte: SindsegSC - Data: 27/03/2014

186849271O SindsegSC – Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização em Santa Catarina realizou no seu portal uma enquete com o tema: ‘’A segurança é fundamental no mercado de seguros, e na hora da compra todo cuidado é pouco. Em sua opinião, comprar seguros pela internet é seguro?’’.
A votação para a enquete foi encerrada no dia 26 de março de 2014. O resultado final foi 49.45% para o sim e 50.55% para o não. Resultando em uma porcentagem de participantes que se preocupa com a segurança quando o tema é adquirir um seguro pela internet.
Há cerca de três anos boa parte dos brasileiros passou a comprar os mais diversos tipos de seguro pela internet. A compra pela rede foi oficializada com a certificação digital, regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsável pela regulação e fiscalização do mercado de seguros.
Uma das vantagens dos portais é a facilidade em chegar a todo País. O serviço é considerado fácil, rápido e ajuda a economizar tempo e dinheiro. Contudo, em um negócio onde a credibilidade é fundamental, a compra de seguros por essa via deve ser cercada de cuidados.
Existe uma diferença muito grande entre os consumidores de seguros e os consumidores de livros, CDs e eletrodomésticos. E é por esse motivo que os interessados devem procurar sites de instituições bem estabelecidas e restringir a busca aos seguros mais simples, por exemplo, seguros de acidentes pessoais ou residencial.
Para os seguros de grandes riscos, que são mais complexos e demandam uma análise mais precisa, como por exemplo, seguros empresariais, de transportes ou responsabilidade civil, deve-se ter assessoria de um corretor habilitado. Este profissional é especializado em promover contratos de seguro entre as seguradoras e seus clientes em todos os ramos e tipos de risco.
Para o presidente do SindsegSC, Paulo Lückmann, o mercado de seguros é amplo, diante da possibilidade de compra de seguros pela internet, a figura do Corretor Habilitado em Seguros continuará muito necessária, principalmente ante a demanda de uma assessoria capacitada por parte dos segurados.
‘’O profissional Corretor que mostrar domínio do assunto e aprimorar o seu conhecimento no dia a dia, com certeza terá e aumentará suas chances em conquistar novos clientes’’, complementa Luckmann.
Há muitas pessoas procurando levar vantagem em detrimento do mercado, principalmente na rede. Uma dica importante é, antes de tudo, pesquisar o nome das empresas em sites especializados em reclamações e checar o registro da corretora na Susep.
A nova enquete do portal SindsegSC já está no ar e tem o tema “Você conhece a diferença entre os planos PGBL e VGBL?”. Participe e ajude o SindsegSC a conhecer melhor você visitante.

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