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19 de janeiro de 2016

As regiões com maior incidência de roubo e furto de veículos da Grande São Paulo

Fonte: Revista Apólice - Data: 19/01/2016

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Um levantamento realizado pelo Grupo Tracker entre os meses de maio e outubro de 2015 revela os bairros e cidades da Grande São Paulo com maior incidência de roubo e furto de automóveis, motos, caminhões e SUVs, além dos locais mais utilizados pelos criminosos para esconderijo ou desmanche dos veículos.
Para fazer a pesquisa, a empresa mapeou as ocorrências como “locais de roubo e furto” e “locais de recuperação”. Foram analisados 2296 operativos.
Automóveis
32,2% das ocorrências aconteceram na Grande São Paulo, sendo que as cidades de Santo André e São Bernardo do Campo lideram as estatísticas (com 25,8% e 20,2%, respectivamente). Na sequência aparecem Diadema (10,6%), Osasco (8,8%) e Guarulhos (8,6%).
A Zona Leste vem em seguida, com 28,9% dos operativos. São Mateus (20,2%), Mooca (13,9%), Itaquera (8,7%), Anália Franco (8,2%) e São Lucas (7,7%) são os bairros com maior número de casos.
Já a Zona Sul aparece em terceiro lugar, com 17,6% do total de eventos. Os bairros Saúde/Vila Mariana são os mais perigosos e juntos representam 21,3% das ocorrências. Em seguida aparecem Ipiranga (16,5%) e Jabaquara (16,1%).
O levantamento constatou ainda que a Zona Leste lidera quanto à recuperação dos carros roubados: 36,1% dos automóveis foram localizados pelo Grupo e recuperados pela Polícia Civil na região. São Mateus (37,8%), Guaianazes (11,9%) e Itaim Paulista (11,1%) completam a lista.
Outros 28,8% dos carros recuperados estavam na Grande São Paulo. Santo André lidera a estatística, com 28,1%; seguido de São Bernardo do Campo (15,3%) e Diadema (13,2%).
SUVs
A Zona Leste é o local onde mais são roubadas SUVs, segundo o levantamento, com 32,9%. Mais uma vez, São Mateus lidera com 19,4% do total de ocorrências. São Miguel Paulista (10,5%) e Itaquera (também com 10,5%) vêm em seguida.
A Grande São Paulo representa 32,1% do total de roubos e furtos de pick-ups. Santo André e São Bernardo do Campo aparecem como as mais perigosas, com 25,6% e 18,2%, respectivamente, do total de eventos.
As recuperações também são mais frequentes na Zona Leste (41,8% do total de sinais reportados dos rastreadores são na ZL), sendo que destes 34,9% são em São Mateus, 15,6% em Guaianazes e 12,8% em São Miguel Paulista. Outras 30,3% das recuperações acontecem na Grande São Paulo. 20,3% em São Bernardo do Campo e 17,7% em Santo André.
Motocicletas
No segmento motos, a maior incidência de roubo e furto de veículos foi na Grande São Paulo, com 33,9% do total. São Bernardo do Campo lidera com 27,6% e Santo André aparece com 22,4%.
A Zona Leste aparece em seguida, com 24,6% das ocorrências. Anália Franco tem 18,2% do total e São Mateus, 14,5%.
Já em relação às recuperações, Zona Leste e Grande São Paulo aparecem com 28,8% cada. Na ZL, a maioria das localizações foi em São Mateus (40,9%). Guaianazes vem em segundo lugar, com 15,9%. Na Grande São Paulo, o ABCD voltou a ser o principal esconderijo dos criminosos: São Bernardo do Campo (25%), Santo André (18,2%) e Diadema (15,9%).
Caminhões
Nos últimos seis meses, 35,6% dos roubos e furtos de veículos pesados aconteceram na Grande São Paulo, principalmente na cidade de Guarulhos (23,4%). São Bernardo do Campo vem na sequência, com 17%. Na Zona Leste, acontecem 31% dos eventos, 19,5% deles em São Mateus.
Já as localizações acontecem com mais frequência na Zona Leste (33,3%) e Grande São Paulo (com outros 33,3%). Um terço das recuperações na ZL são em São Mateus e outros 13,3% em São Miguel Paulista. Na Grande São Paulo, Guarulhos lidera com 30% e Osasco aparece em segundo lugar, com 10%.
Análise
Carlos Alberto Betancur, diretor Nacional de Operações do Grupo Tracker, afirma que os bairros da periferia, com grande quantidade de desmanches, facilitam a logística de desova e posterior comercialização em autopeças. Já em relação aos caminhões, há uma tendência de maiores roubos nas entradas e saídas das principais rodovias que circundam a Grande São Paulo, já que isso facilita o acionamento das quadrilhas especializadas em caminhões e cargas.
 Auto Facil Cardif

9 de novembro de 2010

Dispositivo inibe funcionamento do rastreamento e bloqueio

Fonte: Revista Apólice - Data: 08/11/2011

Apesar da Resolução 245, do Contran (Conselho Brasileiro de Trânsito), que estabeleceu em 2007 a instalação obrigatória de equipamento antifurto nos veículos novos saídos de fábrica, o mercado e a sociedade ainda se deparam com a ação de ladrões de carros e cargas de caminhões, cada vez mais especializados em tecnologia. As quadrilhas utilizam dispositivos que bloqueiam a comunicação dos rastreadores.
O equipamento bloqueador, mais conhecido como "jammer", que vem sendo vendido de forma irregular, é capaz de interferir de forma destrutiva em cada operação específica, impedindo a comunicação com a central de monitoramento, por meio de telefonia móvel. Ao longo dos treze anos de atuação em rastreamento de veículos, o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) tem orientado o mercado sobre as melhores práticas e delineando aspectos técnicos. O centro adquiriu o "jammer" para a realização de pesquisas, devidamente autorizado por autoridades legais. Esse equipamento foi desenvolvido para aplicações que exijam o bloqueio do sistema de comunicação de um determinado local, como para bloquear toda a telefonia móvel da região, similar aos utilizados em presídios. As empresas fabricantes de equipamentos de rastreamento estão buscando desenvolver produtos imunes à ação do "jammer". Entretanto, até o momento, todos os equipamentos testados pelo Cesvi Brasil, mais de 300 marcas, não conseguiram ser imunes ao "jammer". Como funcionaO modelo mais utilizado funciona criando um sinal (ruído) em banda larga - BBN (Booardband Noise Jamming) - em que o circuito interfere nas bandas de comunicação presentes na telefonia móvel nacional. O "jammer" realiza uma interferência (perturbação) entre o veículo e a antena operadora - o que provoca a perda de comunicação com a rede de telefonia móvel. No telefone celular, quando uma ação dessas ocorre, o display apresenta mensagens "fora de serviço", "procurando rede", ou algo similar que evidencie que o aparelho está sem comunicação. É quando o aparelho fica inoperante, e o infrator pode definir uma rota para o veículo, sem que a central de monitoramento possa rastreá-lo.Outro ponto a ser destacado é que o "jammer" instalado em um veículo chega a inibir também o sinal de rastreamento e bloqueio de veículos em um raio de, em média, 10 metros, dependendo de sua potência.
Impactos na Resolução 245
Segundo os profissionais que atuam na localização de veículos roubados, os desmanches que recebem o produto de roubo já têm equipamentos de bloqueio de comunicação instalados em sua estrutura. E a criatividade dos criminosos não tem limites. Alguns já instalam o "jammer" no porta-malas do veículo roubado, para que o equipamento seja confundido com um módulo de som, caso o carro passe por uma blitz da polícia.[2]A normativa definiu um cronograma de instalação progressiva do antifurto pela necessidade de programação da indústria automotiva e de equipamentos, sendo este alterado em agosto de 2009, estendendo o prazo para a instalação em 100% dos veículos até 2011. Com exceção dos ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos, cronograma estabelecido para até 2012.
Nota da Luma: O rastreador Ituran RF não está sujeito à interferência do jammer por utilizar a tecnologia de rádio frequência para comunicação.
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14 de junho de 2010

Rastreador obrigatório deixa carro mais caro

Fonte: Leone Farias Do Diário do Grande ABC - Data 14/06/2010.

A norma do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que determina a obrigatoriedade de todos os carros saírem de fábrica com dispositivo antifurto (de localização e bloqueio) a partir de dezembro deste ano vai gerar aumento no preço dos carros, segundo especialistas. Por outro lado, a medida deve trazer benefícios, entre os quais a redução no custo do seguro dos veículos.
A resolução 245/2007 do Conselho estabelece que em 1º de julho já começa a valer a exigência, para 20% do total de automóveis e comerciais leves produzidos. Em outubro, o percentual sobe para 40%, chegando aos 100% dos veículos zero-quilômetro a partir de 1º de dezembro.
Especialistas afirmam que ainda é difícil prever a elevação no valor do automóvel ao consumidor e a economia que as pessoas terão na hora de contratar a apólice.
No entanto, o equipamento vai gerar custo adicional para as montadoras, diz o presidente Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automores), Cledorvino Belini. Isso pelo valor do produto, pela necessidade de ajustes na linha de montagem e treinamento dos funcionários. E esse aumento deve ser repassado aos consumidores.
O que dificulta a projeção de elevação no preço do carro é a escala de produção (a quantidade de itens fabricados), que pode colaborar para reduzir o valor do equipamento. Hoje, estima-se que o custo médio, para o fabricante do dispositivo, é R$ 350, e no mercado o rastreador sai por R$ 700 a R$ 900 para venda ao público consumidor - embora muitas companhias ofereçam o aparelho em comodato, com contratos de 24 meses.
Isso sem falar no preço do serviço de rastreamento (estimado em R$ 39,90 até R$ 120). No entanto, a norma estabelece que a tecnologia a ser implantada permitirá a localização do carro, mas essa função só será ativada se o proprietário do carro quiser habilitar o equipamento junto a empresas de monitoramento.
Seguradoras - O processo de implantação do dispositivo está atualmente em fase de operação assistida, em que cerca de 1.000 veículos são acompanhados por um grupo composto por representantes do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Anfavea, Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas), Sindipeças (Sindicato Nacional das Indústrias de Autopeças), operadoras e provedores de monitoramento de veículos.
Essas discussões também são acompanhadas pelas seguradoras, que veem a tecnologia como favorável ao segmento. "Toda a medida feita para reduzir o furto e roubo é bem-vinda. Se você diminui o volume de indenizações, isso vai refletir favoravelmente no preço do seguro", diz o diretor da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Neival Rodrigues Freitas. Mas ele afirma que só é possível estimar qual será a redução do valor das apólices depois que a medida sair do papel.
Mercado segurador aposta no equipamento
A obrigatoriedade de instalação de dispositivo de localização e bloqueio nos carros pelas fabricantes ainda não está valendo, mas o mercado segurador começa a se mexer para aproveitar os benefícios da tecnologia.
Um exemplo foi a Cardif, que lançou no início de 2009 o Autofácil, seguro com cobertura só para roubo e furto, com a instalação do rastreador (cedido em comodato). Inicialmente oferecido em São Paulo e Salvador, foi estendido recentemente para todo o País.
O serviço, feito em parceria com a Ituran (que faz o monitoramento 24 horas por dia), tem vantagem em relação à apólice tradicional no mercado: tem custo reduzido (de R$ 69,90 a R$ 99,90) e não exige perfil do segurado, ou seja, não tem diferença de custo para pessoas que normalmente teriam de pagar mais, devido a fatores de risco, como idade e local onde mora.
Esses benefícios foram o que atraiu Ana Luíza Viegas Nasser, 21 anos, a ter esse tipo de seguro. Funcionária do departamento financeiro de uma empresa de São Bernardo e moradora de São Caetano, ela usa o carro para ir ao trabalho e procurou proteger seu patrimônio (o automóvel) mas esbarrava nos preços elevados.
"Por causa da minha faixa etária, o seguro normal custaria 30% do valor. Meu carro é um Ford Ka 1997, que custa R$ 9.000 e teria de pagar R$ 3.000 (aproximadamente). Agora pago R$ 69,90. Para mim, valeu a pena", afirma.
Com essas vantagens, o seguro da Cardif já cresceu mais de 100% em vendas desde que foi lançado. "Hoje são mais de 1.500 apólices novas por mês", afirma o superintentende da empresa, Emerson Luccas. Ele acrescenta que esse é um nicho promissor: "Nossas pesquisas mostram que 74% dos que têm Autofácil nunca tiveram seguro antes."
O corretor de seguros Douglas Bunder, da Luma Corretora, de Santo André, atesta que a procura tem sido grande por esse produto. "Na região, já temos 500 produtos vendidos", afirma.
Empresas de monitoramento preveem expansão
A expectativa é grande entre as empresas produtoras de equipamentos de rastreamento e as que prestam serviços de localização, de que o mercado ganhe forte impulso com a instalação obrigatória dos dispositivos nos carros.
Uma das gigantes do segmento, a Ituran aposta na expansão da atividade. A companhia faz tanto o desenvolvimento e produção dos aparelhos quanto o monitoramento dos carros, e tem carteira atualmente de 220 mil clientes ativos e mais de 18 mil veículos recuperados. Segundo o gerente técnico Fábio Nonis, a norma do Contran colocará em evidência as melhores empresas do ramo, "pois a homologação junto ao Denatran é necessária para a prestação do serviço". A companhia foi homologada em 2009.
O presidente da empresa FleetLink (desenvolvedora de softwares para fabricantes desses dispositivos), Ivo Thomas, também avalia que o segmento deve se beneficiar. Para ele, deve se criar uma "cultura" de monitoramento de carros em todo o País.
Adaptação - Nonis destaca ainda que as fabricantes de carros estão em processo final de validação dos equipamentos para atender à resolução e que haverá vários dispositivos no mercado, desde soluções básicas solicitadas pelo Denatran quanto tecnologias mais avançadas.
O gerente assinala ainda que Ituran já tem parceria com grandes seguradoras e com montadoras de veículos. "Antes mesmo da publicação da resolução, a Ituran já trabalhava fortemente com montadoras", diz.
Questões técnicas podem adiar implantação
Há questões técnicas, de definição de padrão do equipamento a ser adotado pelas montadoras, por exemplo - o que pode retardar a entrada em vigor da norma, segundo o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini.
Ele afirma que, em função desses problemas e da necessidade de ajustes na linha de montagem das fabricantes de veículos, o início da exigência (a colocação em 20% da produção total de automóveis) ficará para setembro.
Entretanto, o Denatran informa que as datas de instalação do dispositivo antifurto ainda estão valendo conforme o previsto.
Polêmica - A adoção do rastreador, de forma obrigatória, pelas fabricantes de carros, está sendo marcada pela polêmica. No ano passado, o Ministério Público Federal de São Paulo havia obtido liminar (que depois foi cassada), em que a Justiça entendia que a implantação do dispositivo em todos os veículos, independente da vontade do consumidor, feria preceitos constitucionais de privacidade e intimidade.
Diante disso, o Denatran publicou a portaria 253, que possibilitou modificações no equipamento, tirando a função de rastreamento (que constava da resolução), deixando apenas as funções de bloqueio e localização, neste caso de forma opcional. E o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) realizou testes no dispositivo e mostrou a impossibilidade de localização do veículo sem a ativação do sistema.
Por conta dessas mudanças na norma, o juiz federal Douglas Camarinha Gonzáles designou audiência pública, em janeiro deste ano para tirar dúvidas técnicas sobre o tema, e após essa reunião, decidiu que a portaria 253 "não afronta a intimidade e privacidade", devido à necessidade de contratação do serviço e da expressa autorização do proprietário.
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13 de maio de 2010

Rastreador, Bloqueador e Localizador. Qual a diferença entre eles?

Fonte: Blog da Ituran (www.rastreadorituran.blogspot.com)

Ainda há muita confusão entre o que é rastreador, bloqueador e localizador. Vamos começar do mais simples:

Bloqueador: como o próprio nome já diz, bloqueia o veículo. Não informa a localização, apenas bloqueia alguns sistemas do carro e, dependendo do modelo do bloqueador, pode disparar uma sirene.

Localizador: informa a localização do veículo, porém, não precisamente. É feita em um determinado raio (que pode estar entre 10 e 30 metros) de abrangência. O localizador também pode ter a função de bloquear o veículo.

Rastreador: a solução mais completa, pois informa a localização do veículo com maior precisão e, ainda fornece informações mais detalhadas. Quando o cliente contrata o serviço de rastreamento, ele também pode utilizar outros serviços adicionais, como monitorar a velocidade do automóvel, obter relatórios das rotas percorridas e mesmo criar cercas eletrônicas. Com este serviço, é possível determinar uma rota e, caso o veículo saia do percurso planejado, o proprietário é comunicado pelo celular ou pela internet.

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5 de maio de 2009

Instalação de rastreadores em veículos não será mais obrigatória

Fonte: Sincor


As montadoras que operam no Brasil não serão mais obrigadas a instalar equipamentos rastreadores acoplados a bloqueadores nos veículos saídos de fábrica, como previa a Resolução 245/07 do CONTRAN. O juiz da 7ª Vara Cível Federal de São Paulo, Douglas Camarinha Gonzáles, acatou o pedido do Ministério Público Federal e decidiu pela nulidade do artigo que determina a instalação dos equipamentos. A resolução previa que todos os veículos saídos de fábrica a partir de agosto de 2009 tivessem um dispositivo antifurto, para bloquear o carro, e também um rastreador. Porém, o último dispositivo só seria ativado, caso o proprietário do veículo quisesse e, neste caso, ele deveria contratar uma empresa para a monitoração e pagar por esse serviço. Para o MPF, a obrigatoriedade do produto implica lesão à privacidade das pessoas e ao direito de propriedade, pois o rastreador pode revelar o caminho percorrido pelo carro mesmo que o proprietário não tenha dado a autorização para que o equipamento fosse ligado.



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28 de janeiro de 2009

Como escolher o rastreador para seu veículo.

Fonte: Uol On Line - Data: 28.01.2009

Como toda ferramenta tecnológica, o rastreador é projetado para operar em determinadas condições de aplicabilidade, ou seja, cumpre exatamente as funções para o qual foi projetado e idealizado. Portanto, cabe ao usuário, uma escolha criteriosa dos sistemas, tecnologias e prestadores de serviço, buscando atender às suas necessidades.Responsável por uma avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio, o Cesvi Brasil aponta alguns questionamentos básicos que devem ser feitos na hora da escolha de um sistema e/ou prestador de serviço.1- Para que preciso do rastreador?Essa é a pergunta inicial que deve ser respondida. O rastreador pode ser uma ferramenta de logística com efeitos colaterais em segurança, ou vice-versa, ou seja, pode ser projetado para a segurança contra roubo, com limitadas funções de logística. Portanto, a necessidade poderá ser delineada para aplicações exclusivas em segurança, logística ou ambos. A partir dessa análise, é possível identificar as expectativas que o equipamento deverá atender.2 - Onde o veículo rastreado irá trafegar?É importante lembrar que a tecnologia escolhida representará a área de cobertura do rastreador. Deve-se analisar se o veículo irá trafegar grande parte do tempo em regiões metropolitanas, em rodovias interestaduais, ou ambos. Essa análise facilitará a escolha da tecnologia correta, visando à melhor relação custo-benefício. 3 - Quais funções precisam ser controladas no veículo?O rastreador é uma ferramenta bastante flexível, que oferece desde as funções de controle mais simples até complexas informações de telemetria do veículo, controlando, por exemplo, áreas de acesso, abertura de portas, velocidade, etc. Analise a necessidade do uso dessas funções, visando à aplicação adequada ou à solicitação de novos recursos para atender a sua necessidade.4 - Com que freqüência é necessário obter informações do veículo?Neste ponto, é importante analisar com quanto tempo de “atraso” será recebida a informação do veículo rastreado. Analise se o tempo de comunicação é adequado e alinhado com suas necessidades, sejam de logística, segurança ou ambos. Se o rastreador estiver sendo utilizado para o transporte de cargas, alguns pontos devem ser considerados:-Qual o valor da carga transportada?- Qual o histórico de roubo da mercadoria transportada?- Por quantas áreas, consideradas de risco elevado, o veículo irá trafegar?- Quanto tempo ficará nessas áreas?- Qual tecnologia permite comunicação nessas áreas? O custo estará diretamente ligado à freqüência de comunicação e à tecnologia escolhida.5 - O custo da instalação está incluso no valor do equipamento?Verifique se a instalação será cobrada pela empresa. Muitas vezes, essa informação não é esclarecida pelo prestador e, após a negociação dos equipamentos, descobre-se que é necessário gastar ainda mais para fazer a instalação.6 - Quanto tempo de garantia é oferecido? Existe assistência local em caso de mau funcionamento?Analise qual o tempo de garantia que a empresa oferece ao equipamento e se essa garantia estende-se também aos acessórios (travas, relés, chicotes, etc.). Caso necessite de alguma manutenção, verifique se a empresa possui pontos de atendimento próprios e/ou terceirizados próximos de sua localidade. Existem empresas que comercializam o equipamento em locais em que não oferecem qualquer tipo de suporte de manutenção.7 - A empresa possui avaliação Cesvi vigente?O Cesvi realiza uma análise criteriosa dos equipamentos disponíveis no mercado, avaliando aspectos, como a legalidade da empresa, qualidade de instalação do equipamento, assistência técnica oferecida, estrutura da central de monitoramento, dentre outros. Por meio dessa avaliação, aponta os sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos que realmente cumprem o que prometem. Portanto, antes de adquirir qualquer equipamento e/ou prestação de serviço, consulte a relação de empresas aprovadas no site www.cesvibrasil.com.br.

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5 de março de 2008

Novidades Ituran. Você sabia...

Você sabia que o índice de recuperação de veículos monitorados pela Ituran é de 96% e que os 4% restantes referem-se a veículos não monitorados por inadimplência ou por equipamentos que não estão funcionando por falta de teste?

Você sabia que pode adquirir o Ituran RF (equipamentos revisados) em regime de comodato por apenas R$ 59,00 por mês (já com a taxa de monitoramento), mais R$100,00 da instalação, e que a instalação pode ser feita na sua casa?

Voce sabia que se você tem o ituran instalado em seu veículo, concedido em comodato por alguma seguradora (exceto Porto), e por qualquer motivo (cancelamento, renovação em outra cia, etc.) será necessário devolver o equipamento, você pode admirir o mesmo por apenas R$ 199,00 mais o custo mensal do monitoramento?

Você sabia que o ituranmais (garantia de localização) vai voltar?

Quer saber mais? Acesse: http://www.ituranmais.com.br/ ou ligue: 11 4994-5733

15 de fevereiro de 2008

Promoção Comodato Ituran prorrogada

Está prorrogada a promoção de equipamentos revisados da Ituran RF.

Rastreador Ituran no comodato 36 meses: R$ 59,00 (já com taxa de monitoramento incluida) + instalação R$ 100,00.

Compra do equipamento: R$ 450,00 + instalação R$ 100,00 em 6x sem juros ( taxa de monitoramento R$ 45,00 para veículos de passeio e R$ 55,00 para utilitários )

A instalação pode ser em postos de instalação ou em domicílio.

A promoção é válida para toda a área de atuação do Ituran RF menos para o Rio de Janeiro.

Ligue agora para 11 3522-9239 e solicite a instalação do seu equipamento Ituran.

21 de janeiro de 2008

Bloqueador e rastreador são dispositivos diferentes

Fonte: Folha de São Paulo

Pode até surpreender, mas o crescimento da venda de veículos zero-quilômetro não tem sido acompanhado pelo número de roubos e furtos. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, no terceiro trimestre deste ano, foram 40.962 casos de furto e roubo de veículos contra 54.407 crimes no mesmo período de 2006.
A vida do motorista, porém, ainda não é tranqüila. E, para prevenção, as travas mecânicas não são mais suficientes. Hoje, além de inibir a ação dos assaltantes, os dispositivos antifurto facilitam o trabalho da polícia e podem diminuir o preço do seguro em até 30%.
"O consumidor precisa conhecer o produto que adquire", aconselha Paulo Barrachina, coordenador do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária). "Muitas vezes, o cliente compra um aparelho sem saber para que serve e fica na mão na hora do aperto."
Segundo Barrachina, cada equipamento diminui a ação dos bandidos de um modo.
Desenvolvidos para o transporte de cargas, os rastreadores estão cada vez mais presentes em veículos de passeio, a ponto de serem uma exigência a partir de 2009. Monitoram por satélite cada movimento do automóvel, e as informações podem ser acessadas pela internet.
Em caso de roubo ou furto, a polícia é avisada, via central, do paradeiro do carro e do do proprietário, o que reduz o risco de seqüestros relâmpagos. É a opção mais cara e a mais eficiente.
"Levamos em média 30 minutos para descobrir e dizer onde está o veículo", diz Pedro Coli, gerente de marketing da Ituran, empresa que monitora 165 mil automóveis. "O índice de recuperação do Golf, por exemplo, um dos mais visados pelos bandidos, é de 98%."
Já os bloqueadores são capazes de parar o carro a distância, algo que os rastreadores não fazem. Assim que o cliente avisar a central, ela emitirá um comando para bloquear a distribuição de combustível e acionará uma sirene para chamar a atenção da polícia.
Mais baratos, os alarmes disparam quando o automóvel é invadido --o que afugenta os assaltantes. Mas a eficiência contra o furto é questionada.
"Com tempo e perspicácia, os bandidos desmontam qualquer mecanismo de segurança", alerta o coordenador do Cesvi. "Equipamentos antifurto devem ser instalados em oficinas confiáveis, para que não sejam facilmente descobertos."
Patrimônio perdido
Quando comprou seu Audi S3, o advogado paranaense Eliúd Borges instalou um rastreador por recomendação da seguradora. "Achava que o aparelho servia apenas para espantar os ladrões em caso de furto."
No mês passado, vítima de um seqüestro relâmpago, Borges foi levado até um caixa eletrônico. Mas uma testemunha acompanhou e avisou a polícia.
Assustados, os bandidos libertaram o advogado e fugiram com o carro. A experiência ruim tinha um outro porém: Borges não pagava mais o seguro. Resignado com o prejuízo, decidiu descobrir como funcionava o rastreador. "Localizaram meu carro intacto em poucas horas."

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25 de outubro de 2007

Rastreador será obrigatório a partir de 2009

Fonte: Dicas Auto/RE Bradesco Seguros

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a resolução 245, em 1º de agosto deste ano, determinando que a partir de agosto de 2009 todos os veículos produzidos no Brasil e importados terão de sair da fábrica com dispositivos antifurto de rastreamento e bloqueio remoto instalados.

O sistema de rastreamento e bloqueio de veículos via GPS (Global Positioning System) localiza o veículo por satélite, transmite as coordenadas para a empresa de segurança e a polícia e recebe o comando de bloqueio, obstruindo a circulação do carro. E a partir da data da publicação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem 90 dias para definir as especificações do padrão que deverá ser utilizado, já que há vários modelos no mercado.

A medida visa reverter os altos índices de furto e roubo de automóveis no País, alcançando, de acordo com dados do Denatran, cerca de 390 mil veículos todos os anos. Desse total, apenas 200 mil (51%) são recuperados. Para o órgão, o novo sistema pode desestimular a ação dos criminosos, por permitir a recuperação de até 90% dos veículos roubados.

Mas ainda que tenha aspectos positivos, a iniciativa poderá pesar no bolso do consumidor. As montadoras afirmam que o valor do dispositivo será repassado ao preço final dos veículos. Atualmente, os dispositivos podem ser encontrados, em média, por algo em torno de R$ 300, mas com a produção em escala esse valor poderia ser reduzido pela metade. "Hoje em torno de 40% a 45% dos veículos são recuperados. Com o sistema de rastreamento e bloqueador, esperamos que 80% deles sejam recuperados", afirma José Carlos de Oliveira, da Comissão de Seguros de Automóveis da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg).

A regulamentação vale para carros, motos, caminhões e ônibus fabricados no País ou importados. Todos os automóveis adquiridos antes de agosto de 2009 estarão livres da obrigatoriedade.

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13 de agosto de 2007

Obrigatório a partir de 2009, rastreador sobe preço de carro

Fonte: Folha de S. Paulo - Data: 13.08.2007

Sistema custa até R$ 2.000, valor que tende a cair, mas que será repassado para cliente; será preciso ativá-lo

Ainda faltam dois anos para que todos os automóveis tenham rastreadores. Mas a resolução 245 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) já levanta muitas dúvidas.

Ela diz que um carro -nacional ou importado- só poderá ser vendido, registrado e licenciado se tiver o dispositivo capaz de rastreá-lo e bloqueá-lo.

O Contran tem até outubro para divulgar as especificações. "Atualmente, a tecnologia mais avançada é o GPS [sistema de posicionamento global, na sigla em inglês]. O Contran deve adotá-lo", prevê o presidente da Crown Telecom, José Antônio Pereira Júnior.

Teoricamente, o GPS cobre todo o Mercosul. Ele indica a latitude e a longitude de onde o carro está, e o endereço aparece num mapa na central da empresa que faz o rastreamento.

Aí está outro ponto da resolução: o carro é obrigado a ter o dispositivo, mas o motorista não precisa necessariamente ativá-lo. Hoje, a mensalidade do serviço chega a R$ 200.

O valor do rastreador, porém, tende a cair, obedecendo à lei da oferta e da procura -e a mensalidade pode até ficar mais cara. A 3T Systems, por exemplo, cobra US$ 1.000 (pouco menos de R$ 2.000).

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que é contra a obrigatoriedade, o custo será repassado ao cliente. Os Procons (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo e do Rio de Janeiro já analisam se há abuso.

Outra pergunta sem resposta é sobre o local de instalação -na linha de montagem ou na revenda- e a localização do dispositivo no carro. Ela varia constantemente para que o ladrão não descubra onde está.

"A concessionária precisa saber onde está para fazer a manutenção. Além disso, o manual do proprietário traz a localização de todas as peças", observa Pedro Coli, executivo de marketing da Ituran do Brasil.

Tentativa frustrada

O crescimento do uso dos rastreadores foi impulsionado pelas seguradoras. Como o índice de recuperação é alto -atinge até 90%-, o risco cai, e o seguro fica mais barato.

Preocupada com o alto valor cobrado pela proteção de seus carros -em especial o Golf-, a Volkswagen passou a oferecer o rastreador em toda a sua gama. A experiência durou 80 dias.

De acordo com a montadora, o cliente não se interessou pelo sistema: esperava que 40% dos rastreadores fossem ativados, mas só a metade foi. E isso só ocorreu no eixo Rio-São Paulo.

O presidente da Crown Telecom nota que a proteção em áreas onde há mais risco trasnfere furtos e roubos: o Rio era a cidade com o maior índice desses crimes, mas o uso de alarmes e travas deslocou para Porto Alegre os maiores índices.

Sensores medem sobriedade de motoristas

Da Redação

Se os rastreadores começam a mostrar disposição para serem obrigatórios no mundo todo -serão no México a partir de janeiro de 2008-, outro acessório começa a sair do papel para outro tipo de segurança.

A Nissan e a Volvo desenvolvem um sistema que detecta se o motorista está sóbrio ou bêbado antes de permitir que o motor seja ligado.

Enquanto a japonesa instalou o detector na alavanca do câmbio, a sueca escolheu o cinto de segurança -e exige que o motorista assopre nele.

Mas o funcionamento, nos dois casos, é parecido, e a ignição só é liberada após o teor alcoólico provar o nível de consciência do motorista.

A Nissan, durante o percurso, ainda mede, através da velocidade do piscar dos olhos, se o motorista está prestes a dormir -a sonolência é um dos efeitos do álcool.

Os executivos japoneses disseram não esperar que o cliente pague por esse sistema, mas que ele pode ter um viés comercial em caminhões e táxis. Já a Volvo quer adotar essa visão: estuda implementar a tecnologia nos caminhões que faz em Curitiba.

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22 de março de 2007

Mercadante quer rastrear todos os veículos do país

Fonte: Seguros.inf.br - Data: 22.03.2007

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, senador Aloízio Mercandante (PT/SP), anunciou hoje que irá apresentar projeto de lei tornando obrigatório que todos os automóveis saiam de fábrica com transponder ou chip eletrônico, equipamento que permite o rastreamento do veículo em todo o território nacional.

O que motivou Mercadante foi sua participação na subcomissão sobre violência do Senado e ele viu no rastreamento eletrônico uma forma eficaz de reduzir o roubo de carros, caminhões e cargas, assim como a indústria do desmanche criminoso desses veículos. Inibindo a ação dos bandidos, na opinião de Mercadante, haverá redução nas oportunidades de violência e menos recursos para armação de outros tipos de crimes.

Um exemplo de sucesso no rastreamento foi a experiência da Volkswagem que passou a equipar o Golf, em 2005. Em 2004, era o número um na lista dos 12 carros mais roubados no país. No primeiro ano de uso do transponder, o Golf caiu para o oitavo na lista e, em 2006, saiu da lista dos 12 mais visados pelos ladrões.

Entre outras vantagens, os proprietários dos carros rastreados podem obter redução de até 40% no custo do seguro, ou incluir no preço de compra do seguro o aluguel anual do sistema de rastreamento, que gira em torno dos 500 a 800 reais, com tendência a cair.

A novidade animou o ex-campeão de Fórmula 1, Nelson Piquet, que controla, a partir de Brasília, o maior sistema de rastreamento de veículos do país, a Autotrac, e está se preparando para abrir o capital da empresa diante da tendência de que, obrigatoriamente ou não, haja um grande incremento na contratação de rastreamento no país.


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