27 de abril de 2015

Aumento no roubo de celulares faz procura por seguro disparar

Fonte: G1 - Data: 27/04/2015

N° de contratos aumentou 300% este ano’, diz corretor de Rio Preto (SP). Foram roubados 166,987 mil celulares em 2014 no estado de São Paulo

Um levantamento da Secretaria de Segurança Pública mostra que o número de roubos de celulares quase triplicou em 12 meses no estado de São Paulo. Esse aumento fez crescer também a procura pelo seguro do aparelho em São José do Rio Preto (SP) e região.

A pesquisa apontou que o número de roubos de celulares, no estado de São Paulo, cresceu 149,5% no ano passado, em relação a 2013. Foram roubados 166,987 mil celulares em 2014, 457 roubos por dia, 19 roubos por hora.

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Uma das vítimas foi a filha do aposentado Alcides Cândido. Ele nunca havia ouvido falar do seguro até ser roubado. “Ela estava na rua e foi abordada por um rapaz. Eu tinha comprado um bom celular pra ele, pago quase R$ 2 mil e fiquei no prejuízo. Tive que comprar outro aparelho, mas agora fiz o seguro porque achei muito interessante e não quero passar novamente por essa situação”, comenta Cândido.

O preço do seguro varia de 20% a 30% do valor do aparelho e vale pelo período de um ano. Em caso de furto ou roubo, a cobertura é total. Em uma corretora de seguros, que atende o país inteiro, mas tem escritório em Rio Preto, o número de contratos só neste início de ano aumentou 300%. Na região de Rio Preto, o aumento foi de 50%. “Nós temos hoje no mercado aparelhos celulares muito sofisticados, com preços muito agressivos, e todo seguro compensa à medida que ele te livra de um prejuízo inesperado”, explica o diretor executivo da corretora Carlos Alessandro Gomes. Com o aumento da procura, a corretora acredita que até o fim do ano o crescimento da procura no noroeste paulista possa ser maior, de até 80%.

O sonho de Gabriela Rodrigues era um smartphone. A mãe gastou R$ 1 mil no aparelho e como muitas amigas da filha já tiveram o celular roubado, Daniela não quis arriscar. “Comprei o celular, que já achei bem caro e o seguro me deixou menos preocupada, por não ter problemas de ser roubada. É um investimento muito bem gasto, eu fico tranquila e ela também”, explica a mãe Daniela Rodrigues.

A Secretaria de Segurança Pública disse que toma medidas para combater o roubo de celulares, entre elas, a determinação para que a própria polícia ligue paras operadoras para bloquear os aparelhos roubados.

14 de abril de 2015

Conheça o Seguro DPEM

Fonte: SindsegNNE 

O DPEM é o seguro obrigatório que tem por finalidade dar cobertura a pessoas, transportadas ou não, inclusive aos proprietários, tripulantes e ou condutores das embarcações, e a seus respectivos beneficiários ou dependentes.

 

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10 de abril de 2015

Honorários. Cobrar ou não cobrar? Eis a questão

Fonte: CQCS| Sueli dos Santos - Data: 10/04/2015
Couple dreaming new houseAssunto polêmico entre os Corretores de seguros, a cobrança de honorários divide a categoria. Não é prática do mercado cobrar honorários de quem eventualmente não fechou negócio com aquele Corretor. A legislação nem permite tal prática. O professor e consultor Gilberto Tadiello lembra que o Corretor recebe a comissão cobrada com o prêmio total e, posteriormente, repassada aos Corretores pelas seguradoras.
Alguns profissionais reclamam quando fazem múltiplas tarefas e o cliente não fecha o negócio com ele. “Ora, esse é o risco da atividade. Muitos profissionais liberais ou autônomos passam por isso. Basta observar quantos arquitetos, engenheiros, eletricistas, pedreiros, advogados, dentistas etc. apresentam o famoso ‘orçamento sem compromisso’ e não fecham o negócio. É o risco”, explica Tadiello.
Douglas Bunder, da Luma Corretora de Seguros, defende que o trabalho do Corretor extrapola a intermediação da venda do Seguro e, por conta disso, com a completa anuência e conhecimento do segurado, seria válida a cobrança de honorários. “O trabalho do Corretor vai desde a análise das reais necessidades do cliente no momento da pré-venda até o acompanhamento durante toda a vigência e a interferência/assistência nos eventuais sinistros e alterações que apólice venha a necessitar”, relata.
Para José Gilmar de Aguilar, da Reflexao Seguros, não há argumento para cobrar honorários. “O cliente não é mais leigo e pode consultar para verificar a veracidade de cobrança, isso pode gerar até processo contra o Corretor, pois não existe lei que nos ampare e permita a cobrança de honorários”, diz. Na opinião de Bunder o cliente quer seu problema resolvido e esta é a função do profissional. “O custo neste caso, torna-se totalmente justificável”, acredita.
O artigo 723 do Código Civil trata do assunto: “O Corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência que o negócio requer, prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento dos negócios; deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance, acerca da segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa influir nos resultados da incumbência.”
Bunder diz que se fosse possível a cobrança de honorários, um dos critérios a ser considerado deveria ser os custos adicionais que recairão sobre aquela venda. “O custo dependeria de diversos fatores como conhecimento técnico necessário, tempo, custos adicionais etc.”, projeta.
Por outro lado, Tadiello lembra que um profissional bem preparado saberá avaliar e aprender com os erros, lidar com objeções, melhorar a abordagem dos clientes, identificar melhor os clientes “leiloeiros” além de selecionar melhor seu nicho de mercado buscando melhor rendimento. Assim, as cotações perdidas vão diminuindo – mas nunca acabam.
Aguilar admite que seria interessante, se fosse possível, cobrar honorários, apenas de clientes que cancelam o Seguro por falta de pagamento da primeira parcela. Além disso, ele acha que caso a legislação permitisse, o valor do honorário deveria ser estipulado por um órgão competente e não pelos Corretores de Seguros. “Um valor entre R$ 100 e R$ 150 por consulta e efetivação do Seguro cancelado por falta de pagamento da primeira parcela”, arrisca.
Bunder argumenta que a internet trouxe novas situações para o profissional de Seguros e a concorrência agressiva que é incentivada pelas seguradoras, torna o rendimento do corretor cada vez menor. “É necessário encontrar alternativas de remuneração para que seja possível a sobrevivência neste mercado tão disputado. Veja que hoje o corretor não vende somente seguro, mas também outros produtos como linha de celulares, consórcio, rastreadores, equipamento de monitoramento etc.”
Mas e a comissão? Ela não serve como honorário? Bunder diz que não. “Hoje, com os meios eletrônicos, atendemos todo o país o que muitas vezes isso traz custos adicionais (telefone, correio etc.) e em alguns casos a comissão não cobre nem os custos da venda”, garante. Gilmar concorda e acrescenta que a comissão serve para pagamento de funcionários e retirada dos sócios.
O problema são aqueles clientes que procuram para resolver sinistros ou apenas para uma consultoria? Tadiello tem uma sugestão: “O Corretor poderá acertar honorários com um cliente que o contratou para resolver sinistros, dar consultoria etc. Como não é seu segurado, ele deve acertar antes”. Alguns Corretores ainda insistem em “ganhar” clientes apenas pelo preço reduzindo até o valor de sua comissão. “E quando é assim, provavelmente a última pessoa que o segurado verá na sua frente será esse corretor, pois ele não terá como custear esse atendimento. Sem salário ninguém trabalha”, lembra Tadiello.

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2 de abril de 2015

Queda na produção de carros afeta venda de seguro

Fonte: CQCS - Data: 01/04/2015

O mau desempenho da indústria automotiva acende uma luz amarela no setor de Seguros. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), mostram que a produção do setor em fevereiro registrou queda de 28,9%, para 200,1 mil unidades produzidas. O presidente da entidade, Luiz Moan, disse que o desempenho ficou abaixo do esperado. E o que isso tem a ver com o mercado de Seguros?

Tudo! Se há queda na produção, possivelmente haverá menos venda de seguro de carro. O vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber, lembra que a venda de veículos novos é fundamental para o incremento da carteira de veículos. “Os veículos vão ficando velhos e com o tempo o Seguro total passa a não ser tão interessante ao segurado”, afirma. Atualmente, cerca de 85% das vendas do seguro de carro resultam da compra de um carro zero na concessionária.

Nesse cenário, Ber faz um alerta para que as seguradoras tornem o seguro mais acessível para carros com mais de três anos de uso. Outra medida que daria um impulso no setor seria o seguro popular, pois por ter um preço mais acessível em razão do uso de peças genuínas, ajudaria a trazer para o mercado segurador clientes que hoje não compram seguro para carros acima de cinco anos de uso por considerar o preço elevado.

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25 de março de 2015

Brasil lidera avanço em canais digitais

 Fonte: Brasil Econômico por Rodrigo Carro - Data: 25/03/2015

canais digitais



Tendência mundial, os chamados “agregadores” – páginas que coletam informações de vários sites para apresentá-las de forma simples ao consumidor final – entraram com força total no mercado brasileiro de seguros. Levantamento da empresa de pesquisa e assessoria Celent, em 20 nações da América Latina, aponta Brasil e Colômbia como os países com maior número de agregadores na região: nove. Por trás da expansão desses canais digitais no país estão 18 companhias seguradoras, a maioria de grande porte, que trabalham com agregadores.

Apesar do avanço dos agregadores no país, há pouca perspectiva de alteração – pelo menos nos próximos cinco anos – na maneira como os brasileiros contratam seguros, ressalta Juan Mazzini, analista sênior da Celent e coautor do estudo “A importância crescente dos agregadores em seguros”. “Vai ser uma mudança gradual, que acontecerá muito lentamente para os consumidores”, sustenta Mazzini, acrescentando que a figura do corretor ainda é muito forte no Brasil. “O que pode mudar esse cenário é a entrada de um grande player no mercado, que pode ser tanto um banco como o Google ou o Alibaba”. Em mercados mais maduros, como o do Reino Unido, 40% das vendas de seguros gerais (casae vida) e automotivos para pessoas físicas são realizadas por meio de agregadores.

Na América Latina, apenas dois países não contam com agregadores: Guiana e Suriname. Ao todo, a Celent identificou a existência – no segundo trimestre do ano passado – de 63 agregadores na região. Desse total, 68% pertenciam a apenas cinco companhias regionais. No Brasil, a consultoria mapeou 18 companhias que atuam por meio de agregadores, numa lista que inclui Bradesco, Azul, Allianz, Generali, Porto Seguro e Mapfre, entre outras. O tamanho do mercado brasileiro e o acesso crescente da população aos canais digitais estão entre as principais razões para a expansão dos agregadores no país.

O serviço mais oferecido é o de seguros para viagem, disponível em 70% dos agregadores latino-americanos. O segundo mais comum é o seguro automotivo. “São ‘commodities’, produtos mais fáceis de comparar”, justifica Mazzini. “Os agregadores permitem ao consumidor obter a melhor combinação entre custo e benefício”. Dos nove agregadores existentes no Brasil, cinco atuam no segmento de vida e saúde. Outros dois trabalham com seguros de propriedades e contra acidentes. Os restantes são especializados em viagens.

Na prática, a ferramenta digital funciona melhor para seguros mais simples, aqueles em que o consumidor usualmente não necessita de atendimento personalizado. Nessa faixa, o agregador concorre diretamente com o corretor tradicional, reconhece o analista sênior da Celent. Produtos mais complexos, em que o cliente busca aconselhamento e comodidade, são normalmente deixados a cargo dos corretores.

Na tentativa de preencher ao menos parcialmente a lacuna em re lação aos canais tradicionais, alguns agregadores – principalmente no segmento de viagens (passagens e hotéis) – vêm oferecendo atendimento virtual. Para contornar as restrições de custos, uma das saídas tem sido a utilização de programas de computação cognitiva, que empregam inteligência artificial para responder às dúvidas e pedidos da clientela, sem a necessidade de montagem de um call center.

As tensões naturais entre canais de venda digitais e tradicionais podem ser minimizadas – argumenta Mazzini com a configuração de produtos mais simples para mercados-alvo específicos. A possibilidade de comparar preços quase que em tempo real é um ponto decisivo a favor do agregadores, mas está longe de ser o único. Com a evolução do serviço de busca, muitos sites permitem ao consumidor comparar produtos usando outros critérios além do preço. O mesmo acontece, por exemplo, no segmento de bilhetes aéreos, no qual o internauta pode pesquisar passagens de acordo com critérios como número de escalas e duração da viagem.

“No futuro, não vai haver diferença entre corretores e agregadores”, acredita Mazzini. Mas, por enquanto, essa diferença ainda aparece de forma marcante nos números coletados pela Celent na América Latina. Segundo a empresa de consultoria voltada para instituições financeiras, 47% dos agregadores na região permitem a compra direta pelos seus sites, enquanto o restante redireciona os pedidos dos clientes para a página das seguradoras, para encerramento da transação.

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18 de março de 2015

Perfil e endereço fazem seguro custar até metade do preço do carro

Fonte: Uol - Data: 18/03/2015


Idade, sexo, estado civil, cidade, ter garagem ou não… Tudo interfere na cotação

A contratação de um seguro para automóvel no Brasil funciona como um “catadão” de critérios estatísticos. Se, há alguns anos, apenas tipo e preço do modelo importavam na hora de chegar ao valor da apólice, hoje cada detalhe da vida particular do cliente interfere na cotação.

Por meio dos chamados “questionários de análise de risco”, as seguradoras usam idade, sexo, estado civil, cidade, bairro e várias outras informações para dizer o quanto determinada pessoa deve pagar pelo serviço. “Os valores estão cada vez mais personalizados. O objetivo é não onerar, nem afugentar quem oferece menos riscos de gerar sinistros”, justifica Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros).

UOL Carros conversou com especialistas da área e listou cinco situações que geram bons descontos no preço final da apólice. Também apontamos outras cinco hipóteses que podem fazer o seguro custar quase metade do valor do seu carro. Usamos como critério inicial o perfil de um homem de 27 anos, morador de São Paulo (SP), solteiro, formado e com emprego fixo.

A cotação cai quando…

Mais cuidadosas, mulheres pagam sempre mais barato pelo seguro; problema é quando ela é jovem e acabou de tirar a CNH: aí o valor sobe

1. O contratante já é cliente e não possui histórico de sinistros:

Quanto mais tempo se é cliente da mesma empresa, maior será o desconto para a próxima renovação. Isso, claro, se o dono do veículo não acionar o seguro nesse período. É a chamada “classe de bônus”. “Cada ano extra com bom histórico representa um ponto a mais na classe de bônus”, explica Maurício Alexandre, diretor de marketing da Bidu, empresa especializada em cotações online.

Claro, há um limite na pontuação de cada seguradora, geralmente entre oito e dez pontos, o que leva a descontos máximos de 50%.

2. O condutor é mais experiente e estudado:

Quem já passou dos 25, possui CNH (Carteira Nacional de Habilitação) há mais de cinco anos, é formado e tem emprego fixo pode pagar até 35% menos em um seguro. “Quem faz faculdade tem mais propensão a sair à noite para festas. Já quem trabalha costuma ser mais caseiro”, alega Neival Freitas, diretor da FenSeg.

3. O motorista possui garagem e alarme:

Saber que a unidade segurada terá onde “dormir” também rende um bom abatimento no preço final da apólice (a diferença chegou a R$ 2.700 nas cotações mais caras do Gol Trendline 1.0 2015). O motivo é óbvio: carro que fica sempre na rua tem mais chances de ser roubado.

Ter garagem na residência faz diferença na hora de calcular o preço do seguro: companhias não gostam de carros que dormem na rua

4. O modelo está fora da “lista negra” de mais roubados:

As marcas mais vendidas do Brasil, Fiat, GM, Volkswagen e Ford, geralmente oferecem peças de reposição mais baratas e em maior quantidade na hora de consertar um veículo. Isso conta a favor na hora de cotar um seguro. Entretanto, modelos dessas montadoras também tendem a ser os mais visados por bandidos.

Nessa balança, o risco de furto/roubo pesa mais e, enquanto a cotação mínima do já mencionado Gol Trendline 1.0 2015, de R$ 35.000, ficou em R$ 3.600, um Toyota Corolla 2.0 Altis, de R$ 96.330, teve o título orçado em R$ 3.400.

5. O condutor é mulher e casada:

A cotação mais baixo para segurar um Volkswagen Gol Trendline 1.0 2015 4-portas (R$ 35.000) ficou em R$ 3.600, por nosso perfil inicial. Mas se a simulação for para uma mulher, de mesma idade e nas mesmas condições, o piso cai para R$ 2.900.

“Além de serem mais cuidadosas, as mulheres andam em velocidades menores e, mesmo quando batem, não geram danos”, compara Freitas.

A cotação sobe quando…

1. A região é considerada “de risco”:

Quando a simulação para o Gol Trendline 1.0 2015 se referia a um morador de Pinheiros, bairro com bons indicadores na Zona Oeste de São Paulo, o preço máximo cotado foi de R$ 5.100. Bastou mudar o CEP para Guaianases, no extremo leste da capital, para o teto atingir absurdos R$ 17.400, variação de 340% que equivale a quase metade do valor do automóvel.

“As área de risco são determinadas pelas estatísticas de roubo e também por fatores como enchentes e quedas de árvore. Algumas seguradoras elevam o orçamento exageradamente para algumas delas de propósito, porque não querem trabalhar ali”, alerta o diretor-executivo da FenSeg.

Seguradores estudam até as chances de seu carro ser atingido por uma árvore

2. O motorista é recém-habilitado:

Se você é um jovem de 18, que acabou de tirar a CNH, e ganhou um carro de presente do pai porque passou no vestibular, prepare-se: vai pagar pelo menos 15% a mais pelo seguro. “Pessoas mais jovens e sem experiência correm mais riscos de se envolver em acidentes”, ressalta Maurício Alexandre, do site de cotações online Bidu.

3. O carro foi blindado:

É verdade que um carro blindado é mais difícil de ser violado. Por outro lado, o procedimento aumenta bastante o seu preço, além de tornar os reparos bem mais complicados. Resultado: enquanto o Volkswagen CrossFox 2014 comum (R$ 43.500) pode ser segurado por R$ 3.500, um mesmo modelo blindado vai cobrar R$ 7.300.

Atenção: além da diferença de preço, o processo é mais burocrático: o dono precisa apresentar a documentação da blindagem, e o veículo terá de passar por vistoria na seguradora.

4. O modelo é esportivo:

“Quem compra um carro esportivo é visto como alguém que gosta de andar com mais emoção, consequentemente correndo mais riscos”, aponta o diretor-executivo da FenSeg, Neival Freitas. Isso explica por que a simulação de um Honda CR-V EXL 2.0 2WD (R$ 110.900) variou de R$ 5.600 a R$ 14.500 em nossa pesquisa, ao passo que a de um Volkswagen Golf GTI (R$ 108.500) oscilou entre R$ 6.700 e impressionantes R$ 59.000.

Modelos esportivos deixam seguradoras desconfiadas e fazem cotação subir

5. O contratante mora em cidade grande:

Contratar seguro para um Gol Trendline 1.0 2015 em São Paulo, nas condições já mencionadas, não sai por menos de R$ 3.600. Já um morador solteiro e com 27 anos de Cerro Corá, cidadezinha de 6 mil habitantes no RN, pode fechar o mesmo negócio por R$1.900. “Metrópoles tendem a ser mais violentas e inseguras, elevando o fator de risco”, resume Freitas.

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Saiba como funciona o seguro para celular

Fonte: Zero Hora - Data: 18/03/2015

Com os celulares ultrapassando os valores de R$ 1mil, R$ 2 mil e até R$ 3 mil, os seguros para celular têm ganhado cada vez mais adeptos. A maioria dos usuários ainda fica em dúvida se vale a pena adquirir os serviços, pois algumas operadoras não cobrem, por exemplo, furtos simples, nem reparação, em muitos casos.

Além do preço, o valor pago pelo usuário em caso de ocorrência de sinistro (franquia) também é importante, assim como a avaliação da cobertura oferecida. Nos planos básicos, ela inclui indenização apenas em caso de roubo ou furto qualificado — quando a integraidade física do usuário foi ameaçada na ação. No caso de furto simples, como no furto de um celular dentro de uma bolsa, o segurado não recebe indenização. Danos físicos e elétricos podem ser indenizados se o usuário contratar coberturas adicionais por um preço maior.

O pagamento da indenização pode ser feito em dinheiro, ou por meio da reposição de outro aparelho similar ou igual, o que vai depender do contrato. A franquia das operadoras Tim, Claro e Vivo equivale a 25% do valor do aparelho. Na seguradora Porto Seguro equivale a 10%.

Para Alfredo Meneghetti, professor da Faculdade de Economia da PUCRS o usuário deve analisar com cuidado o contrato do seguro para concluir se vale a pena contratar o serviço.

– O aconselhável é que o seguro não ultrapasse 10% do valor do aparelho porque além desse valor o cidadão arca com a franquia em caso de sinistro. O usuário também deve tomar cuidado com a tipificação das coberturas e entender que os planos básicos não cobrem danos físicos, perdas ou furtos simples – conclui.

Segundo o especialista, os smartphones ficam obsoletos muito rápido devido aos constantes lançamentos das empresas e isso faz com o que o seguro em muitos casos não valha a pena. Sobre os serviços de armazenamento de dados em nuvem oferecidos pelas operadoras, o economista avalia que são desnecessários.

– Empresas como Samsung e Apple dispõe de tecnologia para backup de informações ou bloqueio do aparelho em caso de roubo.

Veja abaixo o que cada operadora oferece:

Vivo

Os seguros de aparelhos para perda, roubo ou furto e o backup dos dados do celular na nuvem da internet são dois dos serviços que a Vivo oferece para os clientes. Além de smartphones, podem ser segurados tablets e modems, com preços que variam de R$ 3,99 a R$ 54,99 mensais, de acordo com o aparelho e o benefício contratado. Todas as modalidades de seguro podem ser acessadas aqui.

Outro serviço oferecido é o Vivo Sync, que permite aos clientes armazenar, sincronizar e compartilhar na nuvem todo o conteúdo de seus smartphones, tablets, computadores e outros aparelhos. Os valores variam de R$ 5,99 a R$ 35,99, de acordo com o espaço para armazenamento contratado.

Claro

A operadora oferece três serviços: O Claro Up, Claro Sync e Segurança móvel. O primeiro é um programa feito em parceria com a seguradora Assurant Solutions, que permite adquirir os iPhones 5S, 6 e 6 Plus em 24 parcelas fixas na conta telefônica, a partir de R$ 59 por mês. Ele oferece seguro contra roubo ou furto qualificado, quebra acidental e oxidação, além da possibilidade de aquisição de um novo aparelho a cada 12 meses (mediante a entrega do aparelho antigo em bom estado). Para ter acesso à cobertura do seguro, em caso de sinistro, o cliente Claro Up deverá pagar a franquia indicada no certificado, ou seja, 25% do valor do aparelho que consta na Nota Fiscal.

O segundo é um serviço de armazenamento em nuvem que varia de R$ 4,90 a R$ 26,90 dependendo do espaço contratado. O terceiro é um aplicativo de segurança para smartphones ou tablets, que permite ao usuário bloquear o aparelho, localizar e apagar conteúdos remotamente além de backup de contatos. Os serviços custam de R$ 2,99 a R$ 5,99 por mês.

Tim

A operadora oferece três tipos de serviço. No TIM Protect Seguro Aparelho, o usuário assegura os aparelhos de celular, tablet e modem 3G contra roubos e furtos por valores mensais que variam de R$ 3,49 a R$ 24,99, dependendo do modelo. O seguro pode ser solicitado por usuários de planos pós e pré-pago, que ainda concorrem a prêmios mensais de R$ 10 mil durante o período de vigência do seguro

No TIM Protect Antirroubo é possível bloquear o aparelho e apagar fotos, contatos e arquivos à distância, via SMS, de qualquer celular. O serviço pode ser contratado por R$ 3,90 ao mês. O TIM Protect Backup é um serviço de armazenamento em nuvem com preços que variam de R$ 5,90 a R$ 29,90 por mês.

Oi

A operadora dispõe de dois serviços: Antirroubo e Proteção Completa. No primeiro, as principais funcionalidades são o bloqueio do aparelho, gerenciamento do conteúdo, disparo de um alarme, detecção da troca de chip, localização do aparelho e captura de foto de quem está tentando utilizar o equipamento.

No segundo, possui todas as características do Antirroubo, e ainda permite que os dispositivos (smartphone, tablet e computador) tenham acesso seguro a sites de bancos, impede o roubo de senhas, oferece antivírus que protege de ataques e invasões, disponibiliza o anti-spam que acaba com mensagens de e-mail indesejadas, impede tentativas de obter informações pessoais, gerencia senhas e acessos, entre outros. Os valores mensais variam de R$ 3,90 a R$ 19,90.

Porto Seguro

A seguradora oferece cobertura principal aos danos físicos que podem decorrer de incêndios, explosões ou impactos. O valor mínimo do aparelho para a contratação do seguro é de R$ 500. Para saber o valor, faça uma simulação aqui.

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