29 de janeiro de 2010

Seguro Viagem a Europa - Schegen

O Tratado de Schengen é um acordo assinado entre países da Comunidade Européia (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) que estabelece a obrigatoriedade de que os turistas visitando esses países comprovem possuir uma Assistência a Viagens com valor mínimo de 30.000 euros para garantir assistência médica por doença ou acidente.

O Tratado assinado em 1985 pelos sete países que então faziam parte da União Européia. O intuito desse acordo era criar um espaço comum de livre circulação de pessoas e mercadorias, facilitar o turismo, controlar a imigração, combater o tráfico de drogas e colaborar em processos judiciais e policiais. Além disso, com visto Schengen o turista fica livre para circular entre os países do Tratado sem a necessidade de outros vistos. Ao longo dos anos, outros países se juntaram ao Tratado e hoje já são quinze nações envolvidas.
Atualmente um acordo assinado entre países da Comunidade Européia (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) que estabelece a obrigatoriedade de que os turistas visitando esses países comprovem possuir uma Assistência a Viagens com valor mínimo de € 30.000 para garantir assistência médica por doença ou acidente.

Alemanha
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 25.00/dia

Áustria
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido

Bélgica
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido

Dinamarca
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 35.00/dia

Espanha
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 3 mil

Finlândia
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 40.00/dia

França
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido

Grécia
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 50.00/dia
Holanda
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido
Islândia
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido

Itália
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda de € 269.00/ para 5 dias

Luxemburgo
Comprovante de estadia
Seguro saúde recomendado
Comprovante de renda não estabelecido

Noruega
Comprovante de estadia
Seguro saúde sem cobertura estipulada
Comprovante de renda não estabelecido
Portugal
Comprovante de estadia
Seguro saúde sem valor fixo
Comprovante de renda de € 75.00 entrada + € 40.00/dia

Suécia
Comprovante de estadia
Seguro viagem de € 30 mil
Comprovante de renda não estabelecido

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Projeto prevê sanções às seguradoras

Fonte: Sincor RJ -  Data: 29.01.2010
Já está na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, projeto de lei de autoria do deputado Edmar Moreira (PR/MG) que impõe sanções às seguradoras que praticarem condutas lesivas aos segurados ou terceiros. Se a proposta for aprovada, as seguradoras não poderão impor aos segurados a relação das oficinas reparadoras credenciadas como condição para o conserto, no caso de reparação de veículos sinistrados. Além disso, as centrais de atendimento das seguradoras deverão informar aos segurados quando do atendimento do sinistro, o direito de livre escolha da oficina, sem que isso implique por si só na negativa da indenização ou reparação.

Feita a escolha da oficina pelo segurado, a seguradora não poderá impor diferenciação de prazos para vistoria preliminar e para a liberação dos reparos nem condicionar a liberação dos reparos ao fornecimento de peças pela própria seguradora.

Será vedada também a remoção do veículo para oficinas credenciadas sem autorização expressa do segurado e a seguradora não poderá impor ao segurado a responsabilidade de arcar com a diferença do custo da reparação ou criar diferenciação para a utilização de benefícios pelo segurado, tais como carros reservas, descontos na franquia e outros, quando da ocorrência do sinistro.

As seguradoras também serão impedidas de exigir termo de responsabilidade para realização de vistoria de sinistro e liberação de reparos; estabelecer diferenciação quanto à forma de faturamento realizada para oficinas credenciadas e não credenciadas; estabelecer como condição de pagamento, vistorias de qualidade, após a entrega do veículo pela oficina ao segurado ou terceiro; estabelecer como condição de pagamento a apresentação de notas fiscais de compra de peças pela oficina reparadora; ou estabelecer tempos de reparo máximos para cada reparação.

A pena de multa será aplicada nos termos no Código de Defesa do Consumidor, após regular processo administrativo. Além disso, as seguradoras e oficinas reparadoras que utilizarem peças não originais ou usadas, sem a expressa autorização dos segurados, terão a inscrição na Receita Federal cassada por até cinco anos, sem prejuízo das sanções próprias previstas em outras legislações aplicáveis ao contrato de seguro.
A autorização deverá ser solicitada aos segurados e terceiros, antes do início dos reparos, por escrito, de forma clara e objetiva.

As seguradoras não poderão comissionar ou gratificar empresas ou profissionais na área de investigação de sinistros, seja para autorizar ou negar o pagamento do seguro.

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28 de janeiro de 2010

Chuva em São Paulo deixa seguro de carro mais caro

Fonte: Jornal da Tarde Data: 28/01/2010
Aumento de casos de danos causados pelas enchentes terá impacto nos preços cobrados pelas seguradoras.

O grande volume de chuvas registrado na região metropolitana de São Paulo em janeiro vai provocar aumento dos preços de seguros de automóveis. A avaliação é de corretores e analistas.

Segundo Antonio Penteado de Mendonça, advogado especializado em legislação securitária e articulista do Jornal da Tarde, apenas uma das principais seguradoras do setor registrou aumento de 275% no pagamento de indenizações por conta de danos causados pelas chuvas em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2009. O número saltou de 400 para 1,5 mil e o mês ainda não terminou. Isso tem impacto considerável no caixa de qualquer companhia, o que acaba sendo repassado aos consumidores , afirma.

Na avaliação de Mendonça, não é possível determinar qual será o impacto nos preços porque é preciso esperar para saber o quanto o aumento da demanda repercutirá no mercado como um todo. Apesar disso, haverá repasses ao longo do ano , diz.

Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-SP), afirma que desde dezembro, quando as chuvas se intensificaram, o volume de registros por danos encaminhados ao Sincor-SP aumentou cerca de 20% em relação à média mensal do ano.

Na opinião de Arruda ainda é precipitado cravar de quanto será o aumento, mas se as seguradoras perceberem ao final do primeiro trimestre uma elevação no pagamento de indenizações certamente irão recompor seus caixas com reajustes. Os produtos existentes no mercado preveem coberturas parcial e total, explica Arruda. Esta última, que contempla colisão incêndio e roubo, também cobre danos causados pelas chuvas.
Ele ressalva, porém, que o pagamento apenas ocorre quando a inundação vai ao encontro do consumidor, isto é, a água atinge o automóvel surpreendendo o motorista e provocando estragos. Se a seguradora provar que o proprietário se arriscou na travessia de alagamentos e ficou no meio do caminho, não há indenização. A regra vale para casos de danos à parte elétrica, quando a ocorrência é classificada como perda total, ou não.

De acordo com Arruda, boa parte dos consumidores faz apólice de seguro na modalidade total, já que a parcial, que prevê cobertura de apenas parte das ocorrências, custa entre 40% e 50% menos que o valor do seguro total.

Ele observa que adendos contratuais que aumentem a abrangência da apólice podem ser feitos a qualquer tempo, desde que a diferença seja paga e sem haver carência para utilização.
O único problema é que se a mudança ocorrer por conta de algum dano vai constar da apólice e, certamente, alterar o preço , afirma Arruda.
Segundo Alex Rodrigues, da Topmar Corretora, se o ritmo de chuvas continuar certamente haverá reflexos nos preços que as seguradoras cobram de seus clientes. Até a manhã de ontem, o Centro de Gerenciamento de Emergência da Prefeitura da capital (CGE) havia registrado chuva equivalente a 419,5 milímetros, índice recorde mensal da série histórica da medição, iniciada em 1995. Ele afirma que, hoje, nove entre dez contratantes pedem informações sobre coberturas contra enchentes.
A vendedora Terezinha Xavier, 61 anos, foi uma das vítimas da chuva de anteontem. Não tive outra reação que não chamar a seguradora. Se tentasse ligar o carro novamente poderia ser acusada de provocar o dano , diz. Ela conta que recebeu a recomendação de procurar uma oficina credenciada, mas preferiu levar em um estabelecimento de sua confiança. Como não houve a inutilização do veículo, eu teria de arcar com a franquia de R$ 1.532 . Ela diz que vai esperar a avaliação e se a conta ficar menor, pagar do bolso.

ATENÇÃO

Os seguros de automóveis existentes no mercado preveem cobertura parcial e total. A primeira modalidade contempla danos causados por incêndio ou contra terceiros, por exemplo

A cobertura total inclui, além desses casos, colisão e danos causados por enchentes

Portanto, estão protegidos contra problemas causados pela chuva os consumidores cujas apólices contemplam seguro total, cujo valor é até 50% maior que o de um contrato parcial

As indenizações valem para casos em que o motorista está em determinada área e é pego pela inundação. Quem tentar atravessar alagamentos e não conseguir perde direito ao pagamento

Atualmente, nove entre dez contratantes do produto querem proteção contra alagamentos, segundo corretores.

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27 de janeiro de 2010

Ford proíbe fabricação e comercialização de peças do Fiesta.

Fonte: Segs.com.br - Samara Perez - Data: 26/01/2010

Você possui um Ford Fiesta modelo 2003, 2004, 2005 ou 2006?
Independente se você o escolheu por conta do design, saiba que terá de pagar por isso todas as vezes que precisar substituir alguma peça externa (lanterna, capô, para-lama, para-choque, faróis e retrovisores, por exemplo).

Isso vai acontecer porque a Ford move ações contra os fabricantes independentes de autopeças para proibir tanto a fabricação quanto a venda de peças visuais de reposição. “A montadora alega que investe milhões no desenvolvimento de novos desenhos de automóveis e que essas peças fazem parte do projeto do veículo”, explica Roberto Monteiro, superintendente da ANFAPE - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças, entidade criada com o intuito de reverter essa ação. “O que as montadoras não colocam em discussão, até por sua conveniência, é que o valor desse investimento já está embutido no preço de venda do veículo na concessionária, e que num carro popular como o Ford Fiesta este custo não ultrapassa 0,2% do preço total, sendo perfeitamente possível que o retorno sobre os investimentos em design seja pago com apenas R$ 30,00 ou R$ 40,00. Essa remuneração já feita pelo cliente no momento da compra de um Fiesta. Quantas vezes mais os consumidores terão de pagar por esse investimento por parte das montadoras?

É realmente necessário que um consumidor pague pelo design do carro escolhido todas as vezes que precisar repor uma peça?”, questiona Monteiro.

Se levarmos em conta que as peças para reposição devem conservar a identidade visual do veículo, não há alternativa para os fabricantes independentes senão produzir peças de reposição idênticas às originais de fábrica. O fato é que essas empresas estão, desde 2007, impedidas de produzir e comercializar esses itens como para-choques, faróis e latarias, deixando reféns seus proprietários que só podem adquirir tais peças nas concessionárias e autorizadas. Para se ter ideia do abuso, um capô do Ford Fiesta do modelo em questão custa na concessionária cerca de R$ 1.000,00. A mesma peça do Celta, da General Motors, que não restringe a fabricação pelo mercado independente, sai, em média, por R$ 350,00. Dessa forma, se pudesse ser comercializado, o capô do Ford Fiesta, fabricado por uma empresa independente, custaria em torno de R$ 250,00, segundo cálculos da Anfape.

“O mercado de reposição de autopeças independente existe no país há mais de 50 anos e sua preservação é fundamental para que o consumidor não perca seu direito de escolha e fique refém de um mercado que sempre praticou preços bem superiores em comparação aos do mercado de reposição independente de autopeças”, finaliza o superintendente.

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21 de janeiro de 2010

Seguros: Seguradoras correndo para o "canal banco"

Nos últimos meses temos visto vários movimentos das seguradoras brasileiras mostrando claramente um processo de concentração e busta pelo canal bancário para distribuição de seguros. veja: Porto Seguro com Itaú-Unibanco, BB com Mapfre, SulAmérica com Banco Real e agora rumores de uma possível união do Bradesco com Allianz. Corretores devem ficar atentos  -  Seguro. só com corretor de seguros. Essa frase está ficando velha e esquecida...

Bradesco Seguros ensaia união com a alemã Allianz

Fonte: Brasil Econômico Finanças - Aline Lima - Data: 21.01.2010

Venda da fatia de 14%do Itaú na seguradora deixa o caminho livre para o Bradesco, que desde dezembro mantém negociações

A venda da participação de 14% que o Itaú Unibanco detinha na Allianz, ocorrida na última sexta-feira, 15 de janeiro, para a própria Allianz, por R$ 109 milhões, abre espaço para a aproximação entre o Bradesco e a seguradora alemã. Segundo uma fonte que preferiu não ser identificada, a Bradesco Seguros estaria negociando a compra das operações da Allianz no Brasil desde o início de dezembro. O único empecilho era justamente a fatia que o Itaú mantinha na Allianz - problema este que, agora, está resolvido. Procurado, o Bradesco informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a notícia não procede. A Allianz comunicou que tem por política não fomentar especulações de mercado.

Desde o início de dezembro, Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, está constantemente em viagem para Nova York. Um dos encontros de Rossi com executivos da Allianz ocorreu lá, uma semana antes do Natal. Detalhe: as conversas entre as duas partes transcorriam em espanhol. As operações da Allianz no Brasil são comandadas, desde abril de 2003, pelo chileno Max Tchiermann. As negociações parecem evoluir para um modelo de fusão. No desenho, a Bradesco Seguros ficaria com 51% do capital social e a Allianz teria 49% de participação. Com essa divisão, o Bradesco garantiria o controle da operação. O Bradesco, como é sabido no mercado, só fecha parceria se tiver assegurado o controle - premissa que teria dificultado negociações com a SulAmérica e a Porto Seguro.

A cifra envolvida na compra da operação brasileira da Allianz pelo Bradesco não sairia por menos de R$ 5 bilhões, segundo a mesma fonte ouvida por BRASIL ECONÔMICO. Para a Allianz, a fusão com o Bradesco não deixa de ser uma volta às origens. A seguradora alemã manteve, desde meados dos anos 70 até o início da década de 2000, uma joint venture com o Bradesco para o atendimento a clientes germânicos presentes no Brasil, chamada Allianz Ultramar.

Operação pode ser fechada por cerca de R$ 5 bilhões. Banco pretende ficar com 51% do capital social da companhia
Nessa associação, o Bradesco tinha 51% de participação e a Allianz, 49%. O Bradesco desistiu da parceria por conta da fusão global entre a Allianz e a francesa AGF. A união que está sendo costurada, no momento, com a Bradesco Seguros representa para a Allianz uma oportunidade de ampliar os negócios no país. Atualmente, a distribuição dos produtos da seguradora alemã conta apenas como canal de corretores. A capilaridade das agências bancárias será determinante para a concorrência no mercado de seguros, de acordo com especialistas da área.

A Allianz é conhecida por atuar em grandes riscos. No ano passado, aumentou sua capacidade de absorver apólices ainda mais portentosas ao trazer o braço ressegurador do grupo para o Brasil. Em julho de 2009, a Allianz Corporate & Specialty obteve autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar como resseguradora no país.

As operações de maior volume da Allianz, no entanto, estão no segmento de automóveis, que correspondema 52,7% do volume total de prêmios. Até novembro, segundo os últimos dados disponíveis na Susep, os prêmios da Allianz como segmento de veículos somavam R$686,2 milhões.

Para a Bradesco Seguros, uma fusão com a Allianz faria com que ela alcançasse o segundo lugar no ranking de veículos, com um total de R$ 2,2 bilhões em prêmios, ultrapassando a SulAmérica e encostando no líder Porto Seguro Itaú. O Bradesco também passaria a ter atuação em grandes riscos.

20 de janeiro de 2010

Para onde vai a SulAmérica?

Fonte: Brasil Econômico

O mercado de seguros está em pleno processo de concentração e a última noiva desse mercado é a SulAmérica, que o setor especulava que poderia ser levada pelo Bradesco. O ING tem participação na seguradora da família Larragoiti e já anunciou publicamente que está saindo de suas operações de seguros em todo o mundo.


A SulAmérica perdeu a parceria que tinha com o Banco do Brasil (BB) na distribuição de seguros para veículos para a Mapfre. Nos negócios de capitalização, o BB fechou com a Icatu Hartford. Em previdência, o banco tem parceria com a Principal e os negócios de seguros na área de saúde ainda então indefinidos, está sendo negociado se a carteira vai ficar com o BB ou com a SulAmérica. "Sem a parceria com o BB, a SulAmérica fica sem um grande canal de distribuição", comenta uma fonte. T.F.