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17 de outubro de 2015

Canadá retira exigência de vistos para brasileiros

Fonte: Veja.com - Data: 16/10/2015



A partir de março de 2016, visitar o Canadá ficará mais fácil para os brasileiros.

O governo canadense não vai mais exigir o visto de visitante para cidadãos que já passaram pelo Canadá nos últimos dez anos ou têm um visto americano válido. Os brasileiros que se encaixarem nesse perfil deverão apenas solicitar uma pré-autorização on-line antes de viajar.

A medida só é válida para via aérea e, além do Brasil, abrange outros países como Bulgária, México e Romênia. O objetivo da mudança é expandir o programa ETA (sigla em inglês para Autorização Eletrônica de Viagem) e trazer benefícios para o visitante que terá acesso ao serviço de forma online, rápida e sem custo.

Além disso, segundo o comunicado oficial no site do governo canadense, a decisão faz com que o país se torne um destino mais atrativo para turistas e empresários, permitindo que a segurança local foque seus recursos em áreas mais importantes, como o controle de viajantes de maior risco.

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24 de junho de 2015

Seguros-viagem com novas regras chegam ao mercado

Fonte: Redação Bem Parana - Data: 23/06/2015


Superintendência de Seguros Privados estabeleceu critérios para garantir serviços básicos a qualquer pacote. Mudanças passam a valer a partir de setembro.


Mesmo que a viagem tenha sido cuidadosamente planejada, nem sempre os planos saem como o esperado. E, quando um imprevisto acontece, o bom mesmo é estar preparado com um bom seguro de viagem. Sem ele – ou sem saber exatamente o que o serviço cobre – a viagem dos sonhos pode se tornar um grande problema.

Até pouco tempo atrás, no Brasil, a ausência de regras claras sobre coberturas gerava, muitas vezes, transtornos para o consumidor. Os turistas contratavam apólices sem saber ao certo que tipos de serviços eram cobertos. Era comum descobrir, em plena viagem, que o seguro contratado não oferecia proteção contra acidentes e que a empresa não ressarcia os gastos com despesas médicas e hospitalares. Situações como essas eram comuns porque as seguradoras só eram obrigadas a ofertar planos que cobrissem casos de morte e invalidez por acidente. O restante era facultativo, poderia ser incluído ou não nos planos.

Para resolver o problema, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) lançou um pacote com regras que devem ser comuns a todas as seguradoras brasileiras. Em viagens internacionais deve-se oferecer, obrigatoriamente, cobertura com despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas. Em passeios nacionais, os planos deverão ofertar pelo menos uma dessas coberturas básicas (médicas, hospitalares e/ou odontológicas), além de indenização em caso de morte e invalidez.

A novidade torna os seguros as opções mais simples para os viajantes e mais fáceis de serem “empacotadas” pelo empresário. Com a vantagem de ficarem sujeitos à fiscalização e multas em caso de descumprimento. De acordo com a Associação Brasileira de Cartões de Assistência, em 2010, apenas 24% dos turistas brasileiros viajavam munidos de um cartão de assistência. Hoje, pelo menos 38% das pessoas viajam seguradas.

O servidor público Diogo Arbigaus, de 33 anos, usou seu seguro em uma viagem para Genebra. Ainda no aeroporto, sofreu um acidente com a mala, que caiu no próprio pé. Devido à contusão, Diogo precisou recorrer a um atendimento hospitalar de emergência. O laudo médico indicava uma microcirurgia sem urgência, que ele preferiu fazer poucos dias depois em solo brasileiro. Com o seguro viagem contratado ainda no Brasil, porém, foi atendido, medicado – e posteriormente reembolsado. “Programei muito a minha viagem, mas não contava com o imprevisto”, diz Diogo.

O custo de um plano de seguro é relativamente baixo diante do investimento em caso de imprevistos, de acordo com Celso Guelfi, presidente da associação. “Há, assim, uma conscientização cada vez maior tanto do agente de viagem que vende os pacotes quanto do passageiro final”, disse.

A obrigatoriedade das mudanças passa a valer a partir de setembro deste ano, mas algumas empresas já se enquadraram às novas regras. No último mês, a Caixa Seguradora lançou um pacote de seguro de viagem com as novas coberturas obrigatórias. Ela usou como base os novos critérios, mas personalizou os pacotes: para executivos, estudantes, praticantes de esportes radicais, gestantes e idosos. “As novas regras trazem mais segurança para o cliente, tanto para o processo de contratação do seguro, quanto para o uso das coberturas”, afirmou o gerente de Seguros de Vida da Caixa Seguradora, Castelano Ribeiro dos Santos.

A resolução da Susep também determina que é obrigação da seguradora prestar informações claras sobre as coberturas mais adequadas à viagem, especialmente em relação às exigências dos países de destino internacional. O ideal é que o próprio viajante explique que tipo de passeio pretende fazer e se tem necessidades especiais, para que, então, o agente de viagem possa indicar o plano ideal de cobertura.

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22 de setembro de 2014

Aplicativo ajuda a organizar viagens sem papelada

  • O "My Trips" monitora em tempo real informações sobre voos e hospedagem
    O "My Trips" monitora em tempo real informações sobre voos e hospedagem
Se você nunca passou por isso, com certeza já viu pessoas em aeroportos e rodoviárias cheias de papéis de confirmação de viagens e reservas. Para facilitar a vida dos viajantes, o site de turismo Kayak desenvolveu um aplicativo que organiza o passeio sem precisar imprimir vouchers.
O "My Trips" não só arquiva os dados do viajante como também monitora em tempo real as informações sobre o voo, hospedagem, aluguel de veículo e roteiro turístico.
Para ter todo o roteiro no dispositivo móvel, basta o usuário criar uma conta gratuita no site e reencaminhar os e-mails de confirmação de reserva de voos e hotéis para o e-mail: trips@kayak.com.br. Segundo o diretor da empresa para América Latina, Nicolas Scafuro, o sistema realiza o upload automaticamente no perfil do usuário, criando um itinerário digital toda vez que ele encaminha suas confirmações para o e-mail.
"Além de unificar todas as informações para fácil acesso no App, o Kayak passa a monitorar qualquer mudança que ocorra na viagem, enviando notificações caso haja um atraso no voo ou modificação no portão de embarque", explica.
O aumento do acesso à internet pelos smartphones não só está ajudando os consumidores a compararem preços e realizarem pesquisas em tempo real, como está possibilitando que as empresas lancem novas ferramentas para melhorar e aumentar a conveniência do turista.
"Imagina o quanto não facilitaria utilizarmos a geolocalização para assim que o turista entrar no hotel, na data reservada, o check-in seja realizado automaticamente. Podemos ir mais além e utilizar o próprio smartphone como chave ou senha para entrar no quarto", idealiza Nicolas.
O aplicativo My Trips é gratuito para smartphones e tablets, sendo que está disponível para as plataformas iOS, Android e Windows.
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9 de janeiro de 2013

Saiba que cuidados ter na hora de contratar um seguro-viagem


Fonte: Globo - Data: 08.01.2013

 


O consumidor tem o direito de contratar o seguro onde desejar. É recomendado guardar todos os documentos dos gastos efetivos.

O brasileiro gastou mais de R$ 45 milhões no ano passado com seguros de viagens para o exterior. A apólice é obrigatória em alguns países, mas é preciso ficar atento às diferenças de preço e de cobertura. Todo brasileiro quer viajar, mas quer economizar. Ele não precisa comprar o seguro na agência onde fechou a viagem. Dá para fazer uma pesquisa rápida na internet, e há centenas de seguradoras no mercado. Um seguro-viagem para uma viagem de 10 dias para a Europa pode custar desde R$ 150 até R$ 500.

Segundo Maurício Corrêa, assessor jurídico do Procon de São Paulo, a venda casada é prevista no Código de Defesa do Consumidor como prática abusiva. “O consumidor tem o direito de contratar o seguro onde desejar. Ele tem que ter sempre em mãos a apólice de seguro, onde está celebrado o contrato, com suas coberturas, o que ele tem direito e aonde ele deve recorrer para ter o recebimento”, explica.

O assessor ainda recomenda guardar todos os documentos dos gastos efetivos, já que muitos seguros são feitos por reembolso.

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