16 de junho de 2009

Baixo poder aquisitivo ainda impede brasileiro de fazer seguro de vida

Fonte: Infomoney - Data: 16.06.2009

Poucos são os brasileiros que possuem seguro de vida. Pesquisa da CVA Solutions, com 5.166 pessoas, mostrou que, enquanto todas tinham o seguro do carro, apenas 12% também tinham um seguro de vida e 6% um seguro residencial.Para o sócio-diretor da entidade, Sandro Cimatti, entre os motivos para a baixa adoção do seguro de vida, está o baixo poder aquisitivo de grande parte dos brasileiros. "O problema também está no fato de que o Brasil não tem uma cultura de seguros", acrescenta. Ele também considera que os impostos cobrados no País prejudicam a adoção desse tipo de seguro. "Em outros países, tem seguro de vida que tem incidência menor de impostos", diz.
Seguro de residência
Já considerando a baixa adoção do seguro de residência, para Cimatti, isso ocorre devido à baixa ocorrência de catástrofes naturais no Brasil, como terremotos ou furacões. A pesquisa, feita nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, mostrou também que, entre os paulistas, a adição de seguro de vida (14%) e residencial (7%) é maior do que entre os cariocas, com índices de 9% e 4%, respectivamente.
Mais de um seguro
Além disso, o levantamento indicou que, quando uma pessoa compra um seguro de automóvel, é mais provável que ela também compre um para a residência (86%). Para Cimatti, as seguradoras deveriam aproveitar a baixa adoção desses seguros e oferecê-los juntamente com o automotivo, quando este for adquirido por uma pessoa.

>>> No site da Luma Seguros tem seguro de vida e seguro residencial com simulação e contratação online, acesse: www.lumaseguros.com.br/?tipo=vida e www.lumaseguros.com.br/?tipo=casa

10 de junho de 2009

Seguro de carro: 69% não usam benefícios como desconto em estacionamento

Fonte: InfoMoney - Data:

Fazer o seguro do carro é fundamental para a grande maioria dos proprietários, mas muitos deles só se preocupam com as garantias que terão em caso de danos ou roubo e acabam não aproveitando outros serviços oferecidos pelas seguradoras.
Segundo uma pesquisa da CVA Solutions, 69% dos segurados não utilizaram os serviços adicionais oferecidos pela empresa nos últimos 12 meses. Entre esses benefícios estão o guincho, carro reserva ou desconto em estacionamento.O levantamento foi feito nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, e foi possível notar que os fluminenses são os que aproveitam menos esses serviços. Nos últimos 12 meses, 71% não os utilizaram no estado, enquanto entre os paulistas, esse índice é de 68%.Para o carro e para a residênciaEntre as pessoas que usaram os serviços adicionais, 25% utilizaram aqueles relativos ao automóvel, enquanto 6% optaram pelos serviços relativos à residência, como encanador, eletricista ou chaveiro.Entre os estados, 25% dos paulistas e 26% dos fluminenses usaram os benefícios relativos ao carro, enquanto aqueles referentes à casa foram usados por 7% dos segurados de São Paulo e 3% dos segurados do Rio de Janeiro.O estudo também revelou que todos os 5.166 entrevistados tinham seguro de automóveis, porém, 23% não tinham plano de saúde e apenas 12% possuíam um seguro de vida.


>>> Visite o site da Luma Seguros www.lumaseguros.com.br

Idade é o que mais pesa na composição de preços de seguros

Fonte: InfoMoney - Data: 09-Jun-2009

Itens como idade, sexo e profissão são algumas das características que mais influenciam na composição de preços de seguros de vida, informa a Pro Teste - Associação de Consumidores.
O peso da pessoa e o fato de ela ser ou não fumante também são considerados importantes pelas seguradoras. "A idade é o item que mais pesa, além de ser considerado por todas as seguradoras. Quanto ao sexo, as mulheres tendem a pagar menos, contudo, dependendo da fase da vida, elas podem pagar mais caro do que os homens", explica a técnica da Pro Teste, Gisele Rodrigues.InfluênciasDe acordo com Gisele, para cada seguradora, há itens que influenciam mais ou menos, o que impede de determinar qual a representatividade de cada característica no preço final do seguro.Por outro lado, na simulação feita pela entidade, verificou-se que um homem, fumante, de 35 anos, pode pagar, na mesma seguradora, cerca de 5% mais caro, do que outro que não possui o hábito de fumar.Apesar de ser a idade a característica mais relevante na composição de preços, é a profissão que pode determinar se uma seguradora aceita ou não um novo cliente, conta Gisele. Bombeiros, policiais, seguranças, vigilantes e motoboys costumam não ser aceitos pelas seguradoras que comercializam seguro de vida, por terem trabalhos com altos índices de mortalidade.Pagando menosAinda segundo a Associação, mesmo que a pessoa seja fumante, tenha problemas de peso e se encontre em faixa etária considerada de maior risco, dependendo se é homem ou mulher, é possível economizar na hora de adquirir um seguro de vida.Para isso, uma opção é contratar a apólice por meio de um corretor, em vez de ir direto a uma agência bancária, já que eles costumam trabalhar com diversas seguradoras, o que possibilita ao cliente pedir para que faça diversas simulações em empresas diferentes, a fim de verificar qual tem a melhor relação custo e benefício.Entretanto, lembra a entidade, caso opte por um corretor, lembre-se de pedir o número de registro e verificar se a situação do profissional está regular no site da Susep (Superintendência de Seguros Privados).


>>> O seguro sai caro com seu perfil? Faça o Auto Fácil Cardif, o seguro contra roubo do veículo barato e sem perfil, e o seu carro vai ser rastreado e monitorado pela Ituran, acesse: www.autofacilituran.com.br

Preço do seguro cresce com os índices

Fonte: Sincor-RS - Data: 10.06.2009


Quanto mais os ladrões agem, mais o cidadão paga. A lógica fez de Porto Alegre uma das cidades brasileiras onde o seguro de veículos é mais caro.Porto Alegre não só é a cidade de seguro mais caro no sul do Brasil, como também os moradores de alguns bairros da capital gaúcha pagam mais pelo seguro do que outros. Isso porque os ladrões ali são mais ativos – comenta o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul, Celso Marini.A pedido de Zero Hora, Marini fez uma simulação. O preço de um Gol City 1.0, modelo 2009 (muito visado pelas quadrilhas), é de cerca de R$ 26.360 em Porto Alegre. O seguro dele, na maioria dos bairros da capital gaúcha, será de R$ 2.943 – mais de 10% do valor do veículo.O mesmo carro, vendido em Passo Fundo pelo mesmo preço, terá seguro de R$ 1.651. Valor semelhante custa o seguro desse veículo em Blumenau (SC). Tudo porque Porto Alegre é muito mais atingida pelos ladrões.


>>> Instale um rastreador Ituran no seu veículo, ligue 51 4063 6695 (RS)

Moto de 400 cilindradas é a mais roubada no país

Fonte: Zero Hora - Data: 10.06.2009


Seguros - Se você tem uma moto Honda NX-4 400 cilindradas, redobre seus cuidados. Em proporção à frota nacional, é o veículo mais visado pelos ladrões no país, conforme dados Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) com base no cadastro do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).Em 2008, bandidos levaram 1,8 mil motos Falcon, como é conhecida – equivalente a 1,8% da frota desse modelo, que somava 102 mil unidades no Brasil. Em 2007, também estava na ponta da tabela com 92,4 mil furtos e roubos– 1,9% da frota.Fabricada a partir de 1999, mas fora de linha desde o ano passado, a moto é considerada uma das melhores opções para quem anda na cidade ou em trilhas, pela agilidade, potência e resistência em vencer obstáculos em terrenos irregulares ou em ruas esburacadas. Por causa disso, a escolha dos ladrões, que a usariam para cometer outros crimes. Um modelo 2008 da Falcon é avaliado em R$ 14,5 mil. E o preço do seguro pode chegar a até 15% desse valor. Mesma regra vale para outros modelos de motos, enquanto o seguro de um carro varia de 4% a 7% do valor do veículo.

21 de maio de 2009

Deputado propõe seguro obrigatório para caminhoneiros

Data: 21.05.2009 - Fonte: CQCS Jorge Clapp

O deputado Zé Vieira (PSDB-MA) apresentou, na Câmara, projeto de lei que altera o Código de Trânsito e estabelece novas condições de trabalho para os condutores de veículo de transporte de carga. Entre as propostas apresentadas pelo parlamentar está a que torna obrigatória a contratação de seguros de vida e de acidentes pessoais para os caminhoneiros.O deputado sugere que essas coberturas sejam custeadas pelo empregador. Além disso, é proposto que a jornada diária de trabalho do condutor de veículo de transporte de carga não poderá exceder a dez horas. “Estima-se que os acidentes envolvendo caminhões gerem prejuízos anuais para governo e empresas da ordem de R$ 22 bilhões. Diante desse quadro, devemos regular a atividade do condutor de veículo de transporte de carga, estabelecendo limites para a jornada diária, período de descanso, revezamento entre os condutores, ajuda de custo e seguro de vida em caso de acidentes”, argumenta o parlamentar.Na visão dele, as alterações sugeridas irão melhorar a qualidade de vida dos caminhoneiros e certamente “contribuirão para a diminuição no número de acidentes, reduzindo o número de mortos e feridos em nossas estradas e os custos com atendimento médicos, internações hospitalares e pagamento de seguros”.

>>> Controle de frotas com rastreador ituran, acesse: www.ituranmais.com.br

5 de maio de 2009

Aumenta procura pelo seguro-viagem

Fonte: Equipe EcoViagem - Data: 29 de Julho de 2008

Foi-se o tempo em que planejamento era uma palavra recorrente apenas no mundo das finanças. O assunto, agora, faz parte do cotidiano de quem planeja uma viagem - seja a lazer ou a trabalho - e isso significa um grande avanço. Afinal, imprevistos acontecem, mas seus efeitos podem e devem ser reduzidos.

Para garantir o embarque, a permanência e o retorno sem grandes percalços, é cada vez mais comum contratar um seguro-viagem há produtos para todos os perfis de turistas e de destinos (no Brasil ou no exterior), com preços acessíveis. A grande maioria das pessoas já descobriu que essa é uma forma de viajar com mais tranqüilidade. Tanto é que o mercado de seguros cresce ano após ano.

Isso porque, além do aumento do número de embarques internacionais, o viajante está mais consciente da necessidade de se precaver contra imprevistos. No último ano, a procura por seguros-viagem cresceu mais de 30% e já somamos mais de 22% de aumento na venda dos produtos em 2008. Ou seja, quatro de cada dez turistas embarcam para o exterior com um voucher de seguro.

Os argumentos para convencer o viajante são muitos. Há países da Europa, os 15 incluídos no Tratado de Schengen, que exigem seguro para liberar a entrada dos turistas. São eles: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal e Suécia.

Guardadas as peculiaridades de cada tipo de seguro, eles são regidos por uma linha geral que prevê que o portador está protegido nos casos de doenças, acidentes e morte. Imprevistos como perda de bagagem e atrasos nos vôos, muitíssimo recorrentes hoje em dia, estão cobertos. Outros itens também bastante conhecidos são as assistências médica, odontológica e jurídica.
Mas o viajante precisa estar atento para as condições do seguro, como o limite de gastos e o número de atendimentos. No caso da assistência médica, por exemplo, há seguros capazes de cobrir também as doenças consideradas preexistentes, com o primeiro atendimento emergencial.
Além de pesquisar por conta própria sobre os seguros e seus benefícios, vale a pena consultar os agentes de viagens. Esses profissionais estão aptos a oferecer um plano de cobertura adequado para o seu perfil e o da sua viagem.

Se a idéia for praticar esportes de inverno, por exemplo, há coberturas destinadas a todas as modalidades. Existem, ainda, planos desenhados especificamente para as necessidades de quem pratica atividades de risco, caso dos alpinistas e dos mergulhadores.

Se a viagem for para fazer um intercâmbio ou um curso no exterior, há produtos com valores bastante reduzidos, destinados a períodos mais longos. O mesmo vale para executivos que precisam viajar com freqüência e têm de estar sempre segurados.

Quem embarca em cruzeiros no Brasil ou no exterior também conta com seguro específico, que cobre até as altíssimas contas de atendimento médico nos navios. Um simples comprimido para enjôo pode levar parte das suas economias.

Considere, também, contratar um seguro que tenha à disposição dos clientes uma central de atendimento em português. Isso facilita muito e deixa o viajante mais calmo. Na hora da dificuldade, ser atendido por alguém falando seu idioma pode fazer muita diferença.

Consulte, ainda, quais são as seguradoras que garantem sua apólice. Quem viaja com um desses produtos pode realmente embarcar mais tranqüilo.

>>> Para contratar seguro viagem, acesse: http://www.lumaseguros.com.br/?tipo=viagem