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24 de fevereiro de 2016

Google vai encerrar serviço de comparação de seguros de carros

Fonte: REDAÇÃO OLHAR DIGITAL - Data:  23/02/2016 

Rumores apontam que o Google está encerrando seus serviços de comparação de hipoteca, seguro de carros e cartão de crédito. A informação vem da empresa The Zebra, uma das concorrentes da gigante de tecnologia no mercado. De acordo com Joshua Dziabiak, COO da Zebra, fontes da indústria afirmaram que o Google fechará os serviços nos Estados Unidos e no Reino Unido. Nesta terça-feira, 23, o Google confirmou a informação.

" Apesar de as pessoas usarem o Google para obter informações de serviços financeiros, o Google Compare em si não tem impulsionado o sucesso que se esperava", explica um e-mail da companhia. 

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O objetivo do serviço era ajudar os usuários a comparar ofertas de forma rápida e simples. "Depois de diversas considerações, decidimos que focar mais intensamente no AdWords e nas inovações futuras nos permitirá fornecer respostas abrangentes para os usuários do Google, e fornecer aos nossos parceiros nos serviços financeiros um melhor retorno sobre o investimento", afirma o documento.

21 de agosto de 2015

Carros autônomos pouparão vidas e serão mais econômicos

 Fonte:CQCS  - Data: 21/08/2015
Os carros autônomos parecem mesmo ser o futuro da tecnologia, tanto que, quase todas as empresas do ramo automobilístico já tem uma iniciativa voltada para este mercado. Apesar de todas as vantagens que o fim dos motoristas humanos devem trazer, muitos de nós ainda se preocupam com o aumento das despesas devido ao avanço da tecnologia trazida por estes “carros do futuro “. Quanto se vai ter que gastar extra devido as estruturas digitais destes carros? E a resposta é nada; na verdade, você pode acabar economizando dinheiro.
Obviamente, os preços de um carro robô deveriam ser muito mais caros do que aqueles em um carro manual, mas como esse quadro será revertido? A indústria dos carros autônomos está em ascensão e vai crescer ainda mais. Os recursos como piloto automático, prevenção de colisões e outras características serão o básico da nova geração de carros autônomos. Algumas empresas, como Tesla, Mercedes e Toyota já prometeram entregar suas próprias versões de carros semi-autônomos até o ano de 2020.
Sabemos que eles serão capazes de reduzir quase plenamente os acidentes com motoristas, mas como enfrentar a questão financeira? Primeiro, por se basear 100% em informações de satélite e sobre a situação do trânsito estes carros sempre pegarão as rotas mais curtas e eficientes em termos de combustível. Ele sabe com antecedência locais que estão bloqueados, ou rotas alternativas que serão necessárias, e a longo prazo isto já é um grande investimento.
O Google tem capitaneado a iniciativa dos carros autônomos

Outra vantagem são os seguros dos carros, que deverão cair dramaticamente com a chegada dos autônomos graças a precisão das máquinas e o fim da maioria dos acidentes de trânsito. É possível até mesmo que muitas seguradoras façam acordos com as empresas que coordenam e fabricam os novos carros para que ela passem a lidar apenas e tão somente com elas, ou seja um acidente se torna uma responsabilidade do Google e não sua, o que pode lhe poupar alguns milhares de reais por ano.

Fora que o prejuízo em termos de peças de reposição também será bem menor. Já é provado que estatisticamente acidentes de trânsito são causados principalmente devido a erro humano, se era devido à condução sob a influência de entorpecente, sonolência ou alguma outro distração não importa, estas falhas não existirão mais. De acordo com estatísticas do Google de sua própria frota de automóveis autônomo, ocorreram 11 acidentes nos últimos seis anos e todos eles foram causados por falha humana.

Os carros sem motorista também vão fazer com que você pague menos multas de trânsito, será impossível avançar o sinal vermelho ou cometer excessos de velocidade, já que os carros não serão programados para fazer estas coisas. O número de carros por família também pode diminuir, já que seu veículo será capaz de pegar as crianças na escola, enquanto você está no trabalho, voltando para seu escritório em seguida.

No fim, carros autônomos vieram para ficar, e eles prometem poupar vidas e dinheiro para construir um futuro melhor.



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25 de junho de 2015

Google adere à causa das bicicletas

Fonte: Meio e Mensagem - Dara: 24/06/2015


Mapas irão incluir a opção de trajetos para ciclistas, com indicação de tempo e inclinação do terreno; iniciativa será aberta com pedalada no Rio de Janeiro


Para mostrar sua conexão com o tema da mobilidade urbana, que cada vez é mais discutido no País, o Google anuncia a inclusão de rotas de bicicleta em sua plataforma de mapas. Agora, além dos tradicionais caminhos de carro, a pé ou de transporte público, o Google Maps também irá oferecer aos usuários a opção de visualizar trajetos feitos de bicicleta, indicando o tempo e a distância e a inclinação do terreno que o ciclista irá percorrer.


As primeiras cidades a contarem com essa ferramenta serão Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. Em poucos dias, o recurso já deverá estar disponível no Google Maps. Para marcar o envolvimento do Google na causa das bikes, a empresa promoverá uma pedalada, no Rio de Janeiro, no próximo dia 2. Os detalhes do evento serão divulgados em breve nos perfis oficiais do Google, pela hashtag #pedaladagoogle. 

Opção de rotas de bicicleta será acrescentada ao Google Maps nos próximos dias
Crédito: Divulgação


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1 de junho de 2015

Google e Apple tentam fazer celular substituir cartão; conheça os sistemas

Fonte: Folha.uol.com.br - Data: 01/06/2015

Jason DeCrow/Disney/Associated Press
Loja da Disney em Nova York preparada para receber pagamentos por Apple Pay
Loja da Disney em Nova York preparada para receber pagamentos por Apple Pay

Em uma tentativa de substituir os cartões de crédito e débito, o Google apresentou um sistema de pagamentos que permitirá o uso de celulares com Android para pagamento de compras em 700 mil lojas nos EUA.
A ferramenta, que pode chegar em breve ao Brasil, foi apresentada no principal evento anual da empresa, realizado na semana passada, em San Francisco.
É a segunda incursão do Google nas finanças pessoais: o Wallet, que ameaçava pôr em xeque os negócios de outros intermediadores digitais, como o PayPal, nunca decolou. E iniciativas parecidas, como da Square, sofrem para se massificar.
Editoria de Arte/Folhapress
A história pode ser diferente agora, dada a força da empresa entre smartphones –em 2014, foram vendidos 1 bilhão de aparelhos com seu sistema operacional.
O Android Pay, como foi intitulada a tecnologia, usa a tecnologia NFC (para transmissão de dados entre aparelhos próximos), com a qual grande parte dos smartphones atuais vem equipada. O sistema também é usado no Apple Pay –análogo da rival que foi introduzido no mercado americano antes, no fim do ano passado.
Para fazer um pagamento, o usuário deve ter as informações do cartão cadastradas na conta do Google. Depois, é preciso aproximar o smartphone do sensor, localizado no caixa de um supermercado, por exemplo, e confirmar a compra –por meio de uma senha ou da leitura de impressão digital nos aparelhos compatíveis.
O executivo responsável pela coordenação do projeto na companhia, Prakash Hariramani, disse que o padrão não deve tardar para ser levado a outros países, incluindo o Brasil. Mas a implantação deve começar por Canadá e mercados na Europa ocidental, como o Reino Unido.
"Como a tecnologia de autenticação é um certificado internacional, logo que alguém começar a implementar isso no Brasil, todos também quererão tê-lo", disse.
No Brasil, as operadoras de pagamentos Cielo e Rede oferecem máquinas equipadas com a tecnologia NFC.
Segundo Luiz Henrique Didier, diretor de inovação da Cielo, o Brasil está pronto para a entrada das empresas de tecnologia no mercado: a maior parte das máquinas da empresa tem NFC (1,4 milhão do total de 2 milhões) e, em até dois anos, todas terão sido atualizadas.
"Com um cartão americano, várias pessoas já fizeram pagamento no Brasil por meio do Apple Pay", conta. "O vendedor está pronto. O que falta é a Apple e o Google falarem com os bancos."

NEGOCIAÇÃO
Para funcionar, os mecanismos dependem da participação das instituições emissoras dos cartões, já que são eles que, no fim das contas, autorizam o pagamento.
Bradesco e Itaú oferecem seus próprios sistemas de pagamento com o celular, por meio de aplicativos, mas em parceria com operadoras.
Nesse segmento, o Google tem como concorrente justamente a sua maior parceira: a Samsung, que está preparando o Samsung Pay para lançar ainda neste ano.
Uma das vantagens do sistema é que ele funciona também com máquinas de cartão convencionais.
Mas o mecanismo só opera inicialmente nos aparelhos "top" do fabricante –o mais barato, Galaxy S6, custa pelo menos R$ 3.299 no Brasil. O Android Pay estará disponível para celulares com sistema nas versões a partir da 4.4 (chamada KitKat).
Para o vice-presidente de pesquisa da empresa de pesquisa Gartner, Van Baker, há espaço para todos nos (há muito tempo) promissores pagamentos digitais. "Ainda é muito incipiente, então há excelente chance de o Google se tornar um fator [importante] nesse mercado."
Por outro lado, diz, nem todos quererão usar esses mecanismos só pela conveniência ou pela novidade. "O comportamento do consumidor não muda rapidamente, e é preciso haver uma boa razão para a mudança. Talvez os vazamentos [como o da rede Target, em que foram acessados dados de milhões de cartões] possam ser um motivador, ao que se tornam mais comuns."
O jornalista YURI GONZAGA viajou a convite do Google 


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19 de maio de 2015

Uma “mãozinha” do Google

Fonte: Meio e Mensagem - Data: 18/05/2015  - Por Reinaldo Gregori*

O novo algoritmo, que pune sites que não estão adaptados ao mobile, dá o empurrão definitivo ao mobile marketing.


Crédito: Reprodução
À parte do clima de terror instaurado pela imprensa mundial nas últimas semanas sobre a nova atualização do algoritmo do Google, o fato é que mais uma vez o gigante mundial de buscas dá um empurrão certeiro no mercado: quem não se adaptou às estratégias digitais no mobile terá que fazê-lo. Claro que tudo começa com um bom site, mas isso é apenas a ponta do iceberg. 

Alardeado como a promessa de um marketing cada vez mais personalizado, em tempo real, e que revolucionaria as estratégias com as tecnologias que permitem o geotargeting e o contato por proximidade, o mobile marketing ainda caminha acanhado no Brasil. Grandes empresas investem em campanhas mais voltadas para o branding e para o engajamento de marca, e o Google (sim, ele novamente!), acabou se antecipando com a geolocalização dos anúncios do Adwords. Agora, feliz ou infelizmente, o mobile terá que voltar à pauta. 

E, acredite, não é por falta de adoção da tecnologia. Segundo o IDC, a venda de smartphones no Brasil subiu 55% em 2014, o que representou 54,5 milhões de unidades vendidas. Modelos a preços competitivos conseguiram ganhar seu espaço, mesmo em vista de um cenário econômico pouco favorável, que vem se arrastando desde o ano passado.

O problema não é a adoção da tecnologia por parte do usuário, e tampouco é a potencialidade dos dispositivos que ele tem nas mãos. A questão é que as empresas brasileiras ainda exploram pouco esse universo, preferindo adaptar estratégias digitais para outras telas, ou até mesmo do offline, para o mobile. Mais do que branding, o mobile é muito relevante para vendas, quando aliado à geolocalização e à oferta personalizada de produtos e serviços, com base na referência geográfica do consumidor.

Quem está se adiantando frente a esse mercado são as empresas de tecnologia, como o Google, que utilizam a geolocalização como um fator de importância para o anunciante, e startups, como o Waze, que uniu a prestação de um serviço para o usuário – o de localização – com a oferta de produtos e serviços relacionados ao trajeto. Outros já cruzam dados de deslocamento e histórico de compras para oferecer ofertas relacionadas ao cliente. O problema, talvez, é que algumas dessas iniciativas sejam mais invasivas do que engajadoras, e gerem mais uma experiência ruim do que uma oportunidade de venda.

Com o passo que o Google dá ao eleger o mobile como a próxima peça a ser movida no jogo das buscas, fatalmente as empresas terão que lançar um novo olhar sobre suas estratégias para a terceira tela.

*CEO da Cognati

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11 de março de 2015

Google começa a atuar no segmento de seguros nos EUA

Fonte: Tanise Mondejar (colaboração para o Autopolis) | Data: 10/03/2015

O segmento automotivo parece ter se tornado um dos principais alvos das gigantes de tecnologia norte-americanas. Apple e Google se movimentam para entrar com força no setor, seja com sistemas operacionais para centrais multimídia ou então com carros autônomos (caso do Google). Agora, a empresa famosa pelo sua ferramenta de busca planeja entrar em outro segmento: o dos seguros automotivos.

O primeiro passo nesse sentido é o lançamento de uma ferramenta de comparação de preços de seguros. De início, ela estará disponível para proprietários de veículos da Califórnia (EUA) e permitirá que, por meio da inserção de informações referentes ao perfil do usuário e do veículo, o proprietário escolha a seguradora que ofereça o melhor custo-benefício. Por ser uma ferramenta relativamente simples, nada impede que ela seja expandida para outros lugares.

A atividade é a mesma praticada pelas corretoras de seguro tradicionais. A diferença, no caso, é que o usuário poderia fazer a consulta on-line, de maneira mais rápida. Ainda não está claro como o Google articulou a ferramenta junto às seguradoras, mas uma suspeita é que essa atividade sirva de base para que, futuramente, ela possa discutir as bases para a formulação de seguros para seus carros autônomos.

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3 de março de 2015

Google confirma planos de montar operadora de telefonia móvel

Fonte: Proxxima - Data: 02/03/2015

Empresa quer oferecer planos de celular para os consumidores, revelou Sundar Pichai, vice-presidente sênior.

O Google anunciou na segunda-feira, 2, que planeja oferecer planos de ligações e dados aos consumidores. O boato, que vinha circulando há um ano, foi confirmado por Sundar Pichai, vice-presidente sênior da empresa, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, na Espanha.

O executivo também confirmou que, no momento, a companhia está trabalhando em um serviço wireless em “pequena escala”. Segundo ele, o Google se tornará uma MVNO (sigla em inglês para mobile virtual network operator), o que significa que poderá comprar o acesso aos dados de Sprint e T-Mobile para comercializar planos para seus próprios clientes.


 Auto Facil

9 de janeiro de 2015

Google iniciará venda de seguros de automóveis nos EUA, diz analista

Fonte: G1 - Data: 09/01/2015

Google Compare atua no Reino Unido; Califórnia deve receber o serviço.


Na Europa, a companhia ganha uma comissão quando vende seguros.

Da Reuters
O Google pode estar se movendo para o mercado de seguros de automóveis nos Estados Unidos com um site para consumidores compararem e comprarem apólices, afirmou um analista na quinta-feira (9), conforme a companhia segue deslocando sua atenção para a indústria automotiva.
O gigante de buscas planeja em breve o uso preliminar de seu novo site de comparação de seguros automotivos, o Google Compare, escreveu a analista Ellen Carney, da Forrester, em uma nota. De acordo com Carney, a empresa tem mostrado o serviço para operadoras de seguros há mais de dois anos.
O Google, que atualmente dispõe de um serviço no Reino Unido para usuários compararem 125 opções de seguro de automóveis, ganha uma taxa quando um usuário compra seguros online ou por telefone.
Carney espera que o uso preliminar na Califórnia para o novo serviço comece no primeiro trimestre de 2015. O Google já tem licença para vender seguros de automóveis em 26 estados e está trabalhando com um punhado de seguradoras, incluindo a Dairyland, MetLife e outras, disse ela. O Google afirmou que não comenta especulações.
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1 de dezembro de 2014

Brasileiros fazem 11 milhões de buscas sobre seguros anualmente no Google

20/11/2014 / Fonte: CNSeg
google_insurance_gdPresidente no Brasil da gigante de tecnologia pergunta se o setor está preparado para atender a essa demanda
O presidente da Google Brasil, Fábio Coelho (em pé), dirige-se ao auditório, observado por Henrique Hablitschek, da Alog; Fernando Steler, da Direct One e pelo moderador Guto Abranches Mensalmente, os brasileiros fazem 11 milhões de buscas no Google sobre seguros e esse número cresce 14% a cada ano. “As empresas de seguro estão captando essa demanda?”. Quem fez essa pergunta a um auditório lotado, durante o Insurance Service Meeting 2014, foi o próprio presidente da Google Brasil, Fábio Coelho, palestrante do painel “A importância do digital para a geração de negócios na Indústria de Seguros”.
Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o país que faz mais buscas pelo Google e mais assiste a vídeos pelo YouTube, sendo que, cada vez mais, o faz por meio dos dispositivos móveis. Só nos últimos 22 meses, a base de aparelhos com o sistema operacional Android saltou de 12 milhões para 72 milhões, contribuindo para que, atualmente, 70% dos clientes de seguro tenha acesso à internet.
E com mais acesso à internet, alteram-se também os hábitos e perfis dos consumidores, cada vez mais bem informados e ariscos, adorando compartilhar suas experiências com os produtos. Atualmente, ainda segundo Fábio Coelho, 40% dos processos de compra passam pela web, sendo que 51% dos consumidores fazem busca após serem impactados por um anúncio. “Antes, o cliente chegava ao corretor cheio de dúvidas. Agora, ele já sabe tudo sobre o produto antes mesmo do primeiro contato, querendo é saber se este vai mesmo atender ao que foi prometido.”
Fábio explica que, com a internet, o processo de compra do seguro ganhou mais uma etapa. Agora, entre o surgimento da necessidade e a assinatura da apólice, o consumidor busca ativamente por informações e opiniões. Todas essas transformações, tão rápidas e tão profundas, geram, evidentemente, certa perplexidade, mas também geram novas oportunidades. O meio digital permite, por exemplo, uma abordagem mais contextualizada e dirigida aos interesses particulares de cada potencial consumidor. “As empresas que melhor entenderem como se ajustar a essa economia digital terão mais chance de sobreviver”, disse Coelho, antes de oferecer alguns conselhos, já ao fim da apresentação: “defenda seus diferenciais competitivos de longo prazo, abrace os canais de distribuição em sua plenitude e tenha sistemas de tecnologia aberto, pois os sistemas fechados estão condenados à obsolescência”.

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13 de novembro de 2014

Google aluga antigo hangar da Nasa


Fonte: Meio e Mensagem - Data: 

12/11/2014

Acordo de US$ 1,2 bilhão é válido por 60 anos e faz parte do programa de desenvolvimento de novos negócios


Hangar de Moffett fica perto da sede do Google em Mountain View
Hangar de Moffett fica perto da sede do Google em Mountain View
Crédito: Divulgação
Do Advertising Age,
O Google pagará US$ 1,2 bilhão pelo aluguel do hangar da Nasa em Moffett, na Califórnia, pelos próximos 60 anos. Como parte do acordo, a Planetary Ventures, subsidiária do Google, investirá outros US$ 200 milhões em melhorias no local, que fica próximo da sede da companhia em Mountain View. A instalação será usada para pesquisa, montagem e testes nas áreas de robótica, exploração espacial, aviação e novas tecnologias. As informações são de um comunicado da Nasa.

A empresa de internet está investindo mais recursos em tecnologia de ponta em busca de novas frentes de negócio além do serviço de busca online. O Google comprou uma série de companhias da área de robótica num movimento liderado por Andy Rubin, cofundador do Android. Mês passado, o Google anunciou que Rubin será substituído por James Kuffner, um cientista. Outros investimentos da empresa incluem energia eólica, carros sem motorista, drones e óculos computadorizados.

Em junho, o Google anunciou a aquisição da empresa de satélites Skybox Imaging por US$ 500 milhões como parte dos planos de reforçar os serviços de mapeamento e de melhorar o acesso à internet. A empresa também tem trabalhado com a Nasa para desenvolver robôs inteligentes projetados para voar ao redor da Estação Espacial Internacional e, eventualmente, assumir algumas tarefas dos astronautas com a ajuda de smartphones especiais.

"Estamos ansiosos para arregaçar as mangas para restaurar o marco notável que é o Hangar One, que durante anos foi considerado um dos locais históricos mais ameaçados nos Estados Unidos", disse David Radcliffe, vice-presidente de imóveis e serviços no local de trabalho do Google, em comunicado.

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16 de julho de 2014

Google divulga balanço sobre a Copa


Fonte: Meio e Mensagem - Data: 15/07/2014

Plataforma mostrou os jogadores, técnicos e memes mais procurados em seu buscador

A Copa do Mundo no Brasil proporcionou grandes espetáculos dentro de campo e infinitas interações fora dele. Enquanto as redes sociaisFacebook e Twitter bateram recordes de troca de mensagens durante o
evento, o Google registrou as mais variadas dúvidas digitadas em seu buscador. O balanço divulgado pela plataforma mostra quais foram os jogadores, técnicos e até as namoradas dos atletas mais pesquisadas na internet. 
Dentro das quatro linhas, o jogo que mais atraiu a atenção dos usuários é a partida entre Brasil e Alemanha, que resultou no placar de 7x1. Neymar Jr. manteve sua forte presença na web e foi o jogador mais buscado pelos usuários. Já sua namorada, a atriz Bruna Marquezine ficou com o segundo lugar. A primeira posição ficou com a cantora Shakira, esposa de Gerard Piqué, jogador da seleção da Espanha. Felipão foi o mais pesquisado durante a torneio, superando Louis Van Gaal, técnico da Holanda. 

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12 de junho de 2014

Saiba como conferir seu histórico de localizações no Google

Fonte: Olhar Digital

Sabe onde você estava na última terça-feira, às 13h47? Você provavelmente não deve saber, mas o Google sabe. A empresa guarda muitas informações sobre você. Muitas mesmo, em um nível que você não imagina. E é capaz de manter um histórico de minuto-a-minuto de sua localização e armazená-lo por um bom tempo e você pode conferir tudo isso clicando aqui.

Você já parou para se perguntar como funciona o Google Now e como ele é capaz de saber se você está se deslocando, se você está em casa, ou se você está no trabalho. É graças às informações contidas neste Histórico ele é capaz de calcular isso.

Olhar um mapa como este parece bastante assustador. Serve como alento, no entanto, o fato de estas informações serem coletadas de forma opcional quando você possui algum smartphone ou tablet Android. O usuário precisa aceitar que o Google colete estes dados para que serviços como o Google Now funcionem e, caso ele prefira não ser rastreado, basta desativar o recurso.

O Google permite que todo o histórico seja apagado, caso o usuário se sinta incomodado, ou até mesmo as informações de um dia específico, caso ele prefira assim.

Vale ressaltar que o recurso para conferir o Histórico de Localização não é novo, mas o Google não o mantém muito à vista, então é provável que a maioria das pessoas nem saibam o nível de informação que a empresa tem sobre eles.

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7 de janeiro de 2014

Google leva sistema Android a automóveis


O google anunciou nessa segunda-feira, 6, uma parceria com a Nvidia e as montadoras Audi, GM, Honda e Hyundai para levar a tecnologia Android aos automóveis. A junção das empresas criou a Open Automotive Alliance (OAA) – Aliança Automotiva Aberta, em tradução literal –, que tem a finalidade de “acelerar a inovação no setor automotivo”, segundo comunicado publicado no blog do Google.

O sistema, chamado My Link, permitirá acesso a aplicativos por meio de comandos de voz que não necessitem que o motorista olhe para o celular ou tire as mãos do volante. O Google ainda não informou quais aplicativos serão disponibilizados nos veículos.
Outra grande companhia de tecnologia investindo em sistemas para carros é a Apple. A empresa já anunciou que, este ano, a Siri, sua assistente de voz, estará integrada a seis modelos da Chevrolet: o Camaro, Cruze, Equinox, Malibu, SS e Volt. Ainda não há posicionamento sobre essa tecnologia no Brasil.


6 de maio de 2013

Como é a vida com Google Glass; confira teste feito pela Folha

Fonte: Folha de S.Paulo FERNANDA EZABELLA DE LOS ANGELES - Data: 06/05/2014 

"Uau!" É minha primeira reação quando a telinha do Google Glass acende em cima do meu olho direito e, surpresa, mostra as horas.

Já quando me olho no espelho, a impressão é: "Ai...". A novidade é futurística e tem incrível potencial, mas há um quê de cafonice em andar nas ruas com um trambolho na cara.

Google Glass

O aparelho é uma das tecnologias mais aguardadas dos últimos anos e deve chegar ao mercado em 2014. O preço salgado e o estilo inusitado colocam em dúvida o sucesso, sem contar as questões de privacidade.
A Folha teve acesso a uma das 2.000 unidades da versão Explorer que a empresa começou a vender na última semana pelo equivalente a R$ 3.000. Só pôde comprar quem se registrou no Google I/O 2012, evento para desenvolvedores. Por enquanto, ainda está em fase de experimentação e com pouca conectividade on-line.
O Glass parece um par de óculos, mas sem as lentes e com um computador acoplado com câmera, microfone, tela e uma barra sensível ao toque que serve de navegador. O Google tem ensinado pessoalmente os novos compradores. Passei quase duas horas com dois funcionários entusiasmados que configuraram o aparelho e me ensinaram os primeiros passos.
Para ligá-lo, basta um gesto para trás com a cabeça ou um toque na barra. Na sequência, é só dizer o código mágico: "OK, Glass". E algumas opções surgem na tela: você gostaria de pesquisar algo no Google, tirar uma foto ou vídeo, fazer uma ligação? Tudo é ativado por voz ou com toques na barra. Há também um pequeno botão só para fotos e vídeos.
No começo, é tanta informação que o processo fica caótico. Cheguei a tirar fotos sem saber, a deletar outras por engano e mandar vídeos para pessoas aleatórias.
O Google domina o universo, pelo menos por enquanto. É preciso ter Gmail para a configuração, e amigos na rede social Google+ para compartilhar fotos ou vídeos. É preciso também um smartphone sempre à mão, conectado via Bluetooth, para receber e-mails marcados como importantes e ligações.
Para quem tem celular com sistema Android (do Google), dá para mandar mensagens em texto (ditando) e usar o aplicativo de navegação GPS com comando de voz, coisas que ainda não funcionam no iPhone, da Apple.
Circular pelas ruas com o Glass chama atenção. Quando faço um vídeo ou revejo fotos ou vídeos, a pessoa à minha frente vê que algo se passa na tela, sem saber o quê. Para Eric Schmidt, presidente-executivo do conselho da empresa, a sociedade terá que desenvolver uma nova etiqueta social para acomodar o Glass. "É óbvio que não é apropriado usá-lo em certas situações", diz.
Mark Hurst, da Creative Good, alerta para a quantidade dados privados aos quais o Google terá acesso. "A experiência de ser um cidadão, em público, vai mudar", diz.

Entre outros alertas, o manual informa que o Glass não deve ser usado por menores de 13 porque pode "prejudicar o desenvolvimento da visão". Ele é recomendado para esportes, mas não é à prova d'água (aguenta, porém, um pouco de suor).
A empresa diz que a bateria dura o dia todo, mas não com uso muito frequente.



CONCORRÊNCIA

Há um ano a Apple ganhou a patente de dispositivo semelhante ao Glass, mas até hoje nada foi confirmado.
Já o Baidu, maior site de buscas da China, diz que trabalha em um protótipo, mas sem previsão de lançamento.
A Microsoft, apesar dos rumores de um produto para 2014, nunca confirmou nada.
*
24H COM O GOOGLE GLASS
Fotos Fernanda Ezabella/Folhapress
9h
Não dá para usar meus óculos normaiscom o Glass. Coloco as lentes de contato. O aparelho foi configurado após duas horas no escritório do Google. Sozinha levaria um dia todo.
Fernanda Ezabella/Folhapress
10h
Meu marido se assusta com o brinquedo, faz piadas e pede para testá-lo. O Glass tem um "modo convidado", para que outros possam usar sem ver meus dados
11h
Recebo um alerta de notícia no Glass. É o aplicativo do jornal "New York Times" (único disponível fora os do Google e do Path, uma rede social familiar). Peço para o aparelho ler para mim. Funciona, ainda que numa voz truncada
12h
Na rua, as pessoas me olham com frequência. Me sinto esquisitona, meio alienígena. Caminhando, tiro foto e tropeço. Paro antes de atravessar a rua e fico olhando para o alto, na telinha, absorvida nas inúmeras opções. Mais gente parece me olhar
Fernanda Ezabella/Folhapress
13h
Vou caminhar no parque. Mesmo com sol forte, consigo ver a telinha. Coloco a lente escura do Glass, que veio junto com outra transparente sem grau. Fico bem mais discreta. Filmo todo mundo e ninguém parece perceber. Sinto falta de ouvir música: o aparelho ainda não se conecta com rádio
14h
Depois de um tempo, esqueço que estou usando o Glass. Uma amiga me liga e atendo sem precisar usar o celular, que está conectado com o Glass via Bluetooth. Recebo nele qualquer telefonema, mas só posso ligar para números cadastrados
Fernanda Ezabella/Folhapress
15h
Dirijo e faço um vídeo ao mesmo tempo. É tranquilo, mas não recomendo aos facilmente distraídos
16h
Tento fazer um hangout, uma videoconferência via Google+ (rede social do Google), mas não funciona. Tento três vezes, mas nada
17h
Muitos vídeos e fotos aleatórias depois, a bateria morre. Volto para casa e coloco-o para recarregar
Fernanda Ezabella/Folhapress
19h
Vou treinar roller derby, um esporte de contato sobre patins. O aparelho sobrevive bem e faz ótimas imagens em ação
Fernanda Ezabella/Folhapress
21h
No jantar, um garçom me pergunta o que estou usando. Tiro uma foto do meu sanduíche e mando para uma amiga. Mexendo nas fotos, mando duas sem querer para outro amigo. É bem sensível. E só dá para compartilhar com pessoas que estão no Google+
22h
Estou com a maior dor de cabeça, talvez por causa dos óculos, talvez por causa das lentes de contato. É hora de desligar a mente.

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10 de abril de 2013

BlackBerry Z10 chega ao Brasil em maio

Fonte: Meio e Mensagem - Data: 09/04/2013


Modelos da linha Z10 recolocam BlackBerry na disputa pelo mercado de smartphones

Modelos da linha Z10 recolocam BlackBerry na disputa pelo
mercado
 de smartphones 
- Crédito: Reprodução - site da BlackBerry

Nova geração de smartphones da BlackBerry chega em maio às lojas brasileiras na tentativa de recuperar o espaço perdido para Apple, entre outras marcas equipadas com o Android.


A BlackBerry é precursora do mercado de smartphones, mas nos últimos anos perdeu espaço para os desejados iPhones, da Apple, além de outras marcas, como a sul-coreana Samsung (linha Galaxy), cujos dispositivos operam com o Android, do Google (que também opera com a sua linha própria, os smartphones da linha Nexus). A tentativa de recuperar o terreno no Brasil começa no próximo mês de maio, quando a empresa canadense inicia as vendas da sua nova geração de equipamentos, os smartphones Z10.
Com tela sensível ao toque e compatível com a telefonia móvel de quarta geração (4G), os equipamentos foram lançados primeiro nos Estados Unidos. No Brasil, serão comercializados pelas principais operadoras - Vivo, TIM, Oi e Claro – começando pelas cidades-sede da Copa das Confederações, por exigência do governo.
Em entrevista para a Reuters, João Stricker, diretor-geral das operações brasileiras da BlackBerry, disse que há mais três aparelhos previstos para chegarem às lojas brasileiras também em 2013, o já anunciado Q10, que virá com teclado físico, além de outros dois dispositivos ainda mantidos em segredo. Os preços dos aparelhos também não foram revelados.
De acordo com estudos da consultoria Gartner, as vendas de smartphones cresceram 38,3% no quarto trimestre de 2012, ante uma queda de 19,3% obtida pelos modelos com recursos básicos de vídeo e acesso à internet. A perspectiva é que mais da metade (52%) do 1,9 bilhão de aparelhos vendidos em 2013 correspondam a modelos inteligentes, especialmente das marcas Apple e Samsung. Nokia, ZTE, Huawei, Windows Phone e Blackberry são os demais players que hoje disputam a preferência do consumidor.

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4 de abril de 2013

Smartphone do Facebook movimenta o mercado

Fonte: Meio e Mensagem - Data: 03/04/2013

Desenvolvido em parceria com a HTC, aparelho pode colocar a rede social na lista dos grandes anunciantes e ameaçar o domínio do Google em publicidade para dispositivos móveis.


O Facebook projeta receitas de US$ 339 milhões com publicidade em dispositivos móveis
Crédito: Divulgação.

Depois de anos de rumores, o Facebook finalmente lançará um telefone. Mas o produto não se venderá sozinho. Fabricado pela HTC, com uma versão customizada do sistema operacional Android especialmente desenvolvida para integrar os serviços do Facebook, o smartphone marca a entrada da empresa líder em redes sociais no ecossistema do hardware – e, potencialmente, na lista dos grandes anunciantes do setor de consumo.
Os aportes da companhia em publicidade têm sido minúsculos em seus nove anos de história (investiu US$ 28 milhões em 2011), mas ter um produto físico para vender no mercado pode mudar este cenário.
O novo aparelho também esclarece a contratação de Rebecca Van Dyck como executiva-chefe de marketing e consumo. Antes de ser CMO da Levi’s, Rebecca teve um cargo sênior na área de marketing e comunicações da Apple, onde trabalhou nos lançamentos do iPhone, iPad, iPod e iTunes.
O Facebook e a HTC se recusaram a comentar as informações sobre o lançamento e suas estratégias de divulgação. O fato de o Facebook se unir a um azarão do mercado indica um considerável compromisso com investimentos em marketing. A HTC ficou com apenas 6% de participação entre os telefones celulares vendidos nos Estados Unidos no último trimestre de 2012, uma queda considerável em relação aos 14% que detinha um ano antes, de acordo com a eMarketer.
Dependendo do grau de customização que o Facebook aplicar no Android OS, do Google, o novo telefone teria grande impacto entre as plataformas para anúncios em mobile. Alguns consultores não esperam que o Facebook corte o acesso direto para os serviços do Google, como o Google Play, a ferramenta de busca e o YouTube – como fez a Amazon com o tablet Kindle Fire, que também tem o Android como sistema operacional. Em vez disso, é provável que a personalização do Facebook seja mais como uma nova roupagem elaborada sobre o Android.
Mas o Facebook também pode estar arquitetando a substituição do Google como o portal pelo qual os donos de aparelhos HTC acessam a internet. Informações do mercado dão conta de que o Android personalizado pela rede social virá embarcado no aparelho da HTC, que exibiria como tela inicial o perfil na rede social do dono do telefone, assim que este for ligado.
Neste cenário, se a HTC ganhar mercado e seus consumidores começarem a optar pelo Facebook como fonte de busca para aplicativos e informações comerciais, o domínio do Google no mercado pode ser afetado seriamente a longo prazo.
“Impactar profundamente o comportamento do consumidor tem implicações diretas em termos de alcance e receita”, diz Clark Fredricksen, VP de comunicação da eMarketer.
De acordo com estimativas, o Google espera faturar US$ 3,98 bilhões com anúncios para dispositivos móveis em 2013, o correspondente a 55,4% de todo o bolo, segundo a eMarketeer. O Facebook projeta receitas de US$ 339 milhões e uma participação de 11%.
Possivelmente os efeitos imediatos no faturamento do Google com publicidade para dispositivos móveis serão imperceptíveis, por conta da participação restrita de mercado da HTC nos Estados Unidos. Ainda assim, a integração do Facebook ao Android demonstra o risco que o Google assume ao manter uma plataforma aberta. Se por um lado os desenvolvedores apreciam a boa vontade do Google em deixá-los fazer experiências com o Android – atitude oposta a da Apple em relação ao iOS –, o Google está arriscado a ver o seu sistema operacional ser cooptado por um concorrente.

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26 de outubro de 2011

Google considera comprar Yahoo

Fonte: Proxxima

Depois da Microsoft, imprensa americana especula que a Google poderá injetar dinheiro para assumir o Yahoo

Apesar de não confirmar oficialmente, o Google poderá injetar dinheiro para assumir a gestão do Yahoo. Segundo a edição de sábado do Wall Street Journal, a gigante estaria conversando com duas empresas privite equity para viabilizar a operação.
 
É a segunda vez em menos de uma semana que rumores sobre a venda do Yahoo circulam no mercado norte-americano. Na semana passada, a Microsoft ficou no centro dos interessados em assumir o Yahoo.


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18 de março de 2008

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A Luma Seguros é a primeira corretora no Google quando a busca é "seguros on-line", a ordem de apresentação do site de busca leva em consideração, entre outros fatores, a importância do site.