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6 de março de 2015

NOVA PLACA DO MERCOSUL ESTREIA NO URUGUAI

A nova placa de identificação para veículos vendidos no Mercosul começa a ser usada no Uruguai. A novidade foi regulamentada em outubro do ano passado e será usada com o mesmo padrão na Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai e Venezuela. Por aqui, apenas os carros novos, registrados a partir 1º de janeiro de 2016 terão que passar a usá-las (saiba mais detalhes clicando aqui). 
Haverá algumas diferenças nas placas entre os cinco países.  No Uruguai, por exemplo, são três letras seguidas de quatro números. No Paraguai, ao contrário: três números e quatro letras. Na Argentina, Brasil e Venezuela: duas letras, três números e mais duas letras. Isso por causa do tamanho da indústria automotiva em cada um dos países.Nos modelos usados, será opcional (em caso de perda ou roubo). A foto acima, de uma picape ToyotaHilux com uma das primeiras placas do Mercosul, foi feita pelo paparazzo Tio Hebech, para o nosso parceiro do Argentina Autoblog. 
A estreia no Uruguai veio acompanhada por uma certa polêmica. As primeiras unidades que saíram às ruas não parecem seguir uma ordem. Além disso, perdeu-se a possibilidade de saber de que cidade cada carro veio.Isso foi substituído por uma identificação por letra. O "S", por exemplo, corresponde à Montevideo. 
A combinação de cores não será igual para todos os tipos de veículo. Os carros particulares terão letras pretas. Os de uso comercial, vermelhas; os oficiais, azuis; os diplomáticos, douradas; os de teste; verdes, e os de coleção, prateadas.
placas Mercosul
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5 de dezembro de 2014

Carros zero-quilômetro já terão novas placas do Mercosul em janeiro de 2016

Fonte: UOL - Data: 04/12/2014

Arte mostra novo modelo de placa brasileira seguindo unificação para o Mercosul
Arte mostra novo modelo de placa brasileira seguindo unificação para o Mercosul

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) tornou oficial, nesta quinta-feira (4), a alteração no sistema de placas de veículos brasileiros a partir de 1º de janeiro de 2016. Todos os carros emplacados a partir dessa data adotarão a nova identificação, padronizada em relação aos demais países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela). Além deles, os que solicitarem troca de município ou transferência de categoria também usarão o novo modelo.

A proposta vinha sendo estudada desde 2010 e estava prevista para entrar em vigor já neste ano, mas foi adiada para acerto de detalhes.

Similar ao que existe na União Europeia, o novo sistema terá elementos extras de segurança para dificultar a clonagem, que segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito está com índices "elevados" na região. Além disso, permitirá integrar bancos de dados dos cinco países nos próximos anos.

Placas para automóveis, caminhões, ônibus e reboques (à esquerda) e motos: emblema do Mercosul, nome e bandeira do país, bandeira do Estado e brasão da cidade, faixa holográfica, código 2D e marcas de segurança diferenciam novos modelos.
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14 de outubro de 2014

ASSIM SERÃO AS NOVAS PLACAS DO MERCOSUL

Placa Mercosul
Na manhã desta quarta-feira (8) foi apresentada em Buenos Aires (Argentina) a nova placa de identificação para os veículos do Mercosul. O novo sistema entrará em vigor em 2016, quando será obrigatório para todos os veículos de transporte de mercadoria e passageiros registrados no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. Dois anos depois, será a vez dos carros de passeio.

O desenho da nova “Placa Mercosul” vai permitir até 450 milhões de combinações. O número é muito superior à atual frota dos cinco países: 110 milhões de veículos – apenas como comparação, em todo o Mercosul são cerca de  280 milhões de pessoas.
A novidade conta com sete caracteres, entre letras e números, além da identificação do país de origem, com nome e bandeira. Feita em tamanho único, a placa também traz o símbolo do bloco comercial e medidas de segurança para evitar clonagem.
Junto com o nova placa, os países apresentaram um novo sistema de consulta regional para trocar informações sobre os seguintes dados: proprietário do veículo, número da placa, marca, modelo, tipo de veículo, número de chassi, ano de fabricação e histórico de roubo e furto.
A nova placa do Mercosul chega justamente quando o atual sistema utilizado na Argentina está se esgotando: a configuração de três letras e três números utilizado no país vizinho conta com menos de 2 milhões de combinações possíveis. No Brasil, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), até o fim de 2013 foram utilizadas 81.600.729 das 175.742.424 combinações possíveis. Ou seja, ainda há mais de 94 milhões placas disponíveis, o suficiente para 15 anos. Confira no vídeo abaixo como ficarão as placas de cada um dos cinco países.

Copyright de Autoblog.com.ar. Tradução e direitos exclusivos de reprodução para o Brasil de Car and Driver.


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29 de agosto de 2014

MERCOSUL VAI PADRONIZAR PLACAS EM 2016

Fonte: Car and Driver - Data 29/08/2014 

Mudança começa com ônibus e caminhões. Carros, apenas em 2018.
Placas Mercosul
Por Carlos Cristófalo (Argentina Autoblog) Fotos: Divulgação
Funcionários do governo da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela se reuniram ontem (28) em Buenos Aires para dar sequência ao projeto de unificação das placas de veículos em toda a região. A ideia é que a nova forma de inscrição para o Mercosul comece em 2016, para os veículos de transporte de mercadoria e passageiros. Dois anos depois, será a vez dos carros de passeio.
Enquanto isso, na Argentina, as combinações possíveis para as placas estão quase esgotadas. Estima-se que o formato de três letras e três números tem apenas mais dois milhões de combinações disponíveis. No Brasil, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), até o fim de 2013 foram utilizadas 81.600.729 das 175.742.424 possíveis. Temos 94.141.695 placas disponíveis, o suficiente para 15 anos.Os políticos ainda trabalham para definir o layout que irá identificar os 100 milhões de carros. O formato e a composição alfanumérica ainda não foram definidos. O projeto de implantação tem um atraso de dois anos desde que foi anunciado, em dezembro de 2010 - deveria ter entrado em vigor no início deste ano.
Copyright de AAB. Tradução e direitos exclusivos de reprodução para o Brasil de Car and Driver.


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23 de junho de 2014

Problemas com a carta verde impedem ingresso de argentinos no Brasil

Fonte: Zero Hora - Data: 23/06/2014


Até o momento, o que tem determinado o retorno dos argentinos ao seu país de origem são problemas com o seguro internacional do veículo previsto em acordo dos países do Mercosul
Problemas com a carta verde impedem ingresso de argentinos no Brasil Ronaldo Bernardi/Agencia RBS A carta verde é um seguro internacional obrigatório que cobre danos causados pelos turistas aos automóveis de terceiros ou a pedestres.
A preocupação é com os barrabravas argentinos, mas somente nove foram deportados até agora em toda a fronteira do Rio Grande do Sul, todos eles na aduana de Uruguaiana. Até o momento, o que tem determinado o retorno dos argentinos ao seu país de origem são problemas com o seguro internacional do veículo previsto em acordo dos países do Mercosul, a chamada “carta verde”.
Diversos argentinos apresentam um documento que é considerado inválido porque o seu “correspondente” no Brasil não é uma seguradora, como manda a lei, mas sim escritórios de advocacia de Porto Alegre e, principalmente, de Blumenau, em Santa Catarina. Quando isso acontece, os argentinos têm de desistir da viagem ou regressar ao seu país para providenciar uma nova carta verde.
– Eles fazem o seguro na Argentina, mas o correspondente no Brasil é um escritório de advocacia, principalmente o de Blumenau. Pela lei, só podem ser seguradoras autorizadas pela Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenaseg). Esses casos estão sendo frequentes desde que começamos a operação da Copa no dia 13 de junho. É um problema que ocorre diariamente com argentinos – explica o inspetor Cláudio Cravo, coordenador de divisas e fronteira da Polícia Rodoviária Federal.
Ele diz que não é possível afirmar no momento se a situação configura uma fraude contra os turistas.
– Não sabemos se é fraude, mas não é o correto. O previsto em lei é que o correspondente no Brasil deve ser uma seguradora, e não escritório de advocacia. Não podemos deixar passar – diz Cravo.
A carta verde é um seguro internacional obrigatório que cobre danos causados pelos turistas aos automóveis de terceiros ou a pedestres.
A Carta Verde também é obrigatória para veículos brasileiros quando em trânsito em outros países do mercosul.
Saiba mais sobre carta verde. Contrate o seguro carta verde clicando aqui.


17 de outubro de 2013

O que é Carta Verde nos países do Mercosul

Fonte: Fenaseg

Carta Verde

Seguro Obrigatório para Condutores de Veículos Terrestres em Viagens dentro do Território Mercosul
É o seguro obrigatório para automóveis registrados no país de origem, que estejam em viagem internacional pelo Mercosul.
Responsabilidade Civil por danos pessoais e materiais causados a terceiros não transportados pelo veículo segurado.
Reembolso ao segurado, até a importância segurada, das quantias que tiver de pagar por ser civilmente responsável por acidente que causar:
  • danos pessoais, morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares;
  • danos materiais.
Para fins de cobertura, a indenização mínima estabelecida para danos pessoais é de US$ 40.000 por pessoa, até o limite de US$ 200.000, enquanto para danos materiais é de US$ 20.000, limitado a US$ 40.000. É possibilitada a contratação de apólices com importância segurada superiores, com o correspondente pagamento do prêmio adicional. 
Garante, também, o pagamento de honorários de advogados de defesa do segurado e custas judiciais, até o limite de 50% da indenização paga.
Pode ser contratado pelo período de permanência do veículo no país de ingresso, com vigência máxima de um ano.
Este seguro cobre eventos ocorridos exclusivamente em País terceiro do MERCOSUL. Na ocorrência de sinistro, a assistência e o pagamento é efetuado no próprio País de ocorrência do acidente de trânsito, através de seguradoras conveniadas e em moeda local. Para tanto, vêm sendo estabelecidos convênios entre seguradoras dos Estados-Partes.

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16 de junho de 2011

Licença para dirigir pelo mundo.

Fonte: odiario.com

A sensação de liberdade de pegar o carro e sair por aí pode se repetir no exterior. Para quem planeja a próxima viagem de férias e pensa em passear de carro em outro país é necessário se organizar com antecedência.


O documento brasileiro, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), é válida em mais de 130 países pelo mundo, outros exigem um documento especial, a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Entre os países que exigem a PID estão a Itália, Áustria, Grécia, Estados Unidos e Canadá. Lembre-se de que apesar da proximidade territorial, países da América Latina seguem legislações específicas. Em países do Mercosul como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai são exigidos a PID e um seguro chamado Carta Verde.


A apólice se refere somente aos países do Mercosul, quando emitidos naqueles países. Este seguro internacional cobre danos pessoais ou danos materiais causados a terceiros.

O procedimento para conquistar uma Permissão Internacional para Dirigir (PID) é bem simples. O primeiro passo é pegar a carteira de motorista (observe a validade do documento, porque será a mesma da PID), depois basta preencher o formulário de Solicitação de Serviço de Habilitação (disponível no site http://www.detran.pr.gov.br/ )e providenciar o pagamento.

Depois de recolhida a taxa, o condutor tem oito dias para comparecer ao Detran mais próximo munido da CNH original. A última etapa é a entrega da PID, pelo correio.

14 de abril de 2008

Fronteira quer abolir seguro carta-verde

Fonte: Denise Paro - Data: 05/04/2008

Cobrança é obrigatória desde 1994 para veículos do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai em trânsito internacional pelos países do Mercosul.

FOZ DO IGUAÇU - Parlamentares do Brasil, Paraguai e Argentina encaminharão na próxima semana ao Ministério das Relações Exteriores brasileiro, ao Senado e à Câmara dos Deputados documento exigindo a suspensão da cobrança do seguro carta-verde para moradores de cidades fronteiriças. O seguro é obrigatório para motoristas do Mercosul.
A reivindicação foi feita ontem no 5º Encontro da Frente Parlamentar Internacional de Municípios de Fronteira, em Foz do Iguaçu. O evento reuniu cerca de 115 participantes, entre vereadores, deputados e prefeitos, incluindo Beto Richa, de Curitiba.
O presidente da Frente Parlamentar, vereador Carlos Budel, de Foz do Iguaçu, diz que a cobrança do seguro para os moradores da fronteira é injusta. Na opinião dele, não existem leis que regulamentam a convivência de dois países que não possam ser alteradas e adaptadas.
Estabelecido no acordo do Mercosul, o seguro é obrigatório, embora não seja cobrado com regularidade na tríplice fronteira. Para transitar pela Argentina por três dias, por exemplo, os brasileiros precisam desembolsar cerca de R$ 48.
Recentemente, os argentinos começaram a exigir o documento de motoristas brasileiros que circulam em Puerto Iguazú, cidade vizinha a Foz. No lado brasileiro, a mesma atitude foi tomada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que iniciou esta semana a Operação Cone Sul em Foz do Iguaçu na fronteira com a Argentina.
O chefe de operações da PRF, inspetor Ricardo Schneider, diz que a fiscalização de veículos argentinos não é uma resposta à ação da polícia argentina em Puerto Iguazú e já estava prevista. Em cinco dias de operação foram emitidas 200 multas, das quais 133 referentes a carros estrangeiros. Dessas, a maioria foi aplicada pela falta do seguro. O motorista que não apresentar a carta-verde pode ter o veículo retido ou ser obrigado a voltar ao país de origem até regularizar a situação. “De cada 10 argentinos fiscalizados, um não tem o seguro. Ao contrário, de cada 10 brasileiros, um tem”, diz Schneider. Ameaçados pela fiscalização, alguns brasileiros estão evitando cruzar a fronteira com Puerto Iguazú.
O motorista argentino Ricardo Biesdorf, de 29 anos, foi parado pela PRF na entrada do Brasil ontem, mas estava com o seguro em dia. “Se eu pago o seguro em dia, por que os outros não podem pagar?”, diz. Os argentinos que não têm o documento pagam multa de aproximadamente R$ 52 no Banco do Brasil.
Apesar de ser conhecido como carta-verde, o seguro é oficialmente chamado de Apólice Única do Seguro de Responsabilidade Civil, sendo obrigatório para veículos do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai em trânsito internacional pelos países do Mercosul.
A exigência vigora desde 1994, mas vinha sendo ignorada. Em julho do ano passado, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editou a resolução 238, com o objetivo de reforçar a determinação firmada há 14 anos. A apólice cobre até US$ 40 mil das despesas médicas ou funerárias por pessoa, com limite de US$ 200 mil no total. Para os danos materiais, varia de US$ 20 mil a US$ 40 mil.

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