26 de fevereiro de 2016

ABGF poderá assumir Seguro DPEM

Fonte: Sincor-SP - Data: 24/02/2016


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A única seguradora (Bradesco) que atuava no ramo decidiu suspender a comercialização em dezembro do ano passado.


Com a autorização de aumento do capital da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), o mercado cria esperanças que esses recursos poderão ser utilizados para gerir o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Embarcações e por sua Carga (DPEM).

A proposta está entre as alternativas do grupo de trabalho criado pela Susep para tentar resolver este problema, caso o mercado não aceite viabilizar o seguro. A única seguradora que atuava no ramo decidiu suspender a comercialização em dezembro do ano passado, mas após pedido da comissão, adiou o final do seguro para março.

As seguradoras alegam alta inadimplência, cerca de 80%, prêmios insuficientes para cobrir riscos e a insegurança jurídica como motivos para não comercializar o seguro. No entanto, as companhias vêm propondo uma revisão na tarifa de prêmios, além da criação de novas categorias e o fim da obrigatoriedade de pagar indenizações por acidentes provocados por embarcações inadimplentes.

A injeção de recursos na ABGF se dará pela transferência da totalidade das cotas de propriedade da União no Fundo Garantidor das Parcerias Público-Privadas (FGP), de que trata a Lei nº 11.079.

24 de fevereiro de 2016

Google vai encerrar serviço de comparação de seguros de carros

Fonte: REDAÇÃO OLHAR DIGITAL - Data:  23/02/2016 

Rumores apontam que o Google está encerrando seus serviços de comparação de hipoteca, seguro de carros e cartão de crédito. A informação vem da empresa The Zebra, uma das concorrentes da gigante de tecnologia no mercado. De acordo com Joshua Dziabiak, COO da Zebra, fontes da indústria afirmaram que o Google fechará os serviços nos Estados Unidos e no Reino Unido. Nesta terça-feira, 23, o Google confirmou a informação.

" Apesar de as pessoas usarem o Google para obter informações de serviços financeiros, o Google Compare em si não tem impulsionado o sucesso que se esperava", explica um e-mail da companhia. 

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O objetivo do serviço era ajudar os usuários a comparar ofertas de forma rápida e simples. "Depois de diversas considerações, decidimos que focar mais intensamente no AdWords e nas inovações futuras nos permitirá fornecer respostas abrangentes para os usuários do Google, e fornecer aos nossos parceiros nos serviços financeiros um melhor retorno sobre o investimento", afirma o documento.

10 de fevereiro de 2016

Seguro de eletrônicos pode valer a pena


04/02/2016 / Fonte: Proteste - Data: 04/02/2016


Mas antes de assinar o contrato é preciso checar as condições da apólice, para evitar surpresas desagradáveis em caso de sinistro.

A PROTESTE Associação de Consumidores analisou as ofertas de duas seguradoras (Porto Seguro e Bradesco) para proteção de equipamentos eletrônicos e constatou que vale a pena a contratação. O custo da Porto Seguro sai mais em conta, mas como a Bradesco já oferece a cobertura contra furto e roubo no plano básico, acaba sendo a mais indicada.

Em geral, as seguradoras aceitam cobrir aparelhos como smartphones, tablets, notebooks, câmeras fotográficas e filmadoras. Para saber qual modalidade contratar, é preciso considerar quanto se está disposto a gastar. O custo varia de acordo com o valor da nota fiscal do aparelho e as coberturas.O plano básico da Porto Seguro abrange prejuízos de quebra, queda, amassados e arranhadura, provocados por incêndio, raio, explosão e colisão de veículos, por exemplo.

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Já a Bradesco garante a indenização por roubo e furto nessa cobertura básica, além de cobrir outros danos materiais. A Porto Seguro disponibiliza a proteção contra furto e roubo e danos elétricos como coberturas adicionais, assim como a garantia internacional, que dá direito à extensão do seguro fora do Brasil. Por outro lado, a Bradesco oferece como plano de maior abrangência apenas o que cobre riscos de danos elétricos.São essenciais no seguro de eletrônicos as coberturas de danos materiais (incêndio, raio, explosão e acidentes de causas externas) e roubo e furto, como também prejuízos elétricos.

Quem opta em contratar o seguro para o aparelho de celular em operadoras de telefonia móvel, tem disponibilidade de algumas dessas coberturas. No entanto, é preciso prestar atenção no valor da franquia nessas lojas, porque é fixo em 25% sobre o preço do aparelho.A PROTESTE recomenda ficar atento às condições da apólice para evitar surpresas desagradáveis, caso precise acionar o seguro. É o caso da carência por exemplo. Antes de assinar o contrato, observe também a abrangência geográfica e os riscos excluídos, cuja lista costuma ser grande.Entre os itens que não são cobertos, estão defeito de fabricação, corrosão e ferrugem.

A seguradora pode ainda se recusar a proteger o equipamento. Ela tem prazo de 15 dias para dar a resposta negativa e informar o motivo por escrito. Porém, passado esse período sem manifestação, a apólice foi aprovada.Em caso de sinistro, você precisa telefonar para a central de atendimento da seguradora. Feito isso, envie a documentação solicitada (nota fiscal e boletim de ocorrência, por exemplo) à empresa. Aprovada a indenização, você deve pagar a franquia para receber o valor em até 30 dias após o pedido.Para a contratação do seguro para produtos novos, basta apresentar a nota fiscal em até 72 horas após a emissão.

Em outros casos, a cobertura pode ser solicitada por meio de uma vistoria do prestador de serviço credenciado pela seguradora e sem qualquer despesa adicional.Todos os eletrônicos são garantidos por seguradoras, mesmo que sejam disponibilizados em lojas físicas ou online de redes de eletrodomésticos, por exemplo, no momento da compra do equipamento. Hoje, a Porto Seguro e a Bradesco Seguros oferecem o serviço diretamente em seus próprios sites.

2 de fevereiro de 2016

Maioria dos barcos navega sem seguro obrigatório no país

Fonte: G1 - Bom dia Brasil - Data: 01/02/2016


Inadimplência atinge 80% dos donos de barcos. Problema é tão generalizado que a única seguradora do ramo está deixando esse mercado.
OBom Dia Brasil fala agora de um perigo no mar e nos rios. Oitenta por cento dos donos de barcos não pagam em dia o seguro obrigatório que poderia proteger vítimas de acidentes. É um problema tão generalizado que a única seguradora do ramo está abandonando esse mercado.
Era para ser um fim de semana de lazer e virou uma tragédia para a família de Thaís Oliveira. A jovem de 21 anos morreu em um acidente de moto aquática, em Paranapanema, São Paulo. O rapaz que pilotava perdeu o controle e os dois caíram no rio. Segundo a polícia, entre outras irregularidades, o piloto não era habilitado e a moto aquática não tinha documentação, nem o seguro obrigatório.
“É preciso ter habilitação para isso, é preciso ter a licença com a Marinha do Brasil para pilotar esse equipamento, tem que ter o registro também com a Marinha, desse equipamento, e o seguro obrigatório também, que é cobrado todo o ano de quem é condutor dessas embarcações”, explica o cabo Antonio Marcos Gabaldo, do Corpo de Bombeiros.
Apenas no ano passado foram registrados quase mil acidentes com embarcações em todo o país. Ao todo, 211 pessoas morreram e 55 estão desaparecidas.Por lei, todas as embarcações precisam ter o seguro obrigatório. Mas de acordo com a Susep, Superintendência de Seguros Privados, 80% dos proprietários em todo o Brasil estão inadimplentes. Ou seja, na prática, estão sem seguro. Para complicar a situação, a única seguradora do mercado que vinha oferecendo esse gênero de cobertura já anunciou que vai abandonar o negócio.
Flávio Girão coordena uma comissão especial com representantes das seguradoras e do Ministério da Fazenda. O grupo precisa buscar uma solução até o final de março. É quando vence o prazo dado pela companhia que cobre o seguro obrigatório.“Faz parte dessa comissão especial, entre outras coisas, fazer o raio-x do seguro Dpem, avaliar os motivos pelos quais há esse desinteresse, a gente infelizmente ainda não tem esse raio-x completo”, diz o diretor de Autorizações da Susep, Flávio Girão.
Quem fiscaliza as embarcações é a Capitania dos Portos. Segundo a Marinha, no verão do ano passado foram emitidas mais de nove mil notificações. Fernando Machado de Melo tem duas lanchas e dá aulas de moto aquática no Rio de Janeiro. Para ele, a fiscalização da Capitania dos Portos é atuante. Como proprietário de barco, Fernando paga o seguro obrigatório e atribui a inadimplência elevada à crise econômica. “Acredito que eles têm um número grande, tendo em vista algumas embarcações que são abandonadas pelos donos, e lógico que eles não vão renovar o seguro”, diz o instrutor de mergulho e moto aquática.
O diretor da Superintendência de Seguros Privados, Flávio Girão, lembra que a multa para quem navega sem o seguro é duas vezes maior do que o prêmio da apólice. Em caso de acidente, a indenização sai mais rápido com a cobertura.
  
“Trinta dias, processo regulado, controlado, se o barco não tem cobertura do Dpem, aí tem que ser via judicial, infelizmente”, diz Flávio.

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31 de janeiro de 2016

Novo prazo para comercialização do DPEM

Fonte/Autor por: Sincor SP - Data: 31/01/2016

O grupo de trabalho formado por executivos da Susep, representantes do Ministério da Fazenda, da CNseg, Fenacor e Sincors de outros Estados, conseguiu prorrogar a comercialização do Seguro de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por sua Carga (DPEM) por mais 60 dias.

Após anúncio da Bradesco Seguros, única seguradora que comercializava o produto, de que cancelaria o DPEM a partir do primeiro dia útil deste ano, a Susep constitui comissão especial para solucionar o problema e debater as condições do seguro obrigatório.

Em primeira instância, a seguradora prorrogou o fim do DPEM para o dia 31 de janeiro. No entanto, ouvindo o apelo das entidades do mercado e dos corretores de seguros, a Bradesco decidiu comercializar o produto, nas mesmas condições, por mais 60 dias, até março de 2016.

A Comissão é composta pelo diretor de Autorizações da Susep - DIRAT, Flávio Girão Guimarães, que é o presidente do grupo, e pela Procuradora-Chefe da Procuradoria Federal junto à Susep, além dos representantes do Ministério da Fazenda e do mercado Júlio César Costa Pinto (Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda), Manoel Carlos de Castro Pires (Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda), Jayme Brasil Garfinkel (CNseg) e Armando Vergílio dos Santos Júnior (Fenacor).

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27 de janeiro de 2016

Seguro Auto: Seminovos são os mais segurados pela internet

Fonte/Autor por: Press Works - Data : 26/01/2016

Levantamento inédito do portal Seguro Auto revela perfil de motoristas que preferem contratar proteção online

Jovens, casados e com a chave de um seminovo. Esse é o perfil da maior parte das pessoas que procuram seguros automobilísticos na internet. Para ser mais preciso, 37% têm entre 25 e 34 anos, 53% já subiram ao altar e 43,5% dirigem carros comprados nos últimos cinco anos. A conclusão é de uma pesquisa feita pelo Seguro Auto (www.seguroauto.org), maior site independente do setor no Brasil. O resultado levou em conta quase 630 mil consultas ao portal durante 2015.

No período, também ficou clara a distribuição do interesse em seguros por estados: a maioria dos acessos foi de São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais. Considerando a frota nacional de carros, segundo dados de dezembro de 2015 do Detran, a estatística explica a posição do líder, uma vez que os paulistanos são donos de 33% dos autos.

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Em relação à demografia dos interessados, quase não há diferenças entre homens (56%) e mulheres (44%). Na faixa etária, após os motoristas entre 25 e 34 anos, outros grupos de destaque são o público de 35 a 44 anos e aqueles que acabaram de tirar a carteira, com até 24 anos. Os casados são os que mais consultam online. Na sequência vêm os solteiros e, depois, pessoas em união estável.

A respeito dos carros segurados, o levantamento mostra que a minoria deles é de modelos novos, fabricados em 2015. Os velhos, produzidos antes de 2005, respondem por 12% dos orçamentos, enquanto os “semivelhos” (2006-2010) são 35%, e os seminovos (2011-2014), 43,5%. "Talvez isso tenha a ver com o fato de que muitos deixaram para fazer o seguro na última hora. É comum recebermos mensagens como 'meu seguro vence amanhã, preciso de um orçamento'", brinca Guilherme da Luz, diretor de conteúdo do Seguro Auto.

25 de janeiro de 2016

O valor do seguro dos 10 carros mais vendidos em 2015

Fonte: Exame - Data: 21/01/2016


São Paulo – O levantamento anual feito pela Bidu com os dez carros mais vendidos em 2015 engloba oito capitais e pelo menos três seguradoras em cada local, considerando o perfil de um homem casado, com 35 anos, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho.

A lista revela algumas curiosidades já esperadas, como o custo mais caro em São Paulo, e outras surpreendentes, como o baixo valor no Rio de Janeiro.

O valor médio dos dez modelos líderes de mercado é de R$ 1.695 no Rio de Janeiro, enquanto em São Paulo essa média é de R$ 4.342.

O Chevrolet Onix, o modelo mais vendido do país em 2015, tem o seguro médio cotado em R$ 3.365 em São Paulo, enquanto na capital carioca a estimativa cai para R$ 1.782.

“As seguradoras entendem que o Rio de Janeiro tem menos sinistros que as demais cidades e, por isso, oferecem preços melhores para o mesmo perfil. Isso pode se refletir tanto no indice de roubo e furto quanto de batidas”, diz Mauricio Antunes, diretor de marketing da Bidu.

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Por outro lado, além de São Paulo, Goiânia e Salvador também se destacam com cotações mais altas que a média – no caso da capital baiana, há um aumento significativo nos índices de roubos e furtos desde 2014.

Entre os automóveis, a Fiat Strada tem a média mais alta em todas as capitais. Já o modelo com a média mais baixa é outro Fiat, o Palio – mas deve-se levar em conta que o índice junta o Palio atual com o Palio Fire, de geração anterior, quase sempre vendido para frotistas.


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