8 de novembro de 2005

Confira dicas para se manter seguro em casa e na rua

Fonte: Revista da Folha

Preste atenção a pessoas com atitudes suspeitas: ansiedade e movimentos bruscos; camisa para fora e toques constantes na região da cintura podem representar arma escondida

Mantenha sob sigilo informações pessoais e da empresa, principalmente econômicas

Não jogue no lixo extratos bancários nem de cartão de crédito. Procure não ostentar bens, como jóias e carros importados

Em casa
Evite guardar dinheiro e cheques com documentos. No caso de assalto, os documentos roubados podem identificar endereço e com isso ser usados para planejar sequestros

Não "personalize" seu veículo com adesivos que possam indicar o padrão de vida, como condomínio onde mora ou clube que frequenta

Na rua
Combine ligações em horários determinados para informar onde está e o seu trajeto

Altere sua rotina: saia mais cedo ou chegue mais tarde, mude o itinerário para casa. Avise mais de uma pessoa de sua confiança sempre que mudar o percurso

Em caso de perseguição, evite ir para casa. Siga para lugares movimentados que possam servir de ponto de apoio
Faça um mapeamento dos postos policiais da região por onde trafega. Mantenha chaves de sua casa separadas das do carro

Fontes: Edson Galvão de França, do Centro de Formação e de Aperfeiçoamento Profissional de Segurança Pires, José Bernardo Markuz, autor de "Quem Tem Medo do Sequestro?", e Roberto Zapotoczny Costa, consultor de segurança e anti-sequestro da Plansevig

Não jogue no lixo extratos banc�rios nem de cartão de crãdito. Procure não ostentar bens, como jóias e carros importados

Em casa
Evite guardar dinheiro e cheques com documentos. No caso de assalto, os documentos roubados podem identificar endereço e com isso ser usados para planejar sequestros

Não 'personalize' seu veículo com adesivos que possam indicar o padrão de vida, como condomínio onde mora ou clube que frequenta

Na rua
Combine ligações em horários determinados para informar onde está e o seu trajeto

Altere sua rotina: saia mais cedo ou chegue mais tarde, mude o itinerário para casa. Avise mais de uma pessoa de sua confiança sempre que mudar o percurso

Em caso de perseguição, evite ir para casa. Siga para lugares movimentados que possam servir de ponto de apoio
Faça um mapeamento dos postos policiais da região por onde trafega. Mantenha chaves de sua casa separadas das do carro

Fontes: Edson Galvão de França, do Centro de Formação e de Aperfeiçoamento Profissional de Segurança Pires, Josá Bernardo Markuz, autor de 'Quem Tem Medo do Sequestro?', e Roberto Zapotoczny Costa, consultor de segurança e anti-sequestro da Plansevig"

Seguros online - clique aqui

6 de novembro de 2005

Novo seguro residencial tem assistência à residência.

Fonte: Site Real Seguros

VEJA QUANDO A ASSISTÊNCIA PODE SER UTILIZADA
Pode ser acionada, a qualquer hora do dia ou da noite, em caso de sinistro, manutenção geral do imóvel ou evento emergencial não decorrente de sinistro. Basta ligar gratuitamente para 0800 707 5050.

RESPONSABILIDADES
Em caso de sinistro, a Real Assistência se restringe ao pagamento dos custos de mão de obra dos profissionais encarregados pela prestação dos serviços de contenção emergencial até os limites estabelecidos. O custo que ultrapassar tais limites será de responsabilidade exclusiva do segurado. Se a contenção emergencial não for possível, a Real Assistência estará isenta de qualquer responsabilidade.
No caso de manutenção geral, a qual não se evidencia a ocorrência de sinistro, a Real Assistência se responsabiliza pela indicação de profissionais, custo de visita e orçamentos dos serviços prestados ao imóvel. Desta forma, os custos de mão de obra dos profissionais encarregados pela prestação dos serviços e as despesas com peças, materias ou produtos para reposição são de responsabilidade exclusiva do segurado. Veja abaixo os serviços oferecidos:
• Eletricistas, encanadores, pedreiros, vidraceiros, chaveiros, serralheiros, marceneiros e pintores.
Mesmo que não ocorra sinistro, mas se caracterize uma situação emergencial (vide abaixo descrição dos serviços oferecidos), a Real Assistência se responsabiliza pelo pagamento dos custos de mão de obra dos profissionais encarregados pela prestação dos serviços até os limites estabelecidos:
- Chaveiro: Ocorrendo perda ou quebra da chave dentro da fechadura da porta de acesso principal, a Real Assistência se encarregará do envio de um chaveiro para realização do serviço até R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais) por evento, limitado a 1 (uma) intervenção por ano.
- Serviço de Hidráulica: Ocorrendo algum tipo de problema no encanamento relacionado a vazamentos que possa vir a acarretar alagamento no imóvel, a Real Assistência se encarregará do envio de um profissional qualificado para conter a situação ou, se possível for, executar o serviço de mão de obra necessário até o limite de R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), sem inclusão de material, limitado a 1 (uma) intervenção por ano.
- Serviço de Eletricista: Ocorrendo algum tipo de problema elétrico relacionado a curto circuito e/ou a interrupção de energia elétrica no imóvel, a Real Assistência se encarregará do envio de um profissional qualificado para realização de reparação de urgência, necessários para restabelecer a energia elétrica até o limite de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), sem inclusão de material, limitado a 1 (uma) intervenção por ano.
As despesas com peças, materiais ou produtos para reposição, em caso de sinistro, manutenção geral ou evento emergencial, serão de responsabilidade exclusiva do segurado.
Os custos de execução do serviço tanto em caso de sinistro, quanto em caso de evento emergencial, que excederem os limites informados em cada serviço serão de responsabilidade exclusiva do segurado.
Todos os serviços prestados possuem garantia de 03 (três) meses, quanto à qualidade e adequação dos serviços realizados pelos prestadores, sendo tal garantia restrita à mão de obra dos serviços expressamente autorizados.

Para maiores detalhes clique no link abaixo:
Real Assistência à Residência

Para contratar agora, online, o Seguro Residencial.
Clique aqui.

1 de novembro de 2005

Novo seguro residencial no Site.

Já está disponível um novo seguro residencial no site da Luma Seguros. O produto, que é garantido pela Tokio Marine - Real Seguros, possui cinco opções de cobertura, e pode ser contratado para casas ou apartamentos de residência habitual ou de veraneio. O custo é super competitivo e a contratação é muito fácil, já que dispensa vistoria e relação de bens. Para contratar o seguro basta escolher a opção de cobertura desejada, informar qual o tipo de imóvel e preencher o questionário de proposta. O segurado receberá por email a proposta da seguradora e o primeiro boleto para pagamento. A apólice e os demais boletos (se houverem) seguirão via correio no prazo legal de 15 dias. Todas as informações podem ser visualizados no site. Clique aqui para conferir.

22 de outubro de 2005

COMO ESCOLHER O SEGURO DE CARRO MAIS ADEQUADO

Fonte: Diário do Grande ABC

É enorme a variedade de planos das 56 seguradoras de automóveis no país. Como comprar o melhor pelo menor preço?
Estima-se que foram roubados no ano passado 380.000 carros no país. Com uma estatística dessas, você já está cansado de saber que carro é um bem importante para ficar sem seguro. Mas qual seguro é adequado para você? O que oferece reserva ou reembolso de táxi? Apólice por valor de mercado referenciado ou valor determinado? Hoje 56 seguradoras operam no mercado de seguros de automóveis no Brasil. Cada uma delas tem, pelo menos, três tipos de plano para oferecer e uma variedade de itens opcionais que vão do pagamento de passagens de avião até cobertura especial para reparo ou troca de vidro em caso de quebra. É um quadro muito diferente do de seis anos atrás, quando só se segurava carro no Brasil por valor médio de mercado e a única cobertura opcional era a assistência técnica 24 horas. Com tanta oferta, a questão a ser respondida na hora de fechar o negócio é: como conseguir a melhor cobertura pelo menor preço? Para ajudá-lo a escolher um seguro adequado, MEU DINHEIRO consultou especialistas do mercado e elaborou a seguinte lista de itens para você tomar a melhor decisão.

1 - VALOR DA APÓLICE DE UMA MESMA COMPANHIA PODE VARIAR DEPENDENDO DO CORRETOR
É normal um plano de uma mesma seguradora ser oferecido por diferentes preços pelos corretores, assim como o preço de uma passagem para um destino numa mesma companhia aérea pode mudar dependendo da agência de turismo que a revende, mas não atenha-se somente ao preço. Um bom corretor não só deve lhe mostrar orçamentos de diversas seguradoras como também indicar qual a cobertura mais adequada para o seu caso. O corretor deve ser habilitado, uma forma de verificar sua situação é por meio da Federação Nacional de Corretores de Seguros (www.fenacor.org.br)

2 - MODELOS MAIS VISADOS PELOS LADRÕES CUSTAM MAIS CARO
Fazer um seguro significa dividir com outros segurados e com a seguradora um risco que, de outra forma, você precisaria assumir sozinho. Quanto maior o risco de um sinistro, mais segurado tem que pagar para fazer parte da turma. Suponha que a seguradora X tenha muitos clientes com altos índices de roubo de Vectra 2002, por exemplo. O risco que essa seguradora está assumindo para esse modelo é grande. Isso significa uma apólice mais cara nessa seguradora do que em outra na qual os donos de Vectra 2002 não estejam com tanto azar assim. Esses índices variam não só de seguradoras mas de mês para mês - mais uma razão para ter vários orçamentos em mãos antes de decidir.

3 - INCLUIR MUITAS COBERTURAS OPCIONAIS PODE NÃO SER NECESSÁRIO
Carro reserva, despesas extras com táxi, cobertura especial para reparos de vidros...São muitas as alternativas de coberturas especiais e é preciso cuidado para não acabar pagando por coisas que talvez você possa dispensar. Na maior parte das seguradoras, o cliente que se dispuser a pagar um adicional de 10% recebe 1,2 mil reais para pagar despesas com táxi enquanto ficar sem carro. "Já o carro reserva é interessante para quem não tem outra forma de chegar ao trabalho", diz Marcelo Goldman, diretor executivo da AGF Brasil Seguros.
"Quem tem um segundo carro ou conta com a opção de metrô ou ônibus poderia abrir mão disso". Na AGF, por exemplo, cinco dias de carro reserva fazem parte de qualquer plano. Quem quiser se garantir para dez ou 15 dias terá que desembolsar até 100 reais a mais.

4 - VOCÊ CONTINUA COM DIREITO AO BÔNUS MESMO SE MUDAR DE SEGURADORA
Quanto maior o tempo sem acionar o seguro, mais descontos você tem na hora da renovação. Em geral, se no período de um ano seu carro não foi roubado e você não bateu, ganha 10% de desconto. Dois anos 15%. Os percentuais sobem até 30%, o máximo de desconto concedido no mercado. Há corretores que trabalham com uma única empresa e dizem aos clientes que, se eles mudarem de seguradora, vão perder o bônus. Isso não é verdade. A bonificação pode ser transferida de uma empresa seguradora para outra sem problemas.

5 - ATÉ O BAIRRO ONDE VOCÊ MORA PODE INTERFERIR NO PREÇO
Se você usa o carro numa cidade com alto índice de criminalidade vai pagar mais alto do que quem dirige numa cidade mais segura. O risco de seu carro ser roubado ou furtado é maior em São Paulo do que em qualquer cidade do Brasil. Por isso, o seguro de um determinado carro na cidade de São Paulo pode custar mais do que o dobro do que o de um mesmo modelo numa cidade do interior do estado, como Marília. Na Porto Seguro, por exemplo, a apólice de um Gol 1.0 Plus 8 válvulas, modelo 2002 a gasolina, custa quase 130% a mais em São Paulo do que em Marília.
A seguradora também cobra preços diferenciados de acordo com o grau de criminalidade do bairro onde o motorista mora, no caso de São Paulo. E, se o carro fica guardado numa garagem em tempo integral, você pode pagar ate 5% a menos do valor da apólice do que se ele dormir ao relento.

6 - NEM TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI DOS SEGUROS
Idade sexo, estado civil e o fato de ter ou não filhos são fatores que influenciam no preço. Na AGF Brasil Seguros, por exemplo, o valor do seguro de um Palio ELX 1.0, 16 válvulas, quatro portas, ano e modelo de fabricação 2001, pode variar de cerca de 1175 até 2432 reais por ano - 106% a mais - dependendo do perfil do motorista. Uma mulher casada, com filhos, 33 anos e com garagem em tempo integral vai pagar o valor mais baixo. Um homem solteiro, sem filhos, 21 anos e sem garagem vai pagar o segundo valor. "Geralmente, essa é a frase da faculdade", afirma Goldman. "Eles param o carro na rua, saem mais à noite e tomam bebida alcoólica. O risco de um acidente ou um roubo é maior". Para determinar o perfil do segurado é preciso responder a um detalhado questionário. Em caso de sinistro, as seguradoras fazem uma investigação para saber se o segurado não mentiu para obter desconto indevido. Se for comprovada uma fraude, a empresa tem o direito de não pagar a indenização. Mas isso não significa que ninguém da sua família vá poder dirigir o seu carro. A seguradora deve cobrir o prejuízo se seu filho de 18 anos estava dirigindo o carro no momento em que ocorreu um acidente, se você for realmente o usuário principal.

7 - O VALOR DE MERCADO SEGUE SEM DESTINO CERTO
O seguro por valor de mercado é o mais praticado pelas seguradoras. Em geral, elas têm como referência a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Fipe. É possível optar por receber uma indenização acima ou abaixo do preço da tabela. A maioria das empresas trabalha com limite máximo de 130% e mínimo de 90% de variação. Se o seu carro é um Gol 1.0 16 válvulas, por exemplo, que vale alguma coisa como 16 mil reais, você vai receber 16 mil reais se escolheu a apólice normal. Se preferir 130% da tabela, a seguradora vai lhe pagar 20,6 mil reais de indenização em caso de sinistro. Para isso é preciso pagar cerca de 3% a mais pela apólice. Se optar por receber 90%, paga cerca de 2% a menos. A apólice está sempre vinculada às variações do mercado. Se o preço do carro cair, o que você tem direito a receber cai na mesma proporção.

8 - DETERMINAR O VALOR QUE SE QUER RECEBER DE INDENIZAÇÃO PODE DAR MAIS SEGURANÇA, MAS CUSTA MAIS CARO
O seguro por valor determinado é aquele em que você decide, dentro de determinados limites, quando quer receber em caso de roubo ou perda total e custa cerca de 15% a mais que o por valor de mercado. O seguro por valor determinado é mais indicado para quem quer ter certeza do dinheiro que vai receber quando houver um sinistro. É o caso de quem compra um modelo de carro importado ou de séries especiais, que podem sofrer desvalorização superior a 15% ao ano.

9 - A FRANQUIA REDUZIDA É MAIS CARA, MAS É UMA BOM NEGÓCIO PARA QUEM BATE O CARRO COM FREQÜÊNCIA
Sempre quer precisar usar o seguro é preciso pagar uma taxa, a chamada franquia obrigatória. Existem duas outras opções de franquias: a reduzida e a dobrada. A reduzida, na maioria das seguradoras, equivale a 50% da franquia obrigatória e é indicada para motoristas distraídos que vivem batendo o carro no portão de entrada de casa ou em outros carros. Ao contratar a franquia reduzida, a apólice de seguro aumenta entre 20% e 25%. No caso da franquia dobrada, o segurado se dispõe a pagar o dobro da franquia obrigatória, mas ganha uma redução de 20% no preço da apólice.

10 - A INDENIZAÇÃO A TERCEIROS DEVE SER SUFICIENTE PARA COBRIR INTERNAÇÃO DE, PELO MENOS, TRÊS PESSOAS
Mais de 60% dos carros que circulam no Brasil não estão no seguro. Se você bater num deles e a culpa for sua, terá que arcar com as despesas do conserto do outro. Ao optar por uma cobertura contra terceiros, a seguradora paga indenização até o limite fixado na apólice. Quando mais alto esse limite, mais cara é sua apólice. Mas, que cobertura contratar, já que não há regulamentação que fixe limite mínimo e máximo? Os especialistas consultados por MEU DINHEIRO recomendam 50 mil reais. "É um valor que pode até cobrir batidas em carros mais caros. Não vale a pena escolher um valor de 20 mil reais e correr o risco de não ter como pagar o conserto de um carrão", diz Luiz Pomarole, diretor da Porto Seguros. "A diferença no valor da apólice que cobre 50 mil reais e da que cobre 20 mil é de cerca de 20 reais". Em caso de danos pessoais, quando pessoas se ferem num acidente, o ideal é contratar pelo menos 100 mil reais, segundo o pessoal do mercado". "É um valor suficiente para cobrir internações de duas ou mais pessoas ou até mesmo pagar um indenização, em caso de processo judicial", afirma Goldman, da AGF. Para contratar uma aplicação de 100 mil reais pagam-se 40 reais a mais do que por uma cobertura de 50 mil reais.

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19 de outubro de 2005

Fácil e seguro

Fonte: rtjsa - Data: 19/10/2005

O transporte de mercadorias sempre foi uma das principais preocupações para as empresas. Isso porque grande parte delas depende da entrega e reposição de produtos para garantir o funcionamento normal de seus negócios. Especialmente as pequenas e médias empresas estão mais vulneráveis aos riscos associados ao transporte de cargas. Para este segmento a Porto Seguro Seguros lançou o seguro Transportes Mais Simples.

Segundo Adilson Neri Pereira, diretor de Transportes e Ramos Elementares da Porto Seguro, o Transportes Mais Simples tem as condições de contratação facilitadas para atender as pequenas e médias empresas que atuam nos segmentos da indústria, comércio e serviços. "O produto traz alguns diferenciais, como seguro personalizado por segmento de cargas e custo anual de acordo com a mercadoria segurada, o que diminui o valor do seguro para as empresas", afirma Adilson.

O Transporte Mais Simples garante ainda dispensa da comunicação de embarques (averbação); limite máximo de Indenização conforme o perfil do risco; maior agilidade no processo de análise e emissão de propostas; cobertura em caso de acidentes com colisão, capotagem, tombamento, incêndio, inundação; roubo oriundo de assalto à mão armada ou desaparecimento de carregamento total, entre outros.

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A postura dos bancos: De repente, acontece o inesperado, o inevitável...

Fonte: SEGS.COM.BR: Tainá Sinhorini - AUTOR:Cláudio Boriola - Data: 19/10/2005

Você compra tudo, recebe seu talonário de cheques, seu limite é constantemente alterado para maiores valores, recebe cartão de crédito com limite invejável, sempre sendo muito bem tratado pelo seu gerente de contas que procura atendê-lo da melhor maneira possível, oferecendo todos os produtos comercializados pelo banco (seguro de vida, de veículos, residencial, previdência privada, conta poupança, etc...). Enfim, tudo às mil maravilhas com todas as reciprocidades.

De repente, acontece o inesperado, o inevitável: - um negócio mal elaborado, problemas de saúde ou com a família, falta de recebimento de clientes, perda do emprego, desfalques no caixa da empresa... E ai você passa a dever ao banco, seja qual for o motivo e o gerente do banco passa a não ser tão atencioso como era antes e, muito contrário, ele dá início às pressões psicológicas, que vão crescendo diariamente. Tudo começa assim: - enquanto você for efetuando depósitos para amortização da dívida, à qual são acrescidos juros absurdos e correções impagáveis, o relacionamento com o banco continua a ser mais ou menos, porém, se você não consegue amortizar o valor devido, tudo se modifica...

Ao passar o tempo, vem a proposta para que seja renovado o seu contrato, normalmente, os gerentes oferecem a opção de elaborar um novo contrato e, muitas vezes, tentam desdobrar suas dívidas em vários contratos. Propõem fazer contratos para dividir as dívidas: um em seu nome, outro em nome de sua esposa, de seu sócio, ou no nome de sua empresa, enfim, envolvendo o maior número de pessoas possíveis em função daquele débito. Não aceite jamais esse tipo de proposta. É uma estratégia que eles utilizam freqüentemente, levando, via de regra, os que aceitam ao desespero, a imprevisíveis conflitos.

Geralmente os contratos possuem uma grande "mascaração", que é praticada pelo sistema financeiro. A ansiedade no dia da abertura de uma conta corrente com limite de crédito (cheque especial) leva os clientes a terem um dissabor no futuro. Ocorre um verdadeiro abuso, porque os índices não estão definidos e os valores são deixados em branco e sem os dados fundamentais. Além dessa ilegalidade, a cópia do contrato, na maioria dos casos, não é fornecida ao cliente. Conheço diversas situações em que os clientes, sem informações sobre o assunto, ou até mesmo sendo ludibriados por informações imprecisas, dão como garantia uma Nota Promissória em branco com vencimento à vista, sem valores expressos e assinada de próprio punho, trazendo enormes transtornos e perturbações futuras. Esse é o grande risco em aceitar assinar contratos em branco ou fazer acordos sob pressões.

Infelizmente essa é a realidade do Brasil: muitos ganham pouco e poucos ganham muito. De qualquer forma, se houver a necessidade de iniciar uma batalha judicial, a tendência é você obter pareceres favoráveis, obtendo acordo com juros legais e não juros especulativos utilizados e impostos pela instituição financeira. Boa sorte e sucesso, e não esqueça de correr dos bancos, você poderá ser a próxima vítima das altas taxas de juros, tarifas autorizadas pelo Sistema Financeiro Nacional.

10 de outubro de 2005

Reajuste do plano por faixa etária preocupa os idosos

Fonte: DIÁRIO DE SÃOPAULO - Data: 11/10/2005

MARIA FERNANDA MALOZZI

Estatuto do Idoso proíbe as empresas de reajustarem os planos dos clientes com mais de 59 anos de idade. Procon registrou 78 queixas contra aumentos

Pagar mais caro para ser atendido pelo plano de saúde conforme se vai envelhecendo. Esta é a preocupação de muitos idosos que recebem aumento no convênio por faixa etária. O Estatuto do Idoso proíbe as operadoras de saúde de reajustarem mensalidades de clientes com mais de 59 anos, mesmo que eles tenham assinado o contrato antes de a lei entrar em vigor, em janeiro de 2004.

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